ANÁLISES DE CONJUNTURA

DEBATE COMERCIAL ENTRE BRASIL E CHINA: UMA DISCUSSÃO SEM COMPARAÇÕES (PARTE – 2)

No dia 19 de abril do ano passado (2010), foi publicada no “Site do CEIRI” uma “Análise de Conjuntura”, com o título “Burocracia é uma das principais barreiras para o investimento japonês no Brasil”, apresentando uma das reclamações dos investidores no Brasil. Além dos japoneses, investidores asiáticos de grande pólos tecnológicos, como a Coréia do Sul e Taiwan, também reclamam da falta de interesse dos brasileiros em investir nos seus países, no que resulta em relações comerciais baseadas em exportação brasileiras de commodities e alimentos, acompanhada da solicitação de que façam investimentos no Brasil, algo que tem ocorrido até certo ponto.

ANÁLISES DE CONJUNTURA

BRASIL E CHINA SÃO FOCOS DOS INVESTIDORES (PARTE 2): AS DIFERENÇAS ENTRE AMBOS - ASPECTOS QUE MOSTRAM A DESVANTAGEM BRASILEIRA*

Embora os dois “gigantes emergentes” estejam sob os olhos dos investidores, ainda existe grande diferença entre eles, claramente expressadas nas percepções destes profissionais, bem como de analistas econômicos e observadores internacionais.

Para Masataka Fujita, “Chefe de Análise de Tendências de Investimentos” da Unctad, “não é justo comparar nenhum país com a China, por sua economia e população gigantesca (…). Se olhamos os números per capita, vemos que os investimentos no Brasil são grandes e que o país ganha competitividade”.

ANÁLISES DE CONJUNTURA

BRASIL E CHINA SÃO FOCOS DOS INVESTIDORES (PARTE 1): DESTAQUES ECONÔMICOS DIANTE DA INCERTEZA COM RELAÇÃO ÀS ECONOMIAS DAS GRANDES POTÊNCIAS [Errata: acrescidas fontes de pesquisa (Rodapé) e dados sobre a economia japonesa (&10)]

Na economia internacional, quando se fala dos países emergentes e do futuro da economia global, Brasil e China estão dentro das especulações de investimentos e das projeções de recuperação mundial, em face à “crise econômica” que tem abalado o planeta ao longo dos últimos dois anos e meio.

ANÁLISES DE CONJUNTURA

“BRIC”: ÁFRICA DO SUL É CHAVE PARA O SUCESSO DO QUARTETO NO CONTINENTE AFRICANO

Desde que se iniciou a “Crise Econômica” que abalou as economias dos países de todo o mundo, o Brasil, a Rússia, a Índia e a China têm chamado a atenção dos especialistas econômicos.

Jim O`Neill, do “Goldman Sachs”, foi o responsável pelo batismo deste quarteto informal com o nome de “BRIC”, prevendo sua importância na economia, bem como no cenário internacional, e eles estão confirmando as expectativas dos observadores.