EURÁSIANOTAS ANALÍTICASPOLÍTICA INTERNACIONAL

[:pt]A mudança do status administrativo da Crimeia[:]

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Desde 2013, iniciou-se na Ucrânia um intenso conflito de natureza política, pois o ex-Presidente do país, Viktor Yanukovich, decidiu rejeitar um Acordo de Livre-Comércio com a União Europeia (UE) a favor de um maior estreitamento comercial com a Rússia. Todavia, esta ação ocasionou em grande descontentamento por parte de parcela da população ucraniana que é Pró-Europa, a qual organizou uma série de protestos que culminaram na destituição do Presidente Yanukovich pelo Parlamento.

As manifestações populares tornaram-se mais incisivas quanto aos rumos da Ucrânia e a discordância entre estes segmentos pró-ocidente e outros cidadãos de origem russa terminou por dividir o país e fez eclodir uma guerra civil, porém, na península da Crimeia, os partidários pró-Rússia organizaram um Referendo que legitimou, a revés de Kiev, a anexação da região à Federação Russa, cuja ação, considerada por alguns como interventiva, provocou indignação na comunidade internacional, levando a acusações contra Moscou sobre possível desrespeito ao Direito Internacional.

Em 2014, a Crimeia tornou-se parte do novo sistema político-administrativo da Rússia, o qual tem por objetivo supervisionar a aplicação da legislação federal na extensão do seu território, por meio de um representante indicado pelo Presidente da Federação. Desta forma, a Península da Crimeia adquiriu o status de Distrito Federal, ou seja, a mesma igualou-se aos 8 distritos já existentes (Distrito Federal Central, Distrito Federal do Sul, Distrito Federal do Noroeste, Distrito Federal do Extremo Oriente, Distrito Federal Siberiano, Distrito Federal dos Urais, e Distrito Federal do Cáucaso do Norte), os quais reúnem diferentes tipologias administrativas que contemplam desde Províncias até as Cidades Federais (Moscou, São Petersburgo e Sevastopol).

Atualmente, observa-se uma mudança de caráter administrativo na Crimeia, pois o Presidente da Rússia, Vladimir Putin, decidiu retirar da península o status de Distrito Federal e incorporou-a ao Distrito do Sul. Esta medida provocou especulações no tocante à política de segurança e de financiamentos do Governo Federal.

Especialistas russos dizem que a criação de um status especial para a Crimeia foi algo temporário e teve por motivação sua integração no país. Conforme salienta o Diretor da Agência de Comunicações Políticas e Econômicas, Dmitri Orlov, “A península perdeu sua exclusividade e se tornará uma região normal russa”. Entretanto, outros afirmam que o ato possui origem política, com intenção de evitar conflitos entre a equipe do ex-governador de Sevastopol, Sergei Menyailo (que renunciou), e a equipe do ex-Chefe do Parlamento local, Alexi Chaly, visto que este último exerceu função de relevância no processo de adesão da Criméia. Uma terceira linha enfatiza o equilíbrio político entre a Península e Moscou, consoante a afirmação do especialista do Instituto de Estratégia Nacional, Pavel Svyatenkov, o qual declara: “O status da Criméia e Sevastopol não é reconhecido pelo Ocidente e nem pela Ucrânia o que significa que é necessário manter a satisfação da população em um nível aceitável. Caso contrário, o desejo de voltar para a Ucrânia poderia surgir”.

Segundo os analistas, é relevante considerar o histórico soviético no tangente a relação entre a Rússia, a Ucrânia e a península da Crimeia, visto que a mesma foi entregue a Ucrânia sem razões sólidas, em 1954, pelo ex-Primeiro-Secretário do Partido Comunista da União Soviética, Nikita Kruschev, o que demonstra incoerência político-cultural e jurídica, pois Kiev somente adquiriu sua independência política, em 1991.

Compreende-se que existe uma distorção histórico-jurídica na situação, pois a Crimeia, salvo o tempo de soberania ucraniana, jamais pertenceu a ninguém com exceção apenas da Rússia, logo, a resolução do litígio poderia abranger um diálogo sensato com fundamento na perspectiva histórico-cultural e não somente na área diplomática, o qual recaísse num acordo benéfico para ambas as partes.

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ImagemPenínsula da Criméia” (Fonte):

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/5/5f/Physical_map_of_the_Crimea.jpg

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Fontes consultadas, para maiores esclarecimentos:

[1] Putin aboliu o Distrito da Criméia” (Acesso: 06.08.2016):

http://rbth.com/politics_and_society/2016/08/03/putin-abolishes-the-crimean-district_617641

[2] Putin abole Distrito Federal da Criméia” (Acesso: 06.08.2016):

http://gazetarussa.com.br/politica/2016/08/03/putin-abole-distrito-federal-da-crimeia_617791

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EURÁSIANOTAS ANALÍTICASPOLÍTICA INTERNACIONAL

[:pt]A Rússia Oriental e as tensões no continente asiático[:]

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A Rússia sempre foi o foco de importantes temas globais no decorrer da história, seja no campo econômico, no político e no militar. Indiferentes ao período histórico vivido, os russos mostram-se essenciais para a estabilidade socioeconômica no continente asiático, uma importância que é reforçada pelos recentes movimentos estratégicos com a China e pela preocupação de Seul em não perder o apoio de Moscou em significativos temas de interesse sul-coreano.

Recentemente, russos e chineses apresentaram seus planos para exercícios militares conjuntos na costa chinesa, com um comunicado que foi visto por muitos como uma resposta ao escudo antimíssil dos EUA em parceria com Seul, algo que gerou diversas opiniões positivas e negativas, por diversos especialistas em segurança na região.

Também recentemente, o Ministro da Defesa Nacional da China, Chang Wanquan, pediu para os moradores de regiões costeiras do país se prepararem para uma “Guerra no Mar” e o Ministério da Defesa da China repudiou o Livro Branco japonês, que, segundo ele, dedicou 30 páginas negativas sobre o Programa de Defesa Nacional chinês e os tornam uma ameaça para as demais nações asiáticas.

Chang não foi direto sobre quem seria o alvo da guerra na costa chinesa, mas mostrou que as disputas territoriais da China com países como Japão e Filipinas são constantes manchetes nos noticiários locais dos últimos anos e sua cooperação militar com a Rússia na costa chinesa pode ser vista como uma ameaça regional.

Além de ser tema em assuntos relacionados à China e à segurança regional, a Rússia ganhou total atenção da Presidente da Coreia do Sul, Park Geun-hye, após o anúncio da implantação do Terminal High Altitude Area Defense (THAAD), o escudo antimíssil instalado na península coreana, resultado da cooperação Seul-Washington.

Seul e Moscou sempre mantiveram relações bem pontuais. O tema de segurança entre eles é voltado para questões que se referem à Coreia do Norte e os últimos avanços foram no campo econômico, partindo do interesse russo em desenvolver a parte oriental de seu país, sendo esta uma grande oportunidade para o comércio bilateral entre os dois Estados. Park espera se encontrar com o presidente russo Vladimir Putin durante o Fórum Econômico Oriental (EEF – sigla em inglês), na cidade de Vladivosktok, para esfriar a tensão vivida pelo THAAD.

Russos e Chineses são contra o escudo antimíssil e sempre comentam sobre os exercícios militares entre coreanos e estadunidenses, duas nações que são aliadas neste lado sul da península coreana, mas vistas como peças importantes para frear o regime de Pyongyang. No entanto, uma recente entrevista da Agência de Notícias da China, Xinhua, com o ex-ministro da Unificação da Coreia do Sul, Jeong Se-hyun, põe mais elementos para dificultar as relações de Seul com as duas potências asiáticas.

Jeong apontou que o THAAD foi consolidado devido a forte pressão dos Estados Unidos aos aliados sul-coreanos e que pôs em cheque toda a política de reunificação das Coreias em que ele havia se dedicado ao longo dos anos. Com a China, Seul já tem boas relações, fortalecidas por temas comuns, como as disputas territoriais com o Japão, e Moscou se tornou prioridade sul-coreana para manter a estabilidade regional, bem como para não afetar os acordos econômicos em andamento.

Transcontinental como é o território russo, seu nome em múltiplos temas vem se espalhando na Ásia, Oriente Médio e no Ocidente. No continente asiático, a palavra Rússia é uma incógnita no que se refere a se manter ou não relações mais estreitas, mas é um país que abre novas portas para as gigantes empresas de países desenvolvidos da região. No entanto, para a Coreia do Sul, é necessário buscar um meio termo para a manutenção de suas relações com Washington e procurar espaços para se aproximar de Moscou sem gerar grandes atritos.

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Imagem (Fonte):

http://english.yonhapnews.co.kr/national/2016/08/03/4/0301000000AEN20160803010800315F.html

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Fontes Consultadas:

[1] VerYonhap”:

http://english.yonhapnews.co.kr/national/2016/08/03/4/0301000000AEN20160803010800315F.html

[2] VerXinhua”:

http://news.xinhuanet.com/english/2016-08/02/c_135558766.htm

[3] VerXinhua”:

http://news.xinhuanet.com/english/photo/2016-08/03/c_135561028_2.htm

[4] VerRadio China Internacional”:

http://portuguese.cri.cn/1721/2016/08/03/1s219530.htm

[5] VerRadio China Internacional”:

http://portuguese.cri.cn/1721/2016/08/03/1s219578.htm

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[:pt]União Europeia/OTAN versus a União Euroasiática/Rússia[:]

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O projeto de integração da Europa ocidental se expandiu por praticamente todo o continente europeu e, hoje, engloba 27 países – após a decisão do Reino Unido de se retirar do grupo –, ressaltando-se que este projeto europeu foi o plano que serviu de inspiração para a criação de outros similares ao redor do mundo, tais como o Mercosul.

Ainda que a União Europeia (UE) enfrente problemas devido as assimetrias existentes no Bloco e, agora, acrescidos daqueles gerados pela saída do Reino Unido, a mesma continua com o discurso de integração e com o seu projeto de expansão. O último membro que entrou para a UE foi a Croácia, em 2011. Acrescente-se que existem negociações com Estados da mesma região, os Bálcãs, tais como a Bósnia Hezergovina, que solicitou oficialmente sua entrada no dia 15 de fevereiro de 2016, e ocorre o progresso para outros países da região do Cáucaso e do leste europeu, fazendo um avanço perigoso em direção à área de influência russa.

O caminhar da União Europeia para o leste Europeu desencadeou uma série de efeitos que, hoje, abalam o equilíbrio geopolítico da região, sendo o caso da Península da Crimeia o mais relevante, e também fortaleceu a ideia da criação de um outro Bloco Econômico liderado pela Rússia, formado por países da Europa e da Ásia – A União Euroasiática – que foi formalizada no Tratado da União Econômica Euroasiática, assinado na cidade de Astana (Cazaquistão), que entrou em vigor no dia 1o de janeiro de 2015. Esta é um espaço formado pela Rússia, Bielorrússia, Cazaquistão, Quirguistão e Armênia, que possuem um passado comum, além de recursos importantes, tanto para a Europa ocidental como também para as economias emergentes da Ásia, além de grande arsenal bélico pertence a uma das superpotências da era Bipolar, a atual Federação Russa.

O embate entre a União Europeia e a União Euroasiática não será na área econômica, mas, sim, na representação de forças geopolíticas presentes na região. Por um lado, a UE está resguardada pela OTAN, por outro, a União Euroasiática está sob à proteção da Rússia, sendo este o lado bélico de uma crescente tensão que persiste desde o fim da Guerra Fria.

A Cúpula da OTAN, realizada nos passados dias 8 e 9 de julho (sexta-feira e sábado, passados), em Varsóvia, reflete o aumento dessas tensões e o embate das forças geopolíticas que colidem nessa região do mundo, transferindo para o segundo plano assuntos de grande relevância, como a crise dos refugiados, a situação da Síria e a atuação dos países ocidentais nos conflitos do Oriente Médio, principalmente após a publicação do relatório sobre a Guerra do Iraque e sobre a participação de países europeus, tais como o Reino Unido e a Espanha.

As tensões se acumulam não somente na área econômica, com a União Europeia mantendo as Sanções contra a Economia Russa e, do outro lado, com a formalização de um Bloco econômico oposto à União (além das Sanções da Rússia contra a Europa), mas, também, na esfera militar e política, sendo este um grande desafio não apenas para a escala regional, mas também global, já que muitos dos fatores geradores dessas tensões são comuns à comunidade internacional, sendo este um momento decisivo para a humanidade, que, aos poucos, volta a gerar pontos de concentração de poder e de tensão, os quais podem promover uma nova polarização e uma nova onda de conflitos em escala mundial.

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Imagem (Fonte):

http://cdn1.img.br.sputniknews.com/images/468/91/4689100.jpg

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EURÁSIAEUROPANOTAS ANALÍTICASPOLÍTICA INTERNACIONAL

Congresso russo ratifica Bloco Econômico da Eurásia

Semana passada, em 26 de dezembro, o Congresso Russo ratificou o Tratado da União Econômica da EURASIA[1], tendo a Rússia, Cazaquistão e Bielo-Rússia como membros fundadores. Mesmo iniciando a partir de janeiro de 2015, a União já possui países interessados em integrar, como a Armênia, o Quirguistão e o Tadjiquistão.

A Rússia havia assinado o Tratado para criação do Bloco no primeiro semestre deste ano (em 29 de maio de 2014), faltando apenas a ratificação pelo seu Congresso. Agora outorgado, pode fazer as negociações livremente enquanto Organização[2], o que, segundo analistas, poderá consolidar uma nova referência de poder econômico no comércio europeu e asiático, fazendo força especificamente contra a União Europeia e atraindo mercados como o chinês.

Analistas concordam que essa União Econômica não é exclusivamente vantajosa para a Rússia, mas para todos os membros, pois, através dela, poderá haver uma intensificação das relações econômicas entre estes estados, propiciando uma independência econômica em relação à União Europeia e o aquecimento dos mercados.

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Imagem (Fonte):

http://www.globalhand.org/en/organisations/25202                               

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Fontes consultadas:

[1] VerRussia’s Duma Ratifies Eurasian Economic Union Treaty” (Publicado em 26 de Setembro de 2014):

http://en.ria.ru/russia/20140926/193302275/Russias-Duma-Ratifies-Eurasian-Economic-Union-Treaty.html

[2] Ver:

http://www.eurasia.org/

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Partido de Erdogan venceu as eleições municipais na Turquia

O “Partido Justiça e Desenvolvimento” (AKP), do primeiro-ministro da Turquia, Recep Erdogan, venceu as “Eleições Municipais” realizadas no país. As eleições foram marcadas por protestos que deixaram pelo menos oito mortos e 17 feridos em várias cidades. O AKP obteve 45,5% dos votos de todo o país, contra 27,9% de seu principal concorrente, o “Partido Republicano do Povo” (CHP)[1]. Na capital, Ancara, uma das cidades mais importantes para o AKP, o candidato do partido, Melih Gökçek, foi eleito prefeito. Para Erdogan, as eleições municipais representam uma espécie de referendo de aprovação do seu governo, abalado por denúncias de corrupção e autoritarismo. A vitória do partido governista acalmou a elite e os parceiros internacionais da Turquia[2].

Apesar das medidas impopulares adotadas recentemente, como o bloqueio do Twitter e do site de compartilhamento de vídeos Youtube, Erdogan continua com a popularidade alta entre as camadas mais pobres e conservadoras do país. O mandato de Primeiro-Ministro terminará em 2015. Ao comemorar a vitória de seu partido nas eleições municipais, Erdogan sugeriu que seu próximo passo será concorrer à Presidência em agosto, ou mudar as regras internas do AKP, criadas por ele mesmo, para concorrer a um quarto mandato de Primeiro-Ministro.

Erdogan planeja se manter no poder até 2023, quando completam 100 anos da “Revolução Kemalista”, que transformou a Turquia em república. Até pouco tempo, o país era considerado um modelo de democracia islâmica a ser exportado. Mas os protestos realizados em 2013, na “Praça Gezi”, revelaram ao mundo o lado autoritário do Primeiro-Ministro[3].

Um dia depois do “Tribunal Constitucional” ter declarado ilegal o bloqueio do Twitter ordenado pelo Governo, a rede social permaneceu inacessível na Turquia. O Tribunal decidiu por unanimidade que o bloqueio é uma violação do direito constitucional de liberdade de expressão e ordenou o desbloqueio imediato. A decisão, que deve ser aplicada pela “Autoridade Turca de Telecomunicações” (TIB), foi publicada ontem, quinta-feira, dia 3 de abril, no Diário Oficial[4].

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Imagem  (Fonte):

http://www.mediapool.bg/erdogan-specheli-mestnite-izbori-i-se-zakani-da-razgromi-opozitsiyata-news218591.html

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Fontes consultadas:

[1] Ver:

http://www.bbc.com/news/world-europe-26807067

[2] Ver:

http://www.aljazeera.com/programmes/insidestory/2014/03/turkey-elections-test-erdogans-rule-2014331161154603492.html

[3] Ver:

http://www.economist.com/news/europe/21600161-ak-party-wins-convincingly-what-next-erdogan-roll
[4] Ver:

http://educaterra.terra.com.br/voltaire/atualidade/2003/03/17/000.htm

                 

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Putin em reunião telefônica com Assad fala sobre temas da agenda dos dois países

Na quinta-feira passada, 14 de novembro, Vladimir Putin e Bashar al Assad tiveram uma reunião por telefone[1], na qual foram focados temas como: a participação de delegações dos dois países na “2a Conferência de Genebra”; o trabalho de inspetores internacionais para acompanhamento da destruição do arsenal de armas químicas e a questão humanitária da guerra civil, sobre a qual, segundo a declaração do Kremlin, Putin se demonstrou preocupado com os ataques de extremistas a minorias religiosas cristãs, afirmando ainda acreditar que o governo da “República Árabe da Síria” irá fazer o possível para aliviar o sofrimento dos civis.

Em meio a esses temas, o que mais chamou a atenção para a maioria dos analistas foi a “2a Conferência de Genebra” e a possível participação do principal grupo oposicionista sírio ao Governo Assad. Até então, havia tensão sobre a participação ou não deste ator, pois os observadores apontam que a Conferência tende a buscar compromissos humanísticos de Assad enquanto representante do Estado Sírio, tratando do cessar fogo entre as partes e o pacto de negociações para paz, exigindo a presença dos mais variados atores envolvidos no conflito para que se consiga um compromisso amplo e com capacidade de ser cumprido.

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ImagemVladimir Putin” (Fonte):

http://eng.tatar-inform.ru/news/2011/07/16/37052/

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Fonte consultada:

[1] Ver:

http://eng.kremlin.ru/news/6277

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