ÁSIANOTAS ANALÍTICASPOLÍTICA INTERNACIONAL

Taiwaneses contra a China

Desde a instalação do regime comunista na parte continental da China, a “República da China” (Taiwan/Formosa) e a “República Popular da China” (China Continental) vêm disputando espaço dentro da sociedade internacional e buscando pelo próprio reconhecimento como a única China.

No início, muitos dos principais Fóruns e “Organizações Internacionais” reconheciam Formosa como a principal China, sobretudo graças ao seu regime democrático, mas, hoje, o cenário é diferente. Atualmente, apenas 23 nações reconhecem a “República da China” (Taiwan) como um Estado soberano, mantendo relações diplomáticas, comerciais e com embaixadas instaladas. Em contrapartida, os principais países do globo conservam relações diplomáticas oficiais com a “China Continental” e apenas relações comerciais com o outro lado do “Estreito de Taiwan”.

Os dois Estados, apesar dos esforços da “China Continental”, permanecem separados e a população taiwanesa tem optado pela distância do continente, graças a várias questões históricas que os separam, dentre elas à busca por espaço dentro dos vastos territórios que formavam os grandes impérios chineses antes das duas grandes guerras do século XX, gerando pontos que fazem Taipei e Beijing discordarem em muitos diálogos no campo diplomático.

Com a necessidade de manter sua economia ativa frente ao crescimento do poder econômico da “China Continental” e com o início do governo de Ma Ying-jeou, em 2008, Formosa passou a trabalhar em diversos “Acordos Comerciais” com o “Leste da Ásia” e também com os líderes chineses continentais. Essa aproximação do presidente da pequena ilha de Taiwan com Beijing tem dividido a população taiwanesa, com alguns segmentos pró China e com outros contra as relações sino-taiwanesas, temendo que o país seja anexado pela parte continental.

Muito das tensões locais se intensificaram após a crise internacional de 2009, mas ela resultou no primeiro acordo sino-taiwanês de cooperação econômica no ano seguinte (2010). Com a fragilidade da presença econômica dos “Estados Unidos” na região, a “China Continental” se tornou a principal parceira econômica de diversos países no Oriente, assim como de todos os membros da ASEAN, bem como de Taipei.

A cooperação econômica sino-taiwanesa que foi iniciada resultou num novo “Acordo Comercial” que marcou a história dos dois lados do “Estreito de Taiwan”. Este abriu as portas para 80 empresas de Formosa em diferentes setores dentro do mercado chinês continental e para 64 empresas chinesas no mercado taiwanês, chegando vários especialistas econômicos a afirmar que ele irá beneficiar mais os taiwaneses do que os chineses, como, por exemplo Du Qiao Xia, do “Instituto Chung-hua de Pesquisa Econômica”, que fez questão de também deixar claro que o Acordo é meramente comercial, sem interesses políticos, como forma de reforçá-lo e acalmar os críticos.

Atualmente, estão ocorrendo diversas suspeitas e denúncias sobre negociações econômicas entre Taipei e Beijing, alegando que existem cláusulas em Acordos que favorecem a parte continental e deixam a ilha sobre seu controle econômico. O recente convênio entre os dois lados do Estreito que envolve o setor de serviços, com redução de tarifas e outras preferências comerciais, por exemplo, mobilizou milhares de pessoas a protestarem contra ele e a questionar a sua legitimidade frente aos interesses democráticos de Formosa.

Entre os manifestantes, na maioria estudantes, exigia-se a releitura do que foi estabelecido e a explicação de todas as cláusulas contratuais de forma pública e feita diretamente pelo presidente Ma.  Este, por sua vez, acatou as exigências e informou que irá criar uma comitiva para fiscalizar todos os Acordos entre os dois países. Isso, no entanto, não foi suficiente para os opositores nem para os manifestantes.

Diante da reação, Li He, vice-diretor da “Sociedade Nacional de Estudos de Taiwan”, com sede em Pequim, afirmou: “Organizadores do protesto estão tentando incitar apoio à independência de Taiwan. Esse é o seu apelo político real[1].

Fica no ar a interrogação sobre o que de fato preocupa tanto a população taiwanesa, uma vez que, segundo as autoridades chinesas e taiwanesas, os Acordos são meramente comerciais. Na cidade de “São Paulo” (Brasil), por exemplo, junto com apoiadores do movimento taiwanês e com membros da “Associação dos Eleitores Chineses no Brasil”, percebe-se que o receio se dá por considerarem a possibilidade da consolidação de Acordos que favoreçam o controle econômico da ilha por Beijing, podendo este impulsionar uma ofensiva para a unificação chinesa vinda pelo lado comunista.

O caso da Crimeia também vem sendo bem analisado por parte dos manifestantes que fazem paralelos com relação a Formosa. A interpretação da “China Continental” observando os dois casos é de que Taiwan é apenas uma “Província Rebelde”. Contra as considerações chinesas, no entanto, antagonistas entendem que, diferente do caso na Crimeia, onde a população realizou o Referendo pró-rússia, em Taiwan a maioria é contra China, o que impede qualquer semelhança da “China Continental” com a Rússia e do caso da Crimeia com Formosa.

Porém, analogamente, assim como existem especulações e denúncias de que o Governo russo influenciou as ações que resultaram na anexação daquele território à Rússia, existe o medo de que o mesmo esteja acontecendo em Formosa. A base para tal pensamento se deve a alguns comentários feitos pelo vice-ministro sênior Yasutoshi Nishimura, em um “Fórum Financeiro” em “Hong Kong”, onde ele discursou afirmando que o comportamento da China sobre as “Ilhas de Diayou” é similar ao russo na questão envolvendo a Ucrânia e a Crimeia.

Desde o início das negociações comerciais sino-taiwanesa, especialistas políticos e econômicos discutem que a ofensiva chinesa para aproximação com a ilha é de, por via econômica, trabalhar uma imagem positiva, levar benefícios financeiros para a região e estabelecer bases para futuras tentativas de transformar Taiwan em uma “Zona Econômica Especial da China”, assim como ocorre em “Hong Kong” e Macau.

Tendo este quadro em mente, a palavra de ordem dos estudantes que estão se mobilizando é de que  “Taiwan não está a venda” e a inédita mobilização em Taipei poderá pesar muito nas próximas eleições locais, bem como nos próximos acordos econômicos que poderão se consolidar. Nesse sentido, o grande desafio de Ma Ying-jeou será apresentar argumentos concretos de que não existe algum movimento de unificação com a “República Popular da China”, liderado por esta, e também que os atuais Acordos, bem como os que estão em análise, realmente são apenas econômicos, limitando-se a trazer benefícios para o povo taiwanês.

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Imagem (FonteReproduçãoTaipei Times”):

http://www.taipeitimes.com/News/front/photo/2014/03/31/2008099152

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Fontes consultadas:

[1] Ver:

http://www.globaltimes.cn/content/851723.shtml#.UzllbahdVIE

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Ver também:

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mercado/me3006201027.htm

Ver também:

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2014/03/taiwaneses-protestam-contra-pacto-comercial-com-china.html

Ver também:

http://www.wordgreen.net/igual-a-crimeia.html

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China e “Coreia do Sul” reforçando laços na Ásia

O presidente da China, Xi Jinping, e a presidente da “Coreia do Sul”, Park Geun-hye, se encontraram em Haia, na Holanda, paralelamente à “Cúpula de Segurança Nuclear”, deixando o Japão em alerta, pois o encontro ocorrido põe à mesa os interesses comuns destas duas potências sobre territórios que, hoje, estão sob controle de Tokyo.

Ao longo dos dois últimos anos, as relações do Japão com Seul e com Beijing vem se fragmentando devido a desentendimentos na questão territorial. Tal como os japoneses questionam a presença russa nas “Ilhas Kurilas” e discutem internamente sobre a presença norte-americana em Okinawa, os chineses e coreanos questionam, apresentam argumentos, mostram provas históricas e reivindicam territórios no “Mar da China”, ao sul do Japão, e ao noroeste do conjunto de ilhas que formam a nação japonesa.

Essas disputas serviram para aproximar Seul e Beijing, um interesse comum que vai fortalecer seus laços e pode progredir para outras áreas. Aparentemente, o Governo chinês deverá aumentar a pressão sobre a “Coreia do Norte” para tentar diminuir os constantes desentendimentos e demonstrações de poder militar na península coreana. Com a criação de um sistema de comunicação bilateral ChinaCoreia do Sul, serão postos em prática este e outro projeto que visam à cooperação entre as duas nações contra a presença japonesa em territórios reivindicados.

Para a China o sucesso de atividades conjuntas com a “Coreia do Sul” será fundamental para a criação de uma visão positiva sobre seu país em todo o continente, uma vez que, entre as principais potências do oriente, o contexto histórico entre chineses e coreanos são os que detém menos pontos negativos, facilitando na construção de relações mais intensas com capacidade de ganhar força nos Fóruns locais. Tal progresso sempre foi motivo de preocupação pelos japoneses, que não tem apoio dos “Estados Unidos” para a disputa territorial entre Japão-Rússia, Japão-Taiwan e JapãoCoreia do Sul, existindo apenas leve apoio a seu favor na disputa em algumas ilhas entre chineses e japoneses.

Para o secretário-chefe do gabinete japonês, Yoshihide Suga, o trabalho conjunto entre Beijing e Seul para reivindicar incidentes do século passado e outros durante o período do “Império do Japão” ameaça a paz e a estabilidade em todo o continente. A repercussão do caso na mídia japonesa demonstra a total preocupação do país e o receio de perder força nos Fóruns regionais nos próximos anos.

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Imagem (Fonte):

Wikipedia

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Fontes consultadas:

Ver:

http://spanish.yonhapnews.co.kr/national/2014/03/24/0300000000ASP20140324000900883.HTML

Ver:

http://portuguese.cri.cn/1721/2014/03/24/1s181508.htm

Ver:

http://www3.nhk.or.jp/nhkworld/portuguese/top/news04.html

Ver:

http://www3.nhk.or.jp/nhkworld/portuguese/top/news05.html

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China: assunto Criméia ainda é superficial

O reconhecimento pelo presidente russo Vladimir Putin do Referendo realizado na Criméia e sua receptividade em aceitar a região no território da Rússia abalou a política mundial e poderá abalar a economia internacional. O caso, que envolve temas econômicos, militares e diplomáticos, conta agora com o posicionamento das nações perante a legitimidade do ocorrido, um posicionamento que, para a China, a melhor opção foi a neutralidade.

Na semana passada, o “CEIRI NEWSPAPER” apresentou informações sobre a possível posição chinesa perante à situação. O artigo “A China e a Crise Russo-Ucraniana”, levantou informações sobre as relações entre chineses e ucranianos, os interesses, o intercâmbio econômico e militar entre as duas nações, bem como a repercussão e os efeitos que podem causar no mundo a perda da Criméia pela Ucrânia.

As decisões por parte da China de se abster em votações nos fóruns da ONU sobre sansões à Rússia e sobre a legitimidade do Referendo organizado pelas autoridades da Criméia já mostraram que esta região ainda não é o principal foco de Beijing. Provavelmente, o Governo chinês ainda não deseja se comprometer em outro tema internacional de grande repercussão, pois já está envolvido em diálogos com o Irã e com a “Coreia do Norte” onde sua presença é das mais importantes.

Enquanto expressivas autoridades, como o “Presidente dos Estados Unidos”, Barak Obama, tentam trazer Xi Jinping para seu lado, este apenas pede para que se evite conflitos em caso de crise na região. Confirmando esse posicionamento, a China foi um dos Estados que manteve posição neutra quanto ao questionamento da legalidade do caso envolvendo russos e ucranianos.

Além de evitar, em primeiro momento, um desgaste político e diplomático, a China também observa questões no campo econômico. Atualmente, ela reduziu sua obsessão por sempre obter altos índices do “Produto Interno Bruto” (PIB) e se volta para a economia verde, tendo consciência do tempo necessário para a sua consolidação.

Beijing nota que a decisão da Criméia em anexar-se ao território russo, mesmo sem sanções e penalidades econômicas para a economia russa, já afeta a economia internacional, como vem ocorrendo, por exemplo, na “Coreia do Sul”, onde a indústria automotiva sulcoreana está sofrendo com constantes quedas de produção e vendas em solo russo.

As principais empresas desse país presentes no vizinho russo, como a Hyundai, a Kia e a Sangyong apresentaram baixas de até 30% só nestes 3 primeiros meses de 2014. Até a “General Motors”, presente na Coreia, está sentindo o reflexo negativo.

Por mais importante que possa aparentar posicionar-se a favor ou contra os países ocidentais, isto não é prioridade para a China que tem sempre a economia no primeiro plano e vai optar por traçar caminhos que afetem menos a sua estabilidade e não desestimule seu crescimento. Ao acompanhar os noticiários da Ásia e do Pacífico é possível entender que os chineses pensam prioritariamente na sua influência econômica, enquanto russos e estadunidenses ganham, ou procuram, ganhar mais destaques em temas diplomáticos e militares em toda a região.

A percepção de que a China está apenas aguardando o momento certo para se posicionar perante o caso da Criméia é correta, pois o país está projetando os impactos negativos do caso na economia internacional e, provavelmente, deve estar simulando os pontos negativos e positivos sobre esse desfecho, bem como a forma pela qual isso irá refletir em suas regiões de administração especial e regiões que buscam ter ou manter independência, como o Tibet e Taiwan, respectivamente . Como diz um provérbio chinês, “tudo a seu tempo”.

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Fontes consultadas:

Ver:

http://www.wantchinatimes.com/news-subclass-cnt.aspx?cid=1101&MainCatID=11&id=20140317000071

Ver:



Ver:

http://portuguese.cri.cn/1721/2014/03/17/1s181142.htm

Ver:

http://spanish.peopledaily.com.cn/31621/8568446.html

Ver:

http://www.jornal.ceiri.com.br/china-e-crise-russo-ucraniana/

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Acordo de Livre Comércio Japão-Austrália

Autoridades japoneses e australianas informaram para a imprensa que oAcordo de Livre Comércioentre Japão e Austrália deverá ser oficializado no mês de abril. O encontro entre o parlamentar Koya Nishikawa e o ministro australiano Andrew Robb ocorreu na cidade de Camberra e ambos deram boas notícias sobre a conclusão do Tratado.

Segundo os negociadores, resta apenas definirem alguns quesitos referente a cortes tarifários para a importação de carne australiana, dentre alguns pequenos ajustes. Tokyo considera reduzir cerca de 30% de carga tarifária sobre este e outros produtos que serão importados dos australianos. Desde o ano de 2007, negociadores da Austrália tentam negociar a redução de tarifas para entrada de seus produtos alimentícios, como a carne bovina, algo que pode ser realmente concretizado ainda neste primeiro semestre de 2014.

Para os japoneses, o Acordo será importante para acelerar o crescimento de sua indústria de tecnologia, pois o país ainda não está totalmente recuperado desde a catástrofe do tsunami, seguida do acidente nuclear, em 2011. Além de sua recuperação econômica, o Japão visa maior participação e atividade em assuntos na região da Ásia-Pacífico, que hoje vê a China obtendo cada vez mais espaço em diferentes temas.

No mês de abril as autoridades máximas destes dois países do Ásia-Pacífico (Japão e Austrália) deverão marcar um encontro formal e ratificar o Tratado, porém a data ainda não foi divulgada.

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Imagem (Fonte):

 

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Fontes consultadas:

Ver:

http://www3.nhk.or.jp/nhkworld/portuguese/top/news07.html

Ver:

http://www.mundo-nipo.com/politica/17/03/2014/japao-e-australia-concordam-em-acelerar-negociacoes-de-livre-comercio/

ÁSIANOTAS ANALÍTICASPOLÍTICA INTERNACIONAL

“Febre Aftosa” faz Pyongyang recorrer a FAO

A “Coreia do Norte” está sofrendo com a “Febre Aftosa”, que atinge toda sua extensão territorial. Por este motivo, o Governo norte-coreano recorreu à “Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura” (FAO, na sigla em inglês).

Nos últimos anos o país presenciou diversos casos da moléstia e recorre a ajuda internacional para enfrentar o problema. Em 2012, a FAO havia sugerido o envio de vacinas para o combate da doença, proposta que também tinha sido apresentada por Seul.

Muito dos benefícios recebidos pelos norte-coreanos, no entanto, foram afetados devido ao seu “Programa Nuclear” e aos constantes atritos diplomáticos e militares com Seul. Para o atual momento, a ONU irá enviar uma equipe para avaliar a situação local e definir os critérios para a ajuda. Além da ONU, Seul também estuda meios de auxiliar o vizinho.

Para a “Coreia do Sul”, alguns progressos no diálogo entre as duas partes da “Península Coreana” aparentam seguir um caminho aceitável e a presidente Park Geun-hye,  com sua política de criação de novos Ministérios para a reunificação coreana, espera ganhar pontos positivos concedendo ajuda ao povo norte-coreano.

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Fontes consultadas:

Ver:

http://spanish.yonhapnews.co.kr/northkorea/2014/02/26/0500000000ASP20140226000300883.HTML

Ver:

http://spanish.yonhapnews.co.kr/national/2014/02/25/0300000000ASP20140225001600883.HTML

ÁSIADIPLOMACIA CORPORATIVAECONOMIA INTERNACIONALNOTAS ANALÍTICAS

Japonesa Tokyu entra no sistema de transportes do Vietnam

O grupo japonês Tokyu conseguiu autorização para fazer investimentos no setor de transportes no Vietnam e a empresa iniciará suas operações no transporte coletivo dentro da cidade de “Binh Duong”. A presença do grupo não é recente e concorre diretamente com empresas de Singapura e “Coreia do Sul” em projetos de infra-estrutura.

O governo vietnamita abriu espaço para entrada de empresas estrangeiras investirem em diversos setores de sua economia, principalmente na infra-estrutura. Com isso, japoneses, coreanos e outras nações asiáticas investem em obras na região a fim de estreitar laços e ganhar novos mercados.

O grupo Tokyu é uma das empresas presentes no país e conseguiu licença para implantar o sistema japonês no transporte coletivo local. Para operar na região, ela irá estabelecer uma subsidiária, gerando desenvolvimento e emprego na cidade em que está situada, o que agrada as autoridades regionais.

A empresa já se organiza para atender às futuras demandas na região, pois a cidade de “Binh Duong” está se preparando para receber um novo parque industrial em médio e longo prazos, objetivando ser uma área rica em tecnologia e para poder competir com a indústria de serviços de algumas nações vizinhas.

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Fontes consultadas:

Ver:

http://www3.nhk.or.jp/nhkworld/portuguese/top/news11.html

Ver:

http://www.becamex.com.vn/en/business-scope/urban-areas/khu-do-thi-tokyu-binh-duong