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ESPORTENOTAS ANALÍTICAS

Rio 2016: parcerias para fomentar o desenvolvimento via esporte

Sendo o esporte uma importante ferramenta para impulsionar o desenvolvimento humano e econômico dos países, os “Jogos Olímpicos Rio 2016” representam uma excelente oportunidade para que atuações conjuntas firmadas por intermédio de parcerias entre os mais diversos atores – estatais ou não estatais – sejam exitosas em fazer uso deste percuciente vetor esportivo.

Desta forma, no início deste mês de novembro, o “Banco Interamericano de Desenvolvimento” (BID) e o “Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016” firmaram uma importante parceria no intuito de impulsionar ações positivas na área de Educação, “Desenvolvimento Humano”, Cultura, “Meio Ambiente” dentre outras, buscando utilizar o esporte como instrumento para o desenvolvimento.

Tendo atuado para que o legado da “Copa 2014” e o das “Olimpíadas 2016” sejam decisivos para o desenvolvimento social brasileiro, o BID tem sido uma expressiva fonte de financiamento para o desenvolvimento na “América Latina” e no Caribe, seja mediante empréstimos, investimentos diretos ou assistência técnica em uma gama de projetos nos países.

Quanto ao “Comitê Organizador Rio 2016”, este é uma associação civil de direito privado, sem fins lucrativos, formada pelas “Confederações Olímpicas” brasileiras, pelo “Comitê Olímpico Brasileiro” (COB) e pelo “Comitê Paralímpicos Brasileiro” (CPB), e possui por objetivo organizar e promover as Olimpíadas e as ParalimpíadasRio 2016”.

Assim, esta parceria entre o BID e o “Comitê Organizador”, cuja finalidade primordial é contribuir para o legado social das Olimpíadas, buscará, através do esporte, promover a inclusão social de crianças e adolescentes mediante o desenvolvimento de inúmeros projetos em comunidades carentes, tais como projetos na área educacional, fortalecimento do capital humano por intermédio do “Programa de Jovens Aprendizes”, projetos de fomento cultural locais, de acessibilidade e ações de conscientização acerca dos princípios da sustentabilidade em comunidades pacificadas. Para garantir o sucesso desta empreitada o “Banco Interamericano de Desenvolvimento” e o “Comitê Organizador” também planejam buscar o apoio de outras organizações.

Na visão do BID, o esporte tem se mostrado cada vez mais como uma ferramenta fundamental de desenvolvimento, facilitando a inclusão social, contribuindo para melhoria do desempenho escolar de crianças e adolescentes, afastando-os da violência, das drogas e da marginalização, bem como ajuda a promover a saúde e a igualdade de gêneros, pensamento este amplamente corroborado pela representante do BID no Brasil, Daniela Carrera-Marquis, ao afirmar que a Instituição apoia os esforços que estão ocorrendo no Brasil para que o legado dos megaeventos esportivos se traduza em benefícios concretos para a população brasileira.

Analisando-se a importância da parceria supramencionada, na visão da representante do BID esta é vital para que o Banco alavanque sua respectiva plataforma de trabalho que se baseia no conceito de esporte para o desenvolvimento. No entender de Carlos Arthur Nuzman, presidente do “Comitê Organizador”, a parceria irá possibilitar o desenvolvimento de projetos de grande alcance social e criará oportunidades para jovens de comunidades carentes mediante a criação de programas de educação e capacitação, os quais contribuirão para inclusão social, cultural e econômica de inúmeras crianças e adolescente por intermédio do esporte, gerando significativo legado não apenas para o Rio de Janeiro mas também para o Brasil como um todo.

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ImagemRio de Janeiro e Brasil Rumo ao Desenvolvimento” (Fonte):

http://www.sportsbulletin.co.uk/2012-olympics/rio-olympics-2016/01918/

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Fonte consultada:

http://www.iadb.org/pt/noticias/comunicados-de-imprensa/2013-11-01/bid-e-rio2016,10630.html

About author

Mestre em Relações Internacionais pela UERJ, Especialista em História das Relações Internacionais e Bacharel em Ciências Econômicas pela UFRJ. Possui experiência na área de Economia, com ênfase em Economia Política Internacional e Formação Econômica Brasileira. Foi bolsista de FAPERJ por um ano e Bolsista de Vocação para Diplomacia do Instituto Rio Branco (IRBr) por 4 (quatro) anos. Áreas de interesse: Esporte e Relações Internacionais; Diplomacia Futebolística; e Soft Power e Política Externa.
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