AMÉRICA DO NORTEÁSIAEUROPANOTAS ANALÍTICASPOLÍTICA INTERNACIONAL

EUA e Turquia delineando uma nova Síria no “Oriente Médio”

O presidente dos “Estados Unidos da América” (EUA), Barack Obama, e o primeiro-ministro da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, reunidos no dia 16 de maio passado, em Washington, estabeleceram uma estratégia conjunta para delinear o futuro da Síria, que inclui a saída do ditador Bashar al-Assad do poder. Ambos anunciaram que estão trocando dados sobre o uso de armas químicas na guerra civil[1].

O presidente Obama defendeu, perante a imprensa, que a prioridade é trabalhar com a Turquia e outros aliados com o objetivo de “preparar uma transição para um governo representativo” e lembrou que outras  alternativas diplomáticas e militares ainda estão sendo analisadas, embora descarte qualquer ação externa. Ele não deu sinais de que vá  fornecer armas aos rebeldes que lutam contra o regime de Assad[1].

NOTAS ANALÍTICASORIENTE MÉDIOPOLÍTICA INTERNACIONALTecnologia

O “Programa Nuclear” Iraniano e o “Poder Cibernético” do país

Em 12 de março passado, o “Diretor de Inteligência Nacional” dos “Estados Unidos da América” (EUA), James Clapper, apresentou para a “Comissão do Senado” estadunidense um informe sobre a avaliação das principais ameaças mundiais. Tal documento ressalta o Programa Nuclear Iraniano e a Segurança Cibernética. Para exemplificar, citou a ação de negação de serviço (colocação de sites fora do ar) que sofreram alguns sítios da internet, como alguns Bancos e, em 2012, a maior empresa saudita, a Aramco[1].

AMÉRICA DO NORTENOTAS ANALÍTICASORIENTE MÉDIOPOLÍTICA INTERNACIONAL

EUA venderá sofisticadas armas para aliados dissuadirem o Irã

O secretário de defesa norte-americano, Chuck Hagel, iniciou na semana passada uma visita ao “Oriente Médio” onde selará  acordos  com seus principais aliados, Israel, “Arábia Saudita” e “Emirados Árabes Unidos” (EAU) para a compra de 10 bilhões de dólares em armamentos, como medida dissuasória, como proteção contra um possível ataque do Irã e também para acentuar ainda mais a preponderância militar desses países na região[1].

NOTAS ANALÍTICASORIENTE MÉDIOPOLÍTICA INTERNACIONAL

Renúncia do primeiro-ministro palestino possibilita reconciliação entre o Hamas e o “Al Fatah” com vistas a uma Palestina unida

Rechaçado pelo grupo Hamas (“Movimento Islâmico de Resistência”), que governa a “Faixa de Gaza”, e cada vez mais distante do “Al Fatah” (“Movimento de Libertação Nacional da Palestina”), grupo que governa a Cisjordânia, Salam Fayyad renunciou ao posto de primeiro-ministro da Autoridade Palestina (AP), na semana passada, abrindo uma via para a reconciliação entre essas duas principais formações palestinas[1].

Um dos principais obstáculos a reconciliação entre o Hamas e o Al Fatah era o não reconhecimento pelo Hamas do governo liderado por Fayyad, a quem o grupo islâmico considerava muito próximo do ocidente e  sobretudo a Israel[1].

ÁSIANOTAS ANALÍTICASPOLÍTICA INTERNACIONAL

Manutenção do conflito prenuncia uma incontrolável tragédia humanitária na Síria

O conflito sírio arrasta-se por cerca de dois anos e permanece sem solução diante do impasse político-militar entre os rebeldes e o governo do presidente Bashar Al Assad. O mandatário e suas forças mantêm um firme controle sobre a capital Damasco, mas os rebeldes já dominam várias regiões do interior do país gerando um empate técnico entre as forças em combate, ainda que o Exército sírio esteja  melhor equipado e coordenado. Como resultado mais imediato do confronto, grupos de direitos humanos calculam que o conflito já resultou em mais de 70.000 mortes[1].