AMÉRICA LATINACOOPERAÇÃO INTERNACIONALNOTAS ANALÍTICAS

Governo de Alagoas prepara Plano de Cooperação Internacional para setores de Pesca e Aquicultura

O Governo de Alagoas, por meio da Secretaria de Estado da Agricultura, Pesca e Aquicultura (SEAPA), iniciou a elaboração de um Projeto de Cooperação Técnica Internacional para a aquicultura e pesca do Estado[1]. O projeto será realizado em parceria com o Governo do Estado, o Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA) e a Agência Brasileira de Cooperação (ABC) para as áreas da Pesca e Aquicultura.

A elaboração do projeto teve início com uma oficina de trabalho, tendo a participação de entidades e órgãos ligados essas duas áreas. No encontro foram definidos grupos de trabalho que formularam propostas para a elaboração de um projeto geral. Eles participarão de novas reuniões até setembro deste ano (2015), quando a proposta final deverá ser pactuada[1].

Com este projeto de cooperação internacional, o Estado tem como objetivo beneficiar o pequeno, médio e grande produtor e atrair investimento nacional e estrangeiro para os setores da pesca e aquicultura[1].

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Imagem (Fonte):

http://agenciaalagoas.al.gov.br/noticias/alagoas-tera-plano-de-cooperacao-tecnica-internacional-para-aquicultura-e-pesca/@@images/image/large

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Fonte Consultada:

[1] Ver:

http://agenciaalagoas.al.gov.br/noticias/alagoas-tera-plano-de-cooperacao-tecnica-internacional-para-aquicultura-e-pesca

AMÉRICA LATINANOTAS ANALÍTICASPOLÍTICA INTERNACIONAL

Banco Mundial indica necessidade da América Latina flexibilizar sua economia

Ontem, dia 19 de maio, o Banco Mundial lançou um Relatório intitulado “A América Latina e o Sul emergente: o mundo em mutação, alteração de prioridades”, apresentando sua análise das conexões globais da região nas áreas de comércio e finanças.

O estudo indica[1] que a América Latina precisa alcançar uma flexibilidade maior, adaptando seu mercado de trabalho e aumentando a economia de seus governos para lidar com um menor estímulo econômico regional num contexto global complicado.

Para retomar o crescimento econômico, o Documento aconselha a região a se adaptar a uma situação marcada pela desaceleração da economia da China e a queda dos preços das matérias-primas.

Para que os trabalhadores se adaptem mais facilmente às inovações da produção e às novas realidades do mercado, o Banco Mundial recomendou desenvolver políticas que melhorem “o desenvolvimento de capacidades, a adequação das qualificações e a formação de um capital humano mais flexível[1]. Isso ajudaria os trabalhadores latino-americanos a mudar de emprego e de carreira ao longo de suas vidas profissionais a um menor custo pessoal e social, de acordo com o estudo.

Para alcançar a mobilidade profissional, os programas devem focar reformas educativas, de capacitação, mudanças nas regulações dos mercados de trabalho, nos contratos e nos benefícios de previdência social, aponta ainda o documento do Banco Mundial. Também são ressaltadas a necessidade de modernização da capacidade tecnológica e o ambiente de negócios na região[1].

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Imagem (Fonte):

www.teleradioamerica.com/wp-content/uploads/2015/04/Economia-America-Latina-2.jpg

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Fonte Consultada:

[1] Ver:

http://www.worldbank.org/pt/news/press-release/2015/05/19/world-bank-the-trade-challenge-for-latin-america-and-the-caribbean

ÁfricaAMÉRICA LATINACOOPERAÇÃO INTERNACIONALNOTAS ANALÍTICAS

Brasil assina Projeto de Cooperação Trilateral para a promoção do trabalho decente em países produtores de algodão

No dia 30 de abril, representantes do Instituto Brasileiro do Algodão (IBA), da Agência Brasileira de Cooperação (ABC) e da Organização Internacional do Trabalho (OIT) assinaram[1] um Projeto de Cooperação Trilateral intitulado “Cooperação Sul-Sul para a promoção do trabalho decente em países produtores de algodão na África e América Latina”. Com orçamento no valor US$ 6,864,706.24 e previsão de 5 anos de execução, o Projeto tem como objetivo contribuir para a promoção do trabalho decente com ênfase nos Direitos e Princípios Fundamentais do Trabalho e a melhoria das condições de trabalho em países em desenvolvimento produtores de algodão.

Deverá ser promovido o trabalho decente inicialmente em 4 países (2 da América Latina e 2 da África) por meio da “sistematização, compartilhamento e adaptação de experiências brasileiras relevantes em áreas tais como combate à pobreza, inclusão produtiva, prevenção e erradicação do trabalho infantil e do trabalho forçado, formalização do trabalho, promoção do emprego de jovens, combate à discriminação e promoção da igualdade de gênero, raça e etnia, e diálogo social[1].

O Projeto é um dos resultados obtidos pelo Brasil no quadro do contencioso do algodão, na Organização Mundial do Comércio (OMC). Com a assinatura em abril de 2010 do Memorando de Entendimento entre o Governo dos Estados Unidos da América e o Governo da República Federativa do Brasil para a resolução do contencioso, foi criado um Fundo de Assistência Técnica e Fortalecimento da Capacitação Relativo ao Contencioso do Algodão.

Os recursos do fundo são administrados pelo IBA, criado com esse propósito, e são destinados à execução de atividades de assistência técnica e capacitação relativas ao setor cotonicultor no Brasil e a iniciativas de cooperação internacional em outros países em desenvolvimento[1].

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Imagem (Fonte):

http://www.itamaraty.gov.br/images/carrossel_logotipos/abc1.png

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Fonte Consultada:

[1] Ver:

http://www.abc.gov.br/imprensa/mostrarnoticia/611

AMÉRICA LATINACOOPERAÇÃO INTERNACIONALNOTAS ANALÍTICAS

Com apoio do BID, Vitória lança Plano de Ação Vitória Sustentável

A Prefeitura Municipal de Vitória (município localizado no Estado do Espírito Santo, Brasil), com o apoio do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e da CAIXA ECONÔMICA FEDERAL lançou o Plano de Ação Vitória Sustentável[1].

O Plano, baseado no levantamento de dados e na análise das demandas da cidade, traça um diagnóstico em áreas essenciais para o desenvolvimento de médio e longo prazo da cidade, assim como um programa de ações integradas com metas e indicadores.

De acordo com o diagnóstico realizado, a cidade possui bom manejo de temas como água, energia, esgotamento sanitário e drenagem, conectividade, gestão pública e transparência. Outros temas merecem mais atenção, como a gestão de resíduos sólidos, qualidade do ar, uso do solo e ordenamento territorial, emprego e gestão do gasto público[1].

Dentre as políticas públicas com necessidade de mais esforços e recursos nos próximos anos estão três áreas críticas e estratégicas para Vitória: mobilidade, segurança e gestão fiscal. Os congestionamentos estão entre as principais preocupações da população local[1].

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Imagem (Fonte):

http://www.valoratemporal.com.br/site/wp-content/uploads/2014/09/Vit%C3%B3ria-Esp%C3%ADrito-Santo.jpg

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Fonte Consultada:

[1] Ver:

http://issuu.com/katiamiller/docs/plano_de_a____o_vit__ria_sustent__v/1

AGÊNCIAS DE COOPERAÇÃOCOOPERAÇÃO INTERNACIONALDIPLOMACIA CORPORATIVANOTAS ANALÍTICAS

MasterCard firma parceria com a IFC do Banco Mundial

A MasterCard firmou uma parceria com a International Finance Corporation (IFC), uma instituição do Banco Mundial (BM), para proporcionar o acesso de milhões de pessoas em mercados emergentes aos meios de pagamentos eletrônicos, a etapa seguinte no âmbito do esforço corrente de universalização do acesso financeiro até 2020.

O Acordo firmado irá partilhar riscos de oferecer cartões ou outras formas eletrônicas de pagamento em países emergentes. A intenção é facilitar o acesso à emissão desses cartões de pagamento, em sua maioria cartões de débito, para consumidores de baixa renda.

Segundo a empresa, os pagamentos eletrônicos podem beneficiar os indivíduos e pequenas empresas, reduzindo custos e proporcionando transações mais seguras, mais transparentes e mais eficientes do que em dinheiro.

O mecanismo criado pelas duas instituições, no valor de 250 milhões de dólares, é uma alternativa para cobrir os riscos de liquidação entre as instituições financeiras em mercados emergentes.

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Imagem (Fonte):

https://omundoforadoaquario.files.wordpress.com/2013/07/visa_mastercard_logo.gif?w=500&h=250

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Fonte Consultada:

[1] Ver:

http://newsroom.mastercard.com/press-releases/ifc-and-mastercard-deepen-partnership-to-boost-financial-inclusion/

ECONOMIA INTERNACIONALEUROPAFÓRUNS INTERNACIONAISNOTAS ANALÍTICAS

Polônia e Portugal podem ser parceiros para investimentos na CPLP

Na segunda-feira, dia 20 de abril, o Presidente da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP), Miguel Frasquilho, participou do European Economic Conference, em Katowice, na Polônia, onde realizou um debate com o VicePrimeiroMinistro e Ministro da Economia da Polônia, Janusz Piechociński, sobre “Desafios da economia global. Novos mercados e novas direções[1].

Frasquilho ressaltou em sua intervenção as “reformas que estão sendo realizadas[1] em Portugal, tornando o “ambiente empresarial mais atrativo para os investidores[1]. O Presidente da AICEP considerou que a Polônia é um concorrente direto do país na atração de investimento estrangeiro, mas concluiu juntamente aos poloneses que há possibilidades de parcerias empresariais entre os dois países em mercados específicos, como os da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). A Polônia possui interesse em países como Angola, Moçambique e Brasil, constituindo Portugal o grande parceiro europeu para acesso a estes mercados.

Apesar de competirem para atração de investidores, a Polônia é o maior mercado de investimento para Portugal na Europa Central e do Leste. Segundo os dados do Banco de Portugal, até ao final de 2013 as empresas portuguesas investiram na Polônia aproximadamente 153,5 milhões de euros (um aumento de 18,5% relativamente a 2012). Em 2013, a Polônia ocupou a 5ª posição (depois dos Países Baixos, Alemanha, Espanha e Brasil) na lista de principais mercados de investimento português no mundo[2].

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Imagem (Fonte):

https://lisbon.trade.gov.pl/_/v2_pica_20120112_010803.png

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Fontes Consultadas:

[1] Ver:

http://dinheirodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=230037

[2] Ver:

https://lisbon.trade.gov.pl/pt/destinopl/article/detail,6572,Portugal_o_parceiro_economico_da_Polonia.html