NOTAS ANALÍTICAS

Eleições no Irã agora dividem opiniões

Após o anúncio a confirmação de Mahmud Armadinejad no pleito eleitoral de 12 de junho, as opiniões sobre a situação no Irã tem sido divergentes. A maioria líderes da sociedade internacional continua afirmando que crê na fraude eleitoral que reelegeu o atual presidente. Outros, como o presidente brasileiro Luís Inácio Lula da Silva, preferem afirmar que não houve provas, por isso deve-se esperar antes de serem tomadas quaisquer medidas restritivas contra os iranianos.

NOTAS ANALÍTICAS

Evo Morales fará encontro com Tabaré Vasquez para tratar de gasoduto

O presidente da Bolívia, Evo Morales, fará visita ao Uruguai no próximo dia 13 de julho com o objetivo de consolidar o acordo para a construção do gasoduto que ligará a Bolívia ao Uruguai, em parceria também com os paraguaios. Na viajem serão feitas visitas às Instituições políticas uruguaias, contatos com representantes da ALADI (Associação Latino-Americana de Integração) e visitas às instituições do MERCOSUL (Mercado Comum do Sul). Os representantes uruguaios têm anunciado que o encontro visa reforçar os laços históricos entre os países, além de integrar a Bolívia de forma mais efetiva ao MERCOSUL.

ANÁLISES DE CONJUNTURA

O POSICIONAMENTO DO PRESIDENTE LULA COM RELAÇÃO AO IRÃ

Apesar das manifestações de apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao presidente iraniano Ahmadinejad, o assessor internacional da Presidência, Marco Aurélio Garcia, diz que o governo brasileiro assiste sem tomar partido os acontecimentos políticos no Irã.

As declarações do Presidente, comparando os protestos a insatisfação de torcidas de futebol foram “comentários genéricos, laterais” e não uma posição de governo, com juízo de valor, argumentou Garcia. “Dizer que estamos apoiando Ahmadinejad é bobagem. Não apoiamos nem deixamos de apoiar”, afirmou o assessor.

ANÁLISES DE CONJUNTURA

Eleições no Irã: Significado (Entendendo o Sistema Político)

O resultado das eleições iranianas não trouxe surpresas imediatas. Esperava-se, que Mahmoud Ahmadinejad fosse reeleito presidente; que ocorressem várias manifestações da oposição e surgisse certa tensão interna com indícios de repressão difícil de ser medida, uma vez que as informações estão sobre controle governamental.

Trouxe um dado inesperado: o nível de resistência da população com ações concretas em suas manifestações, mostrando para o mundo o desejo de mudança que percorre o país. Por isso, deve-se observar uma série de questões para entender o que está ocorrendo e os primeiros pontos que precisam ser entendidos dizem respeito aos traços definidores desse sistema político.

ANÁLISES DE CONJUNTURA

A QUESTÃO CHINESA

Os analistas e teóricos de relações internacionais tem apontado que a China será o grande ator do século XXI. Essa percepção decorre de vários fatores. Dentre eles podemos destacar como os mais citados pelos analistas: a grandeza do território, o gigantismo da população, o controle político que barrou a fragmentação do país (ela poderia gerar uma crise no sistema internacional), a abertura do país para o capitalismo, a forma como tem sido conduzida a recepção de capital externo, a coerência do planejamento econômico e os investimentos na infra-estrutura, além dos investimentos na qualificação da mão de obra.