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Brasil Game Show 2018

Entre os dias 10 a 14 de outubro de 2018, São Paulo foi a cede de mais uma edição da Brasil Game Show (BGS), o maior evento de games da América Latina. A sua 11ª edição ficou marcada por consolidar o evento entre os maiores do gênero no mundo, ganhando mais atenção das grandes empresas internacionais que atuam no mercado.

O atual formato e o nome da contemporânea BGS eram outros em suas primeiras edições. Em 2009, o evento era conhecido como Rio Game Show, sendo realizado no Rio de Janeiro, e conforme foi ganhando mais espaço, aplicando experiências e analisando os grandes eventos estrangeiros, como a E3, principal acontecimento do ramo, a feira de games começou a crescer. A evolução não demorou muito e com a necessidade de mais espaço o evento se mudou para São Paulo ganhando novo formato e novo nome.

Jogadores interagindo com jogos eletrônicos durante a BGS – Foto 2

Quem conhece o evento atual, as vezes desconhece o seu criador. Muitos jogadores profissionais de e-sports (modalidade profissional de jogos eletrônicos) não sabem que Marcelo Tavares era um gamer profissional no passado.

O fundador e CEO da BGS é fluminense, passou a amar o mundo dos jogos eletrônicos junto com muitos brasileiros no início dos anos 1990, quando houve a chegada de consoles e sistemas árcades em casas de fliperamas espalhadas pelo país. O empresário, também formado em jornalismo com foco em jogos eletrônicos e tecnologia, conseguiu fazer a maior feira do gênero no país, algo que, segundo ele, é um de seus maiores orgulhos.

A Brasil Game Show retrata hoje não apenas uma feira para lançamentos e interação do público gamer, ela também demonstra a importância do Brasil, hoje, no mercado de jogos eletrônicos no mundo. Atualmente, o país conta com mais de 60 milhões de jogadores, consumidores de produtos digitais e físicos, sendo o maior mercado na américa latina e um dos únicos a ganhar notoriedade e servidores específicos fora dos Estados Unidos, Europa e da Ásia.

Segundo a Newzoo, empresa internacional especializada em marketing de jogos eletrônicos, em 2017 o país somava 66,3 milhões de jogadores, que movimentaram mais de US$ 1 bilhão (aproximadamente, 3,7 bilhões de reais, de acordo com a cotação de 30 de outubro de 2018), posicionando o país na 13º colocação no ranking global e na liderança do ranking latino-americano. Em 2018 é esperado que esse mercado gere mais de US$ 1,5 bilhão em negócios, (aproximadamente, 5,49 bilhões de reais, de acordo com a cotação de 30 de outubro de 2018), contando com mais de 75 milhões de gamers em todo o país.

Esses dados englobam jogadores e empresas envolvidas em desenvolvimento de tecnologia, desenvolvimento de jogos, hardware, entre outros acessórios destinado ao público jogador. Desta forma, temos o mercado de computadores e componentes, consoles (videogames), smartphones e tablets cada vez mais aquecido, pois atuam constantemente no desenvolvimento de equipamentos para poderem processar jogos em diferentes plataformas e sistemas operacionais.

Com Universidades investindo em cursos de jogos eletrônicos, empresas brasileiras investindo no desenvolvimento de games, licenciamento de marcas e produção de produtos e acessórios para crianças, adolescentes e adultos gamers e para o ramo profissional de e-sports, a Brasil Game Show se tornou o espaço para empresas brasileiras e estrangeiras exporem suas inovações e renovações e disseminá-las para a comunidade gamer internacional.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1 Marcelo Tavares CEO e Fundador da Brasil Game Show Foto 1” (Fonte):

Fabricio Bomjardim/CEIRI NEWSPAPER (CNP)

Imagem 2 Jogadores interagindo com jogos eletrônicos durante a BGS Foto 2” (Fonte):

Fabricio Bomjardim/CEIRI NEWSPAPER (CNP)

About author

Bacharel em Relações Internacionais (2009) e técnico em Negociações Internacionais (2007) pela Universidade Anhembi Morumbi (UAM). Atua na área de Política Econômica com foco nos países do sudeste e leste asiático, sendo referência em questões relacionadas a China. É membro da Júnior Chamber International Brasil-China, promovendo as relações sócio-culturais sino-brasileiras em São Paulo e Articulista da Revista da Câmara de Comércio BRICS. Também atuou como Consultor de Câmbio no Grupo Confidence. Atualmente trabalha como repórter fotográfico.
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