ANÁLISES DE CONJUNTURA

2009 FOI UM ANO DE AVISOS PARA AMÉRICA LATINA (FINAL)

O terceiro ponto que precisa ser destacado do ocorrido ao longo de 2009 foi um acontecimento que trouxe à baila as intenções reais dos atores no cenário regional: a Crise Política de Honduras.

Ela é apenas uma exemplificação da batalha entre a forma como têm sido executadas as ascensões ao poder político nos países da região e as reações daqueles que se opõem ao modelo bolivariano.

ANÁLISES DE CONJUNTURA

2009 FOI UM ANO DE AVISOS PARA AMÉRICA LATINA (PARTE 2)

Dando continuidade à apresentação dos pontos que precisam ser destacados, o segundo, em 2009, que traz reflexões e avisos para ano de 2010 é o reaparelhamento das Forças Armadas dos países da região. A América do Sul tornou-se um mercado para venda de equipamentos militares, trazendo a sensação de estar ocorrendo uma corrida armamentista.

ANÁLISES DE CONJUNTURA

2009 FOI UM ANO DE AVISOS PARA AMÉRICA LATINA (PARTE 1)

O ano de 2009 foi revelador para a América Latina, pois ficaram mais claros os princípios que pautam as políticas externas no continente, além disso, revelou os traços característicos dos comportamentos dos líderes e colocou à mesa as questões que podem se converter em problemas ante o cenário mundial que se apresenta para o próximo ano.

ANÁLISES DE CONJUNTURA

DESTAQUES EM 2009 NA UNIÃO EUROPÉIA

O TRATADO DE LISBOA

Dentre os acontecimentos de maior importância para a União Européia (UE), em 2009, o de maior destaque foi o árduo processo de aprovação do Tratado de Lisboa que, por diversas ocasiões, esteve a ponto de fracassar.

O último país a ratificar o Tratado de Lisboa foi à República Tcheca. O presidente eurocético* deste país, Vaclav Klaus, chegou a forçar um recurso judicial para tentar frear a ratificação, adiando a conclusão do Tratado.

ANÁLISES DE CONJUNTURA

CHINA FECHA 2009 COMO A MAIOR EXPORTADORA DO MUNDO, ULTRAPASSANDO A ALEMANHA

O centro de gravidade dos negócios mundiais está se deslocando do Atlântico, onde se manteve nos últimos três séculos, para o Pacífico”. A afirmação é do ex-secretário de Estado norte-americano Henry Kissinger, em artigo publicado no jornal “The Washington Post”, em meados do ano de 2006. Esta “virada” iniciou faz três décadas, tornando-se irreversível quando o país mais populoso do mundo entrou no jogo capitalista e passou a crescer aceleradamente.