ESPORTE

Jogadores brasileiros no exterior: do sonho ao pesadelo

Seja pelo histórico de grandes jogadores ou pelo histórico de jogadores talentosos encontrados pelos campos brasileiros, identifica-se que o Brasil é o maior exportador de jogadores de futebol do mundo. Além da valorização natural dos jogadores brasileiros pelos clubes estrangeiros há que se considerar também a vontade desses meninos de buscarem por uma vida melhor e de batalharem pelo sonho de, quem sabe, tornarem-se o próximo “camisa 10 da seleção brasileira” (uma espécie de metáfora do grande jogador do Brasil e, por isso, referência mundial).

ANÁLISES DE CONJUNTURAEUROPA

A cidade de Londres tenta barrar McDonald’s e Coca-Cola nos “Jogos Olímpicos”

Os “Jogos Olímpicos de Londres” começam em pouco menos de uma semana e enquanto a ansiedade dos atletas aumenta o “Comitê Olímpico Internacional” (COI) está tendo que lidar com problemas com a “Assembléia de Londres” (Órgão legislativo municipal). O problema que bateu às portas do COI tem como protagonistas dois dos principais patrocinadores dos Jogos: as empresas americanas Coca-Cola e McDonald’s.

O pedido da “Assembléia de Londres”, proposta pela parlamentar Jenny Jones, do “Partido Verde”, ér proibir ambos patrocinadores de estarem associados aos Jogos, o que é pouco provável de acontecer. Pela proposta, coloca-se a questão de que a intenção dos Jogos é deixar um legado de esportes e vida saudável, não apenas para a população britânica, mas para o mundo todo, e ter como principais patrocinadores empresas consideradas grandes vilãs na questão da obesidade, principalmente a infantil, vai contra o intento das Olimpíadas.

A grande preocupação da “Assembléia de Londres” é pautada por números que realmente impressionam. De acordo com dados do “Reino Unido”, 30% das crianças britânicas estão acima do peso. Nos adultos esse número pula para 60%. Mas, ao bater de frente com esses dois gigantes, os ingleses, mesmo que mal sucedidos, apontaram para uma incoerência que persiste por anos: a Coca-Cola é um dos principais patrocinadores das Olimpíadas desde Amsterdã, em 1928, enquanto o McDonald’s se tornou um parceiro fixo desde os “Jogos de Montreal”, em 1976, e tem contrato assinado com o COI até 2020.

NOTAS ANALÍTICAS

O “Pão e Circo” espanhol

A crise que se instaurou na Europa parece longe de chegar ao fim. Depois do socorro à Grécia e a Portugal, a Espanha foi o último país a receber recursos do “Fundo Comum Europeu” para tentar salvar as instituições financeiras do país e acalmar o mercado de investimentos.

O dinheiro liberado pelo “Fundo Europeu” irá ultrapassar a soberania do Estado espanhol e será injetado diretamente nos Bancos do país. Enquanto o mercado recebeu essa notícia positivamente, a Chanceler alemã, Angela Merkel, teve uma grande derrota, já que não apóia o uso dos “Fundos” da Europa para ajudar os países que se encontram em crise.

ESPORTE

O esporte e a emancipação feminina

Pesquisadores apontam várias injustiças acerca da avaliação do papel que as mulheres exerceram na história. Segundo destacam, parte dessa distorção decorre do modelo de sociedade patriarcal que se instaurou no mundo ao longo do tempo, mas, independentemente desse fato, nomes essenciais da história mundial são de mulheres, sem contar as que foram esquecidas ou mantidas à sombra ao longo dos anos.

NOTAS ANALÍTICAS

O problema do racismo no futebol

Apesar de o Futebol ser uma expressão popular que consegue reunir milhões de apaixonados, independente de raça, religião e ideologia política, a Eurocopa trouxe de volta a discussão de um dos principais problemas que maculam um dos maiores esportes do mundo: o racismo.

No Brasil, a idéia de que somos uma democracia racial, isentos de racismo, faz com que, muitas vezes, episódios desse tipo sejam ignorados, passando a idéia de que o racismo nos campos de futebol seja exclusivo dos campos europeus. Mas a história do futebol brasileiro é marcada por casos similares, bem como pela busca de igualdade entre jogadores brancos e negros.

NOTAS ANALÍTICAS

Entre o “sonho olímpico” e a Fé

Para três mil atletas que estarão nos “Jogos Olímpicos de Londres”, que começarão dia 27 de julho, o sonho de participar do maior evento esportivo do mundo pode ser prejudicado por uma “questão de fé”. Uma semana antes do início da competição começa o Ramadã, o mês sagrado dos mulçumanos. Durante os trinta dias do “período de renovação da fé” e de maior contato com a religião, os mulçumanos jejuam entre o nascer do sol e o pôr do sol. Para um atleta, isso significa comprometer sua performance e todo o trabalho que foi realizado nos últimos anos para que sua participação nos Jogos fosse conquistada.