AMÉRICA DO NORTENOTAS ANALÍTICASORIENTE MÉDIOPOLÍTICA INTERNACIONAL

Combatentes curdos na Síria começam a receber armamentos dos EUA

Quinta-feira passada, 1o de junho, o Governo dos Estados Unidos (EUA), por meio do Departamento de Defesa, divulgou que o país começou uma série de distribuições de armas e veículos para as milícias curdas das Forças Democráticas Sírias (SDF, na sigla inglesa), as quais combatem o grupo terrorista Daesh (Estado Islâmico – EI), que atualmente ocupa a cidade síria de Raqqa.

Guerrilheiros curdos sírios. Fonte: Wikipedia

Washington está distribuindo as armas aos também chamados combatentes das Unidades de Proteção Popular (YPG), com o intuito de retomar aquela cidade, já dominada pelo grupo terrorista, que a intitulou como “capital do Estado Islâmico”. Segundo o site oficial do Departamento de Defesa dos EUA, os iraquianos estão se aproximando dos últimos três bairros ocupados em Mosul, e isso representa um grande progresso.

O Coronel do Exército que lidera esta operação, Ryan Dillon, revelou aos repórteres que “Liberar esses bairros finais estará entre os combates  mais difíceis que as forças iraquianas enfrentaram em sua campanha para derrotar o ISIS” e a dificuldade já é percebida quando se confirma que os combatentes do grupo terrorista já conseguiram ocupar 10 quilômetros quadrados da cidade.

A ideia de distribuição das armas já havia sido cogitada pelo Presidente norte-americano, Donald Trump, no início do mês passado (maio). Porém, ela não agradou ao Governo da Turquia que considerou a atitude norte-americana “extremamente perigosa”, isso por que os turcos acreditam que os combatentes das Unidades de Proteção Popular (YPG) são vistos como um braço forte do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK), que, por sua vez, é percebido pelo Governo da Turquia como uma organização terrorista, tanto que, em uma entrevista para uma emissora de televisão turca, o Vice Primeiro Ministro da Turquia, Nurettin Canikli, declarou que “através da YPG, os Estados Unidos dão todo tipo de apoio à organização terrorista PKK. Nós não podemos aceitar a presença de organizações terroristas que ameaçam o futuro do Estado da Turquia”.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1 Bandeira das Unidades de Proteção do Povo (YPG); Ala armada oficial do Comitê Supremo” (Fonte):

https://pt.wikipedia.org/wiki/Unidades_de_Prote%C3%A7%C3%A3o_Popular#/media/File:People%27s_Protection_Units_Flag.svg

Imagem 2 Guerrilheiros curdos sírios” (Fonte):

https://pt.wikipedia.org/wiki/Unidades_de_Prote%C3%A7%C3%A3o_Popular#/media/File:Kurdish-ypg-fighters.jpg

AMÉRICA DO NORTENOTAS ANALÍTICASORIENTE MÉDIOPOLÍTICA INTERNACIONAL

EUA anuncia prolongamento no Acordo Nuclear de 2015 para aliviar sanções contra o Irã

Durante a campanha para a Presidência dos Estados Unidos (EUA) de 2016, o até então candidato Donaldo Trump classificou o Acordo Nuclear que envolve o Irã, Rússia, França, Grã-Bretanha, Alemanha e os EUA (P5+1), como “um erro”, e que ele não deveria ter sido assinado, e se comprometeu a desmantelá-lo, caso assumisse a Presidência. Contudo, após a última quarta-feira, dia 17 de maio, ao que diz respeito a este assunto, aparenta-se que o atual Presidente decidiu continuar no ritmo político da administração do ex-presidente Barack Obama.

O Acordo foi firmado em julho de 2015 e entrou em vigor em janeiro do ano seguinte, representando o alívio das sanções contra o Irã. Na época, a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) comprovou que o Governo iraniano cumpriu os requisitos do compromisso, por isso, as sanções, tais como as restrições de exportação do petróleo, deveriam ser interrompidas.

Rohani durante seu discurso de vitória, 15 de junho de 2013. Fonte: Wikipedia

Apesar das críticas de Trump, o mesmo, por meio do Departamento de Estado, anunciou o prolongamento do Acordo, o que beneficiou o Presidente iraniano, Hassan Rohani, que foi reeleito Presidente do país no dia 20 de maio, sábado passado. Certamente, essa notícia se tornou de extrema relevância para sua política de abertura.

Apesar da aparente folga dada pelo Governo norte-americano ao Estado iraniano, o Departamento de Estado, por meio do Embaixador Stuart Jones, entregou um relatório ao Congresso estadunidense, ainda no dia 17, alertando sobre os abusos contra os direitos humanos no país, algo que vai de encontro aos princípios da Organização das Nações Unidas (ONU). 

Justamente por se tratar de um Acordo entre as Nações, Jones realizou ainda um pedido para que todos os países do mundo se unam em prol do combate a esse mal que, segundo ele, o “regime iraniano tem praticado durante décadas, cometendo graves violações dos direitos humanos contra seu próprio povo e estrangeiros”.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1 Representantes dos países do P5+1, da UE e do Irã anunciam o acordo sobre o programa nuclear iraniano (Lausanne, abril de 2015)” (Fonte):

https://pt.wikipedia.org/wiki/P5%2B1#/media/File:Negotiations_about_Iranian_Nuclear_Program_-_the_Ministers_of_Foreign_Affairs_and_Other_Officials_of_the_P5%2B1_and_Ministers_of_Foreign_Affairs_of_Iran_and_EU_in_Lausanne.jpg

Imagem 2 Rohani durante seu discurso de vitória, 15 de junho de 2013” (Fonte):

https://en.wikipedia.org/wiki/Hassan_Rouhani#/media/File:Hassan_Rouhani_press_conference_after_his_election_as_president_14.jpg

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[:pt]Acordo entre Rússia, Irã e Turquia em relação a Síria preocupa o Governo dos EUA[:]

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Na última quinta-feira, dia 4, foi firmado entre Rússia, Irã e Turquia um acordo  chamado “zonas de descalcificação, que visa cessar os conflitos na Síria, começando em quatro áreas: a província de Idlib; Ghouta Oriental; um distrito sitiado da cidade controlada pelo Governo de Homs, 100 milhas ao norte de Damasco; e a região que fica ao sul da fronteira da Síria com a Jordânia, onde os Estados Unidos (EUA) estão apoiando as forças rebeldes contra militantes do Estado Islâmico.

O acordo entre as três potências foi realizado em Astana, capital do Cazaquistão, e propôs um cessar-fogo entre o Governo e as forças rebeldes a partir do sábado passado, dia 6. Dado isso, os métodos de demarcação do território seriam por intermédio de postos de controle supervisionados pelos três países.

Antes do acerto, na terça-feira, 2 de maio, o presidente Donald Trump e Vladimir Putin conversaram pela primeira vez ao telefone após o lançamento de misseis dos EUA à Síria no início do mês de abril, em reposta ao ataque químico naquele país. Durante o telefonema, ambos os presidentes concordaram que “o sofrimento na Síria durou muito tempo e que todas as partes envolvidas devem fazer tudo o que puderem para acabar com a violência”. A informação foi fornecida por meio de um comunicado da Casa Branca.

A Porta-Voz do Departamento de Estado dos EUA, Heather Nauert, afirmou que os EUA, mesmo não tendo participação direta com o que foi combinado, apoiam qualquer esforço em favor do fim da violência  e da guerra na Síria, no entanto, o envolvimento do Irã ainda é uma preocupação para os norte-americanos, visto que, conforme foi divulgado no The Washington Post, “As atividades do Irã na Síria só contribuíram para a violência e não para o impedimento da mesma”. Além disso, a Porta-Voz completou dizendo que o apoio incondicional do Irã ao regime de Assad “perpetuou a miséria dos sírios comuns”.

A Organização das Nações Unidas (ONU), por meio do enviado especial Staffan de Mistura, também saudou o acordo entre os três países, e declarou que este é mais um passo para a trégua na Síria. Contudo, analistas internacionais alertam para um possível intuito subjacente a este acerto, baseados nas provisões de garantia dos próprios interesses do Irã, Rússia e Turquia no território Sírio.

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Imagem 1 O presidente da Rússia, Vladimir Putin, com o presidente da Síria, Bashar alAssad” (Fonte):

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/9/9c/Vladimir_Putin_and_Bashar_al-Assad_%282015-10-21%29.jpg

Imagem 2 O presidente da Rússia, Vladimir Putin, com o presidente do Irã, Hassan Rouhani” (Fonte):

https://pt.wikipedia.org/wiki/Rela%C3%A7%C3%B5es_entre_Ir%C3%A3_e_R%C3%BAssia#/media/File:Third_GECF_summit_in_Tehran_28.jpg

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[:pt]Governo dos EUA informa que Sistema antimíssil sul-coreano será implantado “dentro de dias” [:]

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Desde o ano passado (2016), Coreia do Sul e os Estados Unidos (EUA) firmaram uma parceria que se destina a implantar sistemas de interceptação de misseis, do tipo THAAD (Terminal High Altitude Area Defense), em território sul-coreano. Essa estratégia de defesa fez com que as tensões com sua vizinha Coreia do Norte aumentassem e viesse a ocorrer ameaças de uma possível guerra entre os três países envolvidos.

Até aquele ano, o período para implantação dos mísseis estava previsto para o fim de 2017, porém, devido ao agravamento das tensões nas relações entre o governo Trump e a Coreia do Norte, bem como as ameaças do líder norte-coreano, King Jong-um, de lançar misseis nas próximas semanas do mês de maio (2017), fizeram com que as duas nações, a estadunidense e a sul-coreana, viessem a antecipar as instalações do sistema antimísseis.

A informação veio do Congresso norte-americano na última quarta-feira, dia 26 de abril, por meio do comandante dos Estados Unidos na Ásia-Pacífico, Adm Harry Harris, o qual afirmou que os mísseis estariam em modo “operacional nos próximos dias”. Ressalte-se que a previsão para antecipação (…) já havia sido fortalecida durante a visita do Vice-Presidente dos EUA, Mike Pence, ao Primeiro Ministro da Coreia do Sul, Hwang Kyo-ahn, na penúltima segunda-feira.

Durante a reunião, ambos os representantes de Estado concordaram em continuar respondendo às ameaças da Coreia do Norte de modo a fortalecer a capacidade de dissuasão e a postura de defesa por meio dos antimísseis THAAD, além de intensificar a prontidão da aliança Coréia do Sul-EUA.

Por meio do site oficial do Governo norte-americano, as informações, fornecidas pelo Ministério da Defesa de Seul, são de que, ao mesmo tempo que o comandante Harris fazia seu comunicado, os elementos que fazem parte dos antimísseis estavam sendo transferidos para um antigo campo de golfe, no condado de Seongju, destinado a ser o local de implantação do equipamento. Ainda segundo o Ministério, a construção final e operacional do THAAD será concluída até o final deste ano (2017), porque ainda é necessária uma avaliação ambiental e a construção do local a ser implantado.

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Imagem 1Comandante Adm Harry Harris” (Fonte):

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/4/46/US_Navy_110830-N-IZ292-185_Vice_Adm._Harry_B._Harris_Jr.%2C_commander_of_U.S._6th_Fleet%2C_departs_the_Skjold-class_coastal_corvette_HNoMS_Steil_%28P963%29.jpg

Imagem 2Antimíssil THAAD” (Fonte):

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/6/61/Thaad_missile_and_launcher.jpg

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Aumentam as tensões nas relações entre EUA e Rússia

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Na penúltima semana, foi noticiada a intervenção dos Estados Unidos (EUA) na Síria, após o Governo de Donald Trump ter interpretado o ataque químico naquele território, no dia 4 de abril (2017), como sendo responsabilidade de Bashar al-Assad, Presidente sírio. Contudo, além das fortes tensões entre esses dois países, os EUA ainda criaram um mal-estar nas relações com a Rússia, devido ao fato de este país ser um forte aliado do Governo Assad.

Durante uma coletiva apresentada no canal de notícias russo Mir 24, na quarta-feira passada, 12 de abril, o presidente Vladimir Putin afirmou que as relações com os EUA após a posse do presidente Trump pioraram em vários setores. Declarou: “Pode-se dizer que o grau de confiança em nossas relações, especialmente na área militar, não melhorou, mas, pelo contrário, deteriorou-se”.

No mesmo dia da coletiva, Putin reuniu-se com o Secretário de Estado norte-americano, Rex Tillerson, no Palácio do Kremlin, residência oficial dos presidentes russos, para tentar um apaziguamento nas relações entre ambos os países. Durante a longa conversa com duração de cerca de três horas entre os representantes de Estado, o resultado não mostrou alteração. A Rússia reforçou o apoio ao governo de Bashar al-Assad e Tillerson, apesar de apoderar-se de um tom mais brando, reiterou que o Presidente sírio deveria ser retirado do poder.

No dia seguinte a reunião, dia 13, o Porta-Voz do Kremillin, Dmitry Peskov, foi questionado sobre a reunião e se esta teve qualquer mudança positiva entre os países, ao que foi respondido: “Muito cedo ainda para afirmar”. No entanto, deixou claro que a reunião serviu para mostrar a necessidade de manter o diálogo em busca de possíveis soluções.

A posição de Trump quanto a reunião foi divulgada por meio de sua conta pessoal no Twitter, na qual disse que as relações entre ambos os países será resolvida e terá como resultado “uma paz duradoura”, adotando um tom conciliador em meio a uma crise que foi agravada no início deste mês, na noite de 6 de abril, quando os EUA realizaram o ataque com misseis Tomahawk contra a Base Aérea do Exército sírio, em resposta ao ataque do Governo que resultou na morte de 92 pessoas, entre elas 20 crianças.

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Imagem 1 Tillerson, em 2012, com o presidente russo Wladimir Putin” (Fonte):

https://de.wikipedia.org/wiki/Rex_Tillerson#/media/File:2012-04-16_%D0%92%D0%BB%D0%B0%D0%B4%D0%B8%D0%BC%D0%B8%D1%80_%D0%9F%D1%83%D1%82%D0%B8%D0%BD,_%D0%A0%D0%B5%D0%BA%D1%81_%D0%A2%D0%B8%D0%BB%D0%BB%D0%B5%D1%80%D1%81%D0%BE%D0%BD_(1).jpeg

Imagem 2 Um míssil Tomahawk sendo disparado pelo navio USS Arleigh Burke contra alvos do Estado Islâmico na Síria, em 2014” (Fonte):

https://pt.wikipedia.org/wiki/Interven%C3%A7%C3%A3o_militar_na_S%C3%ADria#/media/File:Tomahawk_launch_from_USS_Arleigh_Burke_(DDG-51)_in_September_2014.JPG

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[:pt]Coréia do Norte realiza novas ameaças aos EUA e eleva tensão sobre a península sul-coreana[:]

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Há tempos a Coreia do Norte vem realizando uma série de testes balísticos com o intuito de transmitir uma mensagem para o mundo, em especial, para os Estados Unidos (EUA). Em notas anteriores, o CEIRI NEWSPAPER relatou a atual posição do Governo norte-americano, que agora se encontra sob a administração do presidente Donald Trump, e a mais recente diz respeito ao que denominou “fim da paciência estratégica”, que, segundo o Secretário de Estado, Rex Tillerson, corresponde a possibilidade de um ataque preventivo à Península norte-coreana.

No entanto, na última quarta-feira, 5 de abril, nas vésperas do encontro entre os presidentes Trump e Xi Jinping, militares norte-coreanos dispararam um novo projetil identificado como um míssil balístico de curto alcance, que atingiu o mar entre a Península Coreana e o Japão. De acordo com autoridades norte-americanas, o foguete percorreu 60 quilômetros até seu destino final e teve como intuito responder as novas diretrizes políticas do Governo Trump.

O Departamento de Estado dos EUA respondeu ao ataque por meio de declarações vindas da Casa Branca, a qual deixou claro que o Governo norte-americano já deu “amplas declarações sobre a Coreia do Norte e não há nada a acrescentar”, referindo-se ao pronunciamento do Secretário de Estado, Rex Tillerson, no dia 17 de março. Já o Japão condenou severamente a atitude norte-coreana, enquanto que a Coreia do Sul, como de costume, convocou o Conselho de Segurança Nacional, juntamente com seu Exército, para que fiquem em alerta máximo.

Contudo, mesmo após o ocorrido, os presidentes da China e dos EUA cumpriram suas agendas e reuniram-se na casa de férias do presidente Trump, na Flórida, no dia posterior ao ataque, dia 6 de abril, para, juntos, discutirem assuntos delicados referentes à Coreia do Norte, ao Mar do Sul da China e à relação comercial entre ambos os países. Segundo analistas internacionais, espera-se desse encontro que os dois Chefes de Estado, em atitude diplomática, entrem em uma nova fase política, ao deixarem margem para futuras negociações.

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Imagem 1 Um mapa que descreve Coreia norte com um símbolo de advertência da radiação e a bandeira da Coreia Norte, faz relação aos testes com arma nuclear da Coreia norte, no 21o Século” (Fonte):

https://pt.wikipedia.org/wiki/Programa_nuclear_norte-coreano#/media/File:North_Korea_nuclear.svg

Imagem 2 Grande Muralha da China (à esquerda) e a Estátua da Liberdade (à direita), símbolos icônicos da cultura dos dois países” (Fonte):

https://pt.wikipedia.org/wiki/Relações_entre_China_e_Estados_Unidos

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[:pt]EUA ameaçam intervir com força unilateral na Síria, caso haja hesitação da ONU[:]

[:pt] A última terça-feira, 4 de abril, foi marcada por uma grande tragédia na Síria, que atingiu adultos e crianças de todas as idades, por consequência de um ataque feito com armas químicas. O bombardeio…

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