EUROPANOTAS ANALÍTICASPOLÍTICA INTERNACIONAL

França e Alemanha entram em acordo sobre o futuro da “Zona do Euro”

Com o fim da última reunião do “Conselho Europeu”, nos dias 27 e 28 de junho começa a ficar mais claro o futuro tanto da “União Europeia” quanto da “Zona do Euro”. O chamado casal franco-alemão, formado pela Primeira-Ministra da Alemanha, Angela Merkel e pelo Presidente da França, François Hollande se mostraram confiantes nos próximos passos a serem tomados pelos países que utilizam a moeda única, o Euro.

Os Chefes de Estado e de Governo dos 27 países* que fazem parte da UE entraram em acordo para que seja priorizada a finalização do sistema de supervisão bancária dos 17 países que fazem parte da “Zona do Euro[1]. O desafio seria então adaptar os Tratados da UE para assegurar essa “União Bancária”**, mas o grande empecilho era a França, visto que esta já havia se mostrado relutante a tal proposta, temendo uma transferência de mais poderes à “União Europeia[2].

No entanto, com final da reunião do “Conselho Europeu” surgiu uma proposta de assegurar e fortalecer a “dimensão social” da “Zona do Euro”, propondo inclusive um fundo para esses 17 países que teria como objetivo principal o investimento no social, em áreas como competitividade, políticas de emprego e juventude[3]. Especialistas acreditam que essa interessante conclusão do Conselho pode justificar o fato da França ter concordado com as possíveis reformas nos Tratados da UE[1].

François Hollande, além de falar claramente da necessidade de reformar os tratados da UE, deu mais detalhes sobre o futuro do bloco após a reunião, afirmando que “a Zona do Euro com recursos (financeiros) adicionais, diferente processo de tomada de decisão – esse é o futuro da integração Europeia[1]. No entanto Angela Merkel foi mais discreta e apenas confirmou a ideia de criar de um Fundo separado para os países da “Zona do Euro”.

Após essa reunião fica cada vez mais claro o que pode ser esperado para o futuro dos países que usam a moeda única. Especialistas já haviam apontado para a possibilidade da chamada “Europa de duas velocidades” onde o núcleo duro seria a “Zona do Euro” onde aconteceria uma integração mais profunda entre os membros e a grande UE que teria como tendência duas possibilidades distintas, se juntar ao núcleo ou permanecer com uma integração com menos transferências de soberania.

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* Nota do autor: a reunião do “Conselho Europeu” ocorreu antes da entrada da Croácia na UE, portanto atualmente são 28 Estados-Membros e não mais 27.

** Para mais informações a respeito da “União Bancária” ver:

https://ceiri.news/para-uma-solida-uniao-bancaria-e-necessario-uma-mudanca-nos-tratados-da-uniao-europeia/

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Imagem “A Primeira-Ministra da Alemanha Angela Merkel e o Presidente da França François Hollande” (Fonte):

http://www.diplomatic-corporate-services.si/uploads/diplomatic-corporate-services.si_dev/merkel_hollande.jpg

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Fontes Consultadas:

[1] Ver:

http://www.euractiv.com/future-eu/hollande-treaty-change-necessary-news-528975

[2] Ver:

https://ceiri.news/para-uma-solida-uniao-bancaria-e-necessario-uma-mudanca-nos-tratados-da-uniao-europeia/

[3] Ver:

http://www.consilium.europa.eu/uedocs/cms_data/docs/pressdata/en/ec/137634.pdf

EURÁSIAEUROPANOTAS ANALÍTICASPOLÍTICA INTERNACIONAL

Rússia afirma continuidade da missão diplomática na Síria e de sua base naval em Tartus

Semana passada (em 27 de junho), a mídia internacional disseminou a informação de que, atualmente, a Rússia não tem militares em suas instalações de reabastecimento no porto sírio de Tartus. Também informou que um diplomata (cujo nome não foi revelado), afirmou ter obtido a informação por alguém de dentro do “Ministério da Defesa Russo”, bem como que isso seria uma medida temporária.

O vice-ministro das relações exteriores da Rússia, Mikhail Bogdanov, no mesmo dia relatou que as instalações Russas na cidade síria de Tartus nunca foram utilizadas de maneira concreta como base militar e as instalações não transmitem significado estratégico militar para a Rússia. O “Ministério da Defesarusso liberou uma declaração, na qual afirma que as instalações são unicamente cuidadas por civis por um bom tempo, mas que não há planos para abandonar a instalação[1].

No dia seguinte (28 de junho), o ministro das relações exteriores Sergei Lavrov comunicou que não existe pretensão nenhuma por parte do governo russo em fechar sua embaixada (missão diplomática) em damasco ou sua base naval[2][3].

Através dos canais encontrados na mídia online, pode-se observar que a notícia se trata de uma especulação e alguns analistas a apresentaram precipitadamente ao afirmar que se tratava de uma retirada da Rússia[4], da mesma forma que outros deram crédito às conjecturas [5].

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Imagem  “Navio Russo caçador de mina, 2005” (Fonte: Autor – Vyacheslav Argenberg):

http://en.wikipedia.org/wiki/File:IvanGolubets2005Sevastopol.jpg
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[1] Ver:

http://en.rian.ru/world/20130627/181909679/Russian-Navy-Pulls-Personnel-Out-of-Syria-Base–Deputy-FM.html

[2] Ver:

http://english.ruvr.ru/news/2013_06_28/Reports-on-close-of-Russian-Embasys-in-Damascus-are-provocation-Lavrov-2762/

[3] Ver:

http://english.ruvr.ru/news/2013_06_28/Russian-Tartus-base-operates-normally-no-evacuation-plans-Lavrov-7646/

[4] Ver:

http://www.guardian.co.uk/world/2013/jun/26/russia-withdraws-personnel-syria

[5] Ver:

http://articles.washingtonpost.com/2013-06-27/world/40220757_1_tartus-ships-military-personnel

EUROPANOTAS ANALÍTICASPOLÍTICA INTERNACIONAL

Grupo radical islâmico belga ainda continua ativo

Conforme apontam várias informações disseminadas na mídia, o grupo islâmico Sharia4Belgium, considerado de viés radical, está provavelmente por trás do envio de jovens belgas para combater o regime de “Bashar Al-Assad”, na Síria.

Considerado como um grupo terrorista, o Sharia4Belgium havia sido desmantelado em Outubro de 2012, no entanto fora descoberto que ainda continua na ativa[1]. Este grupo baseia-se em um movimento internacional Salafista*, que teve sua origem no “Reino Unido”, no ano de 2008. Na Bélgica, surgiu em 2010 na cidade de Antuérpia durante as eleições legislativas belgas.

O Sharia4 existe também em vários países, como na Dinamarca, nos Países-Baixos, nos Estados-Unidos e até mesmo na Índia. O seu principal discurso é que o Islã é a expressão suprema da humanidade, ou seja, é necessário impor a Sharia – a Lei islâmica – no direito civil e penal dos Estados onde atua[1].

Não é a primeira vez que a polícia da Bélgica desconfia que o Sharia4Belgium esteja por trás do envio de jovens belgas à Síria para o combate. O jornal “Het Gazet van Antwerpen” revelou na última segunda-feira, dia 24 de junho, que ao menos cinco jovens belgas, das cidades de Antuérpia e de Vilvorde, foram lutar na Síria nas últimas semanas. Hans Bonte, prefeito de Vilvorde, acredita que o recrutamento desses jovens continua acontecendo, afirmando inclusive que muitos estudantes pensam em ir para a Síria logo após o termino do ano letivo[2]. Ainda de acordo com o “Het Gazet van Antwerpen”, nove belgas já retornaram da Síria, quatro foram acusados enquanto que outros três ainda se encontram em prisão, estes últimos fizeram declarações que incriminam o líder do Sharia4Belgium, Fouad Belkacem[2].

Considerado líder desse grupo e porta-voz da organização, encontra-se o belga de origem marroquina Fouad Belkacem, codinome Abu Imran. De família sunita não-fundamentalista, Belkacem é fluente em francês, inglês, árabe e holandês. Conhecido por atuar principalmente nas redes sociais, ele já acumula aproximadamente 25 condenações na justiça, dentre elas roubo, rebeliões e tráfico de drogas, inclusive no Marrocos[3]. Ficou conhecido por declarações feitas à revista holandesa Vice em 2012, onde afirma que “Todos os muçulmanos da Terra são contra a democracia (…) ela é baseada em leis estabelecidas pelos Homens. É Allah que faz a lei, não as pessoas[1].

Essa situação se mostra preocupante tanto para a Bélgica quanto para os países europeus e para os que pregam outras correntes do Islã. Durante o mês de junho, as autoridades muçulmanas da Bélgica tentaram inclusive persuadir os jovens do país a não partirem para combater na Síria, afirmando inclusive que o Corão não incita o combate e eles correriam o risco de se radicalizar ao entrar em contato com grupos extremistas que lutam contra o regime de Bashar Al-Assad [1].

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* Ramo do islamismo sunita que prega os primórdios do Islamismo, a pureza e a rejeição de qualquer outra interpretação do Islã.

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Imagem Líder do Sharia4Belgium Fouad Belkacem, codinome Abu Imran” (Fonte):

http://cdn.c.photoshelter.com/img-get/I0000vs4Y_VCEnTE/s/850/850/abu-imran-041.jpg

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Fontes consultadas:

[1] Ver:

http://www.lemonde.fr/europe/article/2013/05/11/sharia4belgium-le-groupe-terroriste-a-l-origine-de-l-envoi-de-combattants-belges-en-syrie_3173035_3214.html

[2] Ver:

http://www.lalibre.be/actu/belgique/syrie-des-belges-d-anvers-et-de-vilvorde-sont-a-nouveau-partis-se-battre-51c833463570c49e300fb4f1

[3] Ver:

http://www.lalibre.be/actu/belgique/fouad-belkacem-le-proselyte-haineux-51b8fb9ae4b0de6db9ca3ebc

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EUROPANOTAS ANALÍTICASORIENTE MÉDIOPOLÍTICA INTERNACIONAL

Hollande busca acordo bilionário na área de Defesa com o Catar

Nesse domingo (em 23 de junho), o “Presidente da França”, François Hollande, visitou o Qatar para discutir o conflito na Síria. Após a reunião, juntou-se em uma comitiva de imprensa e, encerrado o momento no qual apresentou detalhes sobre a questão, declarou que a agenda tratou também da venda de artigos da área de Defesa.

Desde 2011, o “Governo do Qatardemonstra interesse em trocar seus 12 caças franceses Mirage e, segundo alguns observadores, há não somente o desejo pela substituição dessas aeronaves em operação, mas, também, o projeto de expansão da Frota para um número entre 24 e 36 unidades de caça[1].

Hollande afirmou que seu governo fez uma oferta ao Qatar, na qual incluía uma proposta para área de Defesa aérea, marítima e de terra, o que aumenta ainda mais o valor da transação[2]. Contando apenas com o mínimo de caças que interessa (24 Rafales), a negociação começaria em torno de 1,62 bilhão de dólares, tomando-se o custo de cada unidade na média de 67,9 milhões de dólares[3].

Ressalte-se que a mídia ainda não dispõe de informações sobre quais produtos foram ofertados nos outros setores de Defesa e os analistas ainda aguardam maiores dados para construir cenários e chegar a conclusões mais precisas.

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ImagemRafale, caça vendido no mercado atualmente pela empresa Dassault Francesa” (Autor: Denny Cantrell – U.S Navy / Fonte):

http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Rafale_070412-N-8157C-542.JPEG

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[1] Ver:

http://www.straitstimes.com/breaking-news/world/story/france-makes-new-offers-military-equipment-qatar-report-20130623

[2] Ver:

http://uk.finance.yahoo.com/news/airshow-1-qatar-interested-eurofighter-144114080.html

[3] Ver:

http://planes.findthebest.com/l/148/Dassault-Rafale

EUROPANOTAS ANALÍTICASPOLÍTICA INTERNACIONALTecnologia

Criminalidade digital na Espanha e o novo embaixador dos “Estados Unidos” em Madri

Nesta semana, foi indicado como novo embaixador dos “Estados Unidos da América” no “Reino da Espanha” um executivo de um grupo de televisão norte-americana com a missão oficial de ajudar no combate à criminalidade digital, matéria que vem ganhando destaque na pauta de relações bilaterais entre os dois países[1].

James Costos, atual vice-presidente da gigante televisiva HBO (“Home Box Office”), formou-se em ciência política pela “Universidade de Massachussets”, em 1985. Ele iniciou sua trajetória profissional no mercado de moda em “Nova Iorque”, especializando-se depois em cinema e televisão. Posteriormente, em 2006, tornou-se o encarregado da divisão de direitos autorais da HBO[2].

Críticos da indicação afirmam que esta se deve à amizade pessoal do executivo com o casal Obama, estabelecida quando da reforma da “Sala Oval” (gabinete do presidente dos Estados Unidos), projetada pelo afamado decorador Michael Smith, companheiro do futuro embaixador, militante de direitos civis e dos direitos de animais e assumidamente homossexual. Alegam ainda que a nomeação seria uma retribuição por significativas doações à campanha presidencial democrata.

Entretanto, a indicação de um profissional com histórico de combate a fraudes contra direitos autorais e à “pirataria digital” coincide com a prisão em território espanhol do ucraniano naturalizado costa-riquenho Arthur Budovsky, acusado de fraudes financeiras e lavagem de dinheiro por meio digital, através da empresa digital “Liberty Reserve”, que ele fundou e dirigia[3].

A prisão foi realizada em virtude de pedido da “Justiça Federal do Distrito Sul de Manhattan” (Nova Iorque), em decorrência de investigações conjuntas feitas pelo “Serviço Secreto Norte-Americano”* (“United States Secret Service”), “Divisão Criminal da Receita Federal” americana (“Internal Revenue Service – Criminal Investigations”) e pelo “Ministério Público da Costa Rica”, país onde tem sede oficial a empresa “Liberty Reserve”, instalada ali depois que seu fundador renunciou à cidadania estadunidense anteriormente adquirida, para escapar de obrigações tributárias e de sanções pela operação de instituição financeira não-autorizada em território americano[4].

Na Espanha, além de Budovsky, foi anunciada a prisão de um cidadão russo, cujo nome não foi divulgado. Outras prisões foram efetuadas em “Hong Kong”, Marrocos e China, bem como confiscados fundos no valor aproximado de US$ 6 bilhões na Austrália, Chipre e Rússia.

Segundo investigadores e especialistas na área, os principais usuários da rede “Liberty Reserve” seriam hackers profissionais e quadrilhas especializadas na comercialização de programas de computadores pirateados e pornografia infantil[5].

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* Apesar de sua denominação, o “Serviço Secreto” americano tem como principal função o combate a fraudes bancárias e falsificação de moeda. A atribuição mais conhecida – escolta do “Presidente dos Estados Unidos” -, se deve ao peculiar entendimento de que aquela autoridade constitui patrimônio da nação.

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Imagem James Costos em baile beneficente destinado a arrecadar fundos para o furacão Sandy” (Fonte – Foto: Jeffrey Ufberg/WireImage):

 

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Fontes consultadas:

[1]Ver:

http://www.elconfidencial.com/tecnologia/2013/02/01/espana-podria-volver-a-la-lista-301-de-paises-piratas-en-que-nos-afecta-4142/

[2] Ver:

http://politica.elpais.com/politica/2013/06/06/actualidad/1370473674_237186.html

[3] Ver:

http://www.guardian.co.uk/world/2013/may/28/liberty-reserve-arthur-budovsky-arrested-spain

[4] Ver:

http://www.foxnews.com/world/2013/05/28/secret-service-busts-open-6-billion-money-laundering-scheme/

[5] Ver:

http://www.bbc.co.uk/news/technology-22699871

 

EUROPANOTAS ANALÍTICASPOLÍTICA INTERNACIONAL

A atuação das “Forças de Segurança Pública” e dos manifestantes durante os protestos na Turquia

As “Forças Armadas da Turquia” e as “Forças de Segurança Pública” do país estão entre as mais fortes e bem organizadas da região da “Península Balcânica”. Independentemente deste fato, os protestos que se espalharam no país surpreenderam o Governo, a sociedade e as próprias Forças Armada”.

O vice-Premiê turco, Bulent Arinc (Bülent Arınç) afirmou esta tese dizendo que “a Turquia pode, se necessário, utilizar ‘elementos das Forças Armadas’ para ajudar a dissipar os protestos contra o Governo após mais de duas semanas de manifestações violentas em diversas cidades[1]. Ademais, “nossa polícia e nossas forças de segurança estão fazendo seu trabalho. (…). Se isso não for o bastante, podemos inclusive utilizar elementos das Forças Armadas turcas[1], declarou ainda para a TV estatal TRT.

A afirmação fora feita no mesmo dia em que a tropa de choque da polícia turca enfrentou cerca de mil sindicalistas na capital Ancara, após um fim de semana marcado por novos protestos violentos contra o Governo. O ministro do Interior Muammer Guler (Muammer Güler) disse, há uma tentativa de trazer as pessoas para as ruas por meio de greves e paralisações trabalhistas. Isso não será permitido[2].

Durante uma conversa nas redes sociais, um dos manifestantes revelou que fora preso na primeira semana dos protestos e provavelmente os telefones dele ainda estão com escutas, postas por agentes do Governo. Afirmou que precisa ter cuidado em relação ao que escreve ou na sua fala e não quis dar uma entrevista via celular. Definiu a existência de um grupo de cidadãos como “A Resistência[2] e o tal grupo pode revelar maiores informações ao “CEIRI NEWSPAPER” caso seja preciso*.

O jovem afirmou que todas as mídias na Turquia estão debaixo o controle do premiê Recep Erdogan, e a única mídia independente são as redes sociais, que as autoridades querem seguir e controlar a atuação dos manifestantes também na Internet*. Cerca de 25 pessoas já foram presas pela polícia turca com a alegação de terem utilizado mídias sociais para incentivar o combate contra o Governo[3].

O “Comissário da União Europeia para assuntos de ampliação do Bloco, Stefan Fuele (Štefan Füle)[4], manifestou preocupação com a situação na Turquia, cujo processo de adesão à UE fora atrapalhado em parte por causa de questionamentos sobre os direitos humanos e a liberdade de expressão no país.

Em Istambul, no dia 16 de junho, simpatizantes de Erdogan participavam de um comício[5] organizado pelo partido do GovernoAKP” (“Partido de Justiça e Desenvolvimento”). Entre eles, estiveram presentes inúmeros políticos da Península Balcânica como: Kássim Dal (Касим Дал)[6], o líder do partido nacional “Liberdade e Dignidade”, que não faz parte do Parlamento búlgaro, pois não há representantes seus nele; Hadír Nezír[7], Ministro sem pasta da Macedônia; Rafét Iúsovitch (Rafet Husović)[8], vice-Premiê do Montenegro; Mahír Iagdjulár (Mahir Yağcılar)[9], Ministro da Administração Pública em Kosovo; entre outros líderes dos partidos políticos e representantes da sociedade turca na Macedônia, Kosovo, Montenegro, Bósnia e Herzegovina.

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* As informações serão passadas ao Jornalista, autor desta nota analítica, constituindo-se como uma de suas fonte jornalísticass, procedimento respeitado e aceito por todas as entidades de imprensa e direitos humanos do mundo.

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ImagemO processo de adesão da Turquia à União Europeia fora atrapalhado em parte por causa de questionamentos sobre os direitos humanos e a liberdade de expressão no país” (Fonte):

http://geopoliticsrst.blogspot.com/2012/11/turkeys-interest-in-eu-membership.html

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Fontes:

[1] Ver:

http://www.trthaber.com/haber/turkiye/arinctan-gunayin-aciklamalarina-yorum-89789.html

[2] Ver:

http://taksimdayanisma.org/?lang=en

[3] Ver:

http://www.guardian.co.uk/world/2013/jun/05/turkish-police-arrests-social-media-protest

[4]Ver:

http://ec.europa.eu/commission_2010-2014/fule/

[5] Ver:

http://hathaber.blogspot.com/

[6] Ver:

http://npsd.bg/index.php/en/

[7] Ver:

http://www.vlada.mk/

[8] Ver:

http://www.bscg.me/rafet-husovic/

[9] Ver:

http://www.kryeministri-ks.net/?page=2,43,27