NOTAS ANALÍTICAS

A China nas refeições brasileiras

Atualmente, a China é uma das palavras mais pesquisadas entre os brasileiros. Isto ocorre pelo fato de grandes marcas chinesas como a “Jac Motors”, a Huawei e a Lenovo, dentre outras, estarem mais presentes no mercado nacional.

Embora a China tenha este destaque devido aos produtos tecnológicos, poucos brasileiros percebem um produto chinês que está presente também em suas refeições. Recentemente, a “Agência Estado” (AE), publicou uma matéria sobre a importação do “feijão preto”, apresentando dados que comprovam ter os chineses destronado a Argentina como maior exportadora desta commoditie para o Brasil. Atualmente, o gigante asiático é um dos principais exportadores do produto no mundo, tendo como principais destinos o Brasil e o México.

NOTAS ANALÍTICAS

Mudanças climáticas preocupam

As mudanças climáticas podem chegar mais rápido do que esperado, assim diz o estudo da “Nature Climate Change”. Segundo o trabalho, os grandes poluidores, como China, Estados Unidos e Japão apresentam dados preocupantes.
Hoje, a China é o maior emissor de gases poluentes do mundo, superando os EUA. O país asiático já anunciou suas metas e objetivos de desenvolvimento sustentável, mas os dados liberados pelo “Departamento Nacional de Estatística da China”, tal qual ocorre com os divulgados por outros países, não tem informações 100% precisas, contendo significativa margem de erro.

NOTAS ANALÍTICAS

As “Quatro Chinas” em um mercado não tão explorado

Com os eventos esportivos em alta nos mercados mundiais, graças as Olimpíadas deste ano (2012), a “Copa do Mundo de Futebol de 2014” e já pensando na “Copa do Mundo de 2018”, os chineses estão trabalhando no desenvolvimento do seu Futebol. Atualmente, a “China Continental” investe em sua “Liga Nacional”, que é diferente das outras três Ligas existentes nessas “Quatro Chinas”, as quais são suas concorrentes neste esporte.

ANÁLISES DE CONJUNTURAÁSIA

Distribuição de renda na China e o futuro econômico do país

A China vive um momento econômico de muitos méritos, sendo o centro das atenções na economia global. Apesar disso, o país também é interpretado com dúvidas por parte de analistas internacionais e também por parte de analistas do seu governo quando o tema é o crescimento. A China carece de reformas políticas e econômicas, uma necessidade complicada de ser realizada, porém, mesmo sem elas, seus objetivos já estão estabelecidos e uma reformulação da distribuição de renda no país é o ponto inicial para a readequação da economia chinesa.

NOTAS ANALÍTICAS

Coreia do Norte: “Um país Nuclear”

Recentemente, a “Coreia do Norte” se auto-proclamou um “Estado com Armas Nucleares”, mas, desta vez, não o fez apenas com um comunicado governamental para a comunidade internacional, a declaração foi estampada em sua Constituição que passou por processo de revisão neste mês de maio. Segundo informações disponibilizadas para a imprensa da região, antes de sua morte, o então líder máximo do país, Kim Jong-Il, estava trabalhando na revisão da Constituição norte-coreana.

NOTAS ANALÍTICAS

Relações China-Espanha serão intensificadas

O noticiário da CCTV chinesa relatou importantes ações do Governo da China para sua política externa. Uma delas foi o encontro de Wu Bangguo, presidente do “Comitê Permanente da Assembleia Popular Nacional da China” (um dos principais Órgãos de poder do país) com seu homólogo espanhol, Jesus Posada.

Durante o encontro, a economia de ambos países e a economia internacional foram tratadas, buscando melhores meios de contribuírem para seus crescimentos e também para a “estabilidade econômica global”. A China, propõe incentivar as suas empresas a investirem na Espanha, desde que esta a reconheça como “economia de mercado” e também apóie a política de “Uma só China”, ou seja, não reconheça Taiwan (Formosa) e o Tibet como Estados separados da “China Continental”.