NOTAS ANALÍTICASORIENTE MÉDIOPOLÍTICA INTERNACIONAL

Renúncia do primeiro-ministro palestino possibilita reconciliação entre o Hamas e o “Al Fatah” com vistas a uma Palestina unida

Rechaçado pelo grupo Hamas (“Movimento Islâmico de Resistência”), que governa a “Faixa de Gaza”, e cada vez mais distante do “Al Fatah” (“Movimento de Libertação Nacional da Palestina”), grupo que governa a Cisjordânia, Salam Fayyad…

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ÁFRICANOTAS ANALÍTICASORIENTE MÉDIOPOLÍTICA INTERNACIONAL

Egito suspende vôos comerciais vindos do Irã

Na última segunda feira, 8 de abril, o Egito suspendeu a chegada de qualquer vôo comercial direto do Irã. A decisão foi tomada após protestos por parte de muçulmanos Sunitas”, que tentaram invadir a casa de um diplomata iraniano no Cairo. Cerca de 100 membros de grupos “Salafistas” protestaram contra a retomada de negociações entre os governos egípcio e iraniano, quebradas há 34 anos.

Em 2012, Egito e Irã voltaram às conversações. Os dois países não se relacionavam diretamente desde aRevolução Iraniana, em 1979, quando o governo egípcio providenciou asilo ao “Shah Reza Pahlevi”, que havia sido deposto, e, em 1980, Teerãquebrou todos os laços com  Cairo, um ano após a Revolução no Irã e a assinatura do acordo de paz entre Egito e Israel.

AMÉRICA DO NORTENOTAS ANALÍTICASORIENTE MÉDIOPOLÍTICA INTERNACIONAL

As negociações de John Kerry no Oriente Médio: busca de novos rumos para a paz

O périplo do secretário de Estado norte-americano, John Kerry, ao Oriente Médio, sequência da visita de Barack Obama à região, no passado mês de março, tem por objetivo reativar as negociações para a paz entre Israel e a Palestina, suspensas desde 2010. Analistas destacam inicialmente que tal feito requer, por parte de John Kerry, a habilidade para conseguir que ambos os lados façam concessões necessárias para retomar as negociações e ainda que o Hamas venha para a mesa de negociações.

NOTAS ANALÍTICASORIENTE MÉDIOPOLÍTICA INTERNACIONAL

Israel e Irã: quando a diplomacia cede espaço ao desejo de poder

As relações diplomáticas e comerciais entre Israel e o Irã cessaram com a Revolução Iraniana, em 1979, altura em que findou a monarquia pró-ocidental de Mohammad Reza Pahlavi e teve início a República Islâmica, sob a liderança do aiatolá Ruhollah Khomeini. Desde então, Israel foi declarado, por Ruhollah Khomeini, como o “inimigo do Islã”.

As hostilidades entre Israel e o Irã se mantiveram e, atualmente, retomaram o antagonismo explícito numa clara disputa direta pela manutenção do status atual de poder ou sua expansão para garantir a segurança, implicando em algumas situações na projeção de poder de ambas as partes no Oriente Médio. Por outro lado, é necessário sublinhar que Israel tem se mantido como principal potência bélica regional ao longo de muitos anos.

AMÉRICA LATINABLOCOS REGIONAISNOTAS ANALÍTICASORIENTE MÉDIOPOLÍTICA INTERNACIONAL

Mercosur condena violencia en Gaza y apoya a Palestina en su reivindicación en ONU

Días antes que se acordara el cese temporario al enfrentamiento bélico entre Palestina e Israel, el pasado 17 de noviembre, el Mercosur difundió ampliamente un comunicado de prensa donde sus miembros condenaron la violencia que se desarrolla en Gaza y apoyaron la solicitud de Palestina en la adquisición del estatus de Miembro Observador en la Organización de las Naciones Unidas.

AMÉRICA LATINANOTAS ANALÍTICASORIENTE MÉDIOPOLÍTICA INTERNACIONAL

“Cúpula América do Sul - Países Árabes (ASPA)” apóia reivindicação da Argentina sobre “Ilhas Malvinas” e causa do Estado Palestino

 A presidente Dilma Rousseff na abertura da  3ª Cúpula de Chefes de Estado e de Governo América do Sul–Países Árabes (Aspa) (Roberto Stuckert Filho/Presidência da República) No passado 3 de Outubro, a “III Cúpula de Chefes de Estado e de Governo América do Sul – Países Árabes (ASPA)” emitiu a “Declaração de Lima*, na qual manifestou apoio à Argentina em sua reivindicação pela soberania das “Ilhas Malvinas” e rechaçou a exploração unilateral de recursos de hidrocarboneto realizada pela Grã-Bretanha.

Alem disto, a Declaração respaldou o direito do povo palestino e de todas as nações da região à independência e a viver em paz e segurança, dentro de fronteiras reconhecidas e respeitadas, segundo as palavras do presidente do Peru, Ollanta Humala, anfitrião da Cúpula. Ele declarou: “Nesse sentido, ratificamos nossa adesão às resoluções das Nações Unidas sobre o particular, e chamamos as partes em conflito a retomarem as negociações de paz em um clima de boa-fé, disposição e respeito*.