NOTAS ANALÍTICASPOLÍTICAS PÚBLICASSAÚDE

Conselho Europeu se reúne para tratar de ação conjunta europeia para combater a COVID-19

No dia 27 de outubro, o Presidente do Conselho Europeu, Charles Michel, emitiu o terceiro número do seu Boletim Informativo, no qual notifica os cidadãos sobre as atividades do Conselho Europeu, agora especialmente sobre a ação europeia para combater a COVID-19. Nesse contexto, Charles Michel ressaltou a necessidade de realizar reuniões regulares dos membros do Conselho Europeu. A primeira já foi realizada por videoconferência, no dia 29 de outubro.

Nesta primeira reunião, ele declarou que os “hospitais e profissionais de saúde estão novamente sob pressão. É por isso que muitos líderes anunciaram bloqueios e restrições”. Eles concordaram que o teste e o rastreamento são essenciais para limitar a propagação do vírus, ajudando a controlar melhor a situação, e trocaram opiniões sobre como avançar com uma abordagem comum para o reconhecimento mútuo, implantação e utilização de testes rápidos.

COVID19

No rastreamento, os líderes da UE discutiram a iniciativa sobre a interoperabilidade entre aplicativos apresentados pela Comissão e trabalharam em um formulário comum de localização de passageiros, que também facilitará o rastreamento. Complementarmente, também discutiram a possibilidade de harmonizar a duração da quarentena.

Com relação às vacinas, a UE quer definir os critérios de distribuição entre os vários países da Europa, identificar os grupos prioritários, bem como realizar planejamento logístico. Charles Michel reforça ainda que a campanha de vacinação também exigirá estruturas de supervisão, em particular para monitorar a eficácia e quaisquer efeitos colaterais. Isso é especialmente importante quando se considera que uma vacina geralmente leva dez anos para se desenvolver, não apenas um.

Também foi enfatizado que a implementação do pacote de recuperação sem mais atrasos é crucial e expressaram a esperança de que seria possível decidir sobre a implementação do pacote de julho de 2020. 

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Fontes das Imagens:

Imagem 1 Bandeiras União Europeia” (Fonte):

https://storage.googleapis.com/wp-noticias/2020/05/d5cd7da5-uni%C3%A3o-europeia-800×450.gif

Imagem 2 COVID19” (Fonte): 

https://d2kc6373olxhzl.cloudfront.net/uploader/conteudo/imagem-covid-19.jpg

NOTAS ANALÍTICASPARADIPLOMACIA

As cidades mais caras da América Latina

AMercer – uma empresa americana de consultoria de recursos humanos – realiza uma pesquisa anual de custo de vida em centenas de cidades do mundo. Na 26ª Pesquisa Anual de Custo de Vida, de 2020, a cidade de San Juan, capital de Porto Rico, aparece como a mais cara da América Latina.

Segundo a Mercer, o estudo “mede o custo comparativo de mais de 200 itens em cada localidade, incluindo moradia, transporte, alimentação, vestuário, artigos domésticos e entretenimento”.  Com esta pesquisa, a empresa de consultoria busca auxiliar governos e empresas na fixação de remuneração dos funcionários expatriados. Nova Iorque e o dólar americano são, respectivamente, a cidade e a moeda utilizadas como referências para o estudo comparativo.

Oranking de 2020 é composto por 209 cidades, das quais destacamos algumas: Hong Kong (a mais cara da lista); Túnis, capital da Tunísia (a menos cara da lista); e Manágua, capital da Nicarágua (a menos cara latino-americana da lista). Tanto Hong Kong quanto Túnis ocupavam as mesmas posições (1ª e 209ª) no ranking 2019, que é apresentado em comparação na listagem de 2020. 

Um fato curioso é que, apesar da fama de cidade muito cara, Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, aparece na 23ª posição, atrás de Lagos na Nigéria (18ª), Londres (19ª), Moscou (21ª), San Francisco (16ª) e Los Angeles (17ª), ambas na Califórnia.

No que diz respeito às cidades latino-americanas, a lista das Top Five é composta por: San Juan de Porto Rico (66ª); Port of Spain, de Trinidad & Tobago (73ª); San José da Costa Rica (78ª); e Montevidéu, no Uruguai (88ª). San José foi a cidade, dentre as Top Five latinas que mais se tornaram caras entre 2019 (131ª) e 2020 (78ª).  Três cidades brasileiras figuram no ranking: São Paulo (130ª); Rio de Janeiro (160ª) e Brasília (190ª).

Infográfico das Top Five por Região

Cabe lembrar que a pesquisa da Mercer tem parâmetros e fins específicos e é feita por cidades. O site Numbeo, por exemplo, apresenta o seu Cost of Living by Country(Custo de Vida por País) que é um ranking dinâmico, com diversos indexadores e apresentado por país. Segundo o ranking 2020 do Numbeo, a Suíça é o país mais caro e Porto Rico aparece em 25º lugar num total de 132 países.

A redução das cadeias produtivas, dentre outros efeitos da pandemia, além do bem-estar dos expatriados, inclusive no tocante à saúde, devem provocar mudanças nas decisões de expatriação, após a crise. É o que acreditam os especialistas da Mercer.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1 San Juan,capital de Porto Rico”(Fonte):

https://sanjuanpuertorico.com/wp-content/uploads/2017/01/capital-city-puerto-rico-san-juan-1.jpg

Imagem 2 Infográfico das Top Five por Região”(Fonte): 

https://www.mercer.com/content/dam/mercer/assets/content-images/global/gl-2020-col-infographic–top5-by-region-map-300dpi-mercer.jpg

NOTAS ANALÍTICASPOLÍTICAS PÚBLICASSAÚDE

Resposta à COVID-19 nas Américas pode sofrer transformação a partir de novos testes rápidos

Em 23 de outubro (2020), dados da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS)indicam que foram confirmados no mundo 41.570.883 casos de COVID-19. Na Região das Américas, 12.776.071 pessoas que foram infectadas pelo novo Coronavírusse recuperaram. Dados do governo brasileiro…

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Direito InternacionalNOTAS ANALÍTICAS

China ameaça EUA de retaliação por investigação de estudantes suspeitos de espionagem industrial

China e Estados Unidos da América são Estados imponentes em campos como a política e a economia internacionais. Contrariando, entretanto, os objetivos da Carta das Nações Unidas (1945), como o da cooperação, disputas de diversas naturezas, como a comercial e a tecnológica, têm ultimamente se intensificado entre estes. Neste domingo, 17 de outubro, anunciou o jornal The New York Times que Beijing teria ameaçado prender cidadãos norte-americanos se os EUA prosseguirem com o julgamento de pesquisadores chineses que estão detidos por suspeita de espionagem.

Em reação a esta ameaça, John Demers, chefe da divisão de Segurança Nacional do Departamento de Justiça dos EUA, declarou que “Estamos cientes de que o governo chinês, em outras instâncias, deteve americanos e canadenses sem base legal como uma forma de exercer pressão sobre seus governos”. Portanto, a ameaça de retaliação é uma realidade, para os americanos, muito embora o governo chinês tenha negado haver prosseguido na direção anunciada.

Bandeira da China em frente a embaixada chinesa nos EUA, em Nova York, em junho de 2011 – A Referência: notícias internacionais. Matéria publicada em 14/10/2020 – Foto: CreativeCommons/Tomas Roggero

As tensões entre China e EUA têm aumentado ao longo dos últimos meses, sob o governo de Donald Trump. Isso tem gerado medidas governamentais, como a análise detalhada do trabalho de pesquisadores chineses em universidades e outras instituições científicas norte-americanas, e a decisão de que os estudantes chineses de graduação e pós-graduação em universidades americanas estariam impedidos de manter ligação com instituições militares chinesas, o que é o caso dos estudantes atualmente investigados e presos, sob alegação de fraude para obterem visto, uma vez que não informaram esta condição.

Estes países estão em conflito em outros patamares das relações internacionais, como tem sido noticiado, a exemplo do apoio dos EUA à Taiwan, em sua disputa política com a China, o aumento em tarifas de produtos importados da China pelos EUA, considerado abusivo pela Organização Mundial do Comércio, a política americana de sanção a chips chineses, e as acusações de suspeitas de espionagem que são dirigidas a estudantes e diplomatas chineses nos EUA.

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Imagem 1Alunos no centro de tecnologia da Universidade de Tsinghua, em Beijing, em outubro de 2017A Referência: notícias internacionais. Matéria publicada em 20/10/2020Foto: CreativeCommons/Mitch Altman” (Fonte): https://areferencia.com/asia-e-pacifico/beijing-promete-retaliacao-em-caso-de-processo-contra-cidadaos-chineses-nos-eua/

Imagem 2Bandeira da China em frente a embaixada chinesa nos EUA, em Nova York, em junho de 2011A Referência: notícias internacionais. Matéria publicada em 14/10/2020Foto: CreativeCommons/Tomas Roggero (Fonte): https://areferencia.com/americas/pompeo-insiste-que-consulado-da-china-em-nova-york-e-centro-de-espionagem/

NOTAS ANALÍTICASPOLÍTICAS PÚBLICASSAÚDE

EpiVacCorona: segunda vacina russa contra a COVID-19 tem seu registro confirmado

Em uma reunião de Governo realizada no dia 14 de outubro (2020), o Presidente da Rússia, Vladimir Putin, informou a efetivação do registro, pelo Ministério da Saúde russo, de uma nova vacina a ser utilizada no combate a COVID-19.

Batizada como EpiVacCorona, o imunizante foi desenvolvido pelo Centro Estadual de Pesquisa em Virologia e Biotecnologia Vector*, localizado em Novosibirsk, região da Sibéria, e é a segunda vacina registrada pela Federação Russa desde agosto (2020), quando a Sputnik V, vacina elaborada pelo Instituto Gamaleya e financiada pelo Fundo de Investimento Direto da Rússia (RDIF, na sigla em inglês), foi apresentada à comunidade global.

A EpiVacCorona, segundo dados dos especialistas, é uma vacina sintética de peptídeo baseada em um vírus recombinante que imita certas partes do patógeno de onde são projetadas para proteger, fazendo com que o corpo humano produza antígenos capazes de combater o vírus real, diferente da Sputnik V, que é baseada em vetor de adenovírus, os quais basicamente são portadores que podem “entregar” material genético de um outro vírus para uma célula.

Logotipo do Centro Estadual de Pesquisa em Virologia e Biotecnologia Vector

Apesar da velocidade dos trabalhos de desenvolvimento de um medicamento que seja efetivo no combate ao novo coronavírus, o que inclui até o suposto registro de uma terceira vacina, que, segundo informações, vem sendo elaborada pelo Centro Científico Federal Chumakov de Moscou, e que poderá ocorrer até o final deste ano (2020), a Federação Russa ainda não inseriu nenhuma das vacinas na fase 3 dos testes protocolares, cujo resultado positivo deve garantir a liberação para imunização massiva de indivíduos.

Com uma segunda onda de casos de coronavírus varrendo a Rússia e ameaçando sobrecarregar os hospitais, o Kremlin também precisa da vacina internamente, pois luta contra taxas recordes de infecção diária, enquanto busca evitar a repetição de um bloqueio nacional na primavera, que abalou a economia do país. A Rússia teve mais de 1,3 milhão de infecções, a quarta maior do mundo, depois dos EUA, Índia e Brasil.

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Nota:

* NPO Vektor, é uma subsidiária da Biopreparat, liga o Instituto de Pesquisa Científica de Biologia Molecular e o Instituto de Design de Substâncias Biologicamente Ativas. Vector possui mais de 100 prédios de laboratório e administrativos, incluindo um grande campus isolado de pesquisa de virologia. Durante a era soviética, Vector produziu compostos biológicos para aplicações civis e militares. Embora a Rússia tenha negado consistentemente que a União Soviética tinha um programa ofensivo de armas biológicas, acredita-se amplamente que o Vector foi especificamente estabelecido na década de 1970 para desenvolver agentes virais para usos militares. Em 2004, a jurisdição sobre o instituto de pesquisa foi transferida para o Ministério da Saúde e Desenvolvimento Social, e agora é um dos principais centros de pesquisa em virologia e biotecnologia. O Vector esteve envolvido no isolamento e caracterização do vírus e na vigilância da influenza aviária durante um surto em 2005, que ocorreu na região de Novosibirsk.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1 Vacina EpiVacCorona” (Fonte):

https://cdn.tvc.ru/pictures/o/431/034.jpg

Imagem 2 Logotipo do Centro Estadual de Pesquisa em Virologia e Biotecnologia Vector” (Fonte):

http://www.vector.nsc.ru/

AGÊNCIAS DE COOPERAÇÃOCOOPERAÇÃO INTERNACIONALNOTAS ANALÍTICAS

Impacto da COVID-19 na educação é tema de Relatório das Nações Unidas

Em 9 de outubro (2020), poucos dias antes da data alusiva às crianças no Brasil, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) divulgaram para debate público o relatório “COVID—19 e a educação primária e secundária: repercussões da crise e implicações de políticas públicas para a América Latina e o Caribe”. O documento destaca especialmente as lacunas educacionais na região devido ao fechamento de escolas em meio ao desafio imposto pela doença.

Em meados de agosto (2020), estimava-se que pelo menos um terço das crianças em idade escolar – 463 milhões em todo o mundo – foi incapaz de acessar o ensino remoto. Globalmente, 72% dessas crianças vivem nas famílias mais pobres de seus países.

No auge dos bloqueios nacionais e locais, quase 1,5 bilhão foram afetadas pela interrupção das aulas presenciais. Adicionando-se a isso, o UNICEF sugere como reflexão que não há garantia da efetividade de aprendizado por meio dessas plataformas devido a outros fatores: como a pressão para fazer tarefas domésticas, obrigação de trabalhar, um ambiente ruim para aprendizagem e falta de apoio para seguir o currículo online ou sua transmissão.

No entanto, faz-se importante mencionar que os dados apresentados pelo referido organismo internacional se baseiam no número de crianças potencialmente atingidas por meios de radiodifusão ou soluções de internet, ou seja, na disponibilidade de ativos relacionados (TV, rádio e internet) em casa, e não em seu uso real pelas crianças. Portanto, o número de crianças “potencialmente alcançadas” são estimativas superiores da realidade das crianças “efetivamente alcançadas.

Reabertura segura das escolas. Fundo das Nações Unidas para a Infância – Foto: UNICEF

Em médio prazo, a lacuna entre o acesso desigual aos recursos necessários à aprendizagem e às modalidades de educação a distância de qualidade serão representadas pela expressiva perda de capital humano.  No caso da América Latina e do Caribe, a Comissão Econômica para América Latina e Caribe (CEPAL) prevê um aumento da taxa de pobreza de pelo menos 14,5%, o que representa mais 28,7 milhões de pessoas.

Assim, a recomendação latente pelo PNUD e UNICEF vai ao encontro dos governos concentrarem seus esforços no planejamento da reabertura das escolas com senso de urgência. A estratégia visa o nivelamento do acesso à educação, bem como na manutenção do papel protetor das escolas, garantindo os serviços que foram interrompidos e o bem-estar emocional da comunidade educacional.

Para auxiliar no planejamento pretendido, orientações aos governos estão disponíveis nos sites das agências das Nações Unidas. A título de ilustração, seguem algumas preocupações e medidas prévias:

– Todas as escolas devem dispor de abastecimento de água e esgoto sanitário, bem como promover práticas de higiene que propiciem condições de saúde. Para isso, uma lista de avaliação foi desenvolvida para permitir uma primeira análise (clique neste link para acessar ao material);

– Promover a Busca Ativa Escolar. Trata-se da metodologia social que por meio de uma plataforma tecnológica gratuita visa apoiar municípios e estados no enfrentamento do abandono e da exclusão escolares. O guia atualizado está disponível (em português) neste link;

– Incentivar o amparo à saúde mental e apoio psicossocial de crianças e adolescentes. Orientações para profissionais da educação podem ser encontradas aqui.

Para mais informações, acesse ao relatório (em espanhol) neste link.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1Impacto da pandemia na educaçãoFoto: PNUDLAC” (Fonte):

https://brasil.un.org/pt-br/95330-relatorio-do-unicef-e-do-pnud-mostra-o-impacto-da-pandemia-na-educacao

Imagem 2Reabertura segura das escolas. Fundo das Nações Unidas para a InfânciaFoto: UNICEF”(Fonte):

https://www.unicef.org/brazil/reabertura-segura-das-escolas

ÁFRICANOTAS ANALÍTICASPOLÍTICA INTERNACIONAL

Ataque jihadista a civis deixa 25 mortos em Burkina Faso

No dia 4 de outubro de 2020, um comboio com 46 pessoas foi atacado a caminho da cidade de Pissila, perto do vilarejo de Ouintokoulga, na província de Sanmatenga, em Burkina Faso. De acordo com a declaração em dia 7 de Outubro do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), os perpetradores separaram mulheres e crianças, para executar os 25 homens. Mulheres e crianças sobreviveram e conseguiram chegar à cidade de Pissila, a cerca de 9km do incidente. Apenas um homem sobreviveu, apesar de ter sido severamente machucado.

Ioli Kimyaci, representante do ACNUR em Burkina Faso, afirmou que estão devastados com a notícia desse ato brutal e civis inocentes que buscam segurança estão pagando com suas vidas em uma frequência alarmante. Também segundo o ACNUR, o país da África Ocidental apresenta a maior crise humanitária crescente no mundo, com mais de 1 milhão de pessoas deslocadas internas, mais de 5% de sua população

Mapa de Burkina Faso

Três sobreviventes contaram à Associated Press News que os perpetradores se identificaram como jihadistas e que a ação foi em retaliação ao recrutamento de soldados voluntários na cidade para combatê-los. Oficiais regionais do governo afirmaram que estão cientes da situação e que estão investigando. O governo de Burkina Faso, no entanto, ainda não confirmou o ataque, apesar de terem encontrado os 25 corpos na segunda de manhã, dia 5 de outubro. As vítimas eram dos vilarejos de Wintokuilga e Tang-kienga.

Um ator humanitário na cidade de Kaya disse que o grupo de pessoas atacadas eram pessoas deslocadas internas que estavam retornando às suas casas quando foram emboscadas. Complementou que ainda não sabem o número exato de vítimas, pois ainda há indivíduos desaparecidos.

Uma criança em Burkina Faso

Em 2019, houve um aumento entre ataques das forças armadas do governo e facções ligadas a grupos terroristas do ISIS e Al-Qaeda. A onda de violência no país tem agravado a insegurança alimentar afetando mais de 3 milhões de pessoas. Além disso, 535.000 crianças de menos de cinco anos sofrem de má nutrição aguda. A situação piorou recentemente com as enchentes que destruíram casas e plantações, aumentando a dependência de assistência humanitária.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1Exemplo de um campo de refugiados” (Fonte):

https://en.wikipedia.org/wiki/Refugee_camp#/media/File:Rwandan_refugee_camp_in_east_Zaire.jpg

Imagem 2Mapa de Burkina Faso” (Fonte):

https://en.wikipedia.org/wiki/Burkina_Faso#/media/File:Burkina_Faso_Map.jpg

Imagem 3Uma criança em Burkina Faso” (Fonte):

https://en.wikipedia.org/wiki/Demographics_of_Burkina_Faso#/media/File:Burkina_Faso_girl.jpg