ÁSIANOTAS ANALÍTICASPOLÍTICA INTERNACIONAL

[:pt]Uma só China cada vez mais próxima[:]

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Taiwan se vê cada vez menos distante de Beijing e cada vez mais isolada no campo diplomático internacional. Recentemente, São Tomé e Príncipe rompeu suas relações diplomáticas com os taiwaneses e aderiu a política “Uma só China”, após uma rodada de negociações de cooperações comerciais entre as duas nações. Nos últimos anos, o poder econômico chinês vem atraindo cada vez mais nações para não reconhecerem a República da China (Taiwan/Formosa) como uma nação independente da República Popular da China.

O país lusófono, como muitos outros, aposta no fortalecimento de suas relações comerciais com os chineses continentais e, em grande parte dos negócios comerciais, Beijing põe como cláusula dos contratos comerciais e diplomáticos o reconhecimento apenas da China Continental, bem como a necessidade de se cortar laços comerciais com Taipei. A pequena ilha de Formosa é um importante polo da indústria tecnológica mundial e sua potencialidade econômica em certos setores é um dos fatores que não deixam os chineses aceitarem que a ilha se torne uma nação soberana.

O que pode preocupar bastante os líderes taiwaneses são as perdas no campo diplomático, já que, agora, menos de 20 países membros da Organização das Nações Unidas mantém relações diplomáticas oficiais com Taiwan. Não apenas isso, mas até seu relacionamento com antigos aliados vem esfriando, como é o caso dos Estados Unidos.

Após falar com a Presidente de Taiwan, Tsai Ing-wen, por telefone, o Presidente eleito dos EUA, Donald Trump foi criticado pelo Governo chinês.   “Transmitimos um protesto solene à parte americana correspondente. É preciso insistir no fato de que só existe uma China e que Taiwan é parte inalienável do território chinês”, conforme um comunicado o ministério chinês das Relações Exteriores.

Washington mantém bons laços comerciais com Taipei, comércio tecnológico e de equipamentos militares são a base do comércio, mesmo sem o reconhecimento formal dos estadunidenses da soberania taiwanesa perante à China. Reclamações de Beijing sempre foram e continuam constantes quando o assunto são as relações EUA-Taiwan, mas a maior potência do globo não depende da economia chinesa, dessa forma a influência do Governo comunista implica menos nas suas relações com a ilha.

Embora mantenha fortes relações comerciais com as principais potências mundiais, no campo diplomático a história é bem diferente e o grande receio taiwanês é se tornar como Hong Kong, Macau e o Tibet, ou seja, na sua perspectiva, ser anexado ao território da República Popular da China.

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ImagemLocalização da República da China Taiwan/Formosa”    (Fonte):

https://pt.wikipedia.org/wiki/Taiwan#/media/File:Locator_map_of_the_ROC_Taiwan.svg

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AMÉRICA DO NORTEÁSIANOTAS ANALÍTICASPOLÍTICA INTERNACIONALPOLÍTICAS PÚBLICAS

[:pt]2017 poderá ser o ano do reinício e reformulação das relações exteriores estadunidenses[:]

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Depois de uma campanha eleitoral marcada por polêmicas, o Presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, se tornou uma grande incógnita no futuro das relações internacionais. Temas polêmicos internos no seu país e assuntos internacionais envolvendo o grau de relacionamento de Washington com importantes autoridades e personalidades no cenário mundial foram grandes destaques para mostrar as incertezas no futuro das relações externas norte-americanas com o mundo. Todavia, isso parece estar mudando nas últimas semanas.

Desde que venceu as eleições, Trump adotou um tom mais amigável para manter as relações com aliados de seu país e, aparentemente, melhorar o relacionamento com outras nações com as quais possui contatos mais tensos e/ou instáveis. São os casos da China e da Rússia, onde as páginas dos noticiários locais aparentam estar mudando, saindo de assuntos envolvendo atritos para temas otimistas, e construindo a imagem de que haverá boas relações com a Casa Branca.

Na primeira quinzena deste mês de dezembro, o presidente Xi Jinping havia se encontrado com o ex-secretário de Estado norte-americano Henry Kissinger, e eles fizeram uma análise positiva no futuro de suas relações. “Aqui na China estamos observando a situação muito de perto e agora estamos em uma transição”, havia dito o Presidente chinês à Kissinger, durante seu encontro na cidade de Beijing.

O fato de a análise não ser negativa vai ao ponto onde a concorrente de Trump na corrida eleitoral era mais questionada: os assuntos de Segurança. Durante toda a campanha eleitoral do republicano, a China era um dos seus principais temas e alvo de ataques verbais, porém, na maioria de seus discursos, o tema envolvia a economia e não as questões de Segurança na Ásia.

Empresas asiáticas estão cada vez mais presentes no mercado dos Estados Unidos, mas não quer dizer que seus produtos sejam fabricados em solo americano, mas, sim, na China, indiferente da empresa ser ou não chinesa. Dessa forma, Trump sempre acusou os chineses por “retirarem” os postos de trabalho dos estadunidenses e por levarem as empresas americanas a migrarem suas unidades de produção para os países asiáticos.

Hillary Clinton sempre foi criticada pela imprensa chinesa e, durante a campanha eleitoral nos EUA, Trump chegou a ser esquecido em certos momentos, pois, para os locais, a candidata democrata ainda é vista como uma das responsáveis pelo aumento das tensões diplomáticas chinesas com seus vizinhos e também com Washington. Kissinger entende que a China deverá ser a prioridade da Casa Branca para promover a manutenção da paz na Ásia e resolver, por definitivo, temas comuns, como é o caso da Coreia do Norte.

Trump passou de uma grande incerteza para se configurar como um novo caminho na China, mas também é questionado em seu país por temas envolvendo a Rússia e o presidente Vladimir Putin.  Acusações de ataques cibernéticos russos, havendo acusações de ajuda direta russa para ele vencer as eleições, dentre outras que foram feitas, ganham as notícias pelo mundo, tanto quanto os problemas envolvendo a escolha da sua equipe, que tem recebido atenção pelos nomes informados, como é o caso de Rex W. Tillerson, escolhido como novo Secretário de Estado.

Tillerson é o diretor da Exxon Mobil, e foi ele quem liderou a entrada da gigante petrolífera na Rússia, deixando muitas pessoas inquietas, pois esse seria um sinal de que, a partir do próximo ano (2017), as relações Washington-Moscou terão um reinício, provavelmente com menos tensão. O raciocínio empresarial do futuro mandatário pode ser que resolva as questões dos problemas de desemprego no país e abra novos mercados em nações menos tradicionais da diplomacia estadunidense.

Trump já demonstra que seu objetivo será conquistar novos mercados para aquecer a dos EUA, usando uma visão de negócios e ofuscando discursos de segurança nacional e segurança global, algo que vem deixando alguns líderes mundiais preocupados, mas, no entanto, vem fazendo com que outros fiquem mais otimistas pela possibilidade de que Washington possa via a se envolver menos em assuntos regionais que não envolvam diretamente os EUA. Esse pode ser o passo de uma transição do planejamento que compreende poder militar e econômico para o que visa a recuperação e o desenvolvimento de novos mercados e de mais consumidores no mundo.

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ImagemDonald Trump” (Fonte):

https://pt.wikipedia.org/wiki/Donald_Trump#/media/File:Donald_Trump_at_Aston,_PA_September_14th_(Cropped)_2.jpg

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AMÉRICA LATINAÁSIAECONOMIA INTERNACIONALNOTAS ANALÍTICASPOLÍTICAS PÚBLICAS

[:pt]Tour de Xi Jinping pela América do Sul em reforço às relações entre a China e a América Latina[:]

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Entre os dias 17 e 23 de novembro, o presidente chinês Xi Jinping visitou países da América do Sul, iniciando pela Colômbia, passando pelo Chile e encerrando sua agenda no Peru. A relação entre chineses e países das Américas vem crescendo bastante desde o início dos anos 2000, como foi o caso do Brasil, em 2001, e, desde então tornou a região importante para a economia chinesa, bem como aumentou a importância da China para economia dos países latino-americanos, cujas relações têm potencial de crescimento em médio e longo prazos.

Não à toa que os Estados da região ganham importância para a economia chinesa, pois, desde 2014, o país se tornou o segundo maior parceiro comercial da America Latina, atrás apenas dos Estados Unidos e, por conta disso, a área recebeu notoriedade para os investimentos chineses. Atualmente, uma das ideias está no investimento em infraestrutura na região para aumentar as exportações latino-americanas para o mercado interno da China, o qual tem mais de 1 bilhão de consumidores, algo que pode atrair quaisquer investidores estrangeiros, de acordo com seus seguimentos de comércio.

No Peru, o Presidente chinês declarou: “A China e a América Latina já estão no novo ponto de partida da história. Vamos construir bem o grande navio de destino comum para orientar as relações amistosas bilaterais a um novo trajeto. Para isso, dou as seguintes sugestões: primeira, erguer em alta a bandeira de desenvolvimento pacífico, fazendo com que o navio viaje com estabilidade e à longa distância; segunda, impulsionar o acoplamento das estratégias de desenvolvimento, fazendo com que o navio navegue de vento em popa; terceira, acelerar as cooperações para que o navio carregue plenamente a prosperidade; quarta, compartilhar os frutos das cooperações, para que o navio beneficie os povos chinês e latino-americano”.

Confiante nos dados estatísticos e nas autoridades chinesas responsáveis pelo planejamento econômico do país, ele ainda afirmou: “Nos próximos cinco anos, o valor das importações da China atingirá os US$ oito trilhões, o país utilizará US$ 600 bilhões de capitais estrangeiros e investirá US$750 bilhões no exterior, e terá 700 milhões de turistas chineses ao estrangeiro. Tudo isso oferecerá mercados mais amplos, capitais mais suficientes, produtos mais ricos e oportunidades mais preciosas para os países latino-americanos e outros países em desenvolvimento do mundo. Sejam bem-vindos a pegar a carona do desenvolvimento da China e vamos realizar o desenvolvimento comum”.

O momento econômico de muitos países do continente americano é negativo e as incertezas no mercado global com a mudança de líderes de importantes nações podem favorecer o fortalecimento da presença chinesa na região. O Chile é um potencial porto de entrada de produtos chineses na região e, hoje, a relação China-Chile ultrapassa os 30 bilhões de dólares anuais, com grande potencial para aumentar estas cifras.

A visita do líder chinês aos países sul-americanos rendeu dezenas de acordos bilaterais, chegando alguns analistas a cogitar que o Brasil estaria deixando o posto de grande parceiro de Beijing, decorrente das incertezas geradas por problemas políticos e econômicos, bem como decorrentes das possíveis mudanças na linha de preferência dos atuais líderes em Brasília.

Conforme apontam especialistas, a China não pode ser ignorada no atual cenário econômico internacional. Seus pequenos resultados positivos resultam em confiança em investidores no mundo todo e cada passo dado pelas autoridades chinesas fora de seu país é muito bem planejada em médio prazo. No momento, apenas se pode esperar a virada de ano e os governos fecharem seus balanços, apresentando os resultados econômicos anuais que, geralmente, fecham no mês de março, assim será possível ter bases estatísticas para poder calcular, com maior grau de confiança, uma possível carona no desenvolvimento da China e poder abraçar as palavras do presidente Xi Jinping.

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ImagemChinese President Xi Jinping (C) attends the 24th APEC Economic Leaders Meeting in Lima, Peru, Nov. 20, 2016” (Fonte Reprodução Xinhua/Ju Peng):

http://news.xinhuanet.com/english/2016-11/24/c_135853704_2.htm

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AMÉRICA DO NORTEÁSIANOTAS ANALÍTICASPOLÍTICA INTERNACIONAL

[:pt]Primeiras impressões sobre a reação asiática à vitória de Donald Trump[:]

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A vitória de Donald Trump foi considerada uma surpresa nas eleições dos Estados Unidos. No Ocidente, houve muitas comemorações, mas também muito repúdio ao resultado e, não diferente dos ocidentais, os asiáticos também ficaram divididos sobre o líder republicano que assumiu o comando da maior potência do planeta.

No continente asiático, as relações com os Estados Unidos sempre foram repartidas entre bons negócios e desentendimentos diplomáticos. Enquanto muitos analistas questionavam o futuro das relações internacionais, o Presidente da China, Xi Jinping, conversava com astronautas chineses no espaço, mas o Premier japonês, Shinzo Abe, se prontificou em parabenizar o Presidente eleito dos EUA.

Muitos se perguntam se alguns pontos do discurso de campanha serão mantidos, principalmente no que se refere a imigração, algo que afetaria diretamente os asiáticos residentes no país. Ademais, Donald Trump sempre se apresentou contra empresas estadunidenses fechando as portas em seu país e indo para a Ásia, como foi o caso da IBM, indo para a Índia, bem como ao fato de empregos locais estarem sendo ocupados por estrangeiros. O fato é que os EUA são o destino de pessoas de todo o mundo, chineses, indianos e japoneses estão incluídos, sendo muito comum ver empresas, empresários, emigrantes e outros naturais desses países transitando pelas cidades americanas, trazendo a dúvida sobre se a eleição de Trump representará o fim do “sonho americano” para eles. No entanto, nem todos pensam assim.

Com o anúncio da vitória, grupos identificados pelos analistas como de extrema direita celebraram na Índia,  já que Trump foi visto como rei por alguns Hindus Sena, que o entendem como esperança para encerrar o terrorismo no mundo. No Japão, alguns empresários aparentam ser favoráveis à vitória do candidato republicano, pois, para eles, a visão empresarial do futuro Presidente estadunidense facilitará na criação de políticas mais realistas no campo econômico.

Na China, o noticiário seguiu o protocolo, parabenizando-o pela sua vitória, porém o foco foi dado mais na derrota de Hillary Clinton, como forma de adiar uma posição otimista ou pessimista acerca da conquista republicana. Analistas convergem para a posição de que é necessário aguardar, para entender os passos dos líderes chineses em relação ao resultado nos EUA e apenas em 2017 o povo asiático poderá se definir, favorável ou não, em relação ao Presidente que assumirá a Casa Branca.

O que se espera é prosperidade nas relações econômicas e, para os japoneses e sul-coreanos, uma postura forte frente às ameaças da Coreia do Norte, resultando em mais segurança regional para ambos. Na Coreia do Sul, as notícias estão quase sempre atreladas à construção de cenários sobre a posição do governante norte-americano acerca do atual líder norte-coreano, o qual afirmou que não mudará seu Programa Nuclear, independentemente do atual Presidente eleito.

O questionamento está posto no mundo acerca da política de Trump, mas só quando o mesmo mostrar como se relacionará com o Congresso e se seu discurso de campanha realmente será aplicado é que terão respostas as perguntas sobre o grau de estabilidade que o novo Estados Unidos trará nas relações internacionais.

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ImagemDonald Trump 45o Presidente dos Estados Unidos” (Fonte):

https://pt.wikipedia.org/wiki/Donald_Trump

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AMÉRICA LATINAÁSIANOTAS ANALÍTICASPOLÍTICA INTERNACIONAL

[:pt]Aomei Fine Arts no Rio de Janeiro[:]

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China, Japão e Coreia do Sul são temas de exposição de arte no Rio de Janeiro. Obras destes países asiáticos foram somadas a de artistas irlandeses e brasileiros no Museu Histórico Nacional na capital fluminense, agregando a amostra Aomei Fine Arts 2016.

O tema da exposição “A Arte Faz a Olimpíada Ainda Mais Bela”, traz obras que contam a história de esportes nos cinco países, além de outros retratos culturais e ficará aberta ao público até o dia 31 de outubro. Esta é mais uma atividade fruto da celebração do “Ano de Intercâmbio China-América Latina e Caribe”, existente desde julho de 2014, com o apoio do presidente chinês Xi Jinping.

Embora o evento conte com mais de 100 obras de artistas chineses, japoneses, brasileiros, sul-coreanos e irlandeses, a atenção ficou mais voltada para o lado chinês, contando com a presença do embaixador da China no Brasil, Shi Zequn, e do diretor do Centro de Pesquisa de Desenvolvimento do Conselho de Estado Chinês, Yu Bin, na abertura da exposição. Desde 1974, o Brasil assumiu relações diplomáticas com a República Popular da China e essa relação ganhou mais força nos anos 2000, com significativos avanços comerciais e de cooperação em múltiplas áreas de interesse comum.

Em grandes ou pequenos eventos que envolvem brasileiros e povos asiáticos, principalmente chineses, sempre há a representatividade de uma autoridade com um grau de importância governamental da China, demostrando a importância que o Brasil tem para a chancelaria do gigante asiático, bem como que o país está bem à frente em ações diplomáticas de outras potências asiáticas, como o Japão, que tem relações centenárias com o Brasil, o qual é o país com maior contingente de japoneses fora do Japão e da Coreia do Sul, mas cujas relações tem crescido lentamente.

A estratégia chinesa é bem clara: manter vivos e fortes quaisquer relacionamentos com nações, sem considerar sua importância estratégica para obter apoio em futuros e presentes temas globais, em que Beijing necessitará de aliados. Com isso, manterá vivo o que os chineses sempre objetivaram: uma forte influência na comunidade internacional.

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Imagem (Fonte Museus.gov.br):

http://boletim.museus.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/MHN_Aomei-Fine-Arts-2016.jpg

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ÁSIACOOPERAÇÃO INTERNACIONALNOTAS ANALÍTICASPOLÍTICA INTERNACIONAL

[:pt]China e Filipinas trilham melhores relações[:]

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Nesta semana, chineses e filipinos traçaram meios para melhorar as suas relações bilaterais, as quais estão abaladas principalmente devido às questões territoriais envolvendo regiões marítimas que banham as costas dos dois países. Isso ocorreu graças ao encontro do presidente chinês Xi Jinping com o presidente filipino Rodrigo Duerte, para discutirem novos caminhos para a cooperação bilateral e dar início ao Fórum de Cooperação Econômica China-Filipinas, realizado em solo chinês.

Chineses e filipinos pretendem dar mais ênfase ao comércio bilateral, usando-o como ponte para melhoria de suas relações diplomáticas, de forma a abafar os atritos decorrentes das citadas disputas territoriais. Atualmente, existe uma grande divergência entre os líderes dos dois Estados sobre questões marítimas e sobre resoluções de Fóruns de Arbitragem Internacional que são favoráveis aos filipinos.

Para as Filipinas, no entanto, amenizar os atritos é muito importante por conta da grande relevância da China em sua economia, uma vez que esta é sua principal parceira. Xi Jinping declarou que as disputas no Mar do Sul da China não afetarão em nada as relações comerciais e, com o tempo, o caso será resolvido bilateralmente, de forma amigável, esperando que o aprofundamento da cooperação econômica e comercial, além de outros projetos mútuos em diversos setores culturais e de economia, possam facilitar o entendimento e a resolução das disputas.

Duarte afirma que a China é um dos principais, senão o principal responsável pelo desenvolvimento de seu país e sabe que esse encontro histórico pode facilitar muito o desenvolvimento das relações entre ambos, uma vez que os dois líderes assinaram 13 documentos de cooperação bilateral, os quais poderão alavancar o desenvolvimento e atender aos interesses mútuos.

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Imagem (Fonte – Composição a partir da Wikipedia):

Bandeira China:

https://pt.wikipedia.org/wiki/China#/media/File:Flag_of_the_People%27s_Republic_of_China.svg

Bandeira Filipinas:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Filipinas

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