NOTAS ANALÍTICASSociedade Internacional

Pesquisa revela que filhos de estrangeiros nascidos no Reino Unido sentem mais discriminação

O Observatório de Imigração da Universidade de Oxford (Migration Observatory) divulgou no dia 20 de janeiro de 2020 o resultado de uma pesquisa* sobre os imigrantes e a discriminação no Reino Unido. Um dos dados que mais chama a atenção é que, entre os adultos entrevistados, 30% dos filhos de imigrantes que nasceram e cresceram no país se sentem discriminados por conta de sua cor/raça, nacionalidade, religião, língua ou etnia. Por outro lado, entre os estrangeiros criados fora, apenas 16% disseram sofrer discriminação.

Pesquisa sobre a percepção da discriminação sofrida por imigrantes no Reino Unido

Apesar de terem crescido no país, falarem inglês fluentemente e serem acostumados com a cultura britânica, os filhos de imigrantes tendem a sentir mais preconceito do que adultos da mesma idade que não nasceram e cresceram no país. Em entrevista para a BBC, a doutora em sociologia Marina Fernandez-Reino, uma das líderes da pesquisa, explica que os nascidos em solo britânico possuem expectativas maiores e são mais sensíveis a qualquer tipo de tratamento desigual que possam encontrar. Já os adultos criados no exterior tendem a fazer uma comparação com a experiência vivida no país de origem e sentem que os benefícios por terem se mudado são maiores do que qualquer desvantagem.

A experiência dos imigrantes no Reino unido entre 2015 à 2017

A pesquisa também mostrou que imigrantes que vêm de fora da União Europeia se sentem mais discriminados (19%) do que os europeus (8%). Porém, no geral, os estrangeiros acreditam que o Reino Unido é um lugar hospitaleiro e receptivo (72%).

Ranking das nacionalidades de estrangeiros residentes na Inglaterra

Estima-se que no país vivam cerca de 9,4 milhões de pessoas nascidas no estrangeiro, cerca de 15% do total da população de 65,8 milhões. Destes, 6 milhões não possuem a nacionalidade britânica. Segundo os dados do Órgão Nacional de Estatística (Office of National Statistics), nascidos na Índia aparecem em primeiro lugar (cerca de 837 mil), seguido pela Polônia (827 mil) e Paquistão (533 mil). O Brasil aparece em 26º, com 95 mil pessoas.    

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Fontes das Imagens:

* Os dados foram tomados com base nas pesquisas European Social Survey (ESS) e UK Longitudinal Household Survey (UKLHS). Maiores detalhes no site: https://migrationobservatory.ox.ac.uk/resources/briefings/migrants-and-discrimination-in-the-uk/

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Fontes das Imagens:

Imagem 1Definição de discriminação” (Fonte): https://www.thebluediamondgallery.com/highlighted/d/discrimination.html

Imagem 2Pesquisa sobre a percepção da discriminação sofrida por imigrantes no Reino Unido” (Fonte): https://migrationobservatory.ox.ac.uk/resources/briefings/migrants-and-discrimination-in-the-uk/

Imagem 3A experiência dos imigrantes no Reino unido entre 2015 à 2017” (Fonte): https://migrationobservatory.ox.ac.uk/resources/briefings/migrants-and-discrimination-in-the-uk/

Imagem 4Ranking das nacionalidades de estrangeiros residentes na Inglaterra” (Fonte): https://www.ons.gov.uk/peoplepopulationandcommunity/populationandmigration/internationalmigration/datasets/populationoftheunitedkingdombycountryofbirthandnationality

ANÁLISES DE CONJUNTURAEUROPA

2020: o desafio Brexit ainda não acabou para Boris Johnson

2019 foi um ano inesquecível para Boris Johnson: em julho, o britânico se tornou líder do Partido Conservador, sucedendo Theresa May no posto mais alto do sistema político do país; em outubro, com o processo do Brexit travado em um Parlamento extremamente dividido, Boris apostou na convocação de uma arriscada eleição e a aposta foi certeira, garantindo ao Primeiro-Ministro uma confortável maioria

A vitória abriu as portas para que novo Parlamento aprovasse a saída do Reino Unido da União Europeia, marcada para ocorrer no dia 31 de janeiro de 2020. Depois de meses em tramitação, a legislação referente à ratificação passou pela segunda leitura na Câmara dos Comuns, com 330 votos a favor e 231 contra. Ela ainda sofrerá o escrutínio da Câmara dos Lordes, que, apesar da expectativa de duras discussões, deverá conceder a aprovação. 

A chamada “lei do divórcio trata sobre os acertos financeiros da saída, os direitos dos cidadãos europeus no Reino Unido e de britânicos no resto da Europa, e o novo esquema alfandegário para a Irlanda do Norte. Além disso, ela aprova um período de 11 meses de transição até que um acordo comercial seja criado entre ambas as partes.

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Justamente essa nova relação comercial deverá trazer renovada dor de cabeça para o Primeiro-Ministro. Ursula Von Der Leyen, nova líder da Comissão Europeia, criticou o curto período de 11 meses, alertando sobre as dificuldades para se chegar a um bom e completo entendimento.

As discussões agora deverão se ater a elementos técnicos, mas extremamente complexos, como questões alfandegárias e barreiras não-tarifárias. Estes assuntos podem trazer implicações para futuros acordos do Reino Unido com países de fora da União Europeia. Além disso, existe a questão sobre o comércio de serviços. O setor é responsável por cerca de 80% da economia britânica, mas tem sido pouco mencionado pelos políticos envolvidos na negociação. 

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Fontes das Imagens:

Imagem 1Boris Johnson, o PrimeiroMinistro Britânico” (Fonte): https://www.flickr.com/photos/uk_parliament/48922480198/

Imagem 2Boris Johnson se encontra em Londres com Ursula Von Der Leyen, nova Presidente da Comissão Europeia” (Fonte): https://twitter.com/BorisJohnson/status/1214974020136980481

EUROPANOTAS ANALÍTICASPOLÍTICA INTERNACIONAL

Vitória clamorosa de Boris Johnson deixa saída da União Europeia mais próxima

Boris Johnson foi o grande vitorioso nas eleições ocorridas na última quinta-feira, dia 12 de dezembro de 2019. Com 365 deputados eleitos, os Conservadores (partido do Primeiro-Ministro), conseguiram alcançar 39 cadeiras a mais do que as 326 necessárias para formar a maioria. A vitória aumenta as chances de uma aprovação mais rápida ao acordo de saída negociado com a União Europeia, em outubro.

A intenção do Governo é de começar o processo legislativo para a ratificação do acordo já na sexta-feira, dia 20 de dezembro de 2019. A expectativa é que a nova legislação seja aprovada em breve, possibilitando a saída oficial no dia 31 de janeiro de 2020 – data atualmente marcada para a o desligamento da União Europeia. Porém, o país permanecerá no Mercado Comum Europeu por, pelo menos, mais 11 meses. Durante este período, a nova relação comercial entre ambas as partes será negociada.

Jeremy Corbyn, trabalhista deixará a liderança do partido, após derrota nas eleições

Enquanto os Conservadores comemoram a vitória, os partidos de oposição já planejam renovação, após o mau desempenho nas urnas. O Labour Party (Trabalhista), perdeu 59 das 262 cadeiras que possuía no Parlamento. O líder, Jeremy Corbyn, admitiu responsabilidade pela derrota, mas insistiu sobre a superioridade do seu plano de governo. Ele também declarou que não estará à frente do Partido nas próximas eleições. Apesar da indefinição sobre quando um novo líder será escolhido, a tendência é pela nomeação de uma mulher para sua direção.

Jo Swinson, líder dos Liberais Democratas, não conseguiu se eleger em seu próprio distrito na Escócia

Outro Partido que ficou muito abaixo da expectativa foram os Liberais Democratas (Liberal Democrats). Em setembro, pesquisas apontavam que este havia ultrapassado o Labour no total de intenção de votos, gerando expectativas de que pudesse eleger ao menos 100 representantes. Porém, apenas 11 cadeiras foram conquistadas, uma a menos que as eleições de 2017. Além disso, Jo Swinson, a líder, não conseguiu se eleger em seu próprio distrito, perdendo o seu posto para uma candidata do Partido Nacional Escocês. Os Liberais Democratas serão comandados interinamente pelo deputado eleito Ed Davey e pela Baronesa Sal Brinton, membro da House of Lords (Câmara dos Lordes).

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Fontes das Imagens:

Imagem 1PrimeiroMinistro reeleito Boris Johnson, em encontro da Otan realizado em Londres, dia 3 de dezembro, 2019” (Fonte): https://www.flickr.com/photos/number10gov/49165339003/

Imagem 2Jeremy Corbyn, trabalhista deixará a liderança do partido, após derrota nas eleições” (Fonte): https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Jeremy_Corbyn_Bahrain_1.png

Imagem 3Jo Swinson, líder dos Liberais Democratas, não conseguiu se eleger em seu próprio distrito na Escócia” (Fonte): https://www.flickr.com/photos/libdems/37087601976

EUROPANOTAS ANALÍTICASPOLÍTICA INTERNACIONAL

Eleições Reino Unido 2019: nacionalistas escoceses apostam em novo referendo pela independência

O SNP (Scottish National Party – Partido Nacional Escocês) fez da possibilidade de um novo referendo sua principal promessa para a campanha eleitoral parlamentar britânica. De acordo com o plano de governo publicado em novembro de 2019, o Partido deixa claro a intenção de uma nova consulta pela independência do país, já no próximo ano (2020). É bom lembrar que em 2014 os escoceses tiveram a oportunidade de optar sobre a permanência no Reino unido. Na ocasião, o SNP foi o principal partido a defender a separação, contudo, 55% dos eleitores votaram pela permanência.  

Das 650 cadeiras no Parlamento, 59 representam os distritos eleitorais escoceses. Uma pesquisa feita em novembro, pela empresa Yougov, estima que o SNP deva conseguir eleger cerca de 43 parlamentares, número maior do que os 37 eleitos em 2017. Em 2015, o Partido conseguiu atingir o recorde de 56 representantes eleitos.

Mapa eleitoral das eleições de 2015. Em Amarelo aparecem os distritos em que o SNP foi vitorioso
Nicola Sturgeon – Atual Líder do SNP

A esperança do SNP em realizar um novo referendo pela independência é grande, particularmente no caso de nenhum partido conseguir a maioria necessária para governar. A expectativa é de que, se houver uma derrota dos Conservadores, os escoceses possam formar um governo de minoria com o Labour (Partido Trabalhista). Desta forma, ficaria mais fácil barganhar com os parceiros de governo por uma nova consulta para a separação do Reino Unido.

As eleições ocorrem na quinta-feira, dia 12 de dezembro de 2019. Os Conservadores aparecem na frente das pesquisas, com grandes chances de conquistar a maioria. O principal assunto da campanha é o Brexit. Três anos após a votação para a saída do país da União Europeia, ainda não se sabe ao certo como e se de fato o processo ocorrerá. A contagem dos votos está prevista para começar às 22:00 (horário local) do dia 12. A tendência é que o resultado geral já seja conhecido na manhã do dia 13 de dezembro de 2019 (sexta-feira).

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Fontes das Imagens:

Imagem 1Cartaz do Partido Nacional Escocês” (Fonte): https://www.flickr.com/photos/thesnp/5393678858

Imagem 2Mapa eleitoral das eleições de 2015. Em Amarelo aparecem os distritos em que o SNP foi vitorioso” (Fonte): https://commons.m.wikimedia.org/wiki/File:2015UKElectionMap.svg

Imagem 3Nicola Sturgeon Atual Líder do SNP” (Fonte): https://commons.m.wikimedia.org/wiki/File:Nicola_Sturgeon_SNP_leader.jpg

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Caminhoneiro britânico confessa participação em crime que levou à morte de 39 imigrantes vietnamitas

Maurice Robinson se apresentou por videoconferência ao Tribunal Central Criminal em Londres, na segunda-feira, dia 25 de novembro de 2019. O motorista norte-irlandês de 25 anos dirigia o caminhão que levava o container onde foram encontrados 39 corpos no dia 23 de outubro de 2019. O crime chocou a imprensa do país e do mundo. Inicialmente, pensava-se que se tratassem de imigrantes de origem chinesa. Mas, alguns dias depois foi confirmado que as vítimas eram nacionais vietnamitas, ao todo 31 homens e 8 mulheres. Robinson confessou participação em esquema de imigração ilegal entre maio de 2018 e outubro de 2019. Ele ainda não foi ouvido pelos magistrados sobre a acusação de homicídio.

Porto de Zeebrugge, de onde saiu o container com os imigrantes vietnamitas em sentido à Inglaterra

Não se sabe exatamente quantos dias os vietnamitas permaneceram dentro do container. O que se sabe é que o compartimento chegou na Inglaterra através do porto de Zeebrugge, na Bélgica. Segundo a reportagem do jornal The Independent, os envolvidos com o tráfico de pessoas costumam chamar o caminho, que passa pelo Canal da Mancha, de a rota do “CO2” (gás carbônico). Justamente pelo fato de que os imigrantes são colocados dentro de containers com pouca ventilação. O percurso até o Reino Unido não é fácil, muitos dos vietnamitas que passam pela rota são jovens e chegam a pagar entre £8.000 e £40.000 libras* aos traficantes.

Boris Johnson (líder dos Conservadores e Primeiro-Ministro incumbente) e Jeremy Corbyn (líder dos Trabalhistas)

Enquanto isso, alguns partidos revelaram suas políticas migratórias para as eleições parlamentares que ocorrerão no dia 12 de dezembro de 2019. Os Conservadores, liderados pelo atual primeiro-ministro Boris Johnson, prometeram reduzir o número de imigrantes no país e introduzir um sistema de controle que irá se concentrar na abertura exclusiva para mão-de-obra especializada. Porém, o Partido, que controla o Governo desde 2015, nunca conseguiu alcançar sua promessa de baixar o número do influxo anual para menos de 100.000. Já, Jeremy Corbyn, líder dos Trabalhistas, principal Partido de oposição, declarou que mesmo que a “livre movimentação” de europeus acabe, com a saída da União Europeia, o país continuará a permitir “muita movimentação. A declaração de Corbyn foi duramente criticada pelos Conservadores, que afirmam que sua política de “fronteiras abertaspoderá trazer anualmente mais de 840.000 imigrantes ao país.

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Nota:

* Aproximadamente entre R$43.000,00 e R$220.000,00, na cotação de 25/11/2019.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1Emblema do uniforme dos agentes responsáveis pela imigração no Reino Unido” (Fonte): https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Thin_Purple_Line_Patch.jpg

Imagem 2Porto de Zeebrugge, de onde saiu o container com os imigrantes vietnamitas em sentido à Inglaterra” (Fonte): https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Zeebrugge_Belgium_Portal-crane-APM-Terminals-02.jpg

Imagem 3Boris Johnson (líder dos Conservadores e Primeiro-Ministro incumbente) e Jeremy Corbyn (líder dos Trabalhistas)” (Fontes):

https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Yukiya_Amano_with_Boris_Johnson_in_London_-_2018_(41099455635)_(cropped).jpg e https://en.wikipedia.org/wiki/File:Jeremy_Corbyn_closeup.jpg

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Eleições Reino Unido 2019: Brexit é a principal, mas não a única preocupação dos eleitores

Uma recente pesquisa* da empresa Yougov revelou que o Brexit, acompanhado dos temas Saúde e Segurança, são as principais preocupações do eleitorado britânico e terão um peso significativo nas eleições do dia 12 de dezembro de 2019. Perguntados sobre as três maiores aflições que atingem o país no momento, 68% dos entrevistados citaram o processo de saída da UE, 40% a saúde pública e 28% a criminalidade.

Cartaz produzido durante um protesto organizado por médicos assistentes em 2015. O NHS é considerado um patrimônio nacional para os britânicos

Quando o tópico é a Saúde, o que assusta o eleitorado britânico é a situação do Serviço Nacional (National Health Service, geralmente conhecido pela sigla NHS). Fundado no período após o fim da 2ª Guerra Mundial, em 1948, seu intuito sempre foi de prover aos residentes do Reino Unido acesso universal e gratuito aos serviços de saúde, pagos com o dinheiro financiado pela arrecadação dos impostos em geral. O NHS é para os britânicos fonte de orgulho nacional, porém, tem sofrido com o aumento dos custos de mão de obra, remédios e novas tecnologias. No ano fiscal de 2016-2017, os gastos com o sistema público representaram cerca de 30% das despesas totais. Devido ao peso significativo no orçamento, o assunto apresenta um grande desafio para qualquer Partido que pretenda chegar ao Governo.

Policial londrino em serviço

Apesar de ser considerado um país com baixo nível de delinquência**, segundo o Órgão de Estatística Nacional (Office for National Statistics), em 2018 houve um aumento de 18% dos crimes sem violência e 8% de crimes com violência. No mesmo ano foi muito divulgado através da mídia britânica os dados de que, então, pela primeira vez na história recente, o número de assassinatos em Londres ultrapassou o da cidade de Nova York. O fato também foi alvo de críticas pelo presidente Donald Trump, já que no Reino Unido o porte de armas de fogo é proibido e a maioria dos assassinatos são causados com o uso de facas.

Atrás dos três temas acima, as preocupações com a Economia e o Meio-Ambiente aparecem empatadas na 4º colocação, sendo citadas por 25% dos entrevistados. Em quinto vêm a questão da Imigração, mencionada em 22% das entrevistas.

Esta será a primeira vez que as eleições ocorrem no mês de dezembro desde 1923. Apelidada de “eleição Brexit” pela mídia do país, ela foi convocada justamente na tentativa de dar continuidade ao processo de saída da União Europeia, que tem enfrentado grandes barreiras no Parlamento.     

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Notas:

* Pesquisa realizada entre os dias 30 e 31 de outubro de 2019, com 1.606 adultos entrevistados em todo o país.

** Apesar da dificuldade de encontrar dados precisos sobre os níveis de criminalidade a nível internacional, o site Numbeo organizou um banco de dados com informações de vários países, criando um índice que compara a criminalidade e a violência. No ranking, o Brasil aparece em 7º lugar como país com mais crimes cometidos. O Reino Unido figura na 59ª posição atrás de nações desenvolvidas como Estados Unidos (48º), França (50a) e Itália (57a).

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Fontes das Imagens:

Imagem 1Polling Station é o local onde se realizam as votações nas eleições no Reino Unido, geralmente em espaços alugados em escolas, igrejas e centro comunitários” (Fonte): https://commons.wikimedia.org/wiki/File:London_polling_station.jpg

Imagem 2Cartaz produzido durante um protesto organizado por médicos assistentes em 2015. O NHS é considerado um patrimônio nacional para os britânicos” (Fonte): https://www.flickr.com/photos/birmingham_eastside/22421035083

Imagem 3Policial londrino em serviço” (Fonte): https://www.flickr.com/photos/hillview7/30934142341