ANÁLISES DE CONJUNTURAEsporte

Migração Esportiva: um estudo de caso sobre Wilson L. Erupe

São diversos os motivos que justificam o movimento migratório transnacional, como guerras, pobreza extrema, divergências políticas, entre outros. Existe, ainda que em menor representatividade para o fluxo total*, um fenômeno que vem ganhando bastante evidência neste século: a migração esportiva e, posteriormente, a cidadanização de imigrantes.

O esporte, entendido como instrumento de união e um dos elementos formadores de identidade nacional, enfrenta um duplo desafio ao acolher e oferecer as melhores condições para os esportistas imigrantes, que almejam representar sua nova bandeira, à medida que é necessário estabelecer um vínculo destes com a população nacional, a fim de criar uma situação de empatia.

Logo oficial da ASPIRE Sports Trust

Muitos são os esforços para desenvolver e aplicar estratégias de inclusão social para os imigrantes envolvendo o esporte. Figurando entre os principais destinos migratórios, a Europa, por meio do Comitê Olímpico Europeu, comemorou o último Dia Internacional do Migrante (18 de dezembro de 2018) com eventos esportivos e reiterou a importância do programa ASPIRE, um projeto colaborativo desportivo internacional de longo prazo, que foca sua atuação no poder inclusivo dos esportes e da atividade física.

As críticas em torno deste assunto, no entanto, concentram-se no princípio denominado “comercialização da cidadania”, onde se defende que os reais interesses para a imigração de atletas seriam meramente econômicos – visando apenas vantagens lucrativas do ponto de vista esportivo –, assim como o nacionalismo correria o risco de perder seu prestígio com a banalização da condição de cidadão.

Recentemente, um caso de dupla cidadania tomou a mídia e foi tema polêmico para os especialistas. Wilson Loyanae Erupe, nascido em 1988 na cidade de Lodwar, Quênia, finalmente obteve passaporte sul-coreano após três anos competindo pelo país e duas tentativas formais (sendo a primeira em abril de 2016). 

O maratonista também mudou seu nome, e passará a se chamar Oh JooHan, que em tradução livre para o português significa “Eu corro pela Coreia”. Os sobrenomes sul coreanos estão associados aos clãs de seus familiares ancestrais, com mais de centenas de anos, bem como às regiões de origem. Como não possui este tipo de vínculo, Oh elegeu Cheongyang para representar, já que o atleta treina desde 2015 neste condado, ao sul de Chungcheong.

Wilson Loyanae Erupe cruzando a linha de chegada em maratona na cidade de Seul (2012)

Dotado de um “talento excepcional”, Joo-Han possui marcas impressionantes, apesar de ter sido suspenso por dois anos em 2013 por testar positivo para doping. Ele ganhou a Maratona Internacional de Gyeongju em 2011, 2012 e 2015 e a Maratona Internacional de Seul em 2012, 2015, 2016 e 2018. Seu melhor tempo é de 2:05:13, em Seul, no dia 20 de março de 2016.

Repleto de controvérsias, o título de cidadão sul-coreano para Oh Joo-Han divide a comunidade de atletismo local e internacional. Por um lado, há os que defendem o fortalecimento da equipe nacional com a “importação de estrangeiros destacados em competições oficiais – considerando que a modalidade masculina nacional encontrava-se estagnada desde 2011, com marcas acima de 2:10:00 –, uma vez que suas experiências poderiam ajudar a desenvolver a técnica dos demais membros do time. Por outro lado, este fluxo migratório especializado é acusado de desestimular os atletas aspirantes nascidos na Coreia do Sul, uma vez que a concorrência para chegar à elite teria seu nível elevado.

Diante deste cenário, a Associação Internacional das Federações de Atletismo (IAAF) publicou uma regulamentação no dia 27 de julho de 2018 que, dentre outras matérias, restringe a atividade do atleta que protocolar o pedido de transferência de representatividade para outro membro (país), devendo o mesmo aguardar um período de três anos para competir oficialmente. Esta medida torna Oh Joo-Han automaticamente inelegível para os Jogos Olímpicos de 2020, frustrando a expectativa do Comitê Olímpico da Coreia do Sul de reforçar sua equipe de atletismo.

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Nota:

* Em um recorte histórico após a Segunda Guerra Mundial, estima-se que os atletas olímpicos que trocaram a nacionalidade passaram de 5% para 9%.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1 O estádio público é o local de chegada da Maratona Internacional de Gyeongju” (Fonte): https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/8/86/Korea-2008_Gyeongju_Citizens%27_Athletics_Festival-Track_and_field-02.jpg/1024px-Korea-2008_Gyeongju_Citizens%27_Athletics_Festival-Track_and_field-02.jpg

Imagem 2 “Logo oficial da ASPIRE Sports Trust” (Fonte): https://aspiresportstrust.org/wp-content/uploads/2015/06/aspiresportstrust.png

Imagem 3 “Wilson Loyanae Erupe cruzando a linha de chegada em maratona na cidade de Seul (2012)” (Fonte): http://livedoor.blogimg.jp/dope_impact/imgs/4/5/45af518d.jpg

ESPORTENOTAS ANALÍTICAS

Senegal será o primeiro anfitrião africano de Jogos Olímpicos, em 2022

Os Jogos Olímpicos da Juventude (JOJ) 2018, realizados na cidade de Buenos Aires, Argentina, ainda não haviam sido encerrados quando o Comitê Olímpico Internacional (COI) anunciou onde será sediada a quarta edição desta competição, em 2022: Senegal. Esta nomeação, ocorrida em 8 de outubro, consolidou o país africano como primeiro representante do continente a receber um evento olímpico na História.

A candidatura senegalesa foi formalmente postulada em fevereiro deste ano (2018), quando o presidente do Comitê Olímpico e Esportivo do Senegal, Mamadou Ndiaye, manifestou o interesse e acrescentou que “recentemente renovamos ou construímos muitas instalações esportivas e infraestrutura”. Thomas Bach, presidente do COI, endossou a importância de levar um evento esportivo desta magnitude para a África, pois considera o continente “o lar de tantos atletas olímpicos de muito sucesso”.

Amadou Ndiaye, nadador senegalês que atuou nas provas de 400 e 800m em Buenos Aires

Alguns atletas, que ainda competiam sob a bandeira de Senegal nos JOJ de Buenos Aires, demonstraram bastante ansiedade e empolgação, diante da expectativa para 2022. O nadador Amadou Ndiaye (foto), que entrou com a bandeira de seu país na cerimônia de abertura, disse que “vai ser muito motivador para os jovens atletas e estou muito orgulhoso do Senegal ser anfitrião dos Jogos”. Em seguida, destacou a generosidade e acolhimento dos senegaleses, colaborando ainda mais para o sucesso da competição.

O Presidente de Senegal, MackySall, enfatizou a união do povo africano e o ganho que a parceria com o COI traz para o continente. Segundo suas palavras, “nós estamos muito honrados como africanos. Esta nomeação, para mim, é uma nomeação da África”.

Jovens senegaleses ansiosos para representar sua bandeira em casa

O número de atletas habilitados a competir em 2022 – devido a sua faixa etária – e o esporte como fator educacional para os jovens serão o grande legado dos Jogos. Sall destaca que “em Senegal, e em todo continente africano, a juventude representa mais de 65% da população”.

Os investimentos já começaram a ser alocados com o objetivo de cumprir os prazos sem nenhum tipo de atraso,visando garantir imagem positiva para consolidar uma possível candidatura para os Jogos Olímpicos de Verão a longo prazo, a partir de 2035. As competições e atividades serão realizadas em três cidades: a capital histórica de Dakar; a nova cidade de Diamniadio; e a beleza natural de Saly, na costa.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1 “Senegal será o paíssede dos JOJ 2022” (Fonte): https://stillmed.olympic.org/media/Images/OlympicOrg/News/2018/10/18/2018-10-18-Senegal-thumbnail.jpg?interpolation=lanczos-none&resize=:

Imagem 2 “Amadou Ndiaye, nadador senegalês que atuou nas provas de 400 e 800m em Buenos Aires (2018)” (Fonte): https://stillmed.olympic.org/media/Images/OlympicOrg/News/2018/10/18/2018-10-18-Senegal-inside-02.jpg?interpolation=lanczos-none&resize=1060:*

Imagem 3 “Jovens senegaleses ansiosos para representar sua bandeira em casa” (Fonte): https://stillmed.olympic.org/media/Images/OlympicOrg/News/2018/10/18/2018-10-18-Senegal-inside-03.jpg?interpolation=lanczos-none&resize=1060:*

ESPORTENOTAS ANALÍTICAS

Turistas estrangeiros gastam US$ 6.8 bilhões no Canadá, atraídos pelo esporte

O turismo esportivo é responsável por fatia relevante da economia canadense. Analisando dados do ano passado (2017), a Canadian Sport Tourism Alliance chegou à conclusão de que os turistas de diversos países atraídos pelos esportes somaram US$ 6.8 bilhões (aproximadamente 25,23 bilhões de reais, de acordo com a cotação do dia 19 de outubro de 2018) em despesas, valor US$ 33 milhões acima do apurado em 2016.

Canadá vs China em jogo de basquete realizado na Rogers Arena em Vancouver

Principal origem, os Estados Unidos da América ficam no topo da lista de nacionalidade dos turistas estrangeiros, devido à sua proximidade geográfica e a grande afinidade de seus fãs para com determinadas modalidades esportivas, como são os casos do hockey, do basquete e do baseball.

Outro fator determinante para receber times estrangeiros – e consequentemente seus torcedores – é a alta qualidade de infraestrutura dos ginásios e arenas canadenses. CEO da Canadian Sport Tourism Alliance, Rick Traer avalia que “[o Canadá tem]  uma reputação estelar de nossa especialização em sediar esportes de verão e de inverno, com excelentes instalações, habilidades organizacionais, voluntários acolhedores e forte apoio financeiro ao programa de hospedagem nos níveis federal e provincial”.

American League of Baseball (2016) no estádio Rogers Centre, em Toronto

Diante desta importância econômica, o governo federal apoia as estratégias de desenvolvimento de eventos esportivos em seu país. As ações de marketing aplicadas por Destination Canada, Comitê Olímpico Canadense, CBS Sports e os mais variados destinos canadenses surtiram bons resultados, com o total de 41 eventos esportivos internacionais sediados no Canadá em 2017.

As províncias que mais hospedaram eventos e turistas estrangeiros em 2017 foram Ontario (37%), seguido por Quebec (25%), British Columbia (12%), Alberta (11%), ao passo que todas as outras províncias receberam 16% do total. Diante deste cenário, nota-se o significante papel que representam os esportes e o turismo esportivo na economia canadense, bem como os esforços aplicados pelas autoridades locais a fim de desenvolver melhores índices ano após ano.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1 Time canadense de hockey masculino comemora medalha de ouro sobre os Estados Unidos na Olimpíada de Inverno de 2010” (Fonte):

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/2/26/Canada2010WinterOlympicsOTcelebration.jpg

Imagem 2 “Canadá vs China em jogo de basquete realizado na Rogers Arena em Vancouver” (Fonte):

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/5/59/China_vs._Canada.jpg

Imagem 3 “American League of Baseball (2016) no estádio Rogers Centre, em Toronto” (Fonte):

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/a/ad/The_Blue_Jays_host_the_Orioles_in_the_AL_Wild_Card_Game_%2830243609331%29.jpg

ESPORTENOTAS ANALÍTICAS

Atleta chinesa alcança sucesso olímpico após se mudar para a Áustria

Na cidade de Pequim, China, em 16 de fevereiro de 1982, nascia Liu Jia, atleta que entraria para a História por defender a bandeira da Áustria nas competições internacionais de tênis de mesa. Esta virada em sua carreira chamou a atenção e tornou-se pauta de uma produção de seriados olímpicos, que se empenhou em buscar as origens e mostrar os resultados.

Susi, como é conhecida, começou a treinar tênis de mesa quando tinha apenas 5 anos de idade e aplicou as doutrinas rígidas de seus pais como exemplo de disciplina para treinar ininterruptamente, a fim de aprimorar sua técnica no esporte.

Liu Jia na apresentação do time austríaco para os Jogos Olímpicos de 2008

Jia passou a infância inteira com uma raquete na mão até que, aos 15 anos, recebeu um convite para treinar e morar na cidade de Linz, sem saber onde era a Áustria ou sequer falar alemão. Fez as malas e no dia 17 de março de 1997 pegou um avião com destino ao desconhecido, vivenciando o maior “choque cultural” de sua vida.

O Olympic Channel, assim como fizera com outros ídolos do esporte, lançou o décimo primeiro episódio da série Flag and Family (Bandeira e Família, traduzido para o português) dedicado a contar a trajetória da atleta e como foi este processo de mudança da China para a Áustria.

Um dos momentos mais marcantes em sua carreira, no entanto, não foi ao subir no pódio. Liu Jia foi indicada para representar e carregar a bandeira da Áustria na abertura da Olimpíada do Rio, em 2016 – alcançando cinco Jogos consecutivos –, conforme ofício do Comitê Olímpico Internacional (linha 16).

Apesar de não ter conquistado uma medalha em Olimpíadas, Liu Jia se diz muito orgulhosa de suas conquistas em outros campeonatos, e agradecida por ter tido a chance de desenvolver a carreira em um “país aberto às oportunidades” como a Áustria.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1 Liu Jia em ação no tênis de mesa” (Fonte):

https://d3mjm6zw6cr45s.cloudfront.net/2018/09/LIU-Jia_Remy-Gros.jpg

Imagem 2 “Liu Jia na apresentação do time austríaco para os Jogos Olímpicos de 2008” (Fonte):

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/e/e5/Liu_Jia_Wien2008.jpg

ESPORTENOTAS ANALÍTICAS

Pesquisas estudam competição internacional de empresas de material esportivo

Um estudo com dados dos últimos 16 anos, recentemente publicado pela Sports Value, analisou o desempenho econômico, desenvolvimento de marca e market share das maiores empresas de material esportivo do mundo, e como estas se comportam em um cenário de competição cada vez mais globalizado.

Fábrica da Adidas em Herzogenaurach (Alemanha)

Para entender melhor o impacto destas corporações no mercado, foi constatado, em âmbito geral, que o faturamento no setor de varejo esportivo em 2017 foi de US$ 260 bilhões, dos quais US$ 82 bilhões – ou seja, mais de 30% – são pertinentes às vendas de material e equipamento esportivo. O maior mercado consumidor de tais produtos concentra-se nos Estados Unidos e na Europa, somando expressivos 75%, enquanto o consumo latino-americano agrega em apenas 6% do total.

O ranking de posicionamento competitivo das marcas é atualmente liderado pela norte-americana Nike, a qual apresentou um faturamento no ano passado (2017) de US$ 34,4 bilhões. Na sequência vem a alemã Adidas – que já chegou a figurar como primeiro lugar desta lista – com US$ 24 bilhões, seguida de Under Armour (US$ 5 bilhões), deixando a Puma com o quarto lugar, ao faturar US$ 4,7 bilhões. Juntas, estas empresas somam US$ 68 bilhões, ou 83% do mercado internacional.

Fábrica da Adidas em Herzogenaurach (Alemanha)

Atribui-se a este sucesso o investimento agressivo em marketing esportivo, por meio de patrocínio a atletas/clubes, eventos e competições. Com o objetivo de reforçar o valor de sua marca no mercado, a Nike investiu US$ 3,3 bilhões, a Adidas US$ 3,1 bilhões, a Under Armour e a Puma US$ 0,6 bilhões cada com propaganda em 2017. No quesito lucro líquido, a Nike abre ampla vantagem frente às concorrentes ao atingir US$ 4,2 bilhões, enquanto as demais somaram apenas US$ 1,3 bilhões.

Deste panorama setorial bilionário, pode-se inferir que as estratégias comerciais e publicitárias das grandes empresas internacionais de material esportivo mencionadas as garantem em um posicionamento mercadológico de destaque perante os demais concorrentes locais, cujas verbas de gestão em marketing nem se aproximam destes números apresentados no estudo.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1 Sede mundial da Nike em Beaverton, Oregon (EUA)” (Fonte):

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/3/35/Nikeworldheadquarters.jpg

Imagem 2 “Fábrica da Adidas em Herzogenaurach (Alemanha)” (Fonte):

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/0/06/Adidas-factory-outlet-Herzogenaurach.jpg

Imagem 3 “Fábrica da Puma em Herzogenaurach (Alemanha)” (Fonte):

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/a/a7/Zeppelinstra%C3%9Fe_2_Herzogenaurach_03.JPG

ESPORTENOTAS ANALÍTICAS

China e Japão disputam liderança no quadro de medalhas nos Jogos Asiáticos 2018

Em sua décima oitava edição, os Jogos Asiáticos 2018 estão sendo realizados em duas cidades simultaneamente – pela primeira vez na História –, sendo elas Jacarta e Palembang, na Indonésia. A princípio, esta edição estava programada para acontecer na cidade de Hanói, no Vietnã, porém os problemas de ordem financeira que o país enfrenta fizeram-no desistir de sua candidatura.

Time chinês feminino de basquete comemora medalha de ouro após vencer Japão na final em 27 de agosto de 2018

Sabia-se, desde antes do início dos jogos, no dia 18 de agosto (2018), que China e Japão seriam as duas potências esportivas que iriam disputar medalha a medalha a liderança na classificação geral. Fazendo valer o favoritismo sobre os países concorrentes e a política externa de incentivo aos esportes, a China mantém-se em primeiro lugar, conquistando a maior quantidade de medalhas de ouro, seguida por Japão e Coreia do Sul.

A exemplo do ocorrido nos Jogos Olímpicos de Inverno 2018 em PyeongChang, Coreia do Sul e Coreia do Norte marcharam juntas na cerimônia de abertura dos Jogos, sob a mesma bandeira da Coreia Unificada, e disputam partidas de algumas modalidades esportivas com times mistos, cumprindo o que fora acordado em junho deste ano (2018).

Quadro geral de medalhas, em 26 de agosto de 2018

Dentre outros destaques do evento multi-esportivo está a estreia da modalidade e-Sports (jogos eletrônicos), a qual deverá ser oficialmente disputada na edição dos Jogos Asiáticos 2022, a ser realizada em Huangzhou, na China. Vale ressaltar que as premiações advindas desta modalidade não integram o quadro de medalhas.

Até o momento foram quebrados 5 recordes mundiais, sendo dois na arquearia, um em tiro ao alvo, um na natação e um no levantamento de peso. O torneio será disputado até o próximo domingo, dia 2 de setembro, quando conheceremos o grande campeão asiático 2018.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1 Banner oficial do evento, publicado no site oficial do Conselho Olímpico da Ásia” (Fonte):

http://ocasia.org/AdminPanel/UploadFiles/TopBanner/1338146010_Top%20Banner%201.jpg

Imagem 2 “Time chinês feminino de basquete comemora medalha de ouro após vencer Japão na final em 27 de agosto de 2018” (Fonte):

https://scontent.fcgh18-1.fna.fbcdn.net/v/t1.0-9/40212293_527531194366798_7378765964990480384_n.jpg?_nc_cat=0&oh=9e6d5a3ba1cff146ea976a95afa0101c&oe=5BF67D1F

Imagem 3 “Quadro geral de medalhas, em 26 de agosto de 2018” (Fonte):

https://scontent.fcgh18-1.fna.fbcdn.net/v/t1.0-9/40160131_527442451042339_6300009440254885888_n.jpg?_nc_cat=0&oh=f77e57e85288123ff4dfa6d760f3dec1&oe=5BFFDFD9