fbpx
NOTAS ANALÍTICAS

BNDES e os estados do Acre e “Rio de Janeiro” assinam Acordo para estimular mercado de ativos ambientais

No dia 21 de março passado, quinta-feira, o “Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social” (BNDES) e os estados brasileiros do Acre e do “Rio de Janeiro” assinaram[1] um “Acordo de Cooperação Técnica”, com o objetivo de alavancar o desenvolvimento de um mercado de ativos ambientais no Brasil.

Espera-se que ele abra o caminho para o estabelecimento de um “Mercado de Carbono” no Brasil. Este mercado busca negociar a redução das emissões de “dióxido de carbono” (CO2), teoricamente auxiliando na redução das mudanças climáticas. Para compor esta estrutura no Brasil será necessário elaborar uma série de metodologias, regulamentações e estruturas de monitoramento e comercialização dos ‘créditos’ de redução das emissões.

Como destaca o “Instituto Carbono Brasil[2], o “Mercado de Carbono” surgiu na Europa na década passada para que as empresas pudessem negociar suas cotas de emissão de carbono, uma vez que muitas emitem quantidades superiores às permitidas pelos governos. Em função disso, podem comprar cotas de outras empresas a fim de permanecerem dentro do limite geral estabelecido.

—————————————

Fontes Consultadas

[1] Ver:

http://www.brasil.gov.br/noticias/arquivos/2013/03/22/rio-e-acre-assinam-acordo-para-estimular-mercado-de-ativos-ambientais

[2] Ver

http://www.institutocarbonobrasil.org.br/mercado_de_carbono

About author

Mestre em Medicina pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Bacharel em Relações Internacionais, jornalista e Especialista em Cooperação Internacional. Atualmente é CEO do Centro de Estratégia, Inteligência e Relações Internacionais (CEIRI) e Editora-Chefe do CEIRI NEWSPAPER. Vencedora de vários prêmios nacionais e internacionais da área dos Direitos Humanos. Já palestrou em várias cidades e órgãos de governo do Brasil e do Mundo sobre temas relacionados a profissionalização da área de Relações Internacionais, Paradiplomacia, Migrações, Tráfico de Seres Humanos e Tráfico de órgãos. Trabalhou na Coordenadoria de Convênios Internacionais da Secretaria Municipal do Trabalho de São Paulo e na Assessoria Técnica para Assuntos Internacionais da Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho do Governo do Estado de SP. Atuou como Diretora Executiva Adjunta e Presidente do Comitê de Coordenação Internacional da Brazil, Russia, India, China, Sounth Africa Chamber for Promotion an Economic Development (BRICS-PED).
Related posts
ÁSIAECONOMIA INTERNACIONALNOTAS ANALÍTICAS

Fundo Monetário Internacional estima crescimento da economia chinesa em quase 2%, contrariando tendência mundial

NOTAS ANALÍTICASPOLÍTICAS PÚBLICASSAÚDE

Conselho Europeu se reúne para tratar de ação conjunta europeia para combater a COVID-19

NOTAS ANALÍTICASPARADIPLOMACIA

As cidades mais caras da América Latina

NOTAS ANALÍTICASPOLÍTICAS PÚBLICASSAÚDE

Resposta à COVID-19 nas Américas pode sofrer transformação a partir de novos testes rápidos

Receba nossa Newsletter

 

Deixe uma resposta

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.

Open chat
Olá!