ÁFRICANOTAS ANALÍTICASPOLÍTICA INTERNACIONAL

Fórum do Agronegócios entre os PALOP e o Mercosul

Após uma visita empresarial à Guiné Equatorial, Francisco Viana, Presidente da Associação Empresarial de Viana (LuandaAngola), declarou à Agência Lusa que a Confederação Empresarial dos Países Africanos de Língua Portuguesa (PALOP) teve encontros com as associações empresariais, câmaras de comércio, empresários, com o Presidente da República e o Primeiro-Ministro, e ficaram de “organizar um grande encontro na Guiné Equatorial que será um fórum do agronegócios entre os PALOP e o Mercosul, focado no agronegócio, onde a Guiné Equatorial tem fortes potencialidades no cacau, café, flores ornamentais e serviços de apoio à indústria petrolífera[1].

Viana acrescentou que Portugal e Espanha serão convidados para o Fórum a ocorrer em  junho do próximo ano (2015)[1]. O convite a Portugal será enviado, pois será um parceiro estratégico como plataforma para uma expansão dos produtos africanos na União Europeia. No caso da Espanha, o convite foi justificado pelas fortes relações que o país mantém com a Guiné Equatorial.

De acordo com Viana[1], as áreas de principal atenção dos PALOP são: a pecuária; a aquicultura; as obras públicas e as infraestruturas; a energia; os materiais de construção; todo o setor do conhecimento e da formação especializada nestas áreas; e as indústrias de prestação de serviços, petrolífera e de substituição de importações, em especial nos setores de defesa, hospitais, medicamentos e Saúde.

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Imagem (Fonte):

 wiki

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Fonte Consultada:

[1] Ver:

http://www.noticiasaominuto.com/mundo/278833/guine-equatorial-acolhe-forum-do-agronegocio-entre-palop-e-mercosul

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Moçambique sela acordo diplomático com Chade e Mongólia

No último sábado (20 de setembro) o Presidente de Moçambique, Armando Guebuza, recebeu representantes do Chade e da Mongólia para selar um Acordo Diplomático com as duas nações[1]. É a primeira vez que os dois países estabelecem missões diplomáticas dentro do território moçambicano, sinalizando um interesse em aprofundar as relações com este país africano[1].

Um dos principais objetivos das missões estabelecidas é aumentar as relações comerciais entre os países. Segundo o Presidente moçambicano, no que diz respeito às futuras relações diplomáticas com o Chade, espera-se que haja o intercâmbio de conhecimento técnico na exploração de recursos naturais, um aumento do investimento estrangeiro entre ambos e aumento do comércio de mercadorias e serviços[1].

Guebuza afirmou: “A presença daqueles países [Chade e Mongólia] entre nós contribuirá para aprofundar cada vez mais as nossas relações políticas e diplomáticas e para a cooperação econômica, sobretudo em áreas como agricultura, pecuária, recursos minerais e energéticos, assim como noutras[1].

O início das relações diplomáticas entre Chade e Moçambique é mais uma etapa de um processo crescente nos últimos anos entre as nações africanas: a busca de parceiros comerciais alternativos[2]. Isto ocorre em tendo em vista dois objetivos: o primeiro, aprofundar os laços comerciais entre as próprias nações africanas, com o intuito de usufruir do crescimento econômico que elas vivenciam e reduzir a dependência comercial estabelecida com nações desenvolvidas, como os Estados Unidos e a União Europeia[2]; segundo, é aumentar o fluxo de investimento estrangeiro direto à África, uma vez que o montante total de capital externo ainda é muito pequeno se comparável aquele auferido por outras regiões, como a América Latina e o Sudeste Asiático[3].

No que diz respeito à economia das duas nações africanas presentes no encontro, Chade e Moçambique representam importantes centros de exploração de recursos naturais: Chade está entre os dez principais exportadores de petróleo na África[4] e Moçambique é um dos países mais abundantes em minérios de ferro e carvão[2]. Dessa forma, os expressivos excedentes econômicos auferidos com a exploração destes recursos poderão servir como impulso ao comércio internacional entre as duas nações nos próximos anos.

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Imagem (FonteAtlanta blackstar):

http://atlantablackstar.com/2012/05/18/world-trade-organization-director-general-optimistic-over-africas-trade-prospects/

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Fontes consultadas:

[1] VerJornal de Notícias”:

http://www.jornalnoticias.co.mz/index.php/main/23428-cooperar-para-o-desenvolvimento

[2] VerCEIRI Newspaper”:

https://ceiri.news/africa-em-ascensao-levanta-os-desafios-de-uma-politica-economica-baseada-em-recursos-naturais/

[3] VerErnest & Young”:

http://www.ey.com/Publication/vwLUAssets/EY-attractiveness-africa-2014/$FILE/EY-attractiveness-africa-2014.pdf

[4] VerEnergy Information Administration”:

http://www.eia.gov/country/country-data.cfm?fips=CD

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Dalai Lama cancela visita à África do Sul após ter o visto recusado

O líder espiritual do Tibete, o Dalai Lama, cancelou na semana passada a sua viagem à África do Sul para a 14ª Conferência Mundial de Prêmios Nobel da Paz[1][2]. Segundo o seu representante no país africano, Nangsa Choedon, a desistência ocorreu após um anúncio de autoridades sul-africanas de que o visto da autoridade tibetana seria rejeitado[1][2].

Trata-se da terceira vez que o visto ao Dalai Lama foi recusado nos últimos cinco anos. Em uma delas, o líder tibetano foi proibido de viajar ao país africano para a celebração do octogésimo aniversário do ativista e arcebispo Desmond Tutu, também laureado com o Prêmio Nobel da Paz[2].

Tais recusas na liberação do visto ao líder tibetano ocorre, provavelmente, devido à crescente aliança comercial entre China e África do Sul. O Tibete é uma região separatista dentro do território chinês e sua autonomia como nação independente é claramente rejeitada por Pequim[2].

 O Ministério de Relações Exteriores chinês respondeu positivamente à medida tomada pelo governo sul-africano. Na última sexta-feira (5 de setembro), Qin Gang, porta-voz do ministério, afirmou que a China aprecia em muito o respeito dado pelo governo sul-africano à soberania chinesa e à integridade territorial, bem como ao apoio manifestado ao governo chinês nesta ocasião[3].

A medida tomada pelo Governo sul-africano demonstra como o crescimento da relação comercial com a China pode determinar o padrão das relações diplomáticas da África do Sul. Em 1996, o presidente Nelson Mandela apoiou a visita do líder tibetano ao país africano, apesar das objeções feitas pelo governo chinês; naquele ano, a China representava menos de 1,5% das exportações sul-africanas. Atualmente, o país asiático é o principal destino das exportações, com índice de participação de 18,80% do total, e possui vasta quantia de empresas operando na África do Sul.

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Imagem (FonteThe Atlantic)

http://www.theatlantic.com/international/archive/2011/10/in-south-africa-refusal-to-allow-dalai-lama-becomes-national-scandal/246333/

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Fontes Consultadas:

[1] VerBBC News”:

http://www.bbc.com/news/world-africa-29069140

[2] VerThe Guardian”:

http://www.theguardian.com/world/2014/sep/04/dalai-lama-denied-south-africa-visa-nobel-summit

[3] VerThe New York Times”:

http://www.nytimes.com/2014/09/06/world/asia/dalai-lama-said-to-be-denied-south-african-visa.html?ref=africa&_r=0

[4] VerThought Leader”:

http://www.thoughtleader.co.za/davidsaks/2011/10/05/mandela-and-the-dalai-lama/

[5] VerOpen Data for South Africa”:

http://southafrica.opendataforafrica.org/uxqhmgf/south-africa-exports-major-trade-partners

ÁFRICANOTAS ANALÍTICASPOLÍTICA INTERNACIONALTecnologia

Pagamentos digitais avançam na África

No mês de maio, em Joanesburgo, inúmeros empresários africanos e internacionais voltaram para seus países cheios de esperanças, mas com muitas peças ainda espalhadas para finalizar um complexo quebra cabeça. O “6th Mobile Money & Digital Payments”, sediado na cidade sul-africana, é um marco no que diz respeito ao avanço dos pagamentos digitais na África[1].

Os pagamentos eletrônicos são mais um passo de um longo processo que remodelou a geografia, o cotidiano e a política africana nos últimos anos: o desenvolvimento econômico. Para continuar neste caminho, empresários e autoridades políticas veem os pagamentos digitais como etapa crucial para o crescimento econômico e, principalmente, o empoderamento das mulheres africanas[2].

Em um relatório da empresa Better than Cash, financiado pela Bill & Melinda Gates Foundation e de autoria do Banco Mundial (BM), publicado na semana passada, relata-se que significativa parte significativa do montante de 2,5 bilhões de pessoas sem nenhum tipo de conta bancária no mundo encontra-se na África[3].

Claramente, a concessão de financiamentos e a participação formal no setor bancário é etapa importante para o desenvolvimento econômico e social, haja vista os resultados positivos das políticas de microcrédito em pequenas comunidades no sudeste asiático[4].

Ao contrário do baixo número de contas bancárias abertas, a presença de telefones celulares entre os africanos é expressiva: cerca de 65% da população africana possui um aparelho móvel[2]. Dessa forma, a expansão do serviço de pagamento digital é a grande ferramenta existente para os formuladores de políticas trabalharem na expansão do crédito, bem como para facilitar as transações financeiras e aumentar a segurança destas[2][3].

Contudo, especialistas e empresários apontam uma série de questões que devem ser abordadas a fim de criar um ambiente favorável ao crescimento desta atividade. Entre os principais desafios destaca-se a criação de um marco regulatório seguro e a superação da desigualdade na posse de telefones celulares: segundo o relatório citado anteriormente, ao redor do mundo os homens possuem 300 milhões de celulares a mais do que as mulheres[3].

No âmbito privado, a estruturação destas atividades não será levada a cabo por companhias africanas, mas sim por grandes organizações americanas e europeias. Uma das principais, a título de exemplo, é a Emerging Markets Payments, filial da companhia britânica de private-equity Actis[5]. A princípio, o vasto contingente populacional africano e o incremento de renda nos últimos anos servem como indicador de uma latente demanda para este tipo de serviço no continente[5].

A companhia canadense Telepin Software, as americanas Fiserv listada na bolsa americana Nasdaq e Amdocs e a sueca Ericsson também estão presentes na região: elas serão os principais patrocinadores da “7th Mobile Money & Digital Payments”, em maio do ano que vem (2015), quando serão apurados os primeiros resultados sobre a estruturação dos pagamentos digitais na África[1].

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Imagem (Fonte – Retail-digital):

http://www.retail-digital.com/retail_technology/validsoft-joins-electronic-transactions-association-mobile-payments-committee

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Fontes consultadas:

[1] Ver6th Mobile Money & Digital Payments”:

http://www.mobile-money-africa.com/Content/2014-Agenda/3_15/

[2] VerBanco Mundial”:

http://www.worldbank.org/en/news/press-release/2014/08/28/world-bank-report-digital-payments-economic-growth

[3] VerBill & Melinda Gates Foundation”:

http://www.gatesfoundation.org/~/media/GFO/Documents/What%20We%20Do/G20%20Report_Final.pdf

[4] VerBanco Mundial”:

http://web.worldbank.org/WBSITE/EXTERNAL/COUNTRIES/SOUTHASIAEXT/0,,contentMDK:21404284~pagePK:146736~piPK:146830~theSitePK:223547,00.html

[5] VerThe Economist”:

http://www.economist.com/news/finance-and-economics/21586309-paul-edwards-took-pay-tv-and-mobile-phones-africa-now-its-e-payments-cash-be

 

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Novos passos no programa de desenvolvimento na Etiópia

Em uma semana marcada pelo agravamento da Epidemia de Ebola na África, alguns fatos importantes ficaram em segundo plano. Dentre eles, as novas informações divulgadas sobre o “Growth and Transformation Plan”(GTP) na Etiópia[1].

Concebido pelo Governo etíope e por economistas internacionais em 2011, o GTP constitui-se como o pilar central da atual política econômica deste país. Seu objetivo principal é, ao menos, astuto: pretende modernizar por completo a economia etíope, planejando que em 2025 a Etiópia, nação cujo PIB per capita atual não passa de 500 dólares, seja um país de nível de renda médio[1][2].

Líderes da formulação desta política econômica de desenvolvimento, os economistas japoneses Kenichi Ohno e Izumi Ohnoafirmaram na semana passada, em entrevista ao jornal etíope The Reporter, que mudanças estruturais na economia etíope serão sentidas somente após a implementação do GTP II, programado para iniciar no ano que vem[1]. “Ela [a industrialização] ocorrerá a partir do GTP II. Com ele, Etiópia aos pouco irá se assemelhar aos países do sudeste asiático, como Vietnã e Tailândia[1], disseram os economistas em resposta à recente estagnação no valor de exportações e no fluxo de investimento estrangeiro direto.

Para ambos os economistas, isso ocorre devido ao fato de que a primeira etapa do GTP foi destinada à modernização e reestruturação do setor agrícola no país, um dos mais relevantes para a economia nacional[1]. Segundo dados do Governo da Etiópia, o GTP trouxe significativas melhorias para esse setor: desde 2011 houve uma média de crescimento anual de 8% na renda do trabalhador rural, além de um incremento médio anual de 8% na produção agrícola total[2].

De fato, a recente expansão econômica na Etiópia e a melhora em seus indicadores sociais animam as autoridades políticas a sustentar este cenário com uma política econômica de longo prazo. Segundo dados do Banco Mundial, nos últimos 10 anos a Etiópia teve um crescimento médio anual do PIB de 11% e a porcentagem da população que vive abaixo da linha da pobreza caiu de 38,9%, em 2004, para 29,6%, em 2013[3].

No entanto, ressalvas devem ser feitas quanto aos efeitos colaterais desta política expansionista, principalmente no que diz respeito à desigualdade social. Por ser um país majoritariamente ruralem 2013, cerca de 82% da população vivia na zona ruraluma expansão industrial desperta a tendência de um maciço processo de êxodo rural. Se por um lado o foco primário do GTP na modernização do campo e na capacitação do camponês é coerente, do outro é ineficiente se não se desenvolver rumo à promoção de uma estrutura completa nas cidades, capaz de incorporar e beneficiar todos os membros da sociedade etíope no processo de industrialização. Grandes cidades ao redor do mundo ilustram as disfunções sociais que grandes êxodos, combinados com a ausência de planejamento urbano, causam a seus cidadãos.

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Imagem (FonteNazret):

http://nazret.com/blog/index.php/2013/07/15/ethiopia-plans-to-make-wto-offer-on-services-by-september

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Fontes consultadas:

[1] VerThe Reporter”:

http://www.thereporterethiopia.com/index.php/interview/item/2369-%E2%80%9Cgtp-ii-is-where-things-will-start-happening%E2%80%9D

[2] VerEthiopan Agriculture Transformation Agency”:

http://www.ata.gov.et/priorities/national-growth-transformation-plan/

[3] VerBanco Mundial”:

www.data.worldbank.org

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Segregação urbana aumenta a desconfiança entre raças na África do Sul

Vinte anos após o fim do apartheid, os problemas relacionados à segregação racial ainda persistem na África do Sul. Prova disto são os inúmeros protestos que o país vivencia semanalmente, onde os manifestantes requerem maiores direitos à educação, emprego e segurança pública[1][2].

Conforme vem sendo disseminado, a segregação racial ainda persiste no mercado de trabalho e no ensino dos jovens sul-africanos. Há mais de 20 anos, as medidas legais legitimavam a segregação racial; atualmente, esta se mantém devido à desigualdade na posse de bens materiais e de qualificação técnica[1].

Dessa forma, grandes cidades sul-africanas, como Joanesburgo e a Cidade do Cabo, possuem suas periferias constituídas majoritariamente pela população negra, ao passo que as regiões centrais são habitadas, em sua maioria, pelos brancos, criando um verdadeiro “mosaico” urbano[3]. Esta organização urbanística traz uma série de implicações à vida cotidiana dos sul-africanos. Vale ressaltar duas delas.

A primeira diz respeito ao deslocamento urbano, problema similar ao que muitas cidades ao redor do mundo enfrentam: a população negra trabalha longe de suas residências, o que implica em maciço tráfego em direção à região central[3]. Com isso, vias públicas encontram-se congestionadas e a riqueza perdida é significativa.

Visando lidar com estes problemas, a Prefeitura de Joanesburgo leva a cabo projetos para a construção e estruturação de bairros perto dos grandes centros empresarias, a fim de solucionar o problema da mobilidade urbana nesta cidade[3]. No entanto, não se trata somente de resolver a questão do tráfego, mas sim em aumentar a confiança e a interação entre negros e brancos – segunda implicação da segregação urbana mencionada.

Inúmeros estudos – como a clássica pesquisa de Mark Granovetter, da Universidade de Stanford, intitulada “The strength of weak ties[4] – apontam que um dos principais entraves para o incremento de renda da população pobre é a falta de conectividade e de relacionamentos pessoais com membros de outros círculos sociais, o que comumente é tratado pela expressão em inglês “networking”. Além disso, uma maior comunicação e interação social entre membros de diferentes classes e raças é essencial para construção de um sistema democrático amplo.

A crescente desigualdade racial na África do Sul reduz o nível de confiança que um negro tem em relação aos brancos e vice-versa. Isto é ilustrado pela insatisfação dos futuros vizinhos do contingente a ser deslocado para estes bairros estruturados. Segundo autoridades locais, os habitantes desconfiam de seus novos vizinhos, temendo o aumento no número de furtos[3].

A desconfiança é, em grande parte, produto da histórica segregação e do aumento recente da desigualdade. Em pesquisa executada pelo Gauteng City-Region Observatory (GCRO), divulgada na última semana, constatou-se que a desconfiança de uma raça para com a outra vem aumentando de ano a ano na África do Sul[5]. De 2009 para 2013, o número de negros que não confiavam em brancos subiu de 68% para 73%; no que diz respeito à desconfiança de brancos para com os negros, esta também subiu, de 40% para 44%.

Claramente, esta situação faz emergir uma série de disfunções sociais, como o aumento da violência e do desemprego entre jovens. Dessa forma, lidar com os bolsões de pobreza aparece como questão crucial para a instituição de direitos amplos na África do Sul.

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ImagemSydney Morning Herald” (Fonte):

http://www.smh.com.au/travel/joburg-gets-its-groove-back-20120301-1u4ij.html

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Fontes consultadas:

[1] VerCEIRI Newspaper”:

https://ceiri.news/em-meio-protestos-contra-conjuntura-economica-e-politica-sul-africanos-vao-urnas/

[2] VerThe New York Times”:

http://www.nytimes.com/2014/02/14/world/africa/south-african-protests-target-broken-promises.html?_r=1

[3] VerThe Economist”:

http://www.economist.com/news/middle-east-and-africa/21612238-urban-communities-remain-divided-along-racial-lines-can-be-changed-still

[4] GRANOVETTER, M, S. “The Strength of Weak Ties”. American Journal of Sociology, volume 78. n. 6, pp. 1360-1380, Maio de 1973.

[5] VerNews24”:

http://www.news24.com/SouthAfrica/News/Blacks-whites-dont-trust-each-other-survey-20140814