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Empresários da CPLP lançarão Plataforma para facilitar negócios

A Confederação Empresarial da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CE-CPLP) vai lançar nos próximos meses o “Connect CPLP”, uma Plataforma onde cada país apresentará os seus déficits e excedentes para orientar a oferta e a procura de atividades empresariais[1].

A CE-CPLP foi fundada em Lisboa, no dia 4 de junho de 2004, para promover o desenvolvimento da cooperação entre estruturas de representação associativa dos países-membros da CPLP, de forma a criar as condições para o desenvolvimento de negócios[2].

Em seus principais objetivos, a CE-CPLP visa auxiliar os países a lidarem com as deficiências em suas infraestruturas, como portos, barragens, aeroportos, transportes, energia, meio ambiente e também potencializar os recursos humanos, além de facilitar a criação de agrupamentos internacionais de empresas para concorrerem em grandes projetos, bem como atuar em outros mercados.

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Imagem (Fonte):

CPLP

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Fontes Consultadas:

[1] Ver:

http://noticias.sapo.cv/info/artigo/1421273.html

[2] Ver:

http://www.cecplp.org/quem-somos.html

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CPLP realizará um Conselho de Ministros extraordinário na Guiné-Bissau

Em reunião da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), realizada no dia 26 de setembro, à margem da Assembleia-geral da ONU, em Nova Iorque, foi acordado[1] que será realizado um Conselho de Ministros extraordinário, no dia 29 de outubro, na Guiné-Bissau, para debater a situação no país e promover posteriormente uma mesa-redonda internacional sobre a questão.

Em declarações à Agência Lusa, o primeiro-ministro do Timor-Leste, Xanana Gusmão, afirmou que agora “cada um [dos países], na sua região, deverá fazer lobby e levar os patrocinadores que puder. A ideia é que todos os países, na sua área de ação, tragam pessoas para a mesa-redonda[1] internacional que deverá ser realizada no início de 2015  para tratar do futuro da Guiné-Bissau.

Após um Golpe de Estado em 2012, que havia colocado no poder um executivo não reconhecido por grande parte da comunidade internacional, desde maio de 2014 o país já tem um Presidente e um Governo eleitos. Agora, há questões de muita urgência[1] que devem ser tratadas, como a reabilitação da sua administração pública, os salários, o combustível e a Defesa.

A CPLP indica que a Guiné-Bissau está vivendo uma fase de transição, que o país deverá ter uma forte atenção da Organização e esta promoverá um maior engajamento da comunidade internacional nessa transição, em especial o prolongamento da missão da ONU no país.

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ImagemLogo da CPLP” (Fonte):

http://upload.wikimedia.org/wikipedia/pt/0/0d/Bandeira_CPLP.svg.png

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Fonte Consultada:

[1] Ver:

http://noticias.sapo.tl/portugues/lusa/artigo/18293578.html

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Primeiro-Ministro de Portugal defende orientação econômica coletiva para todos os membros do espaço lusófono (CPLP)

O Primeiro-Ministro de Portugal, Pedro Passos Coelho, no Encontro de Bancos, Seguradoras e Setor Financeiro[1] da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), afirmou que a economia assume um papel cada vez mais central na atuação da Organização e está se constituindo em uma de suas maiores oportunidades.

Passos lembrou que neste ano (2014), em que a CPLP celebra 18 anos, ela vem transcendendo os três pilares originais de sua criação[2]: (1) entendimento político-diplomático, (2) cooperação para o desenvolvimento e (3) difusão da língua portuguesa.

Para o Primeiro-Ministro português isso se deve a fatores como: os mais de 240 milhões de habitantes nos oito países membros; os mais de 10 milhões de quilômetros quadrados de território; a mesma extensão de zonas econômicas exclusivas marítimas; o fato de representar 4% do comércio mundial; produzir 6% do petróleo mundial e 1% do gás mundial, além de, nos últimos anos, a maioria das descobertas de petróleo e gás no mundo terem sido feitas nos países da CPLP; além disso, vem transcendendo também porque, nas próximas décadas, entre 15% e 20% da produção de energia do mundo será feita no âmbito dos países membros desse espaço lusófono.

Ele alertou que a CPLP deve estar preparada “para explorar essa dinâmica de crescimento numa lógica de fazer negócios na língua portuguesa[1]. Como grande potencial que deve ser mais enfatizado, Passos indica a “dimensão energética[1], uma vez que 25% de todas as novas descobertas de petróleo e gás desde 2005 foram feitas em países lusófonos (Brasil, Moçambique e Angola). Timor-Leste, que também apresenta “um elevado potencial no âmbito dos hidrocarbonetos[1], tem procurado fomentar a lusofonia energética, sugerindo a eventual constituição de um consórcio de empresas lusófonas para explorar reservas existentes.

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Imagem (Fonte):

 Wikipedia

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Fontes Consultadas:

[1] Ver:

http://mundolusiada.com.br/cplp/economia-assume-um-papel-cada-vez-mais-central-na-lusofonia-diz-passos-coelho/

[2] Ver:

http://www.ionline.pt/iopiniao/leis-poder-propostas-uma-nova-visao-estrategica-da-cplp/pag/-1

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Japão solicita apoio de Portugal para ser Observador Associado da CPLP

No dia 2 de maio, o primeiro-ministro japonês Shinzo Abe foi recebido[1] em Lisboa pelo Presidente da República de Portugal, Cavaco Silva. Durante a noite, esteve com o primeiro-ministro, Passos Coelho.

Nesta primeira visita oficial a Portugal, Shinzo Abe manifestou o interesse[2] de seu país em ingressar com o pedido de Estatuto de Observador para a Comunidades dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). O Premiê japonês solicitou que Portugal interceda nesta aspiração. O Japão quer fortalecer a parceria com a CPLP, pois está aumentando sua presença nos países de língua oficial portuguesa localizados na África e América Latina.

Portugal expressou total apoio a pretensão japonesa e deverá auxiliar no que for necessário para que obtenha o “Estatuto da Observador” da CPLP. Neste momento, a CPLP tem 3 observadores associados[3]: (1) República da Guiné Equatorial; (2) República da Ilha Maurício e (3) República do Senegal.

Deve-se ressaltar que outros países ou regiões pleiteiam o estatuto de Observador Associado, como[4]: Andorra, Marrocos, Filipinas, Galícia, Malaca, Croácia, Romênia, Ucrânia, Indonésia, Venezuela e Uruguai. Macau e Goa pleiteiam o Estatuto de membro da CPLP.

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Fontes Consultadas:

[1] Ver:

http://expresso.sapo.pt/primeiro-ministro-japones-em-portugal-durante-tres-dias=f868082

[2] Ver:

http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=3841684&page=-1

[3] Ver:

http://www.cplp.org/id-50.aspx

[4] Ver:

http://eportuguese.blogspot.com.br/2011/02/os-observadores-associados-da-cplp.html

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“Timor Leste” alerta que a CPLP precisa ser repensada

Em entrevista à “Rádio ONU[1], o “Ministro dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação do Timor Leste”, José Luís Guterres, declarou que a “Comunidade dos Países de Língua Portuguesa” (CPLP) tem de ser repensada. Em julho de 2014, oTimor Lestedeve assumir a presidência rotativa da CPLP substituindo Moçambique no posto.

O Ministro ressaltou que a comunidade precisa ser mais conhecida pelos próprios cidadãos de língua portuguesa. “Nós precisamos de, enquanto organização, explicar aos nossos povos o que nós queremos com a Cplp porque se não a impressão que se tem é que é mais uma reunião, onde se fala muito, se gasta muito dinheiro, mas não há resultados. Nós temos que, como a Cplp, aproximarmos mais os povos que falam a língua portuguesa. E por outro lado, o mais importante também é trazermos o setor privado para participar na expansão ou no reforço desta comunidade[1].

Ele declarou ainda que o seu país está se preparando para se transformar em uma plataforma no sudeste asiático para o setor privado, para todos os empresários de língua portuguesa, sendo este o foco que será dado durante a gestão timorense na CPLP.

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Fonte Consultada:

Ver:

http://www.unmultimedia.org/radio/portuguese/2013/10/timor-leste-diz-que-cplp-precisa-ser-repensada/

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CPLP avaliará em evento a internacionalização da língua portuguesa

A “2.ª Conferência Internacional sobre o Futuro da Língua Portuguesa no Sistema Mundial”, que ocorrerá de 29 e 30 de outubro de 2013, realizará um balanço dos resultados do “Plano de Ação de Brasília”, definido na “I Conferência sobre o Futuro da Língua Portuguesa”, realizada em 2010, no Brasil. O evento também tem como objetivo conhecer perspectivas e projetar ações sobre relação entre a “Língua Portuguesa” e a divulgação do conhecimento e da inovação por todo o mundo.

Em conferência de imprensa[2], Murade Murargy, “Secretário Executivo” da “Comunidade dos Países de Língua Portuguesa” (CPLP), declarou que houve um avanço relacionado com a internacionalização da língua nos organismos internacionais.

Nos organismos internacionais, como a “União Africana”, a “Comunidade Econômica dos Estados da África Ocidental” (CDAO) e a “Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral” (SADC), a língua portuguesa já está sendo utilizada como língua de trabalho ou como língua oficial tanto na interpretação como na documentação. Nas “Nações Unidas”, em “Nova Iorque” e em Genebra foram garantidos os serviços de interpretação e tradução para o português. Também serão apresentados os fortes investimentos chineses no ensino da língua portuguesa por conta de seus interesses econômicos no espaço da CPLP.

O “Secretário Executivo da CPLP” também destaca que, apesar dos avanços alcançados desde 2010, existem objetivos do “Plano de Ação de Brasília” que não foram cumpridos e entre os maiores desafios da organização estão os objetivos financeiros. O Secretário informou que os gastos para a difusão do idioma são altos e os países da região no momento não possuem capacidade financeira para o fazer de forma consistente. Logo, será colocada à mesa a capacidade financeira da CPLP em suportar projetos que necessitam financiamentos para resultados em longo prazo.

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Fontes Consultadas:

[1] Ver:

http://www.conferencialp.org/

[2] Ver:

http://www.tvciencia.pt/tvcnot/pagnot/tvcnot03.asp?codpub=33&codnot=26

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