América do NorteAMÉRICA LATINAECONOMIA INTERNACIONALNOTAS ANALÍTICAS

Secretário de Inovação do MDIC do Brasil participou de Congresso Mundial no Canadá, falando sobre biocombustíveis

Na segunda-feira, dia 20 de julho[1], o Secretário de Inovação do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Marcos Vinícius de Souza, participou em Toronto, no Canadá, do Congresso Mundial de Biotecnologia Industrial (BIO),…

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Com apoio técnico de agências internacionais, Usina Solar foi inaugurada em Fernando de Noronha

No dia 10 de julho[1], foi inaugurado no arquipélago Fernando de Noronha a Usina Solar Noronha II, fruto da parceria entre o Governo de Pernambuco, a Administração da Ilha e a Companhia Energética de Pernambuco (CELPE). Ela foi viabilizada pelo Programa de Eficiência Energética, regulado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), com recursos da ordem de R$ 6,4 milhões.

A implantação das usinas do arquipélago tiveram apoio técnico de agências internacionais. O governo norte-americano, por meio a Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID), participou da primeira usina e a Agência de Cooperação Alemã (GIZ) contribuiu com as duas iniciativas. Para implantação dos projetos, foram realizados estudos de viabilidade técnica e econômica[2].

Recebidos pela Presidente do Grupo Neoenergia, Solange Ribeiro, e pelo Presidente da Companhia Energética de Pernambuco (CELPE), Antônio Carlos Sanches, compareceram à inauguração o Chefe de Gabinete do Governo de Pernambuco, Ruy Bezerra; o SecretárioExecutivo de Energia do Estado, Eduardo Azevedo Rodrigues; e o Administrador da Ilha de Fernando de Noronha, Reginaldo Valença Filho.

De acordo com nota publicada pela NEOENERGIA[3], com a inauguração da Usina Noronha II, a Ilha passa a ter 10% de seu consumo de energia cobertos pela fonte solar. Ao lado da usina Noronha I, inaugurada ano passado, Noronha II vai permitir a redução no consumo de 400 mil litros de óleo diesel por ano pela Usina Termelétrica Tubarão, que responde pelos outros 90% de abastecimento da Ilha.

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Imagem (Fonte):

http://www.neoenergia.com/Noticias/Documents/IMG_0188%20(2).jpg

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Fontes Consultadas:

[1] Ver:

http://noticias.ne10.uol.com.br/economia/noticia/2015/07/10/fernando-de-noronha-inaugura-segunda-usina-solar-nesta-sexta-555993.php

[2] Ver:

http://www.celpe.com.br/Noticias/Pages/Governo-de-Pernambuco-e-Celpe-inauguram-Usina-Solar-Noronha-II-.aspx

[3] Ver:

http://www.neoenergia.com/Noticias/Pages/Neoenergia-inaugura-segunda-usina-solar-em-Fernando-de-Noronha.aspx

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BID reafirma compromisso com empreendedorismo na Aliança do Pacífico

No dia 3 de julho, no marco da abertura da X Cúpula Presidencial da Aliança do Pacífico, o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) reafirmou[1] seu compromisso com o processo de integração e cooperação da Aliança do Pacífico (México, Peru, Chile e Colômbia), em especial com os projetos para apoiar o empreendedorismo e a inovação na região.

O Fundo Multilateral de Investimentos (FUMIN) do BID está acompanhando uma iniciativa dos quatro países, apoiando a criação do Fundo de Capital Empreendedor Aliança do Pacífico que proverá capital semente para novos empreendimentos[1].

Por sua vez, os presidentes do Chile, Colômbia, México e Peru também manifestaram o interesse em aprofundar a cooperação. Desde 2011, quando a Aliança foi criada, os países membros acordaram a eliminação de impostos para todos os produtos, a liberalização do comércio de serviços, eliminação de vistos para turistas das quatro nacionalidades e o estabelecimento de consulados e escritórios comerciais em conjunto em outras regiões do mundo para promover o comércio e o investimento internacional[1].

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Imagem (Fonte):

http://www.cafetorah.com/portal/sites/default/files/styles/large/public/field/image/apgrand.jpg

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Fonte Consultada:

[1] Ver:

http://www.iadb.org/es/noticias/comunicados-de-prensa/2015-07-03/bid-apoya-emprendimiento-en-alianza-del-pacifico,11195.html

EUROPANOTAS ANALÍTICASPOLÍTICA INTERNACIONAL

Ministro de Assuntos Exteriores e Cooperação da Espanha em visita ao Brasil

De acordo com nota oficial do Itamaraty[1], entre os dias 17 e 19 de junho, o Ministro de Assuntos Exteriores e Cooperação da Espanha, José Manuel GarcíaMargallo, realizará visita ao Brasil, cumprindo agenda em Brasília, São Paulo e Salvador.

Hoje, dia 17 de junho, em Brasília, GarcíaMargallo manterá encontro com o Ministro das Relações Exteriores Brasileiro, Embaixador Mauro Vieira, no âmbito da II Reunião da Comissão Ministerial de Diálogo Político BrasilEspanha[1]. Nesta reunião os Ministros tratarão de temas bilaterais como comércio, investimentos e cooperação educacional, bem como científica e tecnológica, além de temas regionais e multilaterais de mútuo interesse, como cooperação humanitária e a atuação dos dois países nas Operações de Paz das Nações Unidas no Haiti e no Líbano.

Brasil e Espanha são importantes parceiros estratégicos, tendo o Brasil o segundo maior montante de investimentos diretos espanhóis no mundo, e sendo a Espanha o terceiro maior investidor estrangeiro no Brasil.

Em matéria de cooperação internacional, o Itamaraty também informou[1] que serão abordados os projetos humanitários conjuntos de Brasil e Espanha nos últimos anos para a doação de alimentos a países da África e América Central.

Em Brasília, após a reunião com Vieira, GarcíaMargallo será recebido pelo vicepresidente Michel Temer e depois embarcará em direção a São Paulo, onde no dia 18 de junho participará de um café da manhã da Agência Efe e receberá representantes da Câmara de Comércio BrasilEspanha[2].

De São Paulo, o Ministro espanhol viajará para Salvador, onde se reunirá com autoridades locais e com empresários espanhóis.

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Imagem (Fonte):

http://static.wixstatic.com/media/1426b3_23cf344bc828463bbd4b711d55502329.jpg

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Fontes Consultadas:

[1] Ver:

http://www.itamaraty.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=10203:visita-do-ministro-de-assuntos-exteriores-e-cooperacao-da&catid=42:notas&lang=pt-BR&Itemid=280

[2] Ver:

http://noticias.terra.com.br/brasil/politica/chanceleres-de-brasil-e-espanha-debatem-fortalecimento-do-comercio-bilateral,3d0e592aa913c3f0b1cdb89c95c0e970je2kRCRD.html

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Petrobrás recebe o financiamento do Banco de Desenvolvimento da China

No dia 12 de junho, a Petrobras informou[1] que recebeu os recursos do financiamento assinado em 20 de maio de 2015 com o Banco de Desenvolvimento da China (CDB, na sigla em inglês), no valor de US$ 1,5 bilhão.

Analistas indicam que os recursos podem trazer algum alívio para a empresa, que agora tem mais dificuldades de captar recursos por conta da crise decorrente do escândalo de corrupção investigado pela Operação Lava Jato.

Em fevereiro, a agência de classificação de risco Moodys[2] rebaixou todas as notas de crédito da companhia, que perdeu o grau de investimento, ou seja, com isso, as aplicações consideradas seguras para os investidores perderam credibilidade. Com o rebaixamento na classificação, ficou mais difícil para a empresa captar recursos no mercado.

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Imagem (Fonte):

http://static.wixstatic.com/media/1426b3_23cf344bc828463bbd4b711d55502329.jpg  

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Fontes Consultadas:

[1] Ver:

http://www.investidorpetrobras.com.br/pt/comunicados-e-fatos-relevantes/recebimento-de-us-15-bilhao-do-banco-de-desenvolvimento-da-china

[2] Ver:

http://g1.globo.com/economia/negocios/noticia/2015/02/moodys-rebaixa-todos-notas-de-credito-da-petrobras.html

BLOCOS REGIONAISECONOMIA INTERNACIONALNOTAS ANALÍTICAS

Fundo de Promoção de Turismo do MERCOSUL aprovado pela Câmara dos Deputados

No dia 1º de junho, a Câmara dos Deputados do Brasil aprovou o Projeto de Decreto Legislativo 1291/13[1], que contém o ato de criação do Fundo de Promoção de Turismo do MERCOSUL, assinado pelo Conselho do Mercado Comum (CMC), em 2009. A matéria ainda deverá ser votada pelo Senado.

De acordo com o Projeto, o Fundo será para promover  de  forma  conjunta  o  turismo  para  o  MERCOSUL  em países  extra-zona,  mediante  a  criação  de  instrumento  de  gestão  financeira  constituído  pelas  contribuições ordinárias  dos  Estados  Partes  e  pela  renda  financeira  gerada  pelo  próprio  Fundo.

De acordo com a decisão do CMC, a contribuição anual ordinária dos países membros será ratificada pelo Grupo Mercado Comum (GMC), o órgão decisório executivo do MERCOSUL. Quanto aos montantes do Fundo destinados  especificamente  a  atividades  de  promoção conjunta do turismo no Japão, a contribuição anual total será de 603 mil dólares (cerca de R$ 1,8 milhão), repartida segundo os seguintes percentuais: 65% pelo Brasil; 20% pela Argentina; 7,5% pelo Paraguai e 7,5% pelo Uruguai. Esses percentuais foram construídos a partir de estatísticas da entrada de turistas japoneses em cada país[1]. Não consta nada a respeito da Venezuela.

O Fundo de Promoção de Turismo do Mercosul funcionará pelo prazo de cinco anos, contados a partir da primeira contribuição feita por um dos países[1]. Após esse prazo, o GMC avaliará o cumprimento dos objetivos e a conveniência de sua continuidade.

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Imagem (Fonte):

Wikipedia

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Fonte Consultada:

[1] Ver:

http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=1053644&filename=MSC+549/2012

AMÉRICA LATINAECONOMIA INTERNACIONALEUROPANOTAS ANALÍTICAS

MDIC, CNI e Embaixada do Reino Unido lançam portal de consulta à acordos tarifários

Hoje, dia 2 de junho[1], a Secretaria de Comércio Exterior (SECEX) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a Embaixada do Reino Unido lançaram a segunda versão do portal Consulta aos Acordos de Preferências Tarifárias (CAPTA)[2].

O CAPTA é uma ferramenta online que compila e divulga os acordos comerciais brasileiros, facilitando o acesso às informações sobre benefícios tarifários recebidos e concedidos pelo Brasil em acordos internacionais, regras de origem e tarifas aplicadas no comércio entre o Brasil e os principais parceiros.

A nova versão do portal está organizada em quatro módulos[1]:

  1. Preferências Tarifárias: agrega as preferências concedidas ao Brasil unilateralmente, por meio do Sistema Geral de Preferências (SGP), tornando completas as informações sobre preferências tarifárias concedidas e recebidas pelo país.

  2. Regras de Origem: permite que o exportador verifique se o seu produto cumpre as regras de origem do acordo selecionado.

  3. Tarifa Aplicada: apresenta, para países selecionados, o Imposto de Importação efetivamente aplicado a uma operação de exportação, já descontado qualquer tipo de preferência tarifária que o Brasil possua com seu parceiro comercial.

  4. Serviços: apresenta as listas de compromissos do setor de serviços do Brasil e dos demais países membros da Organização Mundial do Comércio (OMC).

De acordo com informações do MDIC[1], a SECEX e a CNI estão planejando a realização de uma série de workshops regionais para explicar as alterações realizadas no sistema para exportadores e empresários de Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo, Porto Alegre e Manaus.

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Imagem (Fonte):

https://www.primecursos.com.br/arquivos/uploads/2014/05/comercio-exterior.jpg

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Fonte Consultada:

[1] Ver:

http://www.desenvolvimento.gov.br/sitio/interna/noticia.php?area=5&noticia=13815

[2] Ver:

http://capta.mdic.gov.br/