DEFESAEUROPANOTAS ANALÍTICASPOLÍTICA INTERNACIONALPOLÍTICAS PÚBLICAS

Começa a ser discutida a reformulação das tropas militares da “União Europeia”

Formalizado em 2007, o “EU Battlegroup” (EUBG) consiste em uma unidade militar composta por soldados dos Estados-membros daUnião Europeia” (UE) que objetiva a realização de ações rápidas de intervenção, além de constituir uma etapa preliminar de missões de longa duração. Em fenômeno recente, políticos europeus começaram a repensar a ação destas tropas, defendendo o fortalecimento e consolidação do grupo militar europeu.

Sob o comando do “Conselho Europeu”, o EUBG ainda não deslocou suas tropas para a ação militar, não por falta de oportunidades, mas sim por falta de vontade política, pelo menos é o que afirma Michael Gahler, representante alemão da “União Democrata Cristã” no “Parlamento Europeu”.

EUROPANOTAS ANALÍTICASPOLÍTICA INTERNACIONAL

Parlamento búlgaro aprova o “Gabinete Orechárski”

O Parlamento búlgaro escolheu o ex-ministro de Finanças, Plámen Orechárski (Пламен Орешарски), como novo primeiro-ministro da Bulgária[1]. Depois de mais de quatro horas de debates, brigas e conflitos entre os parlamentares, finalmente foi tomada uma decisão a favor da Bulgária. Até o líder do partido oposicionista GERB e o ex-premiê Bóiko Boríssov parabenizou o rival político e confessou que é melhor para Bulgária ter esse Gabinete do que um país sem Governo[2].

Durante a primeira votação foram registradas várias falhas no sistema de votação eletrônica e uma reeleição foi efetuada. Os deputados votaram e Oreshárski foi anunciado Premiê com 119 votos a favor e 98 contra (dos representantes do Partido do ex-primeiro-ministro Boiko Borisov). Já os parlamentares do ultranacionalista “Ataka” optaram pela abstenção.

ÁSIAEUROPANOTAS ANALÍTICASPOLÍTICA INTERNACIONAL

As conversações de Paris e Bruxelas: prelúdio para a “Conferência Internacional de Paz sobre a Síria”

Ante a “Guerra Civil” que assola a Síria há mais de dois anos e em face do número crescente de vítimas mortais e milhares de refugiados, os EUA e a Rússia partem para a tentativa de pôr fim ao conflito através de uma conferência internacional, marcada para meados do mês de junho, em Genebra. Antes das negociações, na semana retrasada tiveram lugar as conversações da União Europeia”, em Paris e Bruxelas, e da Oposição síria, em Istambul. A conferência, denominada “Genebra 2”, será a segunda convocada para tentar encontrar uma solução para a “Guerra na Síria”, sendo que a primeira aconteceu em junho de 2012, sem resultados positivos. A frustração das negociações na primeira Conferência, recorde-se, provocou a demissão do então enviado especial para a Síria, Kofi Annan[1].

AMÉRICA DO NORTEÁSIAEUROPANOTAS ANALÍTICASPOLÍTICA INTERNACIONAL

EUA e Turquia delineando uma nova Síria no “Oriente Médio”

O presidente dos “Estados Unidos da América” (EUA), Barack Obama, e o primeiro-ministro da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, reunidos no dia 16 de maio passado, em Washington, estabeleceram uma estratégia conjunta para delinear o futuro da Síria, que inclui a saída do ditador Bashar al-Assad do poder. Ambos anunciaram que estão trocando dados sobre o uso de armas químicas na guerra civil[1].

O presidente Obama defendeu, perante a imprensa, que a prioridade é trabalhar com a Turquia e outros aliados com o objetivo de “preparar uma transição para um governo representativo” e lembrou que outras  alternativas diplomáticas e militares ainda estão sendo analisadas, embora descarte qualquer ação externa. Ele não deu sinais de que vá  fornecer armas aos rebeldes que lutam contra o regime de Assad[1].