América do NorteAMÉRICA LATINAÁSIAECONOMIA INTERNACIONALNOTAS ANALÍTICAS

“Acordo Transpacífico” em discussão

O “Acordo Estratégico Transpacífico de Associações Econômicas” (TPP, na sigla em inglês) mobiliza “Coria do Sul”, Peru, Chile, EUA e Japão em discussões sobre as suas específicas participações. Nesse sentido, foi aberta a segunda rodada de negociações para definirem os rumos do Tratado que envolve diversas nações da Ásia-Pacífico.

Nesta semana, o “Ministério do Comércio, Indústria e Energia da Coreia do Sul” anunciou que está conversando com as autoridades do Peru e do Chile paralelamente ao Acordo principal do TPP. Destaca-se que a “Coreia do Sul” está abrindo negociações bilaterais com diversos países envolvidos no Acordo original e o mesmo tipo de contato já havia sido feito com os “Estados Unidos” durante as preliminares desta atual rodada de negociações.

Enquanto Seul trabalha com os sul-americanos, o Japão reinicia seu diálogo com Washington. A relação nipo-americana está baseada em tarifas que envolvem o setor de agronegócios, onde ambos os países divergem quando ao tema e voltam a atenção para a carne bovina e suína, sobre as quais existem cargas tributárias muito elevadas. No final deste mês de abril, o premiê Shinzo Abe e o presidente Barack Obama vão se reunir em Tokyo e provavelmente definirão os rumos destas negociações.

Muito se espera no TPP, mas ainda existem várias divergências em diferentes setores comerciais e, por se tratar de um Acordo que envolve diversas nações, sua concretização pode durar mais tempo.

—————————–

Fontes consultadas:

Ver:

http://spanish.yonhapnews.co.kr/economy/2014/04/07/0600000000ASP20140407002400883.HTML

Ver:

http://www3.nhk.or.jp/nhkworld/portuguese/top/news01.html

Enhanced by Zemanta
ÁSIANOTAS ANALÍTICASPOLÍTICA INTERNACIONAL

“Malaysia Airlines” boicotada na China

Desde o desaparecimento do “Voo 370” da “Malaysia Airlines”, muitas autoridades asiáticas cobram esclarecimentos ainda não adequadamente apresentados pelo “Governo da Malásia”. O desafio de encontrar os restos da aeronave e tentar explicar o que possa ter acontecido está deixando todo o mundo confuso, mesmo que estejam sendo usados equipamentos com os mais altos desenvolvimentos em tecnologia para buscas.

Para a China, o caso do voo ainda é pior, pois muitos familiares de chineses estavam na aeronave e, até o momento, nenhuma declaração do “Governo da Malásia” agradou Beijing. A China tomou a iniciativa de desviar seus satélites, disponibilizando seus recursos para a busca do avião e, assim, tentar informar seu povo com dados mais precisos, amenizando seus sofrimentos.

Nestes últimos dias, o navio chinês “Haixun 01” recebeu um sinal com origem no “Oceano Índico” com uma frequência que pode ser a do avião desaparecido, porém ainda não foi confirmada. Esta embarcação e outras unidades chinesas estão se deslocando à região da origem do sinal para investigação.

Enquanto não se confirmam os sinais e nem as causas do desaparecimento da aeronave, o turismo China-Malásia está sendo afetado, havendo total boicote à companhia da Malásia. Apoiando a revolta das pessoas na “China Continental”, todas as empresas chinesas de turismo estão boicotando as empresas do país do sudeste asiático e o principal motivo alegado para tal é o tratamento do “Governo da Malásia” dado para os parentes das vítimas do “Voo 370”.

Expressando bem a linha que esta sendo adotada por todos, o site eLong manifestou: “Nós continuaremos a banir indefinidamente [a companhia] até que o governo malásio e a Malaysia Airlines divulguem toda a informação que eles possuem para que nós possamos descobrir a verdade sobre o voo desaparecido o mais rápido possível[1].

Oficialmente, ambos Governos não se pronunciaram oficialmente sobre o boicote, mas o Governo chinês já expressou várias repulsas ao tratamento dado pelas autoridades da Malásia.

————————

Fontes consultadas:

[1] Ver:

http://exame.abril.com.br/negocios/noticias/agencias-de-turismo-na-china-boicotam-malaysia-airlines

————————

Ver também:

http://portuguese.cri.cn/1721/2014/04/05/1s182080.htm

ÁSIANOTAS ANALÍTICASPOLÍTICA INTERNACIONAL

China e “Coreia do Sul” reforçando laços na Ásia

O presidente da China, Xi Jinping, e a presidente da “Coreia do Sul”, Park Geun-hye, se encontraram em Haia, na Holanda, paralelamente à “Cúpula de Segurança Nuclear”, deixando o Japão em alerta, pois o encontro ocorrido põe à mesa os interesses comuns destas duas potências sobre territórios que, hoje, estão sob controle de Tokyo.

Ao longo dos dois últimos anos, as relações do Japão com Seul e com Beijing vem se fragmentando devido a desentendimentos na questão territorial. Tal como os japoneses questionam a presença russa nas “Ilhas Kurilas” e discutem internamente sobre a presença norte-americana em Okinawa, os chineses e coreanos questionam, apresentam argumentos, mostram provas históricas e reivindicam territórios no “Mar da China”, ao sul do Japão, e ao noroeste do conjunto de ilhas que formam a nação japonesa.

Essas disputas serviram para aproximar Seul e Beijing, um interesse comum que vai fortalecer seus laços e pode progredir para outras áreas. Aparentemente, o Governo chinês deverá aumentar a pressão sobre a “Coreia do Norte” para tentar diminuir os constantes desentendimentos e demonstrações de poder militar na península coreana. Com a criação de um sistema de comunicação bilateral ChinaCoreia do Sul, serão postos em prática este e outro projeto que visam à cooperação entre as duas nações contra a presença japonesa em territórios reivindicados.

Para a China o sucesso de atividades conjuntas com a “Coreia do Sul” será fundamental para a criação de uma visão positiva sobre seu país em todo o continente, uma vez que, entre as principais potências do oriente, o contexto histórico entre chineses e coreanos são os que detém menos pontos negativos, facilitando na construção de relações mais intensas com capacidade de ganhar força nos Fóruns locais. Tal progresso sempre foi motivo de preocupação pelos japoneses, que não tem apoio dos “Estados Unidos” para a disputa territorial entre Japão-Rússia, Japão-Taiwan e JapãoCoreia do Sul, existindo apenas leve apoio a seu favor na disputa em algumas ilhas entre chineses e japoneses.

Para o secretário-chefe do gabinete japonês, Yoshihide Suga, o trabalho conjunto entre Beijing e Seul para reivindicar incidentes do século passado e outros durante o período do “Império do Japão” ameaça a paz e a estabilidade em todo o continente. A repercussão do caso na mídia japonesa demonstra a total preocupação do país e o receio de perder força nos Fóruns regionais nos próximos anos.

————————————

Imagem (Fonte):

Wikipedia

—————————

Fontes consultadas:

Ver:

http://spanish.yonhapnews.co.kr/national/2014/03/24/0300000000ASP20140324000900883.HTML

Ver:

http://portuguese.cri.cn/1721/2014/03/24/1s181508.htm

Ver:

http://www3.nhk.or.jp/nhkworld/portuguese/top/news04.html

Ver:

http://www3.nhk.or.jp/nhkworld/portuguese/top/news05.html

Enhanced by Zemanta
NOTAS ANALÍTICASSociedade Internacional

Posse presidencial e da junta diretiva da JCI Brasil-China em São Paulo

Na semana passada, na quarta-feira, dia 19 de março, ocorreu a “Cerimônia de Posse Presidencial e da Junta Diretiva da JCI Brasil-China” na “Assembléia Legislativa de São Paulo”. O evento nomeou Cheung Kawai como Presidente para o ano de 2014 e a nomeação de novos membros para contribuírem nos eventos sociais e culturais entre brasileiros e chineses para este ano.

O evento contou com a presença de importantes nomes e autoridades, como: o novo diretor do “Escritório Econômico e Cultural de Taiwan em São Paulo”, Fernando Wang;  com Jorge Yang, do “Centro Social Chinês”; com Heida Li, “Presidente da Associação Chinesa do Brasil”; além de Andrea Chung e Fanny Chu, representantes da “Associação dos Eleitores Chineses no Brasil”. Além destes, autoridades locais também estiveram no evento, como Luiz A Pereira da Silva, “Superintendente da ACSP-Centro”, Victor Kobayashi, William Woo, dentre outras.

A “JCI Brasil China” é uma subdivisão da “JCI Brasil”, entidade ligada à “Organização das Nações Unidas” que conta com a participação de jovens com até 40 anos para promover atividades que contribuam para o desenvolvimento social e cultural de sua região. A divisão chinesa completa 10 anos no “Estado de São Paulo” e foi responsável por conseguir aderir o “Ano Novo Chinês” ao calendário do turismo paulista, sendo a terceira maior festividade chinesa no mundo, fora da China.

O “Jornalista do CEIRI NEWSPAPER”, Fabrício Bomjardim, também esteve presente como convidado especial para entregar os certificados para colaboradores que participaram das atividades da entidade no decorrer do ano de 2013. Ele recebeu homenagem por contribuir e realizar eventos e festividades, promovendo a interação da cultura sino-brasileira nas cidades de “São Paulo” e “Taboão da Serra”.

A Organização irá iniciar seus novos projetos para o ano de 2014, ano em que ocorre a “Copa do Mundo de Futebol” no Brasil e já se prepara para atender principalmente o público oriental junto com as demais diretivas da “JCI Brasil-Japão” e “JCI Brasil-Coreia”.

———————-

Imagem (Fonte):

Jornalista Fabrício Bomjardim

­———————-

Fonte consultada: trabalho jornalístico realizado por Fabrício Bomjardim

Uncategorized

Acordo de Livre Comércio Japão-Austrália

Autoridades japoneses e australianas informaram para a imprensa que oAcordo de Livre Comércioentre Japão e Austrália deverá ser oficializado no mês de abril. O encontro entre o parlamentar Koya Nishikawa e o ministro australiano Andrew Robb ocorreu na cidade de Camberra e ambos deram boas notícias sobre a conclusão do Tratado.

Segundo os negociadores, resta apenas definirem alguns quesitos referente a cortes tarifários para a importação de carne australiana, dentre alguns pequenos ajustes. Tokyo considera reduzir cerca de 30% de carga tarifária sobre este e outros produtos que serão importados dos australianos. Desde o ano de 2007, negociadores da Austrália tentam negociar a redução de tarifas para entrada de seus produtos alimentícios, como a carne bovina, algo que pode ser realmente concretizado ainda neste primeiro semestre de 2014.

Para os japoneses, o Acordo será importante para acelerar o crescimento de sua indústria de tecnologia, pois o país ainda não está totalmente recuperado desde a catástrofe do tsunami, seguida do acidente nuclear, em 2011. Além de sua recuperação econômica, o Japão visa maior participação e atividade em assuntos na região da Ásia-Pacífico, que hoje vê a China obtendo cada vez mais espaço em diferentes temas.

No mês de abril as autoridades máximas destes dois países do Ásia-Pacífico (Japão e Austrália) deverão marcar um encontro formal e ratificar o Tratado, porém a data ainda não foi divulgada.

————————————

Imagem (Fonte):

 

——————————–

Fontes consultadas:

Ver:

http://www3.nhk.or.jp/nhkworld/portuguese/top/news07.html

Ver:

http://www.mundo-nipo.com/politica/17/03/2014/japao-e-australia-concordam-em-acelerar-negociacoes-de-livre-comercio/

ÁSIANOTAS ANALÍTICASPOLÍTICA INTERNACIONAL

Voo 379, um raro desastre na Ásia

O “Voo 379 da “Malaysia Airlines”, que desapareceu no percurso com destino a Beijing, na China, tornou-se um dos maiores e mais raros incidentes da aviação desde o ano de 2009, quando um fato similar ocorreu com um voo da “Air France”.

O “Boeing 777” foi visto pela última vez em espaço aéreo do Vietnã e há duvidas se ele caiu na costa deste país do sudeste asiático ou se ocorreu em águas internacionais. A China comunicou que utilizará 4 de seus mais modernos satélites para procurar a aeronave, ou seus vestígios, no traçado de sua rota até a capital chinesa.

O caso tornou-se um mistério, pois não se sabe ao certo o que pode ter acontecido, até pelo fato de que a rota era simples. “Aviões não caem quando estão numa rota como essa[1], afirmou Paul Hayes, “Diretor de Segurança da Flight Global Ascend”.

Muitos especialistas entendem o caso como incomum, algo raro de se acontecer, mas já existem outros episódios sendo investigados que podem estar associados. O jornal inglês “The Financial Times” apresentou um artigo sobre o “Voo MH370” na Malásia, no qual uma agência de turismo confirmou que foram vendidas passagens aéreas para pessoas com passaportes falsos.

Tendo sido confirmado que no “Voo 379” havia pessoas com documentos falsos, a possibilidade de sequestro, pode ser levantada o que poderá alterar todo o sistema de viagens aéreas no sudeste do continente asiático e até no mundo.

O caso levanta dúvidas entre os especialistas no assunto e a falta de pistas sobre seu paradeiro eleva o mistério, tornando complexas as alternativas para entender o que de fato ocorreu.

———————————–

Fontes consultadas:

[1] Ver:

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2014/03/sumico-de-aviao-da-malasia-esta-entre-mais-raros-desastres-da-aviacao.html

———————————–

Ver também:

http://portuguese.cri.cn/1721/2014/03/11/1s180869.htm

Ver também:

http://espanol.cntv.cn/20140311/102469.shtml

Ver também:

http://espanol.cntv.cn/special/avion_desaparecido/index.shtml