ÁSIACOOPERAÇÃO INTERNACIONALNOTAS ANALÍTICASPOLÍTICA INTERNACIONAL

[:pt]China e Filipinas trilham melhores relações[:]

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Nesta semana, chineses e filipinos traçaram meios para melhorar as suas relações bilaterais, as quais estão abaladas principalmente devido às questões territoriais envolvendo regiões marítimas que banham as costas dos dois países. Isso ocorreu graças ao encontro do presidente chinês Xi Jinping com o presidente filipino Rodrigo Duerte, para discutirem novos caminhos para a cooperação bilateral e dar início ao Fórum de Cooperação Econômica China-Filipinas, realizado em solo chinês.

Chineses e filipinos pretendem dar mais ênfase ao comércio bilateral, usando-o como ponte para melhoria de suas relações diplomáticas, de forma a abafar os atritos decorrentes das citadas disputas territoriais. Atualmente, existe uma grande divergência entre os líderes dos dois Estados sobre questões marítimas e sobre resoluções de Fóruns de Arbitragem Internacional que são favoráveis aos filipinos.

Para as Filipinas, no entanto, amenizar os atritos é muito importante por conta da grande relevância da China em sua economia, uma vez que esta é sua principal parceira. Xi Jinping declarou que as disputas no Mar do Sul da China não afetarão em nada as relações comerciais e, com o tempo, o caso será resolvido bilateralmente, de forma amigável, esperando que o aprofundamento da cooperação econômica e comercial, além de outros projetos mútuos em diversos setores culturais e de economia, possam facilitar o entendimento e a resolução das disputas.

Duarte afirma que a China é um dos principais, senão o principal responsável pelo desenvolvimento de seu país e sabe que esse encontro histórico pode facilitar muito o desenvolvimento das relações entre ambos, uma vez que os dois líderes assinaram 13 documentos de cooperação bilateral, os quais poderão alavancar o desenvolvimento e atender aos interesses mútuos.

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Imagem (Fonte – Composição a partir da Wikipedia):

Bandeira China:

https://pt.wikipedia.org/wiki/China#/media/File:Flag_of_the_People%27s_Republic_of_China.svg

Bandeira Filipinas:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Filipinas

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ÁSIACOOPERAÇÃO INTERNACIONALECONOMIA INTERNACIONALFÓRUNS INTERNACIONAISNOTAS ANALÍTICAS

[:pt]Fórum entre chineses e lusófonos em busca de parcerias privadas[:]

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Os chineses sediarão mais uma conferência para Cooperação Econômica e Comercial entre a China e os países de Língua Portuguesa, e o foco neste ano (2016) será o aprofundamento das relações privadas para fomentar suas economias.  O Fórum de Macau acontecerá nos dias 11 e 12 de outubro e o principal objetivo será reaquecer o comércio dos países envolvidos no evento, que apresentou queda com a crise econômica global.

A secretária-geral do Fórum, Xu Yingzhen, aposta que a iniciativa privada pode mudar o atual quadro comercial entre chineses e lusófonos, ao aproveitar os incentivos oferecidos pelo Governo chinês para empresas privadas investirem em sem eu território, bem como na África e no Brasil. Atualmente, existem 400 empresas chinesas que investem nesses locais com aportes milionários que ainda não foram totalmente usados.

O Fórum quer que a cooperação económica e comercial entre a China e os países de língua portuguesa se desenvolva de uma forma mais sustentável e, para isso, é preciso haver maior participação do sector privado”, declarou Xu Yingzhen para a imprensa.

Macau se transformou na principal plataforma comercial entre o gigante asiático e os países de língua portuguesa no ano de 2003. Anualmente são realizados eventos e conferências entre autoridades dos países envolvidos para definir novas metas e objetivos que reflitam no orçamento da China, o qual é utilizado como incentivo aos interessados no desenvolvimento comercial e econômico. Os maiores beneficiados dessa cooperação foram: Timor-Leste, Moçambique, Angola e Guiné-Bissau. Espera-se que mais nações se beneficiem e que haja mais rotatividade com o envolvimento do setor privado.

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ImagemXu Yingzhen, Secretária do Fórum de Macau” (FonteReprodução Macau Hub):

http://www.macauhub.com.mo/pt/2016/10/06/forum-de-macau-defende-parcerias-privadas-para-reforcar-relacoes-da-china-com-paises-de-lingua-portuguesa/

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ÁSIADEFESANOTAS ANALÍTICASPOLÍTICA INTERNACIONALPOLÍTICAS PÚBLICASTecnologia

[:pt]Coreia do Sul: mais debate sobre o sistema THAAD[:]

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Ao longo dos anos, Seul vem aperfeiçoando seus sistemas para prevenir ataques norte-coreanos. Para Han Min-koo, Ministro de Defesa da Coreia do Sul, o sistema do escudo antimísseis estadunidense THAAD pode não ser uma defesa apenas contra o Governo da Coreia do Norte, de Kin Jong-un.

Nesta semana, autoridades envolvidas na implantação do sistema em território sul-coreano atualizaram informações sobre o escudo antimísseis que estará ativo em 2017, e cobraram os chineses e os russos para barrarem os avanços da Coreia do Norte. A Cobrança é maior sobre Beijing, pois, para Washington e Seul, a China não se esforça em impedir o desenvolvimento de armas no país vizinho. No entanto, cobranças como essas, feitas tanto aos chineses e quanto aos russos, não são novidades quando o assunto é o desenvolvimento de armas nucleares norte-coreanas, mas, nem sempre, ao fazê-lo, isso agrada aos países que cercam a Coreia do Sul, bem como aos seus aliados.

No que tange ao sistema THAAD, Han Min-koo se expressa de forma duvidosa quanto a sua utilidade e se ele seria realmente apenas para se prevenir dos ataques vindos de Pyongyang. Conforme postado pela agência Yonhap, ele declarou: “Caso sejam lançados mísseis da China ou da Rússia nas nossas posições, como não interceptá-los? É óbvio que vamos fazê-lo […]. É necessário [o THAAD] para a nossa segurança, mesmo levando em consideração a oposição da Rússia e da China [quanto ao assunto] e os problemas econômicos”.

Desde que o escudo antimíssil foi anunciado, diversas opiniões e dúvidas foram postas à mesa, com pronunciamentos de autoridades e desconfianças que podem até abalar o relacionamento de Seul com seus vizinhos no campo econômico, já que não se pode desconsiderar o planejamento de empresas sul-coreanas em solos chinês e russo.

No início deste mês, a Presidente do país, Park Geun-hye, tentou amenizar o assunto com diálogos, apoiando o THAAD, mas afirmando que o sistema não seria uma afronta, por exemplo, aos russos, considerando um possível ataque deles. Conforme declarou em uma entrevista para RIA Novosti, “Não existem … razões para que o THAAD seja dirigido contra um terceiro país, não teria nenhum benefício real, não temos intenção ou planos de agir dessa forma”.

A cada evento e em cada coletiva, um novo leque de dúvidas nasce de diversos lados, vindas dos campos políticos e sociais e dos setores públicos e privados, tanto de russos, como de estadunidenses, chineses, sul-coreanos, além de outros asiáticos, pois a região tem histórico complexo em suas relações diplomáticas e pode não está longe de acabar retrocedendo a um tempo quando o continente sofria com as constantes guerras movidas por interesses territoriais, geopolíticos e ideológicos.

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Imagemdiagrama do Míssil THAAD” (Fonte):

https://en.wikipedia.org/wiki/Terminal_High_Altitude_Area_Defense

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AMÉRICA DO NORTEÁSIADEFESAEURÁSIANOTAS ANALÍTICASPOLÍTICA INTERNACIONALPOLÍTICAS PÚBLICAS

[:pt]Grandes potências realizam manobras militares na Ásia[:]

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Terça-feira, 13 de setembro, pode se tornar uma data histórica no continente asiático, por ser o momento em que se iniciou a ação mais agressiva da tentativa de impedir os avanços militares da Coreia do Norte. Chineses e russos instauraram manobras conjuntas na região e bombardeiros dos Estados Unidos atuaram no espaço aéreo da Coreia do Sul.

A inédita manobra sino-russa visa aprofundar e ampliar as cooperações entre Moscou e Beijing, tal qual afirmou o Diretor-Geral chinês e Vice-Comandante da Marinha chinesa, Wang Hai. Os exercícios serão um completo simulado de guerra e patrulhamento para aumentar a segurança regional e, conforme o Vice-Comandante da Marinha russa, Alexander Fedotenkov, todas as manobras serão em estilo competitivo, para acelerar o desenvolvimento de cada unidade, seja russa, seja chinesa.

Conforme dito, simultaneamente, aviões supersônicos e bombardeiros norte-americanos sobrevoaram todo o espaço aéreo da Coreia do Sul. Cada um foi escoltado por caças estadunidenses que decolaram da Base Aérea Andersen, em Guam, no Pacífico, rumo à Península Coreana. Segundo informou o general Vicente Brooks, Comandante das Forças Americanas na Coreia do Sul, “A demonstração de hoje é apenas um exemplo de toda a série de capacidades militares desta sólida aliança, que busca proporcionar e reforçar a dissuasão”.

Exercícios militares conjuntos entre Washington e Seul não são novidades na região, assim como as declarações de reforço ao sistema de defesa do Japão. A cada movimento de Pyongyang essas três potências se mobilizam e permanecem em estado de alerta. Chineses e Russos, no entanto, fazem manobras inéditas e, embora elas tenham sido anunciadas faz algumas semanas, tem ocorrido muitos comentários sobre essa ação conjunta, tanto negativos como positivos.

Na data do anúncio das manobras militares pelo Governo chinês, a apreciação sobre o risco que as manobras causariam se baseava na avaliação do sistema de defesa antimísseis THAAD* usado na Coreia do Sul, uma vez que se considerava que esses exercícios eram uma afronta direta ao sistema, mas a situação foi amenizada após o encontro dos líderes chineses e sul-coreanos na Reunião de Cúpula do G20. O que torna interessante o dia 13 de setembro é que russos, chineses, sul-coreanos e norte-americanos escolheram a mesma data para sua agenda militar, logo após um teste nuclear da Coreia do Norte.

Muito será discutido entre os especialistas em segurança no continente asiático, pois, com o teste norte-coreano, fica patente que essas manobras são uma demonstração de força contra os líderes da Coréia do Norte. Entretanto, ainda ficam as interrogações sobre as reações de cada um dos grupos envolvidos acerca das mobilizações militares na região, bem como a que realmente poderá levar. Além disso, se será um passo para por fim na corrida nuclear norte-coreana. Fica ainda a dúvida se o caso coreano do norte foi apenas a justificativa para mais uma demonstração de força entre as principais potências do mundo naquela área da Ásia.

Tais dúvidas poderão ser esclarecidas brevemente, após as mobilizações de Pyongyang e dos aliados que são contra as atitudes confrontadoras da Coreia do Norte ao Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU), que, mesmo sofrendo sansões econômicas por mais de 10 anos, ainda se mantêm confiante no desenvolvimento do armamento nuclear.

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* O terminal THAAD é um sistema de defesa antimísseis transportável com facilidade. Ele tem a função de proteger contra ameaças de entrada hostis, atuando para combater mísseis balísticos táticos, em teatros com intervalos de 200 km e com altitudes de até 150 km. Conforme apontam especialistas, ele fornece um ‘escudo de defesa em camadas’ para proteger locais estratégicos ou táticos de alto valor, como aeroportos ou centros populacionais. Vide:

http://www.army-technology.com/projects/thaad/

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ImagemUm interceptor THAAD sendo disparado durante um exercício em 2013 tradução livre” (Fonte):

https://en.wikipedia.org/wiki/Terminal_High_Altitude_Area_Defense

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AMÉRICA LATINAÁSIAFÓRUNS INTERNACIONAISNOTAS ANALÍTICASPOLÍTICA INTERNACIONAL

[:pt]Michel Temer viaja para a China para fortalecer relações bilaterais[:]

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O presidente Michel Temer chega em Shanghai nesta semana para participar da cúpula do G20, um importante evento que reúne os vinte países mais ricos do mundo e os mais influentes Chefes de Estado. A viagem não será apenas para participar da cúpula do G20, mas também para fortalecer laços com os chineses.

No dia 2 de setembro, Temer irá se encontrar com o presidente chinês Xi Jinping e com outras autoridades do país. Nesses encontros, espera-se que mais 11 novos contratos comerciais sejam assinados, bem como fortalecidos os atuais Acordos de Cooperação. Ele levou em sua viagem importantes nomes da economia brasileira e ministros, a fim de voltar com notícias positivas para a economia do Brasil.

Os negócios da equipe de Temer serão bilionários, envolvendo produtos da Embraer e da Petrobrás e pode ser que uma participação da Camargo Correa na CPFL Energia também seja vendida. Além de uma série de Acordos, a ideia de responder às acusações de que houve um Golpe de Estado também foi pensada e a equipe está apta a apresentar detalhes aos chineses, deixando claro que a política brasileira está estabilizada.

A China é um dos mais importantes, senão o principal parceiro do Brasil. Desde 2010, os dois países aqueceram muito suas relações comerciais, diplomáticas, cooperação social, intercâmbio educacional, tecnologia e vários outros setores, mas o que causa dúvida em diversos estudiosos das relações Brasil-China é a manutenção desses laços com a troca de Governo que ocorreu.

As dúvidas não são por menos, pois, a partir do primeiro mandado do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Beijing se tornou muito importante para tornar o Brasil uma potência emergente naquela época. Com o crescimento da economia chinesa, o país também viveu frutos positivos em sua economia, da mesma forma que, com o esfriamento da economia do país asiático, os brasileiros viveram uma queda econômica. “O Brasil tornou-se a potência emergente na época do Governo Lula, parcialmente por causa da China e também por causa da desaceleração do país asiático é que o Brasil deixou de ser essa potência. Temer está certo ao levar as pessoas chaves e ministros a essa viagem”, afirmou o professor de Relações Internacionais da FGV, Oliver Stuenkel, para o jornal El País, em respeito a grande equipe preparada por Michel Temer e seus assessores.

A China está constantemente atualizando e pensando em melhorias em seu modelo de desenvolvimento econômico e isso pode se tornar em uma nova oportunidade para atualizar as relações entre Brasília e Beijing. Explorar mais os pontos fortes das indústrias de ambos é essencial para reverter o estado econômico em que brasileiros e chineses vivem. O que se espera de Temer é que abra novas portas e alcance novas oportunidades ainda não pensadas ou mal trabalhadas no que se diz respeito às relações Brasil-China.

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ImagemMichel Temer recebe cumprimentos durante a posse no Congresso Nacional” (Fonte):

https://pt.wikipedia.org/wiki/Governo_Michel_Temer

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ANÁLISE - Sociedade InternacionalANÁLISES DE CONJUNTURAÁSIA

[:pt]Rumo a Tokyo 2020: a Cultura Pop japonesa e os preparativos olímpicos[:]

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O Japão é um país que desperta mistérios, principalmente quando se pensa no seu povo, que tem um comportamento formal, mas uma cultura contemporânea que contraria toda a formalidade tradicional nipônica. Em meio a esses contrastes culturais, desafios econômicos e identificação japonesa com a tecnologia, Tokyo começa a se preparar para os Jogos Olímpicos em 2020. No Rio de Janeiro, o mundo já teve uma ideia do que irá ocorrer, após o primeiro-ministro Shinzo Abe se passar por uma das figuras pops mais famosas do país asiático, o Super Mário, personagem de vídeo game da empresa japonesa Nintendo.

Entrando no mundo da cultura pop nipônica, conhecida no mundo através de suas animações, as Olimpíadas de 2020 já haviam sido previstas pelo cartunista Katsuhiro Otomo, na década de 1980, em sua série de ficção, Akira, publicada entre 1982 até 1990, quando na sua série ele fez algumas referências às Olimpíadas de 2020 na capital japonesa e até ilustrou marcadores com a contagem para os jogos. Não existe apenas o caso do acerto sobre o Jogos Olímpicos, parece que esta e outras animações de ficção japonesa também já haviam previsto a atual situação política e econômica do país, não muito confortável e cheia de problemas para serem resolvidos.

Em diversas histórias japonesas, o Japão sempre aparece em um estado pós-apocalíptico, passando por reconstrução, luta contra corrupção e união do povo para salvar o futuro da nação, casos não tão distantes da realidade contemporânea do país. A atual governadora de Tokyo, Yuriko Koike, assumiu recentemente o cargo após o seu antecessor, Yoichi Masuzoe, renunciar ao cargo, depois de ser acusado de envolvimento em casos de corrupção.

A TV japonesa NHK, frequentemente passa notícias sobre as próximas Olimpíadas, comentando sobre o orçamento que será definido até o final deste ano (2016), e sobre a situação econômica do país, bem como sobre quais poderiam ser os impactos negativos e positivos dos jogos em Tokyo. Os custos com o Evento serão bem discutidos, pois o país não vive um bom momento econômico, devido a quedas nas exportações, a pior desde a crise de 2009, como uma queda anual de 14% em relação ao ano de 2015.

Com as fortes variações cambiais valorizando o iene japonês e a crescente desconfiança na indústria nacional, exige-se uma atenção especial dos governos regionais e central do Japão, para não haver gastos desnecessários em certos pontos de sua economia, tanto em nível nacional e como em suas províncias. Segundo o plano de políticas econômicas do Japão, Abenomics (アベノミクス), a confiança da indústria está em queda e está em seu pior patamar, desde 2013, tendo a indústria manufatureira como o principal elemento para a queda e incertezas.

O momento atual pode não ser o mais otimista no Japão, mas a história recente demonstra que o país é determinado em vencer grandes desafios. Desde 2010, os japoneses não passam por grandes períodos de prosperidade. O país teve vários momentos em que precisou se reerguer estruturalmente, após os prejuízos causados por tsunamis e pela crise do vazamento da Usina Nuclear de Fukushima, além de ter diversas trocas de figuras de seus cargos do Governo, graças a casos de corrupção e baixos níveis de aceitação da opinião pública.

A política japonesa, dentre várias ações, se baseará na criação de fundos e orçamentos suplementares para estimular a economia e garantir recursos para manutenção dos serviços básicos que atendem aos cidadãos. Um ponto animador é que a cidade já conta com estruturas prontas, usadas em sua primeira Olimpíada, em 1964, que passarão por modernizações e não haverá tantas preocupações com mobilidade e segurança durante os jogos, afinal, o país tem os mais baixos índices de violência no mundo, além de ser referência em transporte público.

O público jovem japonês será fundamental para o sucesso da recuperação econômica e para os Jogos Olímpicos, e é pensando neles que muitas políticas para Tokyo 2020 serão pensadas. Tokyo não é apenas a capital do Japão, é a capital da tecnologia e o principal retrato do moderno Japão: uma mistura de cultura tradicional, alta tecnologia e toda uma cultura e moda pop genuína japonesa. O Super Mário e outras celebridades nacionais serão eternizadas após os jogos.

Já está prevista a exploração da principal exportação cultural japonesa: seus personagens de games e animações. No Rio 2016, o público já teve uma pequena amostra do que está por vir. O Japão pós-apocalíptico, superado pela organização, união e objetivos bem traçados nas histórias japonesas, parece tão real que já deixa os jovens do país animados, afinal, elas sempre terminam com um Japão forte e vitorioso.

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ImagemJogos da XXXII Olimpíada Tóquio 2020” (Fonte):

https://pt.wikipedia.org/wiki/Jogos_Ol%C3%ADmpicos_de_Verão_de_2020

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Fontes Consultadas, para maiores esclarecimentos:

[1] VerTV NHK Stream” (23.08.2016):
http://www3.nhk.or.jp/nhkworld/pt/news/201608231815_pt_04/
[2] VerTV NHK Stream” (23.08.2016):

http://www3.nhk.or.jp/nhkworld/pt/news/201608231815_pt_03/

[3] Ver Minuto Produtivo.com”:
http://minutoprodutivo.com/economia/confianca-industria-japonesa-e-pior-em-tres-anos

[4] Ver G1”:
http://g1.globo.com/economia/noticia/2016/08/exportacoes-do-japao-tem-maior-queda-desde-crise-financeira.html
[5] Ver G1”:

http://g1.globo.com/hora1/noticia/2016/08/toquio-sedia-proxima-olimpiada-e-preparativos-estao-bem-adiantados.html

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