NOTAS ANALÍTICASSociedade Internacional

Posse presidencial e da junta diretiva da JCI Brasil-China em São Paulo

Na semana passada, na quarta-feira, dia 19 de março, ocorreu a “Cerimônia de Posse Presidencial e da Junta Diretiva da JCI Brasil-China” na “Assembléia Legislativa de São Paulo”. O evento nomeou Cheung Kawai como Presidente para o ano de 2014 e a nomeação de novos membros para contribuírem nos eventos sociais e culturais entre brasileiros e chineses para este ano.

O evento contou com a presença de importantes nomes e autoridades, como: o novo diretor do “Escritório Econômico e Cultural de Taiwan em São Paulo”, Fernando Wang;  com Jorge Yang, do “Centro Social Chinês”; com Heida Li, “Presidente da Associação Chinesa do Brasil”; além de Andrea Chung e Fanny Chu, representantes da “Associação dos Eleitores Chineses no Brasil”. Além destes, autoridades locais também estiveram no evento, como Luiz A Pereira da Silva, “Superintendente da ACSP-Centro”, Victor Kobayashi, William Woo, dentre outras.

A “JCI Brasil China” é uma subdivisão da “JCI Brasil”, entidade ligada à “Organização das Nações Unidas” que conta com a participação de jovens com até 40 anos para promover atividades que contribuam para o desenvolvimento social e cultural de sua região. A divisão chinesa completa 10 anos no “Estado de São Paulo” e foi responsável por conseguir aderir o “Ano Novo Chinês” ao calendário do turismo paulista, sendo a terceira maior festividade chinesa no mundo, fora da China.

O “Jornalista do CEIRI NEWSPAPER”, Fabrício Bomjardim, também esteve presente como convidado especial para entregar os certificados para colaboradores que participaram das atividades da entidade no decorrer do ano de 2013. Ele recebeu homenagem por contribuir e realizar eventos e festividades, promovendo a interação da cultura sino-brasileira nas cidades de “São Paulo” e “Taboão da Serra”.

A Organização irá iniciar seus novos projetos para o ano de 2014, ano em que ocorre a “Copa do Mundo de Futebol” no Brasil e já se prepara para atender principalmente o público oriental junto com as demais diretivas da “JCI Brasil-Japão” e “JCI Brasil-Coreia”.

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Imagem (Fonte):

Jornalista Fabrício Bomjardim

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Fonte consultada: trabalho jornalístico realizado por Fabrício Bomjardim

ÁSIANOTAS ANALÍTICASPOLÍTICA INTERNACIONAL

China: assunto Criméia ainda é superficial

O reconhecimento pelo presidente russo Vladimir Putin do Referendo realizado na Criméia e sua receptividade em aceitar a região no território da Rússia abalou a política mundial e poderá abalar a economia internacional. O caso, que envolve temas econômicos, militares e diplomáticos, conta agora com o posicionamento das nações perante a legitimidade do ocorrido, um posicionamento que, para a China, a melhor opção foi a neutralidade.

Na semana passada, o “CEIRI NEWSPAPER” apresentou informações sobre a possível posição chinesa perante à situação. O artigo “A China e a Crise Russo-Ucraniana”, levantou informações sobre as relações entre chineses e ucranianos, os interesses, o intercâmbio econômico e militar entre as duas nações, bem como a repercussão e os efeitos que podem causar no mundo a perda da Criméia pela Ucrânia.

As decisões por parte da China de se abster em votações nos fóruns da ONU sobre sansões à Rússia e sobre a legitimidade do Referendo organizado pelas autoridades da Criméia já mostraram que esta região ainda não é o principal foco de Beijing. Provavelmente, o Governo chinês ainda não deseja se comprometer em outro tema internacional de grande repercussão, pois já está envolvido em diálogos com o Irã e com a “Coreia do Norte” onde sua presença é das mais importantes.

Enquanto expressivas autoridades, como o “Presidente dos Estados Unidos”, Barak Obama, tentam trazer Xi Jinping para seu lado, este apenas pede para que se evite conflitos em caso de crise na região. Confirmando esse posicionamento, a China foi um dos Estados que manteve posição neutra quanto ao questionamento da legalidade do caso envolvendo russos e ucranianos.

Além de evitar, em primeiro momento, um desgaste político e diplomático, a China também observa questões no campo econômico. Atualmente, ela reduziu sua obsessão por sempre obter altos índices do “Produto Interno Bruto” (PIB) e se volta para a economia verde, tendo consciência do tempo necessário para a sua consolidação.

Beijing nota que a decisão da Criméia em anexar-se ao território russo, mesmo sem sanções e penalidades econômicas para a economia russa, já afeta a economia internacional, como vem ocorrendo, por exemplo, na “Coreia do Sul”, onde a indústria automotiva sulcoreana está sofrendo com constantes quedas de produção e vendas em solo russo.

As principais empresas desse país presentes no vizinho russo, como a Hyundai, a Kia e a Sangyong apresentaram baixas de até 30% só nestes 3 primeiros meses de 2014. Até a “General Motors”, presente na Coreia, está sentindo o reflexo negativo.

Por mais importante que possa aparentar posicionar-se a favor ou contra os países ocidentais, isto não é prioridade para a China que tem sempre a economia no primeiro plano e vai optar por traçar caminhos que afetem menos a sua estabilidade e não desestimule seu crescimento. Ao acompanhar os noticiários da Ásia e do Pacífico é possível entender que os chineses pensam prioritariamente na sua influência econômica, enquanto russos e estadunidenses ganham, ou procuram, ganhar mais destaques em temas diplomáticos e militares em toda a região.

A percepção de que a China está apenas aguardando o momento certo para se posicionar perante o caso da Criméia é correta, pois o país está projetando os impactos negativos do caso na economia internacional e, provavelmente, deve estar simulando os pontos negativos e positivos sobre esse desfecho, bem como a forma pela qual isso irá refletir em suas regiões de administração especial e regiões que buscam ter ou manter independência, como o Tibet e Taiwan, respectivamente . Como diz um provérbio chinês, “tudo a seu tempo”.

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Fontes consultadas:

Ver:

http://www.wantchinatimes.com/news-subclass-cnt.aspx?cid=1101&MainCatID=11&id=20140317000071

Ver:



Ver:

http://portuguese.cri.cn/1721/2014/03/17/1s181142.htm

Ver:

http://spanish.peopledaily.com.cn/31621/8568446.html

Ver:

http://www.jornal.ceiri.com.br/china-e-crise-russo-ucraniana/

ÁSIANOTAS ANALÍTICASPOLÍTICA INTERNACIONAL

Voo 379, um raro desastre na Ásia

O “Voo 379 da “Malaysia Airlines”, que desapareceu no percurso com destino a Beijing, na China, tornou-se um dos maiores e mais raros incidentes da aviação desde o ano de 2009, quando um fato similar ocorreu com um voo da “Air France”.

O “Boeing 777” foi visto pela última vez em espaço aéreo do Vietnã e há duvidas se ele caiu na costa deste país do sudeste asiático ou se ocorreu em águas internacionais. A China comunicou que utilizará 4 de seus mais modernos satélites para procurar a aeronave, ou seus vestígios, no traçado de sua rota até a capital chinesa.

O caso tornou-se um mistério, pois não se sabe ao certo o que pode ter acontecido, até pelo fato de que a rota era simples. “Aviões não caem quando estão numa rota como essa[1], afirmou Paul Hayes, “Diretor de Segurança da Flight Global Ascend”.

Muitos especialistas entendem o caso como incomum, algo raro de se acontecer, mas já existem outros episódios sendo investigados que podem estar associados. O jornal inglês “The Financial Times” apresentou um artigo sobre o “Voo MH370” na Malásia, no qual uma agência de turismo confirmou que foram vendidas passagens aéreas para pessoas com passaportes falsos.

Tendo sido confirmado que no “Voo 379” havia pessoas com documentos falsos, a possibilidade de sequestro, pode ser levantada o que poderá alterar todo o sistema de viagens aéreas no sudeste do continente asiático e até no mundo.

O caso levanta dúvidas entre os especialistas no assunto e a falta de pistas sobre seu paradeiro eleva o mistério, tornando complexas as alternativas para entender o que de fato ocorreu.

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Fontes consultadas:

[1] Ver:

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2014/03/sumico-de-aviao-da-malasia-esta-entre-mais-raros-desastres-da-aviacao.html

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Ver também:

http://portuguese.cri.cn/1721/2014/03/11/1s180869.htm

Ver também:

http://espanol.cntv.cn/20140311/102469.shtml

Ver também:

http://espanol.cntv.cn/special/avion_desaparecido/index.shtml

ÁSIANOTAS ANALÍTICASPOLÍTICA INTERNACIONAL

“Febre Aftosa” faz Pyongyang recorrer a FAO

A “Coreia do Norte” está sofrendo com a “Febre Aftosa”, que atinge toda sua extensão territorial. Por este motivo, o Governo norte-coreano recorreu à “Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura” (FAO, na sigla em inglês).

Nos últimos anos o país presenciou diversos casos da moléstia e recorre a ajuda internacional para enfrentar o problema. Em 2012, a FAO havia sugerido o envio de vacinas para o combate da doença, proposta que também tinha sido apresentada por Seul.

Muito dos benefícios recebidos pelos norte-coreanos, no entanto, foram afetados devido ao seu “Programa Nuclear” e aos constantes atritos diplomáticos e militares com Seul. Para o atual momento, a ONU irá enviar uma equipe para avaliar a situação local e definir os critérios para a ajuda. Além da ONU, Seul também estuda meios de auxiliar o vizinho.

Para a “Coreia do Sul”, alguns progressos no diálogo entre as duas partes da “Península Coreana” aparentam seguir um caminho aceitável e a presidente Park Geun-hye,  com sua política de criação de novos Ministérios para a reunificação coreana, espera ganhar pontos positivos concedendo ajuda ao povo norte-coreano.

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Fontes consultadas:

Ver:

http://spanish.yonhapnews.co.kr/northkorea/2014/02/26/0500000000ASP20140226000300883.HTML

Ver:

http://spanish.yonhapnews.co.kr/national/2014/02/25/0300000000ASP20140225001600883.HTML

ÁSIANOTAS ANALÍTICASPOLÍTICA INTERNACIONAL

Após 65 anos, China e Taiwan realizam “Reunião de Alto Nível”

Beijing e Taipei iniciaram hoje (11 de fevereiro) uma série de encontros de alto nível. O evento terá duração até o dia 14 (próxima sexta-feira) e é o primeiro encontro em anos que tem a presença de autoridades de alto nível. Representantes de ambos os lados estão reunidos na cidade de Najing, na China, e iniciou com a presença de Zhang Zhijun, “Diretor para os Assuntos de Taiwan”, do “Gabinete do Conselho de Estado da China”,  e do  “Diretor Taiwanês para Assuntos Relacionados a China Continental”, Wang Yuqi.

As relações entre China e Taiwan evoluíram muito nos últimos 20 anos. Uma mudança positiva, porém elas não evoluíram na questão da “Independência de Formosa”, um objetivo de Taipei que enfrenta total recusa da parte continental chinesa. Yuqi e Zhijun deram declarações para imprensa de que essa série de reuniões poderá tratar de assuntos antes “inimagináveis” diante dos olhos dos chineses e de observadores internacionais.

Os temas que serão abordados durante os encontros não foram claramente divulgados para a imprensa, mas deverão seguir pelos campos da economia, cultura e diplomacia. A pequena “Ilha de Formosa” ainda mantém seu status de um dos países mais ricos em tecnologia da Ásia e do Mundo, a qual beneficia a indústria da “China Continental” e um número significativo de famílias em ambos os lados do “Estreito de Taiwan”. Além disso, tem grande potencial para o turismo de negócios e turismo casual.

Além de diferentes fatores que podem agradá-los, os líderes dos dois Estados do Estreito tem problemas territoriais comuns com outros países, principalmente com o Japão, sendo este um importante ponto que pode aproximar ainda mais chineses continentais e taiwaneses. Muito do avanço das suas relações podem se originar doConsenso de 1992”, um Acordo em que aRepública Popular da China” (China Continental) e a “República da China” (Taiwan/Formosa) entendem que ambos os países pertencem a uma única China, que, porém, é interpretada de acordo com seus sistemas políticos diferentes. Ou seja, cada lado tem sua própria definição da política Uma só China”.

Especialistas chineses e taiwaneses esperam que haja uma atualização deste Consenso e maior flexibilidade por parte de Beijing perante a soberania taiwanesa para que, com isso, sejam abertas as fronteiras para seus cidadãos. Uma maior abertura entre eles facilitará em diversos projetos e processos de Cooperação econômica na Ásia, o que posicionaria suas economias à frente das demais economias asiáticas, visto o poder econômico chinês e a alta tecnologia taiwanesa.

Um estreitamento baseado no diálogo também trará um grande benefício para Beijing, que busca ganhar apoio regional para legitimar reivindicações territoriais que fizeram parte de sua história durante os anos em que as dinastias chinesas governavam. Até o fim dos encontros, especialistas regionais estarão em atenção para os rumos das relações do “Estreito de Taiwan”, que podem marcar uma nova era na história do continente asiático.

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ImagemRadio Taiwan Internacional” (Fonte):

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Fontes consultadas:

Ver:

http://portuguese.cri.cn/1721/2014/02/11/1s179558.htm

Ver:

http://spanish.rti.org.tw/Content/GetSingleNews.aspx?ContentID=178182&BlockID=31

ÁFRICAAMÉRICA LATINAANÁLISE - FÓRUNS INTERNACIONAISANÁLISES DE CONJUNTURAÁSIA

Economia nos BRICS em alerta

O ano de 2014 inicia com a preocupação mundial sobre a alta do dólar e a fuga de capital estrangeiro em nações emergentes, estando muitos países avaliando sua economia e estudando os efeitos negativos que o dólar lhes proporciona. Uma das medidas encontrada é a elevação da taxa de juros, um meio de evitar a fuga de capitais.

A preocupação sobre a economia de membros do BRICS, como a China, inicia em relação ao PIB do ano de 2013. Beijing apresentou os dados do crescimento de sua economia no ano passado, com resultado de 7,7%, sendo este um valor não tão distante do crescimento anterior, que havia sido de 7,6% (2012/2013), mas, deve-se destacar que, antes do ano de 2012, o país não apresentava taxas inferiores a 7,7%, significando que seu ritmo está caindo.

Não apenas o  PIB chinês está em baixa no país. Os dados sobre o crescimento da indústria local também apresentou uma queda.  Segundo o “Índice de Gerentes de Compra” (PMI, sigla em inglês), neste mês de janeiro a cifra chinesa caiu para 50,5, graças a menor demanda pelas exportações de produtos chineses, sendo esta uma desaceleração que não agrada as autoridades da China.

Na Índia, o PIB não está abaixo de suas taxas anteriores. Por enquanto, com taxa prevista com variações entre 4,8% e 6 %, mas isso não tira a atenção de seus economistas para medidas de curto e médio prazo.  No Brasil, esta previsão de crescimento está em torno de 2,28%, uma taxa muito baixa em comparação aos indianos e chineses.

China, Índia e Brasil são países exportadores e as variações nas taxas de crescimento da indústria e de outros componentes dos seus PIBs constituem o foco da preocupação de seus especialistas econômicos. Todos sofrem com as taxas de câmbio no mundo, já que, atualmente, o Dólar tem sido um dos principais vilões para as exportações destes países.

O dólar alto e algumas estatísticas econômicas internas apresentando baixas resultam em fuga de investimentos e o caminho apontado para mudar essa situação tem sido a alta da taxa de juros. Segundo a publicação da “Folha de São Paulo”, no dia 29 de janeiro, o Brasil aumentou a sua taxa para 10,5%, a Índia para 8% e a “África do Sul” para 5,4%,  enquanto a China mantém um percentual de 6%. Especialistas afirmam que essas taxas elevadas dão um pequeno alívio para o mercado financeiro, porém não resolverão todo o problema, já que a política cambial é volátil e sofre com as constantes variações de mercado.

Além disso, atualmente, o que está afetando os países emergentes é a recuperação econômica dos “Estados Unidos” (que vem atraindo os recursos antes dispersos nos mercados) e a alta nas matrizes energéticas (uma vez que, nos EUA, a energia é mais barata do que em outras nações, reduzindo o custo de produção e fortalecendo a indústria). Esses pontos, somados aos outros fatos na economia global, como a redução do crescimento chinês, ou das exportações chinesas, faz com que a China consuma menos commodities, o que afeta diretamente o Brasil e “África do Sul”.

Todas as adversidades da economia mundial estão interligadas e apresentam indícios de que os países devem diversificar suas produções para manter taxas confortáveis de crescimento. A China já estuda meios de fazer seus setores do turismo, esportes, entre outros, participarem de forma mais ativa em seu PIB anual.

O Brasil, segundo Mantega, está em posição ainda tranquila, acreditando que os BRICS ainda serão a força da economia global. Ele afirmou no painel da “Globo News”, em Davos: “Não acredito que haja crise de meia-idade dos BRICS. Diante da crise mundial, houve redução do volume de comércio, de demanda internacional. A economia mundial, os países avançados estão em vias de recuperação, ainda gradual, inicial. E, portanto, com essa recuperação, nós teremos uma reativação do comércio. O comércio [global] crescia a um volume de 6% a 7% ao ano. Daqui para frente, voltará a crescer 4% a 5%. Os BRICS continuarão liderando o crescimento da economia mundial. Mas, para, isso, precisam fazer mudanças nos seus modelos de crescimento[1].

Diante deste cenário, observadores afirmam que 2014 começa com projeções econômicas ainda incertas e com nações ainda indecisas sobre as medidas devem adotar para mudar seus modelos de crescimento. Tem sido considerado como garantido que as atitudes tradicionais de curto prazo, como a elevação das taxas de juros, devem prevalecer, algo que, porém, pode se tornar um fator negativo no futuro.

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Imagem (Fonte):

Wikipedia

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Fontes consultadas:

[1] Ver:

http://g1.globo.com/economia/noticia/2014/01/brics-seguirao-liderando-crescimento-da-economia-mundial-diz-mantega.html

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Ver também:

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2014/01/1400045-economia-chinesa-cresce-77-em-2013.shtml

Ver também:

http://economia.ig.com.br/2014-02-01/crescimento-da-industria-chinesa-cai-para-a-minima-em-6-meses.html

Ver tambémTrading Economics” (Painel de crescimento econômico tempo real), em:

http://pt.tradingeconomics.com/india/gdp-growth-annual

Ver também:

Emergentes reagem para conter Dólar, In: Folha de São Paulo Mercado, pagina B6 – publicação 29 de janeiro 2014.