ÁSIAEUROPANOTAS ANALÍTICASPOLÍTICA INTERNACIONAL

Rússia sinaliza hipotética mudança no apoio a Síria

Nesse sábado passado (em 21 de setembro), Sergei Ivanov – chefe de gabinete e da secretaria executiva presidencial russa – discursou no congresso de “Revisão das Estratégias Globais 2013[1], promovido pela “Instituto Internacional de Estudos Estratégicos” (IISS, sigla em inglês).

Em um determinado momento do evento, fez declarações reforçando que a Rússia não está defendendo a Síria, mas o “Direito Internacional” como um todo. Além disso, ele salientou o massacre de diversos vilarejos cristãos por parte de rebeldes de religião distinta, inclusive um vilarejo onde a língua é o Aramaico, no seu pronunciamento, “a língua falada por Jesus Cristo[1].

Por final, enfatizou que, teórica e hipoteticamente, a Rússia pode deixar de apoiar Assad, caso percebam que ele lhes esteja enganando com relação ao acordo para destruição de seu arsenal de armas químicas. Alguns jornais pelo mundo noticiaram esse pronunciamento final, como uma afirmativa[2][3], o que gera expectativa diversa daquela possivelmente expressada pelo “porta voz russo”.

Analistas apontam que a Rússia tem focado seu discurso para atingir diretamente a opinião pública mundial, sabendo que, dessa forma, quando trata com as sociedades democráticas, é mais estratégico se dirigir às populações e mirar nos possíveis focos e comportamentos externos dos Estados (políticas externas e atitudes políticas/diplomáticas), principalmente, neste caso, dos Estados Unidos. Alguns analistas destacam que esse procedimento desponta quando Sergei Ivanov cita os massacres ocorridos contra cristãos e o contra o cristianismo, especialmente quando cita diretamente Jesus Cristo.

———————–

Imagem Sergei Ivanov – chefe de gabinete e da secretaria executiva presidencial russa” (Fonte – Fickr do IISS):

http://www.flickr.com/photos/rdif/7588992592/sizes/o/in/photolist-cyBz6S-cxYciu-9sTZ1U-9sQYJ8-9sQYBg-9sQYYp-7XXmbh-7VyQKA-8ocq1c-8fVk9x-7ZCsxD-7ZFAbf-7ZCrxt-7ZCogn-7ZFzD3-7ZCoUt-7ZCrM2-7ZCnWe-7ZFzUy-7ZCs8R-7ZCr2c-7ZFzf7-7ZCqxF-7ZCqQt-7ZCrhD-7ZCsVV-9h6Wjv-bRFWpM-7LjqLT-8b6gvu-cFy2xj-7WLf8x-9vUcbV-dUUBsc-g1GBh9-g1GPzq-9baRaB-8b6gqb-9AFKMK-9AFL3k-7MX6XN-bq5T3G-bt7ZmB-9UhhUY-9UhhYC-8oeYAL-7JzxAm-8g6tgG-9yvkvf-9yvkpE-bgS1kV/

———————–

Fontes consultadas:

[1] VerGlobal Conflicts: Sergei Ivanov Speech” (IISS):

http://www.iiss.org/en/events/gsr/sections/global-strategic-review-2013-5458/first-plenary-session-feb1/sergei-ivanov-81b0

Ver tambémGlobal Conflicts: Q&A”:

http://www.youtube.com/watch?v=ZrAVih8ycjs

[2] VerRussia could change position on Syria if Assad cheats: Kremlin aide” (Reuters):

http://www.reuters.com/article/2013/09/21/us-syria-crisis-russia-idUSBRE98K04Z20130921?feedType=RSS&feedName=worldNews

[3] VerRussia ‘theoretically’ ready to change position on Syria”:

http://www.upi.com/Top_News/World-News/2013/09/21/Russia-theoretically-ready-to-change-position-on-Syria/UPI-31081379782508/

     

AMÉRICA LATINAÁSIANOTAS ANALÍTICASPOLÍTICA INTERNACIONAL

Refugiados no Brasil poderão estender condição a parentes

O “Comitê Nacional para os Refugiados” (CONARE) publicou na edição do dia 24 de setembro de 2013 do “Diário Oficial da União[1] as regras para que refugiados no Brasil estendam essa condição a parentes.

De acordo com a resolução, a condição poderá ser estendida a cônjuge ou companheiro(a); ascendentes; descendentes e demais integrantes do grupo familiar que dependam economicamente do refugiado. O CONARE solicitará ao “Ministério das Relações Exteriores” a concessão de visto apropriado aos interessados, de modo a favorecer a “reunião familiar”.

Na mesma edição do “Diário Oficial[1], foi publicada a norma que garante a concessão de visto especial a pessoas afetadas pelos conflitos armados na Síria que desejam chegar ao Brasil buscando refúgio. O visto especial será estendido também à família dessas pessoas deslocadas, conforme a norma anterior.

De acordo com informações do “Ministério da Justiça” (MJ)[2], somente na última sexta-feira (20 de setembro de 2013), das 130 solicitações de refúgios aprovadas pelo CONARE, 27 foram feitas por cidadãos que saíram da região dos conflitos. Ainda pelas informações do MJ, o Brasil já abriga aproximadamente 250 refugiados sírios relacionados ao conflito que atinge o país Árabe.

——————————

Fontes Consultadas:

[1] Ver:

http://www.in.gov.br/visualiza/index.jsp?data=24/09/2013&jornal=1&pagina=29&totalArquivos=128

[2] Ver:

http://www.justica.gov.br/portal/ministerio-da-justica/banner-de-destaque/sirios-terao-visto-humanitario-para-entrar-no-brasil.htm

ÁSIANOTAS ANALÍTICASPOLÍTICA INTERNACIONAL

Disputas territoriais afetam negociações no ASEAN

A “Associação de Nações do Sudeste Asiático” (ASEAN) tem grande problema em resolver as questões que envolvem pontos de discordância entre as nações que são membros da entidade. Os constantes atritos territoriais que ocorrem na região constituem o principal fator para que haja desacordo em assuntos pertinentes ao grupo.

Como exemplo, a ASEAN agendou uma reunião com seus membros para a segunda semana de outubro, na cidade de Brunei, mas ainda não se tem certeza da participação da China, do Japão e da “Coreia do Sul”, países que mantêm constantes desentendimentos em questões territoriais. Os três países ganharam o respeito e se tornaram importantes no grupo desde o ano de 1999, sendo bem efetivos, exceto quando houve atritos diplomáticos entre eles.

Neste momento, os membros da ASEAN estão preocupados com as atitudes conservadoras do Japão em relação a ilhas no sudeste e no leste asiático, ilhas que ele disputa com chineses, coreanos, taiwaneses e até com russos, e sobre as quais, o governo japonês não admite abdicar de sua soberania. Uma fonte da entidade afirmou para a Younhap: “Considerando as atuais circunstâncias, é improvável realizar a cimeira trilateral, a menos que haja um novo impulso”[1].

Desde a era colonial japonesa, que teve seu fim no século XX, muitos territórios em todo o continente asiático foram devolvidos para seus países de origem, porém, alguns arquipélagos próximos das três ilhas que compõem o Estado japonês foram mantidas sobre custódia do Japão. Tais territórios possuem riquezas naturais, tem importância estratégica para a economia e, também por isso, tornaram-se objeto de atritos diplomáticos entre Tokio e seus vizinhos.

————————-

Fonte consultada:

[1] Ver:

http://spanish.yonhapnews.co.kr/national/2013/09/22/0300000000ASP20130922000600883.HTML

ÁSIAEUROPANOTAS ANALÍTICASPOLÍTICA INTERNACIONAL

Jihadistas europeus reforçam a “Frente al-Nusra”, na Síria

A “Frente al-Nusra” (literalmenteFrente de Apoio ao Povo da Grande Síria”), é um grupo irregular de orientação sunita criado em janeiro de 2012, que integra as forças de oposição ao “Governo de Bashar al-Assad”, na Síria. O grupo está ligado, ideológica e logisticamente, à al-Qaeda e é considerado como sendo o braço mais agressivo e bem sucedido das forças rebeldes do atual conflito interno sírio.

Atualmente, jovens europeus, ou residentes em países europeus, estão partindo para a Síria com a finalidade de reforçarem as forças da “Frente al-Nusra”. No momento, segundo informações, cerca de cem mil pessoas integram o dispositivo bélico oponente do Governo sírio, sendo que por volta de cinquenta por cento estão ligados a grupos extremistas, dos quais dez mil são considerados jihadistas[1].

A imprensa espanhola publicou informações que indicam que noventa e cinco jovens partiram da Espanha para combater na Síria. Destes cidadãos, treze são de nacionalidade espanhola e os restantes são residentes nesse país, mas são originários do Magrebe. Da Espanha, o maior número de jihadistas saiu de cidades como Ceuta, Alicante, Melilla, Madri, Málaga e algumas cidades da Catalunha[2].

De acordo com o periódico espanhol “El Pais”, os bairros carentes, como o bairro “El Príncipe”, de Ceuta, são o meio adequado para o aliciamento dos jihadistas[3]. Os cidadãos belgas também estão sendo recrutados para compor as forças de oposição síria. Segundo o “Ministério de Interior da Bélgica”, aproximadamente seiscentos cidadãos europeus já foram recrutados para combater na Síria, sendo que de oitenta a cem combatentes são belgas[4]. Alguns destes combatentes têm retornado ao país de origem e estão a ser investigados sobre possíveis ligações com grupos extremistas islâmicos[5].

Os jihadistas são todos voluntários, pagam a própria viagem, compram a arma a ser usada no conflito e recebem somente o alojamento e a comida da organização irregular que passam a integrar. Eles conseguem liquidar as despesas com a viagem e a arma através da venda de seus bens que também são utilizados para deixar algum dinheiro para as esposas e saldar possíveis dívidas, como recomendam os preceitos de um “voluntário perfeito” antes de seguir para a batalha sem a intenção de retornar.

Estes jovens estrangeiros, primeiro passam por um treinamento militar durante o qual são averiguadas as suas habilidades. Há informações de que, em pouco tempo, os líderes da “Frente al-Nusra” perceberam que muitos voluntários não tinham uma formação religiosa sólida, o que é fundamental para um candidato a jihadista, tal como o domínio de idiomas. Neste sentido, as missões importantes são destinadas àqueles que são cultos, enquanto que os demais seguem para a linha de frente da batalha e são convidados à prática do martírio[6].

O envolvimento dos jovens jihadistas europeus no conflito sírio tem causado a apreensão nos governantes do “Velho Continente” pelo seguinte fato: ao retornarem à Europa após treinamento com armas de fogo e envolvimento em situações de combate, eles continuam com ligações efetivas a uma ideologia extremista[7]. Esta ameaça à segurança só será superada se, na Europa e também no “Oriente Médio”, os povos e seus dirigentes políticos optarem por uma efetiva “Cultura e Educação para a Paz”.

——————–

Imagem (Fonte):

http://news.rapgenius.com/1814436/Senator-john-mccain-syria-intervention-is-in-our-interest/Al-qaeda-aligned-al-nusra-front-has-gained-unprecedented-strength-on-the-ground

——————–

Fontes consultadas:

[1] Ver:

http://www.europapress.es/internacional/noticia-cerca-mitad-rebeldes-son-afines-grupos-extremistas-yihadistas-estudio-20130916060850.html

[2] Ver:

http://actualidad.rt.com/actualidad/view/105866-yihadistas-espana-europa-siria-rebeldes

[3] Ver:

http://internacional.elpais.com/internacional/2013/09/14/actualidad/1379173180_128014.html

[4] Ver:

http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,filho-de-brasileira-se-juntou-a-jihadistas-sirios-,1070040,0.htm

[5] Ver:

http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,filho-de-brasileira-se-juntou-a-jihadistas-sirios-,1070040,0.htm

[6] Ver:

http://internacional.elpais.com/internacional/2013/09/14/actualidad/1379173180_128014.html

[7] Ver:

http://internacional.elpais.com/internacional/2013/09/14/actualidad/1379173180_128014.html

 

ÁSIAFÓRUNS INTERNACIONAISNOTAS ANALÍTICASPOLÍTICA INTERNACIONAL

Encontro de Xi Jinping e Shinzo Abe na “Cúpula de G20”

Fora das discussões sobre questões econômicas, financeiras e monetárias mundiais e sobre o ataque militar à Síria, o encontro inesperado entre o presidente da China, Xi Jinping,  e o Primeiro-Ministro do Japão, Shinzo Abe, foi de igual maneira um assunto de destaque emSão Petersburgo”, na Rússia, nos dias 5 e 6 de setembro. A importância deste gesto prende-se ao fato da atual crise diplomática entre os dos dois países e porque estes líderes nunca tinham se encontrado anteriormente depois de chegarem ao poder, em dezembro de 2012 (Abe) e março de 2013 (Xi).

A reunião entre ambas as lideranças aconteceu antes da “Primeira Sessão” da “Cimeira do G20”, no dia 5 de setembro, e durou aproximadamente cinco minutos. De acordo com a imprensa, Abe teria expressado o seu desejo de os dois países vizinhos retornarem ao ponto inicial de relacionamento estratégico e de benefício mútuo[1]. Por sua vez, o Presidente chinês salientou que as relações bilaterais “estão enfrentando dificuldades graves não desejáveis[2], bem como que também é receptivo às relações de benefício mútuo, mas  destacou que o Japão deve tratar da disputa territorial e das questões históricas “em consonância com o espírito de enfrentar a história e olhar para o futuro[2].    

Entretanto, uma semana antes da realização da reunião doGrupo dos 20”, oVice Ministro dos Negócios Estrangeiros da China”, Li Baodong, dissera que, em face do prevalecente impasse sobre as Ilhas Diaoyu/Senkaku entre os dois países, um encontro entre os líderes da China e do Japão no decurso da Cimeira não tinha razão de acontecer porque o líder japonês não era sincero[3].

Não verdade, desde que Shinzo Abe se tornou chefe de governo do Japão nos finais de 2012 a China tem invariavelmente caracterizado a postura de Abe de contraditória. por exemplo, a imprensa destaca que de um lado Abe chama a China para o diálogo, mas, por outro,  o seu governo não pára de fazer comentários e atos provocadores[4].  

Através de declarações públicas de desejo de aproximação ou por meio de emissários enviados a Pequim, o atual “Primeiro-Ministro do Japão” parece estar a demonstrar um interesse para a normalização das relações com a China, país que pode contribuir para o sucesso da sua política econômica. Mas, as vezes, atos ou discursos ultranacionalistas de evocação da glória do passado do país feito por ele ou por alguns governantes próximos ao Primeiro-Ministro tornam a reconciliação com a China bastante difícil.

———————–

Imagem (Fonte):

http://news.yahoo.com/japan-pm-abe-shakes-hands-chinas-xi-g20-165640591.html

———————–

Fontes consultadas:

[1] Ver:

http://www.abc.net.au/news/2013-09-06/an-china-japan/4941290

[2] Ver:

http://www.bbc.co.uk/news/world-asia-23983197

[3] Ver:

http://www.chinadaily.com.cn/cndy/2013-08/28/content_16925222.htm

[4] Ver:

http://www.chinadaily.com.cn/china/2013xivisitcenterasia/2013-09/05/content_16947523.htm

Enhanced by ZemantaEnhanced by Zemanta
AMÉRICA DO NORTEÁSIAEURÁSIANOTAS ANALÍTICASPOLÍTICA INTERNACIONAL

Possível solução diplomática para a Síria entre Estados Unidos e Rússia

Na última terça-feira, dia 10 de setembro, o presidente sírio Bashar al-Assad aceitou o plano proposto pela Rússia de abrir mão se suas armas químicas. O governo russo tem sido o principal aliado da Síria nos últimos dois anos e apresentou o projeto como uma tentativa de evitar a utilização de forças militares americanas no país.

Segundo declaração feita pelo presidente da Rússia, Vladimir Putin, a proposta de que a Síria entregue seus estoques de armas químicas para o controle internacional só pode funcionar se “o lado americano e todos aqueles que apoiam os Estados Unidos neste sentido rejeitarem o uso da força[1].

Nesta quinta-feira, 12 de setembro, o Secretário de Estado norte-americano John Kerry chegou à Genebra para conversar com o Ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov. Na ocasião, oficiais do governo dos Estados Unidos declararam que a Síria deve tomar medidas imediatas com o objetivo de demonstrar sua seriedade e realidade de intenções. Dentre os primeiros passos exigidos por Washington, a administração de Bashar al-Assad deve fazer uma declaração pública do conteúdo de seus estoques de armas químicas como um prelúdio para inspeção e neutralização das mesmas[2].

Os planos de Kerry são de manter pelo menos dois dias de conversações com Lavrov acerca da proposta da entrega das armas químicas pelo governo sírio. Também esta quinta-feira, o Secretário de Estado norte americano estava com reunião marcada com Lakhdar Brahimi, o enviado especial da ONU na Síria. John Kerry está acompanhado de uma delegação governamental e de especialistas do Pentágono em não proliferação.

Após a apresentação do plano pelo Governo russo, o presidente dos “Estados Unidos”, Barack Obama, aceitou a proposta diplomática em primeira mão, mas com cautela. Obama não foi bem sucedido nas últimas semanas em seus esforços para ganhar apoio do púbico e do Congresso estadunidense para uma ação militar em território sírio. Ainda assim, as autoridades americanas reconhecem que a possibilidade de um acordo é bastante incerta, por motivos políticos e logísticos. 

Com os acontecimentos desta semana, o governo sírio reconheceu oficialmente de forma pública que possui armas químicas, mas continua atribuindo a responsabilidade dos ataques ocorridos no dia 21 de agosto às forças de oposição.

Nem a proposta de rendição das armas químicas, nem a declaração pública de seus estoques pelo presidente da Síria influenciam na resolução ou em medidas para amenizar a guerra civil que já deixou mais de 100 mil mortos no país. A oposição ao governo Assad rejeitou o plano, que, a seu ver, seria inútil e permitiria ao Presidente continuar utilizando livremente armamentos convencionais contra os grupos rebeldes e a população.

—————————–

Imagem (Fonte):

http://www.theguardian.com/world/2013/may/07/russia-us-syria-conference

—————————–

Fontes consultadas:

[1] Ver:

http://www.cbsnews.com/8301-202_162-57602144/syria-accepts-russian-plan-to-surrender-chemical-weapons-stockpile-as-strike-momentum-eases/

[2] Ver:

http://www.haaretz.com/news/middle-east/1.546710

AMÉRICA DO NORTEÁSIANOTAS ANALÍTICASPOLÍTICA INTERNACIONAL

O “Departamento de Estado dos EUA” está preocupado com a adesão dos voluntários dos Balcãs para as forças rebeldes na Síria

O “Departamento de Estado dos Estados Unidos da América”[1] condenou o recrutamento de voluntários muçulmanos dos “Balcãs Ocidentais”, que se unem com as “Forças Rebeldes na Síria” em sua luta contra o “Regime de Bashar…

Read more