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Estudo mostra que políticas comunitárias da “União Europeia” reduzem gastos

Um recente estudo publicado pela “Bertelsmann Stiftung” (Fundação Bertelsmann) afirma que as políticas comunitárias da “União Europeiareduziram os gastos dos Estados Membros” do Bloco em diversas áreas e ainda reitera que poderia ocorrer ainda mais economia se ocorresse uma comunitarização das áreas de Defesa e da Diplomacia, ou uma elevação da responsabilidade a nível da UE[1].

O estudo cita alguns exemplos onde tal objetivo foi atingido, como a “Política Agrícola Comum da União Europeia (PAC). Esta concentra investimentos da base de mais de 50 bilhões de euros por ano (aproximadamente 146 bilhões de reais) e, no caso da sua renacionalização, ou seja, se esta voltasse a ser de responsabilidade de cada “Estado Membro”, o custo seria em torno de 23 bilhões de euros adicionais a cada ano (cerca de R$68 bilhões)[1].  A razão destacada é o fato de a PAC evitar políticas de subsídios agrícolas dos “Estados Membros competindo entre si.

Em uma entrevista para o site de notícias Euractiv, o presidente da Fundação Bertelsmann”, o holandês Aart De Geus, citou a “Política Externa” e a “Política de Defesa dos Estados Membros” como possíveis áreas a terem uma parte de suas competências transferidas para a UE. Ele aponta duas ações especificas, uma em cada área mencionada anteriormente. Na primeira área, uma possibilidade seria diminuir o número de embaixadas dos Estados Membros”. Na segunda, poderia ocorrer uma integração das forças armadas terrestres presentes na UE[2]

O que se propõe, então, é a integração de pequenas áreas que gerariam economias substanciais, Um exemplo que demonstra tal economia seria comunitarizar a emissão de passaportes. Para ilustrar mais, esta ação permitiria a um cidadão nacional da França emitir seu passaporte perdido em uma embaixada da Bélgica e vice-versa, permitindo uma redução geral nos custos[2]

O estudo avalia ganhos de até 1,3 bilhão de euros (aproximadamente R$3,8 bilhões) para o Bloco por ano, apenas promovendo uma maior centralização da Política Externa” nos moldes citados anteriormente. Já no que tange a centralização da Política de Defesa”, destaca-se que apenas diminuindo o contingente das forças armadas presentes na UE, a economia poderia representar até 9 bilhões de euros anuais (ou R$26,5 bilhões)[1]

O que se propõe então com esse estudo é buscar uma maneira diferenciada de aliviar as finanças dos Estados Membros” em tempos de crise, sendo uma alternativa menos dolorosa às políticas de austeridade, conforme apontam analistas. No entanto, para que tal objetivo seja alcançado é necessário que os “Estados Membros” estejam dispostos a cooperar e confiar na centralização de suas políticas nas mãos de Bruxelas, mesmo que parcialmente.

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Imagem Logo da Fundação Bertelsmann” (Fonte):

http://dontyoubelievethehype.com/wp-content/uploads/2010/09/Bertelsmann_G1.jpg

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Fontes Consultadas:

[1] Ver:

http://www.euractiv.com/priorities/study-shows-eu-spending-save-tax-news-529250

[2] Ver:

http://www.euractiv.com/priorities/de-geus-better-spending-secure-s-interview-529212

EUROPANOTAS ANALÍTICASPOLÍTICA INTERNACIONAL

Governo Russo anuncia que irá pagar dívida soviética à “República Tcheca”

O Primeiro-Ministro da Federação Russa”, Dmitry Medvedev, autorizou o início das negociações referentes ao pagamento da dívida da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas” (URSS) à República Tcheca”, que deverão ser conduzidas pelo atual “Ministro das Finanças”, Anton Siluanov. Estima-se que o valor total da dívida seja de 8 milhões de dólares[1].

Após o colapso da antiga União Soviética”, a Federação Russa tornou-se a herdeira legal das obrigações econômicas e financeiras, contraindo o dever de cumprir as dívidas externas do país – principalmente com os demais Estados que pertenciam ao bloco soviético. Ressalte-se que, além dessas incumbências, a Rússia possui suas próprias dívidas. De acordo com o “Banco Central” do país, a dívida externa sofreu um aumento de 52 bilhões de dólares no último ano, passando de US$ 632 bilhões para US$ 684 bilhões[2].

Em meados de maio deste ano (2013), Siluanov já havia autorizado o pagamento das dívidas com a Eslováquia – cerca de 1.7 bilhão de dólares – e com a República da Sérvia” – 288.8 milhões de dólares, aproximadamente. A dívida soviética com a República Democrática da Alemanha” (a antiga “Alemanha Oriental”) já fora paga. Negociações com Montenegro, Hungria, Bulgária e Polônia já tiveram início, com o objetivo de rematar as obrigações.

Nos últimos anos, em movimento contrário, a Rússia perdoou cerca de 116 bilhões de dólares em dívidas provenientes de países da Ásia, África e América do Sul. Entretanto, como aponta o jornal russo Pravda, “ninguém expressou sua gratidão à Rússia por esta caridade[2]. A dívida russa, proveniente da “União Soviética”, somente com os Estados do antigo bloco sob sua influência, chega a soma de 15 bilhões de dólares e, até agora, nenhum destes países demonstrou sinais de que irá perdoar tais obrigações.

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Imagem (Fonte):

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/f/f1/Moscow_Russia_Flag_and_Hammer_and_Sickle.jpg

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Fontes:

[1] Ver:

http://en.rian.ru/russia/20130715/182253013/Russia-Moves-Forward-on-Repaying-8M-Debt-to-Czech-Republic.html

[2] Ver:

http://english.pravda.ru/russia/economics/28-06-2013/124976-russia_debt-0/

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Os protestos inéditos na Bulgária continuam quase um mês sem sinais de cessarem

Protestos anti-governamentais, direcionados contra o “Gabinete do premiê Plámen Oreshárski, ocorrem na capital da Bulgária, Sófia, por quase um mês[1]. Há um roteiro que é seguido constantemente. A indignação do povo começa a se manifestar às 18h00 no espaço chamado de “O Largo” ou “Praça da Independência que é localizado entre os prédios do Conselho de Ministros”; o ex-Quartel Geral do Partido Socialista Búlgaro” (BSP) – A casa do partido; e o prédio da Presidência. Depois, os manifestantes inventaram e adicionaram outra forma de protesto incomum: tomam o café da manhã na frente do Parlamento[2], antes de irem para o trabalho. Após o expediente acabar, eles se reúnem na “Praça do Poder[3]. Esse fenômeno social não foi testemunhado antes[4].

O mais importante para a “Segurança Pública” é que o protesto é pacífico. Os cidadãos cantam; falam que não gostam do poder e dos políticos; apitam com assobios e vuvuzelas; tocam diferentes tipos de tambores e, depois, começam uma passeata na avenida Tsár Osvobodítel”. Param um pouco na frente do Parlamento”, depois na denominada “Ponte da Águia” e, às vezes, parte da multidão faz protesto na frente dos escritórios políticos dos Partidos. A grande concentração dos policiais no centro da cidade põe em ameaça a segurança pública dos outros bairros, mas também no centro, pois é mais fácil para os criminosos cometerem delitos de diferentes tipos, mesmo no centro, pois ocorre distribuição desequilibrada de efetivos policiais pela cidade como um todo.

A concentração das “Forças de Segurança” tem sido muito grande ao longo do itinerário cotidiano dos manifestantes. Uma novidade foi o adicionamento dos coletes com a estampa “anticonflito”, não usados antes. Os apoiadores do Governo Oresharski são poucos, mas eles se reuniram num contraprotesto perto do Palácio Nacional da Cultura (NDK, na sigla em búlgaro)[5].                

Parte expressiva dos manifestantes são pessoas de classe média e não grupos organizados de lobbies, especializados em influenciar decisões políticas favoráveis a seus interesses, com uma lista de exigências. Além disso, os protestos não são mais organizados como antes, por sindicatos ou outros grupos de pressão. A espontaneidade lhes dá um sentido amplo de possibilidades, mas, inevitavelmente, a falta de organização também embaralha a agenda[6].

Os embaixadores da França e da Alemanha na Bulgária conclamaram o fim das relações entre oligarcas e líderes do país. Os protestos antigovernamentais se tornaram a razão da declaração dos diplomatas. Em uma declaração conjunta, os embaixadores afirmaram que o modelo oligárquico não tem nada a ver com a civilização, cultivada pela “União Europeia”. Ressalte-se que Paris e Berlim são os principais doadores de fundos para desenvolvimento dos países da “UE”, dos quais a Bulgária, o país mais pobre do Bloco, recebe ajuda financeira substancial[7].

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Imagem Os protestos já parecem a manifestação da ‘União das forças democráticas’ (SDS, na sigla em búlgaro) no dia 7 de junho de 1990 (Fonte):  

https://www.facebook.com/pages/%D0%94%D0%90%D0%9D%D0%A1withME/235368469845111?id=235368469845111&sk=photos_stream

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Fontes Consultadas:

[1] ver:
http://bnt.bg/bg/news/view/104429/protestite_prodyljavat_27_mi_den

[2] Ver:
http://bnt.bg/bg/news/view/104438/otnovo_na_kafe_pred_parlamenta

[3] Ver:
http://btvnews.bg/bulgaria/obshtestvo/loshoto-vreme-razkoleba-chast-ot-protestirashtite-v-sofiya.html

[4] Ver:
http://www.segabg.com/article.php?id=656540
[5] Ver:
http://www.dnevnik.bg/analizi/2013/07/09/2099995_kontraprotestut_-_purva_momentalna_snimka/
[6] Ver:
http://www.opeal.net/index.php?option=com_k2&view=item&id=16120&Itemid=71

Ver também:

http://www.economist.com/news/leaders/21580143-wave-anger-sweeping-cities-world-politicians-beware-march-protest

[7] Ver:
http://www.dnevnik.bg/bulgaria/2013/07/08/2099039_poslanicite_na_germaniia_i_franciia_bulgariia_triabva/

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“Exercícios Militares” entre a China e a Rússia

Terminam nesta sexta-feira (12 de julho) no “Mar do Japão”, junto do “Golfo Pedro o Grande” (território russo), os “Exercícios Navais Conjuntos 2013” ou “Interação Naval 2013entre a China e a Rússia. Iniciadas a 5 de julho, estas manobras são descritas na China como as maiores já realizadas, tendo em conta os meios materiais e humanos envolvidos[1]. Devido à atual conjuntura regional, disputas territoriais e renovada presença dos “Estados Unidos da América” (EUA), a demonstração de força de Pequim e Moscou é acompanhada com muita atenção pelos vizinhos (em especial Japão e Filipinas) e pelos norte-americanos.  

Para ambos os países a utilidade destes exercícios é de garantir a paz na região. A China coparticipa com os seus principais navios de guerra e helicópteros novos das “Frotas do Mar do Norte da China e do Mar da China Meridional da Marinha do Exército de Libertação Popular”. Mas é a Rússia que contribui com o grosso do material, que inclui doze navios de guerra (contra sete da China) e um submarino daFrota do Oceano Pacífico”. Basicamente os exercícios envolvem a articulação de defesa aérea marítima, escoltas conjuntas e de busca e operações de salvamento marítimo[2].

Os dois países já vêm participando de treinos militares desde 2003, no quadro da “Organização de Cooperação de Xangai”, e, em 2005, bilateralmente, quando ocorreram durante uma semana na Rússia e na China os exercícios militares conjuntos “Missão de Paz 2005”. Nos dois países também foram feitos: os exercícios militares conjuntos anti-terrorismo “Missão de Paz 2009”, durante cinco dias, e os “Exercícios Navais Conjuntos 2012”, que tiveram lugar no “Mar Amarelo” (China) e duraram seis dias[3].

Para alguns observadores o fortalecimento da cooperação militar entre os dois países pode estar a indicar uma maior importância que a China está a dar à sua vizinha do norte com quem partilha uma fronteira extensa e é tida como a maior do mundo. Na realidade, a boa vizinhança é um dos pilares da política externa chinesa. Devido ao aumento das disputas fronteiriças terrestres e marítimas com países como a Índia, Vietnã, Filipinas e Japão, e à política norte-americana “Pivô para a Ásia-Pacífico”, além dos frequentes exercícios militares entre os EUA e Japão, “Coreia do Sul” e Filipinas, a Rússia se mostra uma parceira estratégica, não só ao nível econômico[4].

É neste contexto que se deve compreender a visita do presidente chinês Xi Jinping a Moscou em março passado, na sua primeira viagem ao estrangeiro poucos dias depois de se tornar Presidente da China.  Aliás, os dois países assinaram em 2001 o “Tratado de Boa Vizinhança e Cooperação Amigável” e desde esse ano os presidentes da China e da Rússia alternadamente visitam ambos países, quer dizer há uma espécie de cimeira anual China-Rússia[5].

Em assuntos internacionais, os líderes dos dois países compartilham algumas ideias, principalmente aquelas que os opõem ao Ocidente. Os casos de conjuntamente vetarem sanções contra a Síria e Irã ao nível do “Conselho de Segurança das Nações Unidas” (CSNU) são sintomáticos da sua oposição aos países ocidentais, mas contestam principalmente o que consideram uma política de imposição do modelo ocidental e a interferência nos assuntos internos de outros países.

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Imagem (Fonte):

http://eng.chinamil.com.cn/special-reports/2013-07/08/content_5401329.htm

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Fontes consultadas:

[1] Ver:

http://www.globaltimes.cn/content/793096.shtml#.Ud2sgfkwcqM

[2] Ver:

http://www.globaltimes.cn/content/794738.shtml#.Ud24WHjFscw

[3] Ver:

http://english.peopledaily.com.cn/90786/8313722.html

[4] Ver:

http://chinadailymail.com/2013/07/09/joint-china-russia-exercise-more-political-than-military/

[5] Ver:

http://news.xinhuanet.com/english/database/2011-06/15/c_13931519.htm

AMÉRICA DO NORTEEUROPANOTAS ANALÍTICASPOLÍTICA INTERNACIONAL

Apesar da questão da espionagem prosseguem positivamente as negociações do “Acordo de Livre Comércio” entre UE e EUA

Nesta semana (em 8 de julho), os “Estados Unidos da América” (EUA) e a “União Europeia” (UE) se reuniram na capital americana, Washington, para dar os primeiros passos rumo a criação da maior Zona de Livre Comércio do mundo. Alguns analistas afirmam que tal processo era previsível, uma vez que tanto o Bloco europeu como os Estados Unidos já operavam com tarifas alfandegárias bem baixas, restringindo pontualmente apenas alguns produtos específicos – como no caso dos EUA, o setor de calçados[1].

De acordo com analistas internacionais, como existe vontade política de ambas as partes para promover a “Zona de Livre Comércio”, torna-se forte a tendência de que a negociação ocorra, principalmente para estabelecer as normas necessárias para a sua funcionalidade[2].

Deve-se destacar, no entanto que, no mesmo dia em que se desenrolavam as negociações, também em Washington ocorreu outra reunião a respeito das recentes turbulências diplomáticas americanas para com alguns países Europeus, tratando diretamente das informações disseminadas de que os Estados Unidos estariam espionando ligações e correspondências eletrônicas sigilosas da Europa[3].

Apesar de a mídia internacional considerar relevante a influência da crise de espionagem na negociação[4], alguns analistas internacionais afirmam que os assuntos serão tratados de forma isolada, de maneira que não venham a comprometer os interesses políticos e econômicos envolvidos na consolidação dessa Zona de Livre Comércio”.

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Imagem (Fonte Autor: Lukacs):

http://en.wikipedia.org/wiki/File:SingaporePort1.JPG

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Fontes consultadas:

[1] Ver:

http://economia.uol.com.br/noticias/afp/2013/07/08/negociacoes-de-livre-comercio-eua-ue-comecaram-nesta-segunda-feira-em-clima-de-tensao.htm

[2] Ver:

http://g1.globo.com/economia/noticia/2013/07/negociacoes-de-livre-comercio-eua-ue-comecaram-nesta-segunda-feira-em-clima-de-tensao.html

[3] Ver:

http://www.eubusiness.com/news-eu/diplomacy-espionage.ppa

[4] Ver:

http://www.bbc.co.uk/news/business-23221503

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“House of Commons” aprova realização de referendo que irá decidir o futuro do “Reino Unido” na UE

No último dia 5 de julho (2013), a “Câmara Baixa do Parlamento Britânico”, a “House of Commons”, aprovou o projeto de lei que garante a realização de um referendo, em 2017, sobre a permanência do Reino Unido na União Europeia” (UE)[1].

Em janeiro deste ano, David Cameron, “Primeiro-Ministro do Reino Unido”, anunciou o desejo de renegociar a adesão do seu país ao Bloco europeu em um referendo – caso o seu partido, o Conservador, fosse reeleito. Meses depois, após a Rainha Elizabeth II, “Chefe de Estado do Reino Unido”, não ter mencionado o referendo em seu discurso que estabelecia as prioridades legislativas do governo para o próximo ano, cerca de 60 parlamentares, irritados com o ocorrido, pressionaram Cameron para apoiar um projeto de lei que estabelecia a consulta – projeto que fora idealizado por James Wharton, parlamentar pelo “Partido Conservador[2].

A votação da Lei fora marcada por um boicote massivo realizado pelo Partido dos Trabalhadores e pelo Partido Liberal Democrata que se recusaram a votar a proposta. Com uma votação unânime do “Partido Conservador”, obtendo 304 votos dos 650 possíveis, o projeto fora aprovado.

De acordo com William Hague, atual Ministro das Relações Exteriores”, as lideranças do Partido dos Trabalhadores (principal partido da oposição) “não tiveram a coragem de votar a favor ou contra o referendo, o que sugere que em fases posteriores, eles vão tentar bloquear isto de várias maneiras. Mas é um bom começo para o projeto de lei. Isso reforça o nosso compromisso com um referendo até o final de 2017, dentro ou fora de uma União Europeia reformada e isso é o que nós pensamos que foi a escolha certa para [dar] para as pessoas deste país[1].

Em resposta, Douglas Alexander, Ministro das Relações Exteriores do Gabinete-Sombra*, membro do “Partido dos Trabalhadores”, declarou que qualquer decisão sobre um referendo relativo à situação do Reino Unido na UE tem de ser baseado em um julgamento sobre o que é de interesse nacional. (…) Nosso julgamento é que o interesse nacional não está servido por esta lei, e é por isso que não iremos apoiá-la[2]. O Projeto de Lei irá, agora, passar pelo processo de votação da segunda câmara do “Parlamento Britânico”, a “House of Lords”.

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* O “Gabinete das Sombras” consiste na organização da oposição através da criação de um gabinete alternativo ao governo eleito, cuja principal função é criticar as políticas apresentadas pelo governo e apresentar alternativas.

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Fontes consultadas:

[1] Ver:

http://www.guardian.co.uk/politics/2013/jul/05/labour-refuses-rule-out-eu-referendum

[2] Ver:

http://euobserver.com/political/120780