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[:pt]EUA pretendem lançar satélite meteorológico de última geração no próximo mês (Novembro)[:]

[:pt] Durante um discurso na Agência Federal de Gestão de Emergências (FEMA, na sigla inglesa), ocorrido na última quarta-feira, 5 de outubro, o presidente norte-americano Barack Obama declarou estado de alerta e evacuação para os…

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AMÉRICA DO NORTEDEFESANOTAS ANALÍTICASORIENTE MÉDIOPOLÍTICA INTERNACIONALPOLÍTICAS PÚBLICAS

[:pt]Iraque receberá mais de 600 militares enviados pelos EUA[:]

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A cidade bíblica conhecida por Nínive, hoje é chamada de Mosul, e é a segunda maior cidade localizada ao norte do Iraque, sendo sua população composta com maioria árabe. Atualmente, encontra-se sob domínio do Estado Islâmico (EI), que a ocupou em 10 de junho de 2014, por meio de um grupo formado por 300 jihadistas, os quais a tomaram sem resistência do Governo iraquiano. Desde então, tem sido apresentado pela mídia os dramas humanitários vividos pelos civis daquela região, principalmente cristãos, que sobrevivem debaixo de rígidas regras sociais e religiosas, impostas pelo EI, e com o aumento descontrolado de preços de bens e serviços.

Com mais de 1 milhão de habitantes e sob poder do Estado Islâmico a mais de dois anos, o grupo considera Mosul a capital do Califado, que diz ter criado ao norte daquele país e em partes da Síria. Durante esse tempo, o Iraque vem buscando retomar o poder daquela área com a ajuda dos Estados Unidos (EUA), sendo a mais recente tentativa ocorrida em julho deste ano (2016). Por meio de auxílios das tropas norte-americanas, os militares iraquianos conseguiram retomar a base aérea de Qayara, localizada a 60 quilômetros de Mosul.

Dois meses após a tentativa que resultou em vitória, foi informado pela imprensa internacional que o Iraque se mostrou determinado a recuperar totalmente a região de Mosul até final do ano, travando uma verdadeira batalha para a expulsão do grupo extremista. Porém, com intuito de salvaguardar os civis das prováveis catástrofes, o Iraque tem lançado folhetos sobre a cidade, através de aviões, alertando-os para se afastarem de bases extremistas e irem em busca de abrigos.

Tal batalha teve mais um avanço na última quarta-feira (dia 28), quando os EUA anunciaram que iriam oferecer 615 de seus militares para servir de auxílio às tropas locais iraquianas. Esta será a terceira vez desde abril que o país norte-americano cederá parte de seus soldados ao Iraque com este propósito. O Secretário de defesa dos EUA, Ash Carter, anunciou que as tropas estadunidenses serão direcionadas à base aérea de Qayara, e frisou que suas principais funções serão treinar as tropas iraquianas e assessorá-las, além de protegê-las e expandir os avanços das forças de segurança em todo o país.

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ImagemUm exercício de treinamento conjunto entre militares dos Estados Unidos e do Iraque perto de Ramadi em novembro de 2009. O Estado Islâmico do Iraque havia declarado a cidade como a sua capital” (Fonte):

https://pt.wikipedia.org/wiki/Estado_Isl%C3%A2mico_do_Iraque_e_do_Levante#/media/File:Flickr_-_The_U.S._Army_-_Loading_up.jpg

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AMÉRICA DO NORTEEURÁSIANOTAS ANALÍTICASORIENTE MÉDIOPOLÍTICA INTERNACIONALSociedade Internacional

[:pt]EUA responsabilizam Rússia pelos ataques à ajuda humanitária na Síria[:]

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Após reuniões e várias negociações entre Estados Unidos (EUA) e Rússia, foi estabelecido, no dia 9 de setembro de 2016, o Acordo sobre o cessar-fogo com fins de ajuda humanitária na Síria. O mesmo entrou em vigor no dia 12, penúltima segunda-feira, contudo, os resultados não foram os esperados. Um comboio de 31 caminhões que passavam pela estrada próxima de Orum al-Kubra, na Província de Aleppo, carregados com suprimentos, foi bombardeado na última segunda-feira, dia 19 de setembro.

Segundo a ONG Observatório Sírio de Direitos Humanos (OSDH), o bombardeio atingiu e matou mais de 12 pessoas, entre elas motoristas e voluntárias do Crescente Vermelho. 78 mil eram o número de pessoas que se beneficiariam com os carregamentos trazidos pelo comboio. Após o ocorrido, o enviado especial da Organização das Nações Unidas (ONU) para a Síria, o italiano Staffan de Mistura, afirmou que isso trouxe “indignação”, devido ao “longo processo de permissão e preparação para ajudar civis isolados”.

Os bombardeios fizeram com que a ONU, por meio de seu Porta-Voz, Jens Laerke, suspendesse “imediatamente” o envio de mais frotas até que uma avaliação de todo o ocorrido fosse realizado. No entanto, Laerke mostrou que os acontecimentos não impedirão a Organização de continuar empenhada em “fornecer ajuda a todos os sírios que precisarem”, segundo comunicado oficial na imprensa.

A Casa Branca, apesar de não descartar o Governo sírio, responsabilizou a Rússia pelos bombardeios, isso porque, segundo o Vice-Assessor de Segurança Nacional Norte-Americano, Bem Rhodes, o país estava encarregado de prestar segurança através de patrulhamento aéreo durante o cessar-fogo. O julgamento se deu após investigações terem apontado que o bombardeio veio de duas levas de artilharia que, segundo o Governo dos EUA, seria uma prática comum dos russos.

As autoridades da Rússia, por meio de um comunicado de seu Porta-Voz, Igor Konashenkov, no dia posterior aos ataques, 20 de setembro, se defenderam ao dizer que, após avaliações nas imagens de vídeo realizados por drones, “não há evidencias de que o comboio tenha sido atingido por munições”, pois “não há crateras, e o exterior dos veículos não tem o tipo de danos consistentes com explosões causadas por bombas lançadas a partir do ar”.

Konashenkov explicou que durante a gravação é possível identificar que o comboio estava sendo acompanhado por uma pickup terrorista. Ainda segundo o Porta-Voz, o veículo estava equipado com lançadores de grosso calibre, mas não se pode ver o momento exato das explosões, porém, conclui-se que os responsáveis não foram os russos e nem os sírios, de nenhum dos dois veio o ataque ao comboio de ajuda humanitária.

Por fim, no dia 21, quarta-feira passada, Jens Laerke anunciou que a ajuda humanitária é necessária, por isso uma nova frota de caminhões partiria para Síria no dia seguinte, 22, quinta-feira. No entanto, o destino final não foi mais Aleppo, cidade chave no conflito.

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Imagem (Fonte):

https://pt.wikipedia.org/wiki/Movimento_Internacional_da_Cruz_Vermelha_e_do_Crescente_Vermelho#/media/File:Croixrouge_logos.jpg

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ÁSIADEFESANOTAS ANALÍTICASPOLÍTICA INTERNACIONALPOLÍTICAS PÚBLICASSociedade Internacional

[:pt]Acordo de assistência militar bilionário foi concluído entre EUA e Israel[:]

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A relação entre os Estados Unidos da América (EUA) e Israel é ligada intimamente por laços históricos, culturais e também por interesses mútuos. Contudo, tal relacionamento já levou os dois países a vivenciarem momentos de tensão. Um desses ocorreu em 2010, quando o Governo israelense decidiu investir 1.600 unidades habitacionais para cidadãos judeus na cidade de Jerusalém Oriental, mesmo após um pedido feito pelos EUA para que os israelenses congelassem as ações desse tipo, visando uma retomada no diálogo com os Palestinos.

Com o passar dos anos, o relacionamento entre ambos os países tem sido vivenciado com particular desconfiança, no entanto, o Estado israelense, que sempre obteve apoio financeiro e diplomático dos norte-americanos, continuou a receber tal ajuda para investir na sua área militar e de pesquisas. E mais recentemente, na última quarta-feira, dia 14 de setembro de 2016, os dois países fecharam um Acordo que permite ao Governo norte-americano continuar contribuindo com bilhões no setor militar israelense.

Até 2018, os EUA irão investir US$ 3 bilhões de dólares naquele setor de Israel, mas, antes que o prazo se encerre, foi assinado, nessa quarta-feira passada, o Acordo de dez anos de financiamento militar para a segurança de Israel, contando a partir do ano de 2019, cujo valor será de 38 bilhões de dólares, ou US$ 3,8 bilhões por ano. No dia anterior, terça-feira, dia 13, o Gabinete do premier israelense Benjamin Netanyahu, transmitiu um comunicado a respeito do sucesso das negociações, e concluiu dizendo que este foi “o maior compromisso único de assistência na história dos EUA.

Muitos são os motivos que giram em torno dos “porquês” dos EUA apoiarem e, por consequência, ajudarem financeiramente o Estado israelense, contudo, dois dos principais motivos apontados por estudiosos das Relações Internacionais são as questões do Iran e da Palestina.

A priori, é tido por alguns analistas internacionais que a posição estratégica de Israel no Oriente Médio é um dos interesses que regem as ações dos EUA naquela região. Em contrapartida, Israel teme o expansionismo nuclear do Iran que, mesmo após um histórico de sanções aplicadas pela ONU (Organização das Nações Unidas) e pelo Governo norte-americano, continuam a preocupar a sociedade israelense. Outro fator preocupante para Israel, que o faz reivindicar apoio dos EUA, é a provável criação do Estado Palestino, que, por ser um de seus principais inimigos, tende a ameaçar a estabilidade israelense e propiciar um possível conflito sem precedentes.

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ImagemO presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, recebe o presidente de Israel, Shimon Peres, no Salão Oval da Casa Branca em 5 de maio de 2009” (Fonte):

https://pt.wikipedia.org/wiki/Rela%C3%A7%C3%B5es_entre_Estados_Unidos_e_Israel#/media/File:Barack_Obama_welcomes_Shimon_Peres_in_the_Oval_Office.jpg

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AMÉRICA DO NORTEEUROPANOTAS ANALÍTICASORIENTE MÉDIOPOLÍTICA INTERNACIONAL

[:pt]Negociações entre EUA e Rússia sobre cessar-fogo na Síria não tiveram resultados[:]

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No mês passado, dia 22 de agosto, o CEIRI NEWSPAPER publicou uma nota referente à possibilidade de a Rússia e os Estados Unidos (EUA) finalmente entrarem em um acordo militar para pôr fim à Guerra Civil na Síria. Apesar de o Governo norte-americano não confirmar tais declarações feitas pelo Ministro da Defesa, Serguei Shoigu, o posicionamento estadunidense, apresentado por meio da Porta-Voz do Estado americano, Elizabeth Trudeau, foram de que ambos os países estão empenhados para encontrar uma solução. No entanto, não foi o que pareceu no último dia 5 de setembro, segunda-feira passada.

Naquele dia, os EUA e a Rússia estavam na Reunião de Cúpula do G20, ocorrida nos dias 4 e 5 de setembro, na cidade de Hangzhou, na China, juntamente com seus líderes econômicos. Os Estadistas dos dois países aproveitaram o encontro para conversar sobre o cessar-fogo na Síria e sobre a facilitação do acesso humanitário para os civis, vítimas do conflito, que estão enfrentando a fome e a desidratação por falta de água, além do terror da guerra, bem como a falta de energia, problemas ocasionados pelos confrontos das forças pró e contra o Governo de Bashar al-Assad, que interrompeu os fornecimentos mais básicos para mais de 2 milhões de pessoas da cidade chave do conflito, Aleppo.

No entanto, a conversa entre os representantes dos dois países, o Secretário de Estado americano, John Kerry, e o ministro de Relações Exteriores russo, Sergey Lavrov, durante os dois dias de reunião do G20, terminou sem um acordo. A confirmação veio de um oficial sênior do Departamento de Estado dos EUA, segundo noticiado na mídia. Esta não foi a primeira vez em que os países deixaram passar a oportunidade de um acerto para buscar o fim do conflito sírio. O mais recente foi em Genebra, no dia 26 de agosto, quando Kerry afirmou não poder aceitar um ajuste que corria o risco de fracassar em seguida. O Secretário de Estado americano pode ter dado tal declaração devido ao Acordo feito em fevereiro deste ano (2016), em Washington, que também fracassou, e, segundo o Governo dos EUA, isso se deu pelo fato de o presidente Bashar al-Assad violar o que foi ponderado.

Durante os dois dias de reunião, Kerry afirmou à imprensa que ocorreram progressos, porém havia ainda algumas questões complexas para serem tratadas, e que talvez estas poderiam estimular um pacto sobre o cessar fogo na Síria. Não se sabe quais questões são, contudo, enquanto nenhuma das partes confirma quais empecilhos atrasam um ajuste, o Departamento de Estado americano declarou, recentemente, que só apoiará o que for acertado com o cessar-fogo entre o Governo de Bashar al-Assad e os rebeldes, em alguns pontos do país, e por um tempo limitado.

Por fim, em uma coletiva de imprensa em Hangzhou, na China, durante a estadia para a reunião do G20, Barack Obama se mostrou cauteloso e “cético” diante da possibilidade de um acordo com a Rússia. Segundo o Presidente norte-americano, os EUA ainda possuem “profundas diferenças com os russos, tanto nas partes que apoiam, como no processo necessário para levar a paz à Síria”.

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Imagem (Fonte):

https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Secretary_Kerry_and_Foreign_Minister_Lavrov_in_Geneva,_September_2013.jpg

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AMÉRICA DO NORTEÁSIACOOPERAÇÃO INTERNACIONALDEFESANOTAS ANALÍTICASPOLÍTICAS PÚBLICAS

[:pt]Índia prevê acordo de compartilhamento de bases militares com os EUA[:]

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Estados Unidos (EUA) e Índia demonstram ter um relacionamento promissor, e isso se deve, também, aos seus vínculos linguísticos, uma vez que a Índia foi colônia britânica, e aos descendentes existentes nos territórios dos dois países. O primeiro possui 3 milhões de sua população com descendentes de indianos e o segundo tem 125 milhões de seus cidadãos fluentes na língua inglesa. Além disso, a política dos dois busca seguir os parâmetros do Estado contemporâneo, embora com configurações e níveis institucionais diferentes, pois ambos apregoam o princípio do estado democrático de direito e a livre iniciativa. Somado a isto, há também preocupações comuns: tanto EUA quanto a Índia lutam contra o extremismo islâmico e trabalham em busca de enfrentarem e se adaptarem à ascensão da China.

Contudo, o relacionamento é conturbado devido a posicionamentos específicos de ambos os Estados, algo que pode ser visto em novos acordos. O mais recente deles foi anunciado dia 23 de agosto, terça-feira passada. O Acordo visa o compartilhamento das bases militares indianas com o país norte-americano, no propósito de prestar serviços de assistência humanitária e logística. Ao que tudo indica, o projeto do memorando de entendimento para intercâmbio de logística, conhecido pela sigla inglesa LEMOA, já está pronto e poderá ser efetivado durante a presença nos EUA do Ministro da Defesa indiano, Manohar Parrikar, hoje, segunda-feira, dia 29 de agosto.

A discussão para elaboração do Acordo foi iniciada em abril deste ano (2016), durante uma visita à Índia do Secretário de Defesa dos EUA, Ashton Carter, nos dias 10 a 12, para tratar de assuntos de apoio mútuo e logístico entre os dois Exércitos.

Após longas discussões, o Acordo foi criado com a condição, proposta pela Índia, de não haver instalação de tropas norte-americanas em seu território, sob qualquer pretexto. Durante a elaboração do LEMOA, a Índia passou por grandes questionamentos de seus analistas políticos, um deles, chamado de Nilanjan Mukhopadhya, alegou grandes implicações em “dar acesso a pessoas que pedem mais acesso do que a Índia recebe deles”, colocando-a em “vulnerabilidade”.

Contudo, o Governo indiano contornou as preocupações, ao alegar que não faria qualquer acordo com os EUA que o tornassem aliados militares dos mesmos. Além disso, o LEMOA é um Acordo bem diferente dos que os EUA estão acostumados a fazer com seus aliados. Este, em especial, propõe aos dois países que peçam autorização com antecedência para usar as determinadas infraestruturas e os objetivos iniciais delas serão exclusivos para treinamentos e exercícios à assistência humanitária.

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Imagem (Fonte):

https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Secretary_of_Defense_Ash_Carter_and_Indian_Defence_Minister_Manohar_Parrikar_conduct_a_joint_press_conference_in_the_Pentagon_Briefing_Room.jpg

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AMÉRICA DO NORTEEURÁSIANOTAS ANALÍTICASORIENTE MÉDIOPOLÍTICA INTERNACIONAL

[:pt]EUA e Rússia prestes a concluir Acordo sobre a cidade de Aleppo[:]

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Na última quarta-feira, dia 16 de agosto, foi registrado um vídeo pelo grupo opositor sírio Aleppo Media Center (AMC), que, posteriormente, veio a ser divulgado na internet. Neste, são mostradas crianças sendo resgatadas de escombros, ocorridos após um bombardeio aéreo que deixou 33 civis e 19 rebeldes mortos em Aleppo, cidade chave do conflito na Síria. No vídeo, é apresentada uma criança, aparentemente em estado de choque e ensanguentada. A imagem emocionou o mundo, que pôde ver a triste realidade atual da Síria, cuja Guerra Civil já dura cinco anos.

Anteriormente a esse ataque, no dia 15, segunda-feira passada, o Ministro da Defesa russo, Serguei Shoigu, realizou um anuncio para a emissora Rossiya 24, comunicando um possível acordo militar entre os Estados Unidos (EUA) e a Federação Russa, em prol do fim da guerra civil naquele país. Segundo o Ministro, o Governo russo está em uma fase ativa das negociações com os norte-americanos, tendo contato praticamente permanente com Washington e que estão próximos de uma estrutura que permitirá aos habitantes de Aleppo o fim da guerra e um cenário de paz para suas vidas.

Ao serem questionados, os Estados Unidos, por meio da Porta-Voz do Departamento de Estado, Elizabeth Trudeau, não negaram as conversas entre Moscou e Washington, mas evitou afirmar o anúncio de Shoigu e desconversou dizendo que os dois governos estão em contato regular, de modo que possam encontrar uma forma para cessar as hostilidades, melhorar o acesso humanitário e, assim, encontrar uma solução política para a Guerra Civil. Ambos os países já discutem uma estratégia para o fim do conflito há algum tempo, algumas delas realizadas em Genebra, no início deste ano (2016), mas não conseguem um acerto para saber quais grupos rebeldes podem ser atingidos.

A questão central na divergência entre Rússia e EUA baseia-se no apoio que dão aos lados que combatem no conflito. O primeiro encontra-se a favor da permanência do presidente Bashar Assad no poder, enquanto que o segundo apoia os grupos opositores e armados, contrários ao Mandatário sírio.

Enquanto Rússia e EUA não decidem um viés para o fim da batalha de Aleppo, a cidade poderá continuar sofrendo com confrontos e condições desumanas que já atingem dois milhões de pessoas. Aos que conseguem sobreviver, faltam água, comida e energia. A luta pelo controle da cidade tem ao leste os rebeldes e ao oeste o Governo sírio. Na tentativa de resolver a situação humanitária, a ONU (Organizações das Nações Unidas), já pediu um cessar-fogo urgente.

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ImagemUm combatente rebelde andando por meio das ruínas de Alepo” (Fonte):

https://pt.wikipedia.org/wiki/Guerra_Civil_S%C3%ADria

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