EURÁSIANOTAS ANALÍTICASPOLÍTICA INTERNACIONAL

[:pt]A Rússia Oriental e as tensões no continente asiático[:]

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A Rússia sempre foi o foco de importantes temas globais no decorrer da história, seja no campo econômico, no político e no militar. Indiferentes ao período histórico vivido, os russos mostram-se essenciais para a estabilidade socioeconômica no continente asiático, uma importância que é reforçada pelos recentes movimentos estratégicos com a China e pela preocupação de Seul em não perder o apoio de Moscou em significativos temas de interesse sul-coreano.

Recentemente, russos e chineses apresentaram seus planos para exercícios militares conjuntos na costa chinesa, com um comunicado que foi visto por muitos como uma resposta ao escudo antimíssil dos EUA em parceria com Seul, algo que gerou diversas opiniões positivas e negativas, por diversos especialistas em segurança na região.

Também recentemente, o Ministro da Defesa Nacional da China, Chang Wanquan, pediu para os moradores de regiões costeiras do país se prepararem para uma “Guerra no Mar” e o Ministério da Defesa da China repudiou o Livro Branco japonês, que, segundo ele, dedicou 30 páginas negativas sobre o Programa de Defesa Nacional chinês e os tornam uma ameaça para as demais nações asiáticas.

Chang não foi direto sobre quem seria o alvo da guerra na costa chinesa, mas mostrou que as disputas territoriais da China com países como Japão e Filipinas são constantes manchetes nos noticiários locais dos últimos anos e sua cooperação militar com a Rússia na costa chinesa pode ser vista como uma ameaça regional.

Além de ser tema em assuntos relacionados à China e à segurança regional, a Rússia ganhou total atenção da Presidente da Coreia do Sul, Park Geun-hye, após o anúncio da implantação do Terminal High Altitude Area Defense (THAAD), o escudo antimíssil instalado na península coreana, resultado da cooperação Seul-Washington.

Seul e Moscou sempre mantiveram relações bem pontuais. O tema de segurança entre eles é voltado para questões que se referem à Coreia do Norte e os últimos avanços foram no campo econômico, partindo do interesse russo em desenvolver a parte oriental de seu país, sendo esta uma grande oportunidade para o comércio bilateral entre os dois Estados. Park espera se encontrar com o presidente russo Vladimir Putin durante o Fórum Econômico Oriental (EEF – sigla em inglês), na cidade de Vladivosktok, para esfriar a tensão vivida pelo THAAD.

Russos e Chineses são contra o escudo antimíssil e sempre comentam sobre os exercícios militares entre coreanos e estadunidenses, duas nações que são aliadas neste lado sul da península coreana, mas vistas como peças importantes para frear o regime de Pyongyang. No entanto, uma recente entrevista da Agência de Notícias da China, Xinhua, com o ex-ministro da Unificação da Coreia do Sul, Jeong Se-hyun, põe mais elementos para dificultar as relações de Seul com as duas potências asiáticas.

Jeong apontou que o THAAD foi consolidado devido a forte pressão dos Estados Unidos aos aliados sul-coreanos e que pôs em cheque toda a política de reunificação das Coreias em que ele havia se dedicado ao longo dos anos. Com a China, Seul já tem boas relações, fortalecidas por temas comuns, como as disputas territoriais com o Japão, e Moscou se tornou prioridade sul-coreana para manter a estabilidade regional, bem como para não afetar os acordos econômicos em andamento.

Transcontinental como é o território russo, seu nome em múltiplos temas vem se espalhando na Ásia, Oriente Médio e no Ocidente. No continente asiático, a palavra Rússia é uma incógnita no que se refere a se manter ou não relações mais estreitas, mas é um país que abre novas portas para as gigantes empresas de países desenvolvidos da região. No entanto, para a Coreia do Sul, é necessário buscar um meio termo para a manutenção de suas relações com Washington e procurar espaços para se aproximar de Moscou sem gerar grandes atritos.

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Imagem (Fonte):

http://english.yonhapnews.co.kr/national/2016/08/03/4/0301000000AEN20160803010800315F.html

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Fontes Consultadas:

[1] VerYonhap”:

http://english.yonhapnews.co.kr/national/2016/08/03/4/0301000000AEN20160803010800315F.html

[2] VerXinhua”:

http://news.xinhuanet.com/english/2016-08/02/c_135558766.htm

[3] VerXinhua”:

http://news.xinhuanet.com/english/photo/2016-08/03/c_135561028_2.htm

[4] VerRadio China Internacional”:

http://portuguese.cri.cn/1721/2016/08/03/1s219530.htm

[5] VerRadio China Internacional”:

http://portuguese.cri.cn/1721/2016/08/03/1s219578.htm

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ENERGIAMEIO AMBIENTENOTAS ANALÍTICASPOLÍTICAS PÚBLICASSAÚDETecnologia

[:pt]Mobilidade e redução de poluentes é tema na China[:]

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A engenharia chinesa começa a realizar testes com o super ônibus que passará acima dos carros nas metrópoles do país, e aposta no aumento de veículos elétricos para reduzir a emissão de poluentes. Acreditam os governantes que estão no caminho certo para diminuir os altos índices de poluição na China.

Nesta semana, o Transit Elevated Bus (TEB) começou a ser testado na cidade de Qinhuangdao.  O veículo é elevado para poder transitar sobre automóveis, evitando congestionamentos e substituindo outros ônibus convencionais em operação. 

Podendo transportar até 300 pessoas, ele é movido por células de eletricidade e pode ocupar múltiplas faixas nas vias em que poderá trafegar quando for posto em pleno funcionamento. O seu tamanho e tipo de força motriz agrada aos dirigentes, que investem em energias renováveis para reduzir a poluição no país e melhorar as condições de saúde dos chineses, bem como dos turistas que visitam suas metrópoles.

O TEB apresentou sucesso em seus primeiros testes, agradando aos engenheiros e aos moradores da cidade de Qinhuangdao. A boa notícia do ônibus elevado chega junto ao anúncio do livro azul sobre veículos movidos a novas energias, segundo o qual a China poderá obter mais de 1 milhão de carros elétricos e movidos a biocombustíveis, até o ano de 2020.

A poluição é um grande problema vivido pelos chineses e turistas nas grandes cidades do país. Ao longo dos anos, o Governo não economizou seus recursos para criar novos pontos de geração de energias renováveis e incentivar a população a utilizar meios de transporte menos poluentes. O sucesso nos testes do ônibus e na redução de poluentes poderá abrir um novo mercado em solução de transportes de massas, outro objeto que poderá ser exportado para grandes metrópoles no mundo, como Nova York e a cidade de São Paulo, duas cidades que sofrem com grandes congestionamentos.

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Imagem (Fonte):

Reprodução engenhariae.com.br

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Fontes Consultadas:

[1] Ver:

http://engenhariae.com.br/tecnologia/china-comeca-testar-onibus-que-transita-por-cima-de-carros/

[2] Ver:

http://portuguese.cri.cn/1721/2016/08/02/1s219465.htm

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ÁSIANOTAS ANALÍTICASPOLÍTICA INTERNACIONAL

[:pt]China recusa aceitar reinvindicações das Filipinas no Mar do Sul da China[:]

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O Governo chinês continua numa constante batalha em dois flancos no continente asiático. Disputas territoriais no leste e no sul do país prevalecem e sem uma possível resolução a médio prazo: enquanto na região do Pacífico o país mantém disputas com Japão, Taiwan pela soberania em pequenos arquipélagos na região, ao sul, no Mar do Sul da China, a disputa é com países como a Filipinas.

Nesta semana, o Tribunal de Arbitragem de Haia concluiu que Beijing não tem direitos para reivindicar a soberania em pequenas ilhas e pontos econômicos no oceano, como é o caso das ilhas de Nansha (também conhecido como Spratly), alegando que o país está contradizendo a Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar, em 1982. Além da decisão, ficou entendido que os chineses violaram a soberania filipina na região, causando danos aos recifes de corais e afetando na economia pesqueira desse país.

A China não aceitou a decisão de Haia e publicou o Livro Branco sobre o assunto. Conforme consta no Documento: “As reivindicações das Filipinas são infundadas tanto em termos da história, como de acordo com o direito internacional (…). A China tem a intenção de resolver as disputas com as Filipinas no mar do Sul da China por meio de negociações (…). …se opõe e nunca reconhecerá quaisquer reivindicações ou ações na base desta decisão da arbitragem”.

A região sempre foi palco de disputa entre chineses, japoneses, vietnamitas, filipinos e outros povos da região, que, antes do período do Império do Japão e da Segunda Guerra Mundial (1939-45), possuíam outras demarcações, as quais foram alteradas ao passar dos anos, e com poucos documentos ainda existentes que poderiam comprovar quem realmente possui a soberania sobre cada região e arquipélagos. 

Para Beijing, muito do que hoje é disputado ocorre por influência estrangeira, estadunidense e europeia, um argumento que lhe serve como base para ignorar decisões de Tribunais Internacionais sobre esta e outras disputas no continente.

Especialistas acreditam que as negociações seriam facilitadas se não houvesse a presença de militares dos Estados Unidos na região, o qual faz frequentemente exercícios militares na área, e, por isso, a presença chinesa seria uma resposta a tais movimentos norte-americanos. Outros acreditam que as disputas políticas e de influência que ocorrem na região afetam no relacionamento das nações vizinhas, pois, em alguns casos, a disputa chinesa com pequenas nações asiáticas aparentam ser desnecessárias do ponto de vista econômico, são disputas que não afetariam a economia do país no atual momento. 

Ao mesmo tempo em que os chineses não aceitam a decisão de Haia, Beijing negocia diretamente com as Filipinas para definirem uma conduta pacífica e a divisão de recursos naturais em disputa. Para o Governo chinês o futuro da região deve ser definido apenas pelas partes envolvidas e sem a interferência estrangeira ou de Tribunais Internacionais, pois são territórios históricos que já fizeram parte do país.

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ImagemO mapa dos territórios em disputa no mar do Sul da China” (Fonte):

© Foto: Wikipedia/Voice of America

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Fontes Consultadas, para maiores esclarecimentos:

[1] “Livro Branco” (Versão em Portuguêsbr):

http://portuguese.cri.cn/1721/2016/07/13/1s218533.htm

[2] Xinhua TV”:

http://news.xinhuanet.com/english/video/2016-07/13/c_135509275.htm

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ÁSIANOTAS ANALÍTICASPOLÍTICA INTERNACIONAL

[:pt]Chineses discutem possível reforma no atual sistema de estatais[:]

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Nesta semana, foi realizado o Simpósio sobre Reformas Estatais da China, um evento criado para discutir sobre o atual sistema e possíveis mudanças na condução das empresas estatais do país. As reformas visam atualizar seus mecanismos e buscam aumentar suas influências, tanto dentro quanto fora do território chinês.

A reforma das empresas estatais, bem como em estruturas políticas e econômicas na China, vem sendo discutida a algum tempo, assim como as reformas no próprio Partido Comunista da China (PCCh), que completa 95 anos. O presidente Xi Jinping pede para que as possíveis mudanças sejam feitas na direção do aumento da solidez, do vigor e da capacidade competitiva de suas estatais, para garantir os interesses do povo chinês.

O primeiro-ministro Li Keqiang também deu instruções aos políticos do país para tomarem decisões no caminho indicado por Jinping, agregando também novos conceitos de desenvolvimento, que estruturarão a forma como as decisões devem ser tomadas, tanto em nível interno como externo.

A modernização dos atuais mecanismos de decisão é entendida a partir do princípio de que se deve desburocratizar abertura de novas empresas, bem como a forma de dar autonomia as atuais que atuam intensamente em alguns setores estratégicos da economia.

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ImagemThe Great Hall of the People, where the NPC convenes”   (Fonte):

https://en.wikipedia.org/wiki/National_People%27s_Congress#/media/File:Great_Hall_Of_The_People_At_Night.JPG

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Fontes Consultadas, para maiores esclarecimentos:

[1] Rádio China”:

http://portuguese.cri.cn/1721/2016/07/04/1s218141.htm

[2]Stream Radio China”:

http://portuguese.cri.cn/1721/2016/07/01/1s218051.htm

[3]Xinhua”:

http://spanish.xinhuanet.com/2016-07/04/c_135485918.htm

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ÁSIANOTAS ANALÍTICASPOLÍTICA INTERNACIONAL

O continente das disputas verbais

Os países sudeste asiático, em especial a China, o Japão e a Coreia do Sul, sempre estão na mídia com um ponto em comum: a disputa verbal por territórios no continente, fixados antes e após a II Guerra Mundial. Pequenas ilhas constituem-se de objeto de disputa entre os países ao longo dos últimos 60 anos e, embora não haja conflitos armados, mas sim verbais, estes resultam em desconfiança política e atrapalham a economia regional.

Recentemente, militares sul-coreanos realizaram exercícios na área das ilhas Takeshima, que se localizam no Mar do Japão, as quais são reivindicadas por Tóquio. Devido a essas manobras militares, uma série de protestos foram realizados pelos nipônicos em seus canais de comunicação e em fóruns regionais, mesmo sabendo que o controle das ilhas está sob controle de Seul.

Logo mais ao sul do continente, as Filipinas estão levando para a Corte de Haia uma disputa territorial que possui com a China. Refere-se a parte do Mar da China Meridional que está sob embate entre os dois Estados, pois o Governo filipino afirma que o seu direito de exploração marítima na região é muito superior ao que considera o Governo chinês, o qual não aceita a presença de embarcações militares filipinas dentro de suas demarcações.

Ignorando as tentativas bilaterais de resolver a questão, os filipinos abriram uma ação na Corte Internacional, pela qual discutem os direitos territoriais no Mar da China Meridional. Pequim declara que não acolherá decisão tomada por terceiros, referindo-se a Corte, e não irá alterar suas demarcações territoriais na área.

Com a expansão do antigo Império do Japão, até o final da Segunda Grande Guerra, em 1945, muitos territórios ocupados por japoneses foram retomados por nações asiáticas e a saída dos nipônicos levou a uma disputa por estes lugares, já que os mapas antigos e outros documentos que comprovariam o controle de tais extensões por algum país foram perdidos durante a guerra, ou destruídos por militares japoneses.

Este cenário faz com que, atualmente, a disputa territorial na Ásia compreenda várias nações no sudeste do continente, com destaque especial paras as envolvem o Japão, a China, Taiwan, Coreia do Sul, Rússia e Filipinas, e tais disputas são motivos constantes para atritos diplomáticos e desentendimentos que refletem nos acordos econômicos bilaterais e em bloco, contribuindo para a desestabilização socioeconômica em toda região.

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Imagem (FonteTV NHK):

http://www3.nhk.or.jp/nhkworld/pt/news/201606090545_pt_01/

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Fontes consultadas, para maiores informações:

[1] Ver:

http://www3.nhk.or.jp/nhkworld/pt/news/201606090545_pt_01/

[2] Ver:

http://www3.nhk.or.jp/nhkworld/pt/news/201606090545_pt_02/

[3] Ver:

http://www3.nhk.or.jp/nhkworld/pt/news/201606090545_pt_03/

AMÉRICA DO NORTEÁSIANOTAS ANALÍTICASPOLÍTICA INTERNACIONAL

Trump e a opinião pública japonesa

O pré-candidato republicano à Presidência dos Estados Unidos, Donald Trump, a cada dia que passa torna-se um ponto negativo nas relações nipo-americanas. Conforme vem sendo divulgado, nos últimos 90 dias, as suas declarações deixaram alguns japoneses até envergonhados com as sugestões que ele apresentou. 

Especialistas do Japão de diferentes setores econômicos e políticos se dizem constrangidos com as suas declarações, acrescentando que, também, com as de outros estadunidenses, mas destacam Donald Trump, por ser ele um pré-candidato à Presidência norte-americana com chances de vitória no pleito final. Como manifestou Nobumasa Akiyama, membro da Agência de Energia Atômica japonesa, em um encontro do setor em Washington: “É claro, nós estamos muito constrangidos por ouvir que o potencial presidente dos Estados Unidos sutilmente nos encorajou a pensar sobre a opção nuclear”.

O pré-candidato vem se queixando dos altos gastos de Washington para manter as bases norte-americanas fora do país, principalmente na Ásia, destacando-se, em especial, as bases localizadas no Japão e na Coreia do Sul, tendo a Coreia do Norte como principal objeto justificativo para mantê-las em atividade. Suas recentes declarações podem até afetar na condução das reformas previstas nas instalações militares em Okinawa, ao sul do território nipônico. Ressalte-se que, no início do mês de março, o Governo japonês ordenou a suspensão das obras da nova base dos EUA nessa região.

As relações nipo-americanas em torno de assuntos ligados às instalações militares ao sul do país tornaram-se caso judicial há algum tempo, tendo a briga girado em torno da mudança da atual instalação de Futenma, sem a necessidade de construir uma nova base, logo, retirando duas bases da região. 

Diante do quadro, dos problemas e das declarações dos estadunidenses, os constantes boletins no noticiário local japonês, veiculados pela TV NHK, mostram a preocupação dos cidadãos do país com o cenário de vitória de Donald Trump, refletindo sobre o futuro Governo dos EUA e sobre os pensamentos contra a presença dos imigrantes em seu território, algo que pode afetar as relações de Washington com o mundo, e também com o Japão, que tem a presença de emigrantes no território norte-americano e exibe uma forte relação com os Estados Unidos ao longo das últimas décadas.

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Imagem (Fonte):

https://pt.wikipedia.org/wiki/Donald_Trump#/media/File:Donald_Trump_by_Gage_Skidmore_3.jpg

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Fontes consultadas, para maiores esclarecimentos:

[1] VerSputnik”:

http://br.sputniknews.com/mundo/20160328/3946437/Japoneses-envergonhados-sugestao-Trump-construir-armas-nucleares.html

[2] VerJornal O Dia”:

http://odia.ig.com.br/noticia/mundoeciencia/2016-03-04/japao-ordena-suspensao-de-obras-de-nova-base-dos-eua-em-okinawa.html

[3] Ver El País”:

http://brasil.elpais.com/brasil/2016/04/06/internacional/1459964826_693130.html