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Drogas: Gobierno de Colombia penaliza el consumo de la dosis mínima

A partir de la última semana de septiembre del 2018, el consumo y/o porte de droga para consumo personal es penalizado en Colombia. La medida ha suscitado diversas opiniones a favor y en contra. Para algunos esto contribuye a la lucha contra el narcotráfico y para otros la penalización, conlleva a que el negocio del narcotráfico sea más rentable, luego que estimula el aumento de los precios en las calles, sin tratar al consumidor.

Drogas ilícitas – Cocaína

De esta manera, mientras diversas naciones han tratado el tema del consumo como un problema de salud pública, en Colombia con esta medida se ha le da un manejo punible. Desde octubre la policía de Colombia está facultada para decomisar, arrestar y otorgar multas a los ciudadanos que le sean encontradas sustancias ilegales.

Para la oficina de las Naciones Unidas contra la Droga y el Delito – UNODC por sus siglas inglés, esta medida resulta apresurada, luego que al Colombia ser un país productor, debe generar medidas que tomen el problema del narcotráfico de manera global, lo que va más allá de criminalizar el consumidor. Expertos en el tema agregan que este es un problema que tiene un alcance trasnacional y su tratamiento debe ser global.

Por su parte el presidente Iván Duque, cumpliendo una de las promesas de su campaña, ha señalado que su propuesta es “prohibir la dosis mínima y de esta manera  enfrentar el narcotráfico y perseguir a los jibaros.

Algunos analistas y senadores pronunciándose al respecto han señalado que perseguir a los consumidores recreativos, solo conlleva a incrementar las estadísticas de violencia y guerra, que para el caso colombiano ya son bastante preocupantes. La clave está en destinar recursos a combatir los eslabones más fuertes de la producción y tráfico de drogas. Para algunos se debe centrar esfuerzos en perseguir los grandes traficantes, incautar dineros obtenidos de manera ilícita, dar un tratamiento en salud, impartir educación acerca del tema y desmantelar laboratorios de producción.

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Fuentes das Imágenes:

Imagen 1 “Senado de Colombia debate acera de la penalización de la dosis mínima” (Fuentes):

http://www.senado.gov.co/historia/item/27718-colombia-penalizar-el-consumo-de-drogas-o-regularlo

Imagen 2 Drogas ilícitas Cocaína” (Fuente):

https://es.wikipedia.org/wiki/Droga

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Presidente mexicano Enrique Peña Nieto vai à ONU

De acordo o Secretaria de Relações Exteriores mexicana (SRE), o presidente Enrique Peña Nieto viajou para Nova York no último domingo (dia 23 de setembro) para participar da 73ª Sessão Ordinária da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), e também de atividades prioritárias para a agenda multilateral do México.

Edifício da ONU em Genebra (Suíça)

Durante seu discurso como o quinto Presidente do Debate Geral da 73ª Assembleia Geral da ONU, Peña Nieto apresentou as prioridades de sua política externa, assim como um balanço sobre as realizações no que tange o desempenho multilateral alcançado durante sua administração.

Juntamente com outros líderes e representantes das Nações Unidas, o Mandatário mexicano participou do lançamento do Painel de Alto Nível para a construção de uma Economia Oceânica Sustentável, liderado pela Primeira-Ministra da Noruega, Erna Solberg. Da mesma forma, Peña Nieto participou, a convite do Presidente da França, Emmanuel Macron, da Segunda Cúpula de Um Planeta, na qual ele apresentou o progresso do México no cumprimento dos compromissos assumidos em dezembro passado (2017).

Organização das Nações Unidas

Já na Cúpula do Fórum Econômico Mundial sobre o impacto do desenvolvimento sustentável, o Presidente abordou as ações do México para alcançar os objetivos da Agenda 2030 para o desenvolvimento sustentável, e partilhou a posição do país frente ao crescimento econômico e a Quarta Revolução Industrial.

A convite do Sr. Michael Bloomberg, o Chefe do Executivo mexicano participou também do Bloomberg Global Business Fórum 2018, onde ele destacou o papel de liderança exercida pelo México nas negociações do Pacto Global para a Migração Segura, Ordenada e Regular, bem como as importantes contribuições dos migrantes para o desenvolvimento econômico dos países.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1 Sede das Nações Unidas em Nova York” (Fonte):

https://en.wikipedia.org/wiki/Headquarters_of_the_United_Nations

Imagem 2Edifício da ONU em Genebra (Suíça)” (Fonte):

https://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%BApula_Mundial_sobre_a_Sociedade_da_Informa%C3%A7%C3%A3o

Imagem 3Organização das Nações Unidas” (Fonte):

https://en.wikipedia.org/wiki/Member_states_of_the_United_Nations

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Índices de desenvolvimento humano da América Latina e Caribe em 2018

O Programa das Nações Unidas para Desenvolvimento (PNUD) lançou, em 14 de setembro de 2018, o estudo Indicadores e Índices de Desenvolvimento Humano: Atualização Estatística 2018. O objetivo do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), criado por Mahbub ul Haq, com a colaboração do economista indiano Amartya Sen, é ser uma medida que sirva como contraponto ao Produto Interno Bruto (PIB).

Baseado essencialmente em saúde, educação e renda, o IDH é um indicador que vai de zero a um – quanto mais próximo de um, melhor o desenvolvimento humano. Para isso, utiliza-se da seguinte metodologia para seu cálculo:

– Uma vida longa e saudável (saúde) é medida pela expectativa de vida;

– O acesso ao conhecimento (educação), que é medido por: i) média de anos de educação de adultos (pessoas a partir de 25 anos); e ii) a expectativa de anos de escolaridade para crianças na idade de iniciar a vida escolar*; e, por fim, 

– O padrão de vida (renda), que é medido pela Renda Nacional Bruta (RNB) per capita, expressada em Poder de Paridade de Compra (PPP) constante, em dólar, tendo 2005 como ano de referência.

Educação

O relatório atual apresenta dados de 189 países, classificados como: (59) pertencentes ao grupo de desenvolvimento humano muito alto; (53) com alto desenvolvimento humano; (39) com médio; e (38) com baixo índice. Noruega, Suíça, Austrália, Irlanda e Alemanha lideram o ranking; enquanto Níger, República Centro-Africana, Sudão do Sul, Chade e Burundi apresentam os piores indicadores.

A partir do documento, depreendem-se cinco conclusões principais sobre a evolução do desenvolvimento humano a nível global: 1) as pessoas são mais longevas, possuem maior nível de educação e acesso a bens e serviços, no entanto estes atributos não se traduzem em melhor qualidade do desenvolvimento humano; 2) o progresso não é linear e as crises podem danificar os ganhos em desenvolvimento; 3) quando o IDH se ajusta aos níveis de desigualdade, o valor mundial se reduz em 20% (0,72 para 0,58); 4) as mulheres apresentam IDH inferior aos homens em todas as regiões do planeta; e 5) a degradação do meio-ambiente coloca em risco todo o desenvolvimento humano promovido nas últimas décadas.

Segundo os dados apresentados pelo relatório, a América Latina e o Caribe* possuem (em média) alto nível de desenvolvimento humano, aproximadamente de 0,758, sendo a expectativa de vida da região estimada em 75 anos. No entanto, quando o índice é ajustado à desigualdade, ele é reduzido em 21,8%.

A disparidade do IDH entre mulheres e homens é de 2%, abaixo da média mundial, que é de 6%. Por outro lado, a participação da mulher no mercado de trabalho é consideravelmente menor que o volume de homens. A título de ilustração, apenas 29% dos cargos parlamentares são ocupados por mulheres.

A taxa de natalidade entre adolescentes é a segunda mais alta em comparação a outras regiões do globo. No Brasil, por exemplo, apesar de as mulheres terem melhor desempenho em educação e mais longevidade que os homens, a sua renda é 42,7% menor.

Os países da América Latina e Caribe que se destacam com os melhores índices de desenvolvimento são: Chile (44º lugar – 0,843); Argentina (47º lugar – 0,825); Bahamas (54º lugar- 0,807), Uruguai (55º lugar – 0,804) e Barbados (58º lugar – 0,800). O Brasil, por sua vez, aparece na 79ª posição com IDH estimado em 0,759.

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Nota:

* O PNUD considera a Região da América Latina e Caribe composta por 33 países: Antígua e Barbuda, Argentina, Bahamas, Barbados, Belize, Estado Plurinacional da Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Dominica, República Dominicana, Equador, El Salvador, Granada, Guatemala, Guiana, Haiti, Honduras, Jamaica, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, São Cristóvão e Névis, Santa Lúcia, São Vicente e Granadinas, Suriname, Trinidade e Tobago, Uruguai e Venezuela.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1 Favela na periferia de Salvador, Bahia” (FonteFoto: Banco Mundial/Scott Wallace):

https://nacoesunidas.org/brasil-mantem-tendencia-de-avanco-no-desenvolvimento-humano-mas-desigualdades-persistem/

Imagem 2 Educação” (Fonte):

https://www.pexels.com/photo/close-up-of-woman-working-256468/

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Nicolás Maduro assina acordos na China, em busca de saídas para crise na Venezuela

Acompanhado de equipe, o presidente venezuelano Nicolás Maduro viajou à China na semana passada, tendo, na sexta-feira, dia 14 de setembro (2018), realizado encontro com o presidente chinês Xi Jinping, com o primeiro-ministro Li Keqiang e com o conselheiro de Estado e Ministro das Relações Exteriores, Wang Yi. Os venezuelanos assinaram quase três dezenas de acordos de cooperação e buscaram apoio financeiro, além de terem conversado para abrir perspectivas positivas às empresas chinesas, com o intuito de receber investimentos. Também buscou-se articular ações coletivas dos dois governos em vários setores, dentre eles petróleo, gás, mineração, tecnologia, segurança e finanças, ressaltando-se que o setor de petróleo e gás está submetido às sanções dos EUA.

Logo da Corte Penal Internacional

Analistas apontam que a viagem representou uma esperança do mandatário venezuelano para garantir formas de preservar seu governo, uma vez que a crise econômica chegou a um patamar no qual são poucas saídas disponíveis para que o país consiga se recuperar economicamente e volte a ter estabilidade.

Conforme está sendo disseminado na mídia, Maduro detém neste momento baixo índice de popularidade, tendo sido apresentada uma pesquisa de opinião em que mais de 80% do povo deseja que o Presidente e o bolivarianismo deixem o poder.

O cerco ao regime venezuelano tem aumentado. Tem sido vários os anúncios de que Maduro e o Governo da Venezuela foram ou serão denunciados perante o Tribunal Penal Internacional e, nesta semana, foi declarado que Argentina, Chile, Colômbia, Paraguai e Peru assinaram uma carta acusando o mandatário bolivariano perante a Corte Penal Internacional, por violação dos Direitos Humanos de forma sistemática e, especificamente, por crimes de lesa humanidade.

Nesse sentido, a ida à China se apresentou como um alento ao governante, pois a situação interna na Venezuela tem levado cada vez mais ao ponto de ruptura, já que a oposição interna e externa tem sido cada vez intensa e poucos Estados têm dado apoio a Maduro, e por razões diferentes da concordância com suas políticas, sendo especialmente para recuperar investimentos que foram feitos e representam perdas para esses países investidores. Esses são os casos dos chineses e dos russos, que precisam garantir o retorno do que foi aportado de recursos no país.

Maduro em Restaurante na Turquia” (Fonte – Print Screen do vídeo divulgado no YouTube)

Acreditam também os observadores internacionais que a política externa norte-americana tem sido uma das principias razões para que essas grandes potências acabem apoiando o regime venezuelano, uma vez que se trataria de mais um aliado para enfrentar as pressões estadunidenses feitas contra China, com a guerra comercial iniciada, e contra a Federação Russa, devido aos enfrentamentos por razões geoestratégicas e geopolíticas, principalmente no Oriente Médio e na Europa Oriental.

O quadro que se desenha é que esses Estados percebem o governo venezuelano como um aliado para proporcionar outro ponto de resistência aos norte-americanos, uma vez que eles estão submetidos a embates com os EUA. Sendo assim, as análises convergem para a interpretação de que essas alianças e acordos feitas por Nicolás Maduro, acabam oxigenando o seu governo, pois lhes garantem recursos para preservar a sua base política e manter o braço armado que lhe dá garantias de manutenção da ordem, uma vez que a queda da popularidade tem sido expressiva e vários atos do governante tem aumentado a oposição, mesmo quando eles tem mais valor simbólico que efetivo, como foi o caso de ter ido ao restaurante na Turquia onde se deixou filmar e fotografar, degustando charuto cubano e refeição de alto padrão e elevado valor. Por essa razão, mesmo com atos como o do restaurante na Turquia, se forem garantidos aportes de recursos chineses acredita-se que a tendência de resistência de Nicolás Maduro no poder ainda será alta.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1 Nicolás Maduro homenageando Mao Tse Tung” (Fonte Print Screen do vídeo divulgado no YouTube):

https://www.msn.com/pt-br/video/noticias/maduro-assina-acordos-na-china-e-homenageia-mao/vp-BBNkwKx

Imagem 2 Logo da Corte Penal Internacional” (Fonte):

https://pt.wikipedia.org/wiki/Corte_Penal_Internacional#/media/File:International_Criminal_Court_logo.svg

Imagem 3 Maduro em Restaurante na Turquia” (Fonte Print Screen do vídeo divulgado no YouTube):

https://www.youtube.com/watch?v=CR23TCnxflo

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Migrantes pierden la vida pasando la frontera entre Colombia y Panamá

Son decenas de vidas humanas que se pierden anualmente en la espesa selva tropical conocida como “El Tapón del Darién”.  Cientos de migrantes intentan cruzar la frontera entre Colombia y Panamá, para continuar su viaje hacia los Estados unidos.

La ruta migratoria entre Colombia y Panamá es, para algunos, una de las más peligrosas del mundo. Es así como cientos de inmigrantes semanalmente intentan cruzar caminando las cerca de 575 mil hectáreas que se levantan como bloque selvático. La travesía puede demorar hasta una semana y, según relatan representantes de la ONG colombiana Manos por la Paz Internacional, es usual encontrar esqueletos humanos en los senderos que los coyotes utilizan para llevar personas por la selva. Además del medio natural, el narcotráfico, que utiliza esta zona como ruta, el paramilitarismo y enfermedades como la malaria, son problemáticas que requieren una respuesta trasnacional. La llegada de inmigrantes de orígenes tan diversos como Etiopía, Bangladesh, Siria, Cuba o Haití crean un flujo migratorio alterno a la usual diáspora de migraciones europeas.

Proyección general de la vía Panamericana, con destaque del ‘Tapón del Darién

En la actualidad, cientos de migrantes africanos, asiáticos y de países centroamericanos como Haití y Cuba se encuentran en la pequeña localidad de Capurganá, departamento del Choco. Algunos han intentado cruzar los 270 kilómetros de frontera sin pavimentar que separan el municipio de Turbo y la localidad de Yaviza en el país vecino, Panamá. El Servicio Nacional de Fronteras (SENAFROT) detiene los inmigrantes y envía de regreso a Colombia, en donde deben esperar con la ayuda de algunas organizaciones humanitarias y pobladores locales.

Cabe destacar que la región del Darién, situada entre Panamá y Colombia, une geográficamente América del Sur y América Central, sin embargo, se conoce como “El Tapón del Darién” debido a que no hay paso por tierra. En este punto se corta la carretera Panamericana que viene de la Patagonia y llega hasta Alaska. La región del Darién se destaca por la presencia de lluvias todo el año, más de 300 ríos que atraviesan este territorio y por ser uno de los lugares con mayor diversidad vegetal y animal en el mundo.

La región del Darién históricamente ha sido vista como un límite geográfico, pero se convirtió en un bloque político luego de la separación de Panamá en 1903, cuando declaró su independencia de Colombia; con el apoyo político y militar de Estados Unidos. En la actualidad los gobiernos de ambos países han visto realizados planos para conectar el tramo faltante de la Panamericana y de esta forma conectar toda América por tierra. Sin embargo, esta decisión siempre ha estado cruzada por intereses geopolíticos relacionados al Canal de Panamá.

Sobre la migración que atraviesa ambos países, se estima que por lo menos 6.000 mil personas llegan a esta región del mundo cada año, con el fin de continuar hacia los Estados Unidos o Canadá. La mayoría de inmigrantes huyen de conflictos armados en África o Asia y no contemplan la posibilidad de retornar a sus países de origen. Debido a la poca asistencia y falta de presencia de organismos que den garantía efectiva al derecho internacional, diversas organizaciones han pedido ayuda y atención por parte de entidades nacionales e internacionales.

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Fuentes das Imágenes:

Imagen 1 Proyección general de la vía Panamericana, con destaque del Tapón del Darién’” (Fuentes):

https://no.wikipedia.org/wiki/Tap%C3%B3n_del_Dari%C3%A9n#/media/File:PanAmericanHwy.png

Imagen 2 Frontera entre Colombia y Panamá” (Fuente):

https://es.wikipedia.org/wiki/Frontera_entre_Colombia_y_Panam%C3%A1

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Acuerdo entre presidente de Colombia y las FARC es ratificado por la ONU

En las últimas semanas se han producido dos hechos importantes que han marcado el proceso de paz entre las FARC* y el gobierno de Colombia. Por un lado, la Fuerza Alternativa Revolucionaria del Común -FARC-  y el gobierno del Presidente Iván Duque mutuamente han convenido solicitar al Consejo de Seguridad de las Naciones Unidas prorrogar el mandato de la Misión Política Especial por un año más a partir del 27 de septiembre de 2018” , como puede leerse en la carta dirigida al secretario general de la ONU, Antonio Gutiérrez. Además, en el texto se agradece por el constante apoyo en pro de la construcción de paz en Colombia.

Misión de la ONU en Colombia

El segundo hecho, tiene que ver con que seis lideres exguerrilleros abandonaron el pasado jueves (6/09/2018) los Espacios Territoriales de Capacitación y Reincorporación -ETCR-, informo la Misión de Verificación de Naciones unidas en Colombia. En este sentido la ONU informo que desconoce los motivos que llevaron a los líderes guerrilleros a tomar esta decisión, pero recalco que, pese a lo sucedido, más de 150 guerrilleros y sus familias siguen viviendo, estudiando y trabajando en las zonas destinadas para la reincorporación de los excombatientes.

Ambos hechos se dan en el contexto de aumento de violencia que se vive en el país, en donde por lo menos 500 líderes sociales han sido asesinados los últimos cuatro años, de igual forma se ha registrado el asesinato de 70 excombatientes de las FARC. Son múltiples dificultades que ha enfrentado el proceso de paz, cuya implementación luego de lo pactado en la Habana**, ha sido de tan solo el 18,3%, esto tras la firma entre ambas partes el 24 de noviembre del 2016.

Tras desconocerse el paradero de los líderes guerrilleros, el presidente de Colombia argumento que se trata de una situación muy preocupante para el futuro del proceso de paz y para el estatus legal de estas personas. Así mismo, voceros del partido político de las FARC, respondieron que, en el caso de Iván Márquez, considerado segundo dirigente de las FARC ha visto en riesgo su integridad personal, esto después que una patrulla del ejército entrará de forma violenta al lugar donde reside.

La ONU por su parte hace un llamado para que se intensifique el apoyo por parte del gobierno a la reincorporación política, legal y socioeconómica de los excombatientes que han dejado las armas.

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Notas de pie de página:

Grupo guerrillero Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia – FARC. En la actualidad Fuerza Alternativa Revolucionaria del Común – FARC, este último, partido político que nació como producto de los acuerdos de La Habana

** Los acuerdos o diálogos de paz de La Habana son el resultado de negociaciones entre el gobierno de Colombia y las FARC, sintetizados en seis puntos (1. Lucha contra la pobreza rural; 2. Participación política; 3. Cese el fuego y entrega de armas; 4. Lucha contra las drogas ilícitas; 5. Reparación para las víctimas y justicia transicional; 6. Garantías de cumplimiento del acuerdo), a partir de los cuales se “pretenden contribuir a las transformaciones necesarias para sentar las bases de una paz estable y duradera

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Fuentes das Imágenes:

Imagen 1 Ceremonia de firma del acuerdo final de paz 26 de septiembre de 2016” (Fuentes):

https://es.wikipedia.org/wiki/Acuerdos_de_paz_entre_el_gobierno_de_Juan_Manuel_Santos_y_las_FARC

Imagen 2 Misión de la ONU en Colombia” (Fuente):

https://news.un.org/es/story/2017/06/1380691