AMÉRICA LATINAÁSIANOTAS ANALÍTICASPOLÍTICA INTERNACIONAL

Apoiamos o Brasil (我々はブラジルをサポート)

No Japão, japoneses, brasileiros e descendentes irão às ruas em apoio as manifestações que estão ocorrendo em todo o Brasil. Frases como “Wareware wa Burajiru o sapōto” (“Apoiamos o Brasil”) estão sendo divulgadas pelas redes sociais e em cartazes nas comunidades brasileiras.

Os japoneses já definiram a primeira data para se apresentarem em prol dos manifestantes no Brasil. Foi marcada para o dia 22 de junho, na cidade de Nagoya, onde há grande concentração de brasileiros. O movimento chamado, “Movimentos de Nagoya – Juntos para um Brasil Melhor”, pretende reunir entre 200 e 2 mil pessoas. Além de Nagoya, no dia seguinte (23), será realizado outro evento similar em Tokyo.

Brasil e Japão tem laços “sanguíneos” muito fortes, devido ao fato de o Brasil ser o lugar onde existem mais japoneses e descendentes fora das ilhas que compõem o Japão (Nihon). Essas relações culturais entre ambas as nações, graças ao grande número de imigrantes existentes no Brasil, fomenta e legitima as ações que ocorrerão no país asiático.

————————–

Fontes consultadas (Redes sociais de decendentes japoneses e de organizações nipo-brasileiras):

Ver:

http://www.ipcdigital.com/br/Noticias/Comunidade/Aichi/Manifestacao-em-Nagoya-de-apoio-aos-protestos-no-Brasil-podem-reunir-mais-de-2000-_19062013

ÁSIAEUROPANOTAS ANALÍTICASPOLÍTICA INTERNACIONAL

“Primeiro-Ministro do Japão” faz visita oficial à Polônia

O “Primeiro-Ministro do Japão”, Shinzo Abe, reuniu-se em Varsóvia (capital da Polônia) com vários líderes poloneses e as autoridades reunidas fecharam “Acordos Bilaterais” em várias áreas, transitando de “Acordos Culturais” até os voltados para os setores de Segurança e Defesa.

Nesses setores, o Japão vem promovendo Acordos com diversos países com o objetivo preciso de estabelecer uma rede de garantias que possam auxiliar na pretensão de o país tornar-se sede dasOlimpíadas de 2020” e, após a reunião entre o líder do Japão e o premiê polonês Donald Tusk, ficou acertado que ocorrerão reuniões constantes entre especialistas e autoridades de ambos os países nas áreas de Segurança e Defesa para finalizar os detalhes do que foi firmado.

Os poloneses, por sua vez, esperam também trabalhar com o Japão em tecnologia para desenvolvimento deEnergia Nucleare em fontes de energia renováveis, com esperança de obter grandes avanços nestes setores.

Na economia e na cultura, Shinzo Abe promoveu a “culinária japonesa na Polônia. A participação em eventos culinários em solo polonês objetivou apresentar de forma ampla os esforços do Japão na agricultura, mostrando as melhoras nos processos de produção, conseguidas graças aos avanços em técnicas e à aplicação de tecnologias inovadoras, esperando, com isso, aumentar as exportações de produtos agrícolas japoneses para os europeus.

Observadores apontam que o Japão vem tentando aumentar sua presença em diversas áreas na Europa. Confirmando esta avaliação, destaca-se que, antes de o primeiro-ministro Shizo Abe visitar a Polônia, o “Príncipe Herdeiro do Trono”, Naruhito, encerrou sua visita oficial à Espanha, a partir da qual espera que ocorram futuras parcerias sócio-econômicas.

————————————–

Fontes consultadas – “TV NHKStream / Resumos em texto”:

Ver:

http://www3.nhk.or.jp/nhkworld/portuguese/top/news02.html

Ver:

http://www3.nhk.or.jp/nhkworld/portuguese/top/news01.html

Ver:

http://www3.nhk.or.jp/nhkworld/portuguese/top/news07.html

AMÉRICA LATINAÁSIANOTAS ANALÍTICASPOLÍTICA INTERNACIONAL

Xi Jinping nas Américas

O presidente chinês Xi Jinping concluiu suas visitas de Estado aos países da “América Latina” e “América do Norte”. A autoridade chinesa visitou “Trinidad e Tobago”, “Costa Rica”, México e encerrou sua viagem nos “Estados Unidos”.

Durante a visita ao continente americano, o Presidente, acompanhado de uma delegação composta por empresários e autoridades governamentais, fomentou acordos culturais e econômicos e reforçou os laços diplomáticos com estes Estados. Ele afirmou que a “América Latina” está em uma “era de ouro[1], devido ao nível de desenvolvimento apresentado pelos países da região.

Declarou: “A vinculação entre China e a região se encontra atualmente em uma importante etapa conjuntural de desenvolvimento acelerado. Queremos contar com uma visão de conjunto e de longo alcance, e avançar para consolidar a amizade regional e melhorar o nível de cooperação[1].

Nos “Estados Unidos”, definiu-se que as empresas chinesas ganharão mais espaço para investir. O aumento do investimento de empresas da China na “América do Sul” e “América Central” desperta o interesse norte-americano, que vê o seu crescimento e estímulo e considera o acontecimento como um fenômeno contemporâneo importante para a economia mundial e regional.

Porém, a entrada de investimento chinês no “Estados Unidos”, tal qual vem se dando no espaço latino-americano, ainda depende de boas relações macroeconômicas entre os dois países, uma vez que ambos competem em mercados similares em outras regiões do globo e existe o incentivo de Washington para o consumo interno de produtos que sejam fabricados por empresas nacionais estadunidenses.

————————–

Fontes consultadas:

[1] Ver:

http://noticias.terra.com.br/mundo/america-latina/xi-jinping-diz-que-alatina-esta-em-nova-era-do-ouro-de-desenvolvimento,e06dc4179831f310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html

————————–

Ver também:

http://espanol.cntv.cn/program/Noticiario/20130610/102836.shtml

Ver também:

http://www.globaltimes.cn/content/787990.shtml#.UbajK-fVCSo

ÁSIANOTAS ANALÍTICASPOLÍTICA INTERNACIONAL

Coreias: Seul e Pyongyang marcarão reunião de alto nível

Os governos da “Coreia do Sul” e da “República Democrática da Coreia” (RPDC), fecharam um acordo que tem por objetivo marcar uma reunião entre os líderes de ambos Estados. A reunião inter-coreana está prevista para ocorrer ainda nesta semana, mas sem data definida.

De acordo com especialistas, para a reunião, o desejado seria a presença dos funcionários de alto nível com seus respectivos Presidentes, porém, pelo fato de o encontro vir a ser realizado em Seul, a presença de Kim Jong-un é improvável. Ambas as Coreias ainda não revelaram os nomes de seus representantes durante o evento.

Chun Hae-sung, “Chefe da Delegação Sul-Coreana para Reunificação das Coreias” comunicou que houve um passo negativo até o momento. Afirmou: “Durante a reunião técnica, ontem, tentamos chegar a um acordo com a Coreia do Norte, afirmando que os ministros responsáveis pela unificação das duas Coréias devem representar cada parte para a próxima reunião governamental, a fim de resolver, substancialmente, a pendência de assuntos inter-coreanos, mas, no final, não conseguimos diminuir as diferenças[1].

Muitos temas serão abordados neste encontro, destacando-se o programa nuclear norte-coreano; as negociações entre Pyongyang e as potências orientais e ocidentais e questões econômicas mútuas, principalmente no que diz respeito ao parque industrial sustentado pelos dois governos.

O clima de tensão entre as duas Coreias aumentou após os lançamentos de “foguetes” portando satélites, por parte da “Coreia do Norte”, algo que as potências aliadas de Seul consideram como testes de parte do seu programa nuclear bélico, ou seja, como parte dos seus armamentos nucleares.

—————————

Fontes consultadas:

[1] Ver:

http://spanish.yonhapnews.co.kr/national/2013/06/10/0300000000ASP20130610001300883.HTML

—————————–

Ver também:

http://portuguese.cri.cn/1721/2013/06/10/1s168041.htm

Ver também:

http://spanish.yonhapnews.co.kr/national/2013/06/10/0300000000ASP20130610001400883.HTML

ÁSIAEUROPANOTAS ANALÍTICASPOLÍTICA INTERNACIONAL

As conversações de Paris e Bruxelas: prelúdio para a “Conferência Internacional de Paz sobre a Síria”

Ante a “Guerra Civil” que assola a Síria há mais de dois anos e em face do número crescente de vítimas mortais e milhares de refugiados, os EUA e a Rússia partem para a tentativa de pôr fim ao conflito através de uma conferência internacional, marcada para meados do mês de junho, em Genebra. Antes das negociações, na semana retrasada tiveram lugar as conversações da União Europeia”, em Paris e Bruxelas, e da Oposição síria, em Istambul. A conferência, denominada “Genebra 2”, será a segunda convocada para tentar encontrar uma solução para a “Guerra na Síria”, sendo que a primeira aconteceu em junho de 2012, sem resultados positivos. A frustração das negociações na primeira Conferência, recorde-se, provocou a demissão do então enviado especial para a Síria, Kofi Annan[1].

ÁSIANOTAS ANALÍTICASORIENTE MÉDIOPOLÍTICA INTERNACIONAL

Israel e Síria: aumento das provocações e da violência

Nos últimos dois anos, Israel se manteve longe da guerra civil que vem acontecendo na Síria e declarou diversas vezes não ter a intenção de intervir de forma alguma. No entanto, o governo israelense deixou claro que não iria permitir a contínua transferência de armas sofisticadas ao grupo paramilitar Hezbollah” nem qualquer ataque intencional ao seu território. O “Hezbollah” é acusado de assumiu diversos atos terroristas ocorridos em Israel e tem tido auxílio do governo sírio para receber armamentos do Irã e possivelmente da Rússia.