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OMS faz parceria com Facebook e Instagram para combater movimento antivacinas

O Diretor Geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Dr. Tedros Adhanom Ghebreyesus, emitiu uma declaração congratulando o compromisso declarado pelo Facebook de garantir que os usuários encontrem dados verdadeiros sobre as vacinas quando procuram informações e conselhos em páginas, grupos, mecanismos de pesquisa e fóruns do Instagram e do Facebook.  

Milhões de usuários serão direcionados a informações precisas e confiáveis sobre vacinas publicadas pela OMS em vários idiomas, a fim de garantir que as mensagens essenciais e corretas sobre problemas de saúde cheguem às pessoas que mais precisam.

Dr. Tedros Adhanom Ghebreyesus – Diretor Geral da OMS

A OMS e o Facebook estão em negociações há vários meses para que as pessoas possam acessar informações confiáveis sobre vacinas e para reduzir a disseminação de informações imprecisas. De acordo com a assessoria de imprensa da empresa de Mark Zuckerberg, o mecanismo já funciona nos Estados Unidos e deverá chegar ao Brasil nas próximas semanas.

De acordo com Ghebreyesus, “a disseminação de informações errôneas sobre vacinas é uma grande ameaça para a saúde global que pode atrasar décadas nos progressos realizados na luta contra doenças evitáveis”.

O Diretor da OMS destaca ainda que essas iniciativas no espaço virtual devem ser acompanhadas de medidas tangíveis dos governos e do setor da saúde para promover a confiança nas vacinas e responder às necessidades e preocupações dos pais.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1 “Criança sendo vacinada” (Fonte): https://pixabay.com/pt/photos/crian%C3%A7a-paciente-vacina-vacina%C3%A7%C3%A3o-89810/

Imagem 2 “Dr.Tedros Adhanom Ghebreyesus Diretor Geral da OMS” (Fonte): https://en.wikipedia.org/wiki/Tedros_Adhanom#/media/File:Tedros_Adhanom_Ghebreyesus_-AI_for_Good_Global_Summit_2018(40316994230)_(cropped).jpg

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Novos Embaixadores da Boa Vontade para promover vidas mais saudáveis são indicados pela OMS

A Organização Mundial da Saúde (OMS) apresentou quatro novos Embaixadores da Boa Vontade para promover vidas mais saudáveis em nível global. Nomeados a cada dois anos, eles são personalidades conhecidas do mundo das artes, literatura, entretenimento, esporte ou outros campos da vida pública, e se comprometem a contribuir com os esforços da Organização para conscientizar as populações sobre importantes problemas e soluções de saúde. 

Para embaixadores da boa vontade da OMS com foco na promoção da saúde foram nomeados este ano (2019): Alisson Becker, goleiro da seleção brasileira e do time de futebol britânico Liverpool, e Natália Loewe Becker, médica e defensora da saúde no Brasil.

Embaixadores da Boa Vontade

Como embaixadora da boa vontade da OMS para a saúde mental foi nomeada Cynthia Germanotta, presidente da Born This Way Foundation, iniciativa que fundou com sua filha, a cantora norte-americana Lady Gaga.

Por sua vez, a embaixadora da boa vontade da OMS para a força de trabalho em saúde nomeada foi Ellen Johnson Sirleaf, ex-presidente da Libéria e ganhadora do Prêmio Nobel da Paz. Como primeira mulher eleita Chefe de Estado da África, Sirleaf tornou-se um símbolo popular de democracia, liderança e equidade de gênero, não apenas em seu próprio país, mas em todo o Continente africano e nos países em desenvolvimento. Ela continua seu trabalho defendendo o direito das mulheres e o empoderamento econômico, particularmente de mulheres na liderança e na política.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1 “Saúde Global” (Fonte): http://www.unescobiochair.org/wp-content/uploads/2019/02/global-health-1080×600.jpg

Imagem 2 “Embaixadores da Boa Vontade” (Fonte): https://nacoesunidas.org/wp-content/uploads/2019/05/200519-embaixadoresoms-e1558373307920.jpg

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Campanha da OMS e do Brasil no Dia Mundial da Saúde

Ontem, dia 7 de abril, foi o Dia Mundial da Saúde e, para esta data, a Organização Mundial da Saúde (OMS) concentrou uma campanha no tema sobre a cobertura universal de saúde, com o lema: “Saúde para todas e todos. Em todos os lugares”.

Campanha Saúde para Todos

A OMS destaca que milhões de pessoas em todo o mundo ainda não possuem acesso algum a cuidados de saúde e outros são forçados a escolher entre este tipo de atenção e outras despesas diárias, como alimentos, roupas e até mesmo uma casa. 

Neste dia foi divulgado o Relatório de Estatísticas da Saúde Mundial, que inclui informações sobre tendências em áreas específicas, como saúde infantil e neonatal, doenças não transmissíveis, saúde mental e riscos ambientais, além de dados sobre a cobertura universal de saúde e sistemas de saúde.

No Brasil, o tema da campanha do Dia Mundial da Saúde foi sobre “imunização e vacinação”. Ele foi escolhido pelo país neste ano (2019) devido ao registro de baixas coberturas de vacinação, o que permitiu o reaparecimento de doenças que já estavam eliminadas no país, como é o caso do sarampo.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1 Onde você mora no mundo afeta drasticamente o seu acesso aos serviços essenciais de saúde” (Fonte): https://www.who.int/images/default-source/imported/uhc-healthforall.gif?sfvrsn=3b7709c5_12

Imagem 2 Campanha Saúde para Todos” (Fonte): https://www.who.int/images/default-source/imported/world-health-day-2019-health-for-all.gif?sfvrsn=783d725d_14

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Uma em cada quatro unidades de saúde em todo o mundo carece de serviços básicos de água

A Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF, sigla em inglês) lançaram o relatório “Água, saneamento e higiene nos centros de atenção da saúde”.

Este informe indica que uma em cada quatro unidades de saúde em todo o mundo carece de serviços básicos de água, impactando em mais de 2 bilhões de pessoas. Esses serviços são essenciais para prevenir infecções e fornecer cuidados de qualidade, particularmente para o parto seguro. Estima-se, ainda, que 1 em cada 5 nascimentos ocorre globalmente nos países menos desenvolvidos e que, a cada ano, 17 milhões de mulheres nesses países dão à luz em centros de saúde com água, saneamento e higiene inadequados.

Hospital Al Rantisi, em Gaza. Possíveis vítimas dessa situação incluem recém-nascidos e crianças que dependem de incubadoras

Os pesquisadores da OMS e UNICEF indicam que mais de 1 milhão de mortes por ano estão associadas a nascimentos em centros de saúde sem água potável. As infecções respondem por 26% das mortes neonatais e 11% da mortalidade materna. 

Na Assembleia Mundial da Saúde de 2019, a ser realizada em maio, os governos debaterão uma resolução sobre Água, Saneamento e Higiene nas Instalações de Saúde, que foi unanimemente aprovada pelo Conselho Executivo da OMS no início deste ano (2019).

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Fontes Consultadas:

Imagem 1 Enfermeira prepara uma cama para um paciente com suspeitas de ebola, no Hospital Bwera, na RD Congo” (Fonte): https://global.unitednations.entermediadb.net/assets/mediadb/services/module/asset/downloads/preset/assets/2019/01/03-01-2019-UNICEF-Uganda-Ebola-UN0233859.jpg/image1170x530cropped.jpg

Imagem 2 Hospital Al Rantisi, em Gaza. Possíveis vítimas dessa situação incluem recémnascidos e crianças que dependem de incubadoras” (Fonte): https://global.unitednations.entermediadb.net/assets/mediadb/services/module/asset/downloads/preset/assets/2018/10/25-10-2018_OCHA_GAZA_01.jpg/image560x340cropped.jpg

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Organização Mundial da Saúde anuncia reforma de sua estrutura

No dia 6 de março, a Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou as reformas mais abrangentes na sua história. O objetivo é modernizar e fortalecer a instituição para desempenhar seu papel de forma mais eficaz e eficiente, como a principal autoridade mundial em saúde pública.

De acordo com o comunicado de imprensa, a reforma é para ajudar os países a atingirem as metas do planejamento estratégico da OMS: garantir que 1 bilhão de pessoas se beneficiem da cobertura universal de saúde, até 2023; que 1 bilhão de pessoas a mais estejam protegidas das emergências de saúde; e, ainda, que outros 1 bilhão desfrutem de melhor saúde e bem-estar. 

A nova estrutura corporativa da Organização prevista na reforma baseia-se em quatro pilares:

Logo da OMS

1.     O pilar de Emergências será responsável pelas críticas de segurança de saúde da OMS, tanto na resposta a crises de saúde quanto na ajuda aos países para se prepararem para elas. 

3.     O pilar de Operações de Negócios também garantirá uma entrega mais profissionalizada das principais funções corporativas, como orçamento, finanças, recursos humanos e cadeia de suprimentos.

2.     O pilar Relações Externas e Governança centralizará e harmonizará o trabalho da OMS na mobilização de recursos e comunicações. 

4.     O pilar da Divisão do Cientista Chefe na Sede da OMS em Genebra, deverá fortalecer o trabalho científico essencial e garantir a qualidade e consistência das normas e padrões da Organização. 

De acordo com o divulgado, além da reformulação da estrutura, 11 processos de negócios foram redesenhados, incluindo: planejamento; mobilização de recursos; comunicações externas e internas; recrutamento; cadeia de fornecimento; gerenciamento de desempenho, normas e padrões; pesquisa; dados; e cooperação técnica.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1 Bandeira da OMS” (Fonte): https://www.who.int/images/default-source/imported/who-geneva-headquarters.tmb-1366v.jpg?sfvrsn=c8086d9f_6

Imagem 2 Logo da OMS” (Fonte): https://ncdalliance.org/sites/default/files/styles/feature_1800x900/public/news/WHO%20logo.jpg?itok=iWACp0lh

ANÁLISES DE CONJUNTURASAÚDE

10 Riscos Globais para a Saúde em 2019

O mundo está enfrentando vários desafios relacionados à saúde, desde doenças evitáveis à possibilidade do surgimento de novas pandemias de origem desconhecida. Observando os principais desafios globais, a Organização Mundial da Saúde (OMS) lançou, em janeiro de 2019, o seu plano estratégico para os próximos 5 anos (2019-2023). Este documento destaca os 10 riscos globais para a saúde neste ano:

1. Poluição do ar e mudança climática

Em 2019, a poluição do ar é considerada pela OMS como o maior risco ambiental para a saúde. Poluentes microscópicos no ar podem penetrar nos sistemas respiratório e circulatório, danificando os pulmões, coração e cérebro, matando 7 milhões de pessoas todos os anos prematuramente de doenças como câncer, derrames, doenças cardíacas e pulmonares. Cerca de 90% dessas mortes ocorrem em países de baixa e média renda, com altos volumes de emissões da indústria, dos transportes e da agricultura, ressalta a OMS.

2. Doenças não transmissíveis

As doenças não transmissíveis, como diabetes, câncer e doenças cardíacas, são responsáveis por mais de 70% de todas as mortes no mundo, ou 41 milhões de pessoas. Mais de 85% dessas mortes prematuras ocorrem em países de baixa e média renda. O aumento dessas doenças, ainda de acordo com a OMS, tem sido impulsionado por cinco fatores de risco principais: uso do tabaco, inatividade física, consumo nocivo do álcool, dietas pouco saudáveis e poluição do ar. Esses fatores de risco também acentuam os problemas de saúde mental: metade de todas as enfermidades mentais começa aos 14 anos, mas a maioria dos casos não é detectada ou tratada, por sua vez, o suicídio é a segunda causa de morte de jovens entre 15 e 19 anos.

3. Pandemia Global de Gripe

A preocupação com a possibilidade de uma próxima pandemia global de gripe é constante. A OMS monitora a circulação dos vírus da gripe para detectar potenciais pandemias: 153 instituições em 114 países estão envolvidas na vigilância e resposta global. 

4. Contextos frágeis e vulneráveis

Mais de 1,6 bilhão de pessoas (22% da população mundial) vivem em locais onde crises prolongadas (por meio de uma combinação de desafios como seca, fome, conflitos e deslocamento da população) e frágeis serviços de saúde os deixam sem acesso a cuidados básicos. 
Em seu plano estratégico, a OMS indica a necessidade de trabalhar para o fortalecimento dos sistemas de saúde de modo que eles estejam mais preparados para detectar e responder a surtos, bem como para fornecer serviços de saúde de qualidade, incluindo, especialmente, a imunização.

5. Resistência microbiana

O desenvolvimento de antibióticos, antivirais e antimaláricos são alguns dos maiores sucessos da medicina moderna. Agora, a resistência microbiana – a capacidade de bactérias, parasitas, vírus e fungos resistirem aos medicamentos – ameaça nos mandar de volta à uma época em que não conseguíamos tratar facilmente infecções como pneumoniatuberculosegonorreia e salmonelose

Como exemplo, em 2017, cerca de 600 mil casos de tuberculose foram resistentes à rifampicina – droga de primeira linha mais eficaz – e 82% dessas pessoas apresentaram tuberculose multirresistente.

Uma das linhas de trabalho da OMS é a implementação de um plano de ação global para combater a resistência microbiana aumentando a conscientização, o conhecimento e incentivando o uso prudente de antibióticos.

6. Ebola e outros agentes infecciosos de alta ameaça

Em 2018, a República Democrática do Congo vivenciou dois surtos de Ebola no país, os quais se espalharam para cidades com mais de 1 milhão de pessoas. Uma das províncias afetadas também está em uma zona de conflito.

Plano de Pesquisa e Desenvolvimento da OMS identifica doenças e agentes infecciosos que têm potencial para causar uma emergência de saúde pública, mas carecem de tratamentos e vacinas eficazes. Esta lista para pesquisa e desenvolvimento prioritários inclui Ebola, várias outras febres hemorrágicas, ZikaNipahcoronavírus da síndrome respiratória do Oriente Médio (MERS-CoV) e Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) e a “doença X”, que representa o conhecimento de que uma grave epidemia internacional poderia ser causada por um agente infeccioso atualmente desconhecido. Por isso, os planos de pesquisa e desenvolvimento buscam explicitamente habilitar, na medida do possível, a preparação transversal que também é relevante para uma “doença X” desconhecida.

Especialistas da OMS indicam que uma nova enfermidade tem a possibilidade de surgir a partir da manipulação de genes, acidente ou até mesmo terrorismo. Há ainda a hipótese de que ela possa ser provocada por uma patologia zoonótica, ou seja, transmitida de animais a seres humanos.

7. Atenção primária à saúde

A atenção primária à saúde é geralmente o primeiro ponto de contato que as pessoas têm com o sistema de saúde e, idealmente, deve fornecer cuidados abrangentes, acessíveis ao longo da vida. 

No entanto, muitos países não possuem instalações de atenção primária adequadas. Essa negligência pode ser por falta de recursos em países de baixa ou média renda, mas, também possivelmente um foco nas últimas décadas em programas para doenças específicas. Em 2019, a OMS pretende trabalhar com parceiros para revitalizar e fortalecer a atenção primária à saúde em diversos países.

8. Recusa em Vacinar

A hesitação na vacinação – a relutância ou a recusa em vacinar apesar da disponibilidade de vacinas – ameaça reverter o progresso feito no combate a doenças evitáveis. 

A vacinação é uma das formas mais econômicas de se evitar moléstias. Atualmente, de acordo com a OMS, previne-se 2 a 3 milhões de mortes por ano, e outros 1,5 milhão poderiam ser evitadas se a cobertura global de vacinas melhorasse.

sarampo, por exemplo, registrou um aumento de 30% nos casos em todo o mundo. As razões para esse aumento são complexas, e nem todos esses casos se devem à hesitação. No entanto, alguns países que estavam perto de eliminar a doença viram o ressurgimento dela. 

A título de ilustração, no Brasil, de acordo com o Ministério da Saúde, quase metade dos municípios brasileiros em 2018 não atingiram a meta de vacinar 95% das crianças de 1 a 5 anos de idade, mesmo com 11 estados que enfrentaram um grande surto da doença ano passado, totalizando mais de 10.300 casos no país. 

9. Dengue

Uma ameaça crescente há décadas, a dengue, transmitida por mosquito que causa sintomas semelhantes aos da gripe, pode ser letal e matar até 20% das pessoas com dengue grave. 

Estima-se que 40% do mundo está em risco de contrair a doença, e existem cerca de 390 milhões de infecções por ano. A estratégia de controle da dengue da OMS visa reduzir as mortes em 50% até 2020. 

10. HIV

O HIV ainda é uma epidemia global com quase um milhão de pessoas a cada ano morrendo. Desde o início da epidemia, mais de 70 milhões adquiriram a infecção e cerca de 35 milhões morreram. Hoje, cerca de 37 milhões de indivíduos no mundo vivem com HIV. De acordo com a OMS, alcançar pessoas como profissionais do sexo, pessoas na prisão, homens que fazem sexo com homens* ou pessoas transexuais é um desafio em vários países, pois muitos ainda não estão preparados para estes atendimentos.

Este ano (2019), a OMS trabalhará com diversos governos para apoiar a introdução do auto-teste, para que mais pessoas que vivem com o HIV conheçam seu estado e possam receber tratamento (ou medidas preventivas, no caso de um resultado negativo).

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Nota:
*
No relatório está sendo usada exatamente
esta forma de expressar.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1 “Máscara de Gás” (Fonte): https://pixabay.com/pt/m%C3%A1scara-g%C3%A1s-m%C3%A1scara-de-g%C3%A1s-467738/

Imagem 2 “Chaminé de Indústria” (Fonte): https://pixabay.com/pt/fumo-fumar-chamin%C3%A9-lareira-fuma%C3%A7a-258786/

Imagem 3 “Homem fumando e bebendo” (Fonte): https://pixabay.com/pt/homem-fumo-cerveja-trigo-tabagismo-2181478/

Imagem 4 “Vírus” (Fonte): https://pixabay.com/pt/v%C3%ADrus-microsc%C3%B3pio-infec%C3%A7%C3%A3o-doen%C3%A7a-1812092/

Imagem 5 “Contextos Frágeis” (Fonte): https://pixabay.com/pt/pobreza-favela-pobre-%C3%A1frica-do-sul-216527/

Imagem 6 “Antibióticos” (Fonte): https://pixabay.com/pt/dor-de-cabe%C3%A7a-dor-p%C3%ADlulas-medica%C3%A7%C3%A3o-1540220/

Imagem 7 “Isolamento por Ebola” (Fonte): https://pixabay.com/pt/ebola-isolamento-infec%C3%A7%C3%A3o-v%C3%ADrus-549471/

Imagem 8 “Cuidados Básicos” (Fonte): https://pixabay.com/pt/ebola-isolamento-infec%C3%A7%C3%A3o-v%C3%ADrus-549471/

Imagem 9 “Criança sendo vacinada” (Fonte): https://pixabay.com/pt/crian%C3%A7a-paciente-vacina-vacina%C3%A7%C3%A3o-89810/

Imagem 10 “Mosquito da Dengue” (Fonte): https://pixabay.com/pt/mosquito-inseto-dengue-2566773/

Imagem 11 “Vírus da AIDS” (Fonte): https://pixabay.com/pt/hiv-sida-v%C3%ADrus-doen%C3%A7a-sa%C3%BAde-1903373/