AGÊNCIAS DE COOPERAÇÃOCOOPERAÇÃO INTERNACIONALDIPLOMACIA CORPORATIVANOTAS ANALÍTICAS

MasterCard firma parceria com a IFC do Banco Mundial

A MasterCard firmou uma parceria com a International Finance Corporation (IFC), uma instituição do Banco Mundial (BM), para proporcionar o acesso de milhões de pessoas em mercados emergentes aos meios de pagamentos eletrônicos, a etapa seguinte no âmbito do esforço corrente de universalização do acesso financeiro até 2020.

O Acordo firmado irá partilhar riscos de oferecer cartões ou outras formas eletrônicas de pagamento em países emergentes. A intenção é facilitar o acesso à emissão desses cartões de pagamento, em sua maioria cartões de débito, para consumidores de baixa renda.

Segundo a empresa, os pagamentos eletrônicos podem beneficiar os indivíduos e pequenas empresas, reduzindo custos e proporcionando transações mais seguras, mais transparentes e mais eficientes do que em dinheiro.

O mecanismo criado pelas duas instituições, no valor de 250 milhões de dólares, é uma alternativa para cobrir os riscos de liquidação entre as instituições financeiras em mercados emergentes.

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Imagem (Fonte):

https://omundoforadoaquario.files.wordpress.com/2013/07/visa_mastercard_logo.gif?w=500&h=250

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Fonte Consultada:

[1] Ver:

http://newsroom.mastercard.com/press-releases/ifc-and-mastercard-deepen-partnership-to-boost-financial-inclusion/

ÁSIADIPLOMACIA CORPORATIVAECONOMIA INTERNACIONALNOTAS ANALÍTICAS

A empresa brasileira “Estrela” da China

Brasil e China, duas nações que ao longo dos anos vem aumentando seu relacionamento político, econômico e cultural, mantêm suas disputas comerciais sem muitos alarmes, porém, novamente os chineses saem na frente: a China está atraindo empresários brasileiros para produzirem em seu território visando à exportação.

Nos últimos 5 anos, produtores industriais no Brasil reclamam do chamado “Custo Brasil” e, em alguns setores, defendem o protecionismo do mercado para se protegerem de produtos estrangeiros, principalmente da China. Pouco mais de cinco anos atrás, uma das maiores, senão a maior empresa brasileira de brinquedos, a Estrela, produzia seus produtos no país e os exportava para o mundo, sendo esta uma estratégia que lhes rendeu prejuízos.

Por essa razão, nesses últimos anos, os estrategistas da empresa buscaram alternativas para poder voltar a exportar seus produtos, vendê-los fora do país e o que era o grande problema do empresários brasileiros, devido à concorrência que sofria, tornou-se a sua solução. A marca irá produzir na China e de lá exportará seus produtos.

Nós resolvemos fazer com que os problemas de ontem passassem a ser uma vantagem competitiva nessa nossa retomada da exportação[1], declarou o Presidente da empresa Estrela, Carlos Tilkian, em entrevista para o Portal UOL

Tilkianafirmou que o seu maior problema no passado foi a perda de competitividade nos Estados Unidos e na Europa, devido ao alto custo de produção e de escoamento no Brasil (frise-se, Logística), além de diversas Leis Trabalhistas que não contribuíam para produção de itens com valor competitivo no mercado internacional. A opção pela China se deu graças às condições e incentivos daquele país para que a Estrela abrisse suas instalações no local, além de poder comprar peças de fabricação também no local, montando e exportando sem demais custos de logística, questões trabalhista e dificuldades tarifárias.

Em comparação, feita tanto por ele, como por outros especialistas da indústria, cerca de 50% do valor de um produto no Brasil ocorre devido aos altos impostos, já na China essa porcentagem não ultrapassa a marca de 12%, ou seja, o Brasil está longe de conseguir disputar em igualdade com a China e também com outros países que tem cargas tributárias inferiores à brasileira.

O Brasil tem a China como seu principal parceiro comercial na atualidade, sendo ainda o principal destino de suas exportações, porém estes últimos cálculos são feitos baseando-se nos principais itens de exportação nacional: matérias-primas, com baixo valor agregado.

Nesse sentido, todo o debate em torno da indústria brasileira, seu dinamismo, eficácia e competitividade ainda está longe de ser observado sem as mistificações que ocorrem vendo-se apenas os números da balança comercial que ainda têm sido favoráveis ao país, mas que não estão em desacordo com os objetivos da China.

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Imagem (Fonte):

 http://blogs.advfn.com/wp-content/blogs.dir/00/2011/07/estrela-brinquedos-logo-0.png

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Fonte consultada:

[1] VerEntrevista Calos Tilkian– UOL”:

http://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2014/08/10/estrela-vai-exportar-brinquedos-na-china-por-causa-dos-custos-no-brasil.htm

DIPLOMACIA CORPORATIVANOTAS ANALÍTICAS

Hannover Messe 2014 contribui para o desenvolvimento de uma Indústria Integrada

A principal Feira do mundo para a tecnologia industrial aconteceu em Hannover, Alemanha, entre os dias 7 e 11 de abril. O foco do Evento esteve voltado à importância crucial do desenvolvimento industrial, pois, para se manterem competitivas, as indústrias precisam fazer com que seus processos produtivos sejam mais eficientes e capazes de responder rapidamente às mudanças no mercado e, ao mesmo tempo, satisfazer às necessidades de cada cliente.

NaIndústria Integrada” os processos produtivos estão voltados para a flexibilização das operações e para sua implementação. Também para tecnologias visando sincronizar tais operações, como a automação, energia, o abastecimento industrial e P&D, interligando flexibilidade e eficiência industrial. Fazer a transição para o modelo flexível exigirá das empresas compartilhamento de informação e coordenação de forma padronizada, ou seja, um sistema padrão internacional que garanta compatibilidade com o software em todos os componentes, máquinas e fábricas que estão ligados em rede uns com os outros. 

Para os expositores, a Indústria Integradasinaliza o caminho a seguir no processo em curso de transformação do sistema de energia, tema que também estava em pauta na Feira. Neste processo, os passos estipulados são de melhorar e expandir a transmissão de energia e redes de dados; encontrar formas viáveis de substituição do atual sistema de energia, que se baseia em dezenas de estações de poder central, com um sistema descentralizado, compreendendo centenas de milhares de pequenas unidades de produção de gás natural, energia solar, eólica e biomassa.

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Imagem (Fonte):
http://www.falandodefeiras.info/2011_02_01_archive.html

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Fontes consultadas:

[1] Ver:

http://www.hannovermesse.de/

[2] Ver:

http://hanover.com.br/index.php/industria-integrada-os-proximos-passos/

DIPLOMACIA CORPORATIVANOTAS ANALÍTICAS

Parceria entre Technip e Cargill para a produção de Etanol em Barby

A empresa francesa especialista em projetos para a indústria energética Technip fornecerá as técnicas de engenharia e construção para a unidade de etanol da trading norte-americana Cargill, que está sendo erguida em Barby, na Alemanha. O contrato do tipo “Engineering, Procurement and Construction” (EPC), firmado entre ambas as companhias, prevê serviços da Technip até a segunda metade de 2015, quando a unidade deve entrar em operação.

A nova Planta será construída ao lado da processadora de trigo da empresa existente em Barby. A unidade vai produzir etanol usando matéria-prima vinda dessa unidade adjacente, a partir do cereal produzido localmente.

Conforme a Cargill, o etanol do tipo premium à ser produzido na Planta, que receberá investimento de 60 milhões de euros, retirado dos negócios bem sucedidos de amido e adoçante, será destinado a bebidas, cosméticos e indústria farmacêutica. A nova fábrica será composta por uma área de fermentação e outra de destilação, a qual poderá ampliar a distribuição de etanol na Europa e, assim, atender melhor os clientes da Cargill no continente.

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Imagem (Fonte):
https://www.facebook.com/TechnipGroup/photos/pb.321295511292706.-2207520000.1397492182./613260005429587/?type=3&theater

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Fontes consultadas:

[1] Ver:

http://www.technip.com/en/press/technip-wins-contract-cargill%E2%80%99s-new-ethanol-plant

[2] Ver:

http://g1.globo.com/economia/agronegocios/noticia/2014/04/technip-fornecera-tecnologia-para-unidade-da-cargill-na-alemanha.html

DIPLOMACIA CORPORATIVANOTAS ANALÍTICAS

IFC do “Banco Mundial” compra 2,93% das ações da empresa de alimentos “Minerva”

A “International Finance Corporation” (IFC), do “Banco Mundial”, adquiriu em leilão realizado na “Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros” (BM&FBOVESPA S.A.) 2,93% das ações da empresa de alimentos “Minerva”, totalizando 46,87 milhões de reais. A “Minerva” é uma das líderes na América do Sul na produção e comercialização de carne in natura, gado vivo e seus derivados, que atua também nos segmentos de processamento de carne bovina, suína e de aves. Na ocasião foram vendidos 4,3 milhões de papéis, a 10,90 reais cada, informou a empresa em comunicado[1] ao mercado.

A companhia informou que os recursos obtidos por meio do leilão serão utilizados para financiar seu plano de expansão, como o incremento na capacidade de abate e processamento de bovinos na “América do Sul”, com foco em Brasil, Uruguai, Paraguai e Colômbia. Também mencionou o crescimento da operação de distribuição no Brasil, com foco no pequeno e médio varejo, por meio da abertura de novos centros de distribuição.

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Fontes Consultadas:

[1] Ver:

http://ri.minervafoods.com/minerva2012/web/conteudo_pt.asp?idioma=0&tipo=40362&conta=28&id=181064

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Ver Também:

http://ifcext.ifc.org/ifcext/spiwebsite1.nsf/651aeb16abd09c1f8525797d006976ba/fc68288b252a09c685257b3d005876d0?OpenDocument

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“1º Encontro Econômico Empresarial Público-Privado da CPLP”

No dia 17 de julho, ocorrerá em Maputo (Moçambique), o “1º Encontro Econômico Empresarial Público-Privado” da “Comunidade dos Países de Língua Portuguesa” (CPLP).

De acordo com o site oficial do Evento[1], pela primeira vez os diversos agentes econômicos e empresariais que operam no espaço da CPLP foram chamados a fazer uma reflexão conjunta sobre as oportunidades de negócio na região.

O presidente da “Confederação Econômica da CPLP (CE-CPLP), o moçambicano Carlos Simbine, declarou[2] que o encontro estará focado no tema “Inovar e Expandir para novos Mercados” e promoverá o debate entre empresas público-privadas destes países, atendendo às oportunidades de negócios que o espaço oferece.

De acordo com informações disseminadas pelo jornal “Macauhub”, o vice-presidente da CE-CPLP, Rogério Samo Gudo, destacou a área de desenvolvimento logístico como o principal ponto da agenda de Moçambique, país que aprovou, recentemente, legislação referente a parcerias público-privadas.

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Fontes Consultadas:

[1] Ver:

http://primeiroencontroeconomicoempresarialpublicoprivado-cplp.org/

[2] Ver:

http://www.macauhub.com.mo/pt/2013/07/03/mocambique-acolhe-conferencia-sobre-parcerias-publico-privadas-na-comunidade-dos-paises-de-lingua-portuguesa/