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A posição da “União Europeia” perante a crise na Síria

Em nota emitida pela “Alta Representante da União para os Negócios Estrangeiros e a Política de Segurança”, a Baronesa Catherine Ashton, a “União Europeia” (UE) considerou que o ataque ocorrido na capital da Síria, Damasco, com o uso de armas químicas, constituiu uma grave violação às leis internacionais, um crime de guerra e um crime contra a humanidade[1].

Para a UE, a existência deste ataque foi comprovada por inúmeras fontes confiáveis, entretanto, a autoria da ação continua incerta. Para Ashton, os fatos parecem “indicar para uma forte evidência de que o regime sírio é responsável por tais ataques, uma vez que é o único que possui os agentes das armas químicas e os meios de entregá-las, em quantidade suficiente[1].

Após reunião com o Secretário de Estado dos Estados Unidos da América, John Kerry, e com os Ministros das Relações Exteriores dos 28 Estados-membros da UE, Ashton afirmou a necessidade de uma resposta da comunidade internacional para deixar claro que tais crimes são inaceitáveis e que não pode haver impunidade[1]. Contudo, tal resposta só deverá ocorrer dentro dos procedimentos legais da “Organização das Nações Unidas” e, principalmente, após o relatório dos inspetores da Organização.

Ao finalizar, Ashton defendeu que o término do impasse só será possível por meio da criação de uma Síria unida, inclusiva e democrática[1], garantindo, assim, o término das constantes violações dos direitos humanos no país.

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Imagem (Fonte):

http://www.craigwilly.info/wp-content/uploads/2012/11/Ashton.jpg

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Fonte consultada:

[1] Ver:

http://www.consilium.europa.eu/uedocs/cms_Data/docs/pressdata/EN/foraff/138691.pdf

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Para maiores informações,

Ver:

http://euobserver.com/foreign/121356

Ver:

http://www.theguardian.com/world/2013/sep/07/barack-obama-syria-iraq

About author

Mestrando em Ciência Política pela Universidade de São Paulo (Usp); Bacharel em Relações Internacionais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (Puc-SP). Colaborador do Núcleo de Análise da Conjuntura Internacional (NACI) e do Núcleo de Estudos de Política, História e Cultura (Polithicult). Experiência profissional como consultor de negócios internacionais. Atua nas áreas de Política Internacional, Integração Europeia, Negócios Internacionais e Segurança Internacional. No CEIRI NEWSPAPER é o Coordenador do Grupo Europa.
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