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Migrantes internacionais já representam 3,5% da população global

A décima edição do Relatório Mundial sobre Migrações de 2020 foi lançada durante reunião do Conselho da Organização Internacional para Migrações (OIM), em 27 de novembro de 2019, pelo seu Diretor-Geral, António Vitorino. Segundo o estudo, os migrantes internacionais representam a cifra de 3,5% da população global.

Nesse sentido, o documento visa fornecer informação sobre migrações para pesquisadores e tomadores de decisões, a fim de possibilitar melhores estratégias de integração local nas novas comunidades de acolhida. Atualmente, ao menos 272 milhões de pessoas migraram no mundo em 2019, representando um aumento de 23% na comparação com 2010, quando havia 220,78 milhões de migrantes.

As motivações perpassam pelo deslocamento forçado, com o número de pessoas internamente deslocadas atingindo 41 milhões; e o número de refugiados chegando a aproximadamente 26 milhões. Também, de acordo com o Centro de Monitoramento de Deslocamentos Internos, 17,2 milhões foram afetados pela mudança climática, por conta de desastres que afetaram negativamente suas vidas.

O Relatório aponta que, em 2019, a maioria dos migrantes (74%) estava em idade laboral (20 a 64 anos); a proporção de indivíduos menores de 20 anos havia diminuído ligeiramente em relação a 2010 (de 16,4% para 14%), enquanto a taxa de migrantes na faixa de 65 anos permaneceu constante (em torno de 12%). No entanto, destaca-se que a necessidade de buscar emprego constitui-se como uma das principais razões para os fluxos migratórios, sendo que a maior parte dos trabalhadores migrantes se encontra nos países de alta renda.

Sensibilização para o setor privado sobre a inclusão de migrantes vulneráveis no mercado de trabalho brasileiro

Para fazer frente ao novo cenário que desponta no Brasil, por exemplo, a OIM tem realizado capacitações voltadas à implementação de políticas para migrantes em situação de vulnerabilidade no mercado de trabalho. Desta maneira, concentra-se como uma estratégia para sensibilizar o setor privado para a inserção laboral de pessoas refugiadas e migrantes, esclarecendo mitos e dúvidas sobre o processo de contratação, prestação de assistência e documentação.

Essas formações já passaram por Santa Catarina, São Paulo, Paraná, Rio de Janeiro, Roraima, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Rio Grande do Sul. Mais de 550 pessoas já participaram dessa oportunidade gratuita.

Para mais informações, o Relatório da Migração Global está disponível neste link (em inglês).

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Fontes das Imagens:

Imagem 1O documento estimou a existência e ao menos 272 milhões de migrantes internacionais no mundo em 2019Foto: OIM” (Fonte): https://nacoesunidas.org/oim-migrantes-internacionais-somam-272-milhoes-35-da-populacao-global/

Imagem 2Sensibilização para o setor privado sobre a inclusão de migrantes vulneráveis no mercado de trabalho brasileiro. Foto: Pacto Global/Fellipe Abreu” (Fonte): https://nacoesunidas.org/oim-realiza-capacitacao-para-politicas-destinadas-a-migrantes-em-situacao-de-vulnerabilidade/

AMÉRICA LATINANOTAS ANALÍTICASOrganizações InternacionaisPOLÍTICA INTERNACIONAL

Presidente mexicano Enrique Peña Nieto vai à ONU

De acordo o Secretaria de Relações Exteriores mexicana (SRE), o presidente Enrique Peña Nieto viajou para Nova York no último domingo (dia 23 de setembro) para participar da 73ª Sessão Ordinária da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), e também de atividades prioritárias para a agenda multilateral do México.

Edifício da ONU em Genebra (Suíça)

Durante seu discurso como o quinto Presidente do Debate Geral da 73ª Assembleia Geral da ONU, Peña Nieto apresentou as prioridades de sua política externa, assim como um balanço sobre as realizações no que tange o desempenho multilateral alcançado durante sua administração.

Juntamente com outros líderes e representantes das Nações Unidas, o Mandatário mexicano participou do lançamento do Painel de Alto Nível para a construção de uma Economia Oceânica Sustentável, liderado pela Primeira-Ministra da Noruega, Erna Solberg. Da mesma forma, Peña Nieto participou, a convite do Presidente da França, Emmanuel Macron, da Segunda Cúpula de Um Planeta, na qual ele apresentou o progresso do México no cumprimento dos compromissos assumidos em dezembro passado (2017).

Organização das Nações Unidas

Já na Cúpula do Fórum Econômico Mundial sobre o impacto do desenvolvimento sustentável, o Presidente abordou as ações do México para alcançar os objetivos da Agenda 2030 para o desenvolvimento sustentável, e partilhou a posição do país frente ao crescimento econômico e a Quarta Revolução Industrial.

A convite do Sr. Michael Bloomberg, o Chefe do Executivo mexicano participou também do Bloomberg Global Business Fórum 2018, onde ele destacou o papel de liderança exercida pelo México nas negociações do Pacto Global para a Migração Segura, Ordenada e Regular, bem como as importantes contribuições dos migrantes para o desenvolvimento econômico dos países.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1 Sede das Nações Unidas em Nova York” (Fonte):

https://en.wikipedia.org/wiki/Headquarters_of_the_United_Nations

Imagem 2Edifício da ONU em Genebra (Suíça)” (Fonte):

https://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%BApula_Mundial_sobre_a_Sociedade_da_Informa%C3%A7%C3%A3o

Imagem 3Organização das Nações Unidas” (Fonte):

https://en.wikipedia.org/wiki/Member_states_of_the_United_Nations

ESPORTENOTAS ANALÍTICASOrganizações InternacionaisPOLÍTICA INTERNACIONAL

BID lança a iniciativa Mundial do Desenvolvimento comparando os indicadores dos 32 países que estão na Copa do Mundo da Rússia

Aproveitando o período da Copa do Mundo na Rússia, o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) lançou a iniciativa Mundial do Desenvolvimento, comparando de forma interativa e lúdica os indicadores de desenvolvimento dos 32 países que estão participando deste evento de 2018.

PrintScreen da Disputa do Índice Acesso e Qualidade da Saúde

Os quadros comparativos dos indicadores seguem a lógica do Mundial, apresentando a Fase de Grupos, as Quartas de Finais, a Semifinal até chegar ao Ganhador em cada índice destacado. O BID utilizou seis indicadores (acesso e qualidade da saúde; abertura comercial; desigualdade de gênero; inclusão financeira; infraestrutura e participação da força de trabalho) e simulou os resultados para determinar os Campeões.

O resumo geral apresenta um domínio dos nórdicos, mas com o Peru sendo a surpresa deste Mundial do Desenvolvimento. No indicador Acesso a Saúde os países latino-americanos Argentina, Brasil, Colômbia, Costa Rica, México, Panamá e Peru foram eliminados logo na fase de grupos. O grande campeão mundial deste indicador foi a Islândia.

No indicador Abertura Comercial o único país latino-americano a passar da primeira fase foi o Panamá, mas acabou eliminado nas oitavas de final. A campeã da abertura comercial foi a Bélgica.

Na questão da Igualdade de Gênero os países latino-americanos Argentina, Colômbia e Costa Rica passaram pela fase de grupos, mas foram eliminados nas oitavas de final. Nas semifinais vieram a Dinamarca e a Alemanha de um lado e a Islândia e a Suécia do outro. A taça mundial em igualdade de gênero foi para a Islândia.

A Inclusão Financeira teve a Argentina como único latino-americano classificado para as oitavas, mas logo foi eliminada. Dinamarca e Alemanha disputaram uma semifinal e Austrália e Suécia o outra. Em uma final muito disputada, definida aos 45 do segundo tempo, a Dinamarca foi a campeã mundial da Inclusão Financeira.

No índice de Infraestrutura, a Costa Rica foi o único país latino-americano a passar da primeira fase. Nas semifinais teve o confronto Suíça-França e Espanha-Japão. A Suíça e o Japão disputaram a final, com vitória da Suíça.

A Participação da Força de Trabalho (população empregada) foi o indicador com o melhor desempenho para os latinos. Teve Peru-Suíça em uma semifinal e Colômbia-Austrália em outra. Ambos latino-americanos venceram suas semifinais e, no clássico do Pacífico sul-americano, o Peru superou a Colômbia, ficando em primeiro lugar.

Para acompanhar os melhores lances e o desempenho do Brasil e demais países acesse: http://mundialdesarrollo.org/interactivo.html.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1 Mundial do Desenvolvimento” (Fonte):

http://mundialdesarrollo.org/assets/images/jugadores.jpg

Imagem 2 PrintScreen da Disputa do Índice Acesso e Qualidade da Saúde” (Fonte):

http://mundialdesarrollo.org/interactivo.html

AMÉRICA LATINANOTAS ANALÍTICASOrganizações InternacionaisPOLÍTICA INTERNACIONAL

Presidente do Equador na ONU

Com investigações da Justiça equatoriana sobre a corrupção na estatal do petróleo Petroecuador envolvendo seu vice-presidente Jorge Glas, o presidente Lenín Moreno viajou no dia 18 de setembro de 2017 à Nova Iorque, para participar da 72a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas.

No dia 20, em seu discurso, Moreno não mencionou os problemas internos e ressaltou uma agenda positiva de sua administração. Aproveitou a ocasião para apresentar seu plano governamental que consiste no amparo estatal ao cidadão, chamado plano “Toda uma vida”. Este projeto é uma política de assistência aos equatorianos desde seu nascimento até a sua morte, e sobre isto cunhou um bordão: “garantir bem viver e bem morrer.

Em um momento em que os países da América do Sul como Brasil e Argentina adotam diretrizes governamentais que estão voltadas para reformas econômicas e dão menos ênfase às políticas sociais, o Governo Moreno as toma como a prioridade de sua administração.

Discurso do Presidente Lenín Moreno na ONU

Em seu discurso na ONU, afirmou: “Temos organizado uma gestão de governo em torno do plano chamado ‘Toda uma vida’. Um país e um governo responsáveis devem cuidar e inspirar e impulsionar, acompanhar e ser grato com seus concidadãos durante toda a vida sobre o princípio de corresponsabilidade”. Dentre os programas deste plano destacam-se o “Plano Casa para todos” e o “Plano Mulher”, cujas metas são a prevenção e atenção às mulheres, com ênfase na situação de pobreza e vulnerabilidade.

No plano internacional, mencionou também em seu discurso a possível confrontação nuclear entre Estados Unidos e Coreia do Norte, a crescente pobreza e desigualdade no mundo e a questão climática. Declarou: “Isto demonstra que, como humanidade, estamos falhando, devemos nos comprometer com a construção da paz”.

Invocou ainda os países do mundo a aderirem ao Acordo de não Proliferação de Armas Nucleares. Mencionou que a indústria militar “é um grande negócio” e afirmou que não compreende a perseguição aos traficantes e não aos produtores de armas. Além disso, citou o apoio ao Acordo de Paz na Colômbia. Segundo ele, “O militarismo não é uma resposta, só traz sofrimento, dor e morte, por isto apoiamos, decididamente, os diálogos de paz em nossa República irmã da Colômbia. Celebramos o Acordo de Quito, anunciado há poucos dias para o cessar-fogo bilateral e temporal na Colômbia, assim passo a passo se cumpre a proclamação da Comunidade de Estados Latino-Americanos e do Caribe – CELAC de ser uma região de paz”.

Moreno referiu-se ao cessar-fogo entre o Exército de Libertação Nacional (ELN) e o Governo da Colômbia, celebrado em Quito, no Equador, no dia 4 de setembro de 2017. Este acordo entrou em vigor no ontem, domingo, dia 1o de outubro de 2017, e terá validade de 102 dias, ou seja, até 12 de janeiro de 2018.

A Política Externa para a Paz da administração Lenín Moreno tem sido vista como muito importante em um contexto no qual o presidente do Peru, Pedro Pablo Kuczynski, tenta promover uma frente de pressão contra o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, ao invés de procurar o diálogo, buscando uma alternativa negociada. Neste ínterim, é de se presumir que Moreno busque se colocar como um importante interlocutor fomentador do diálogo, propondo uma alternativa pacífica para os dilemas latino-americanos, tal como os Acordos de paz assinados em Quito.

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Notas:

* Acordo de Quito: O Equador tem sido um importante mediador do processo de paz entre o Governo da Colômbia e as guerrilhas das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC-EP) e o Exército de Libertação Nacional (ELN). Estes acordos são chamados de Acordo de Quito por serem assinados pelos representantes do Governo e das guerrilhas na cidade de Quito, no Equador.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1 Presidente Lenín Moreno e a Primeira Dama Rocio Gonzalez, com o Secretário Geral da ONU, António Guterres” (Fonte):

https://twitter.com/Lenin/status/910949142100430848

Imagem 2 Foto do discurso do Presidente Lenín Moreno na ONU” (Fonte Print screen Youtube):

https://www.youtube.com/watch?v=7nNHfFNDWko

ÁFRICANOTAS ANALÍTICASOrganizações InternacionaisPOLÍTICA INTERNACIONAL

ONU e Guiné Bissau: Recomendações sobre o Acordo de Conacri

O Conselho de Segurança das Nações Unidas (CSNU), em debate sobre a segurança da África Ocidental e a ameaça do terrorismo, solicitou aos líderes políticos da Guiné Bissau o respeito ao Acordo de Conacri.

A Guiné Bissau enfrenta uma crise institucional e política desde as eleições legislativas realizadas em 2014, que foram iniciadas pela divergência entre o Presidente da República, Mário Vaz, e o Partido Africano para a Independência de Guiné e Cabo Verde (PAIGC). Destaca-se como outro fator de instabilidade a decisão tomada pelo presidente Mário Vaz, contrariando as recomendações do PAIGC, em destituir o primeiro-ministro Simões Pereira. Internamente, o Partido enfrentou a divisão entre os apoiadores de Vaz e os apoiadores de Pereira. Tal dinâmica afetou os trabalhos do Governo e do Parlamento guineense.

Presidente da Configuração Guiné-Bissau da Comissão da ONU para a Consolidação da Paz, Mauro Vieira

O Acordo de Conacri foi firmado em setembro de 2016, mediado pela Comunidade Econômica dos Estados da África Ocidental, e dispõe sobre medidas voltadas para a superação do impasse político no país. Dentre os pontos estabelecidos, encontram-se: a nomeação de um Primeiro-Ministro conforme as perspectivas os Partidos existentes; a representação de todos os Partidos políticos no Parlamento; a elaboração de um pacto de estabilidade pelas forças políticas e sociais; a reforma constitucional.

O CSNU compreende que a instabilidade política pode se tornar um meio propício para o desenvolvimento do terrorismo. Do mesmo modo, o Presidente da Configuração Guiné-Bissau da Comissão da ONU para a Consolidação da Paz, Mauro Vieira, visitou o Estado com o objetivo de dialogar com os diferentes setores sociais guineenses e destacar o trabalho realizado pela Comissão na implementação das determinações do Acordo. Ademais, Organizações como a União Africana e a União Europeia, também têm incentivado a sua aplicação e a estabilização política. Tal incentivo está relacionado a realização das eleições legislativas, programadas para 2018, e seu reflexo sob a ordem política do país.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1 Sessão do Conselho das Nações Unidas” (Fonte):

http://fotospublicas.s3.amazonaws.com/files/2014/03/conselho-de-seguranca-da-ONU-discute-situacao-da-Ucrania201403010003.jpg

Imagem 2 Presidente da Configuração GuinéBissau da Comissão da ONU para a Consolidação da Paz, Mauro Vieira” (Fonte):

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/2/20/Ambassador_Mauro_Vieira.png

AMÉRICA LATINAEUROPANOTAS ANALÍTICASOrganizações InternacionaisPOLÍTICA INTERNACIONAL

Mercosul e UE negociam livre-comércio em meio a protecionismo global

No dia 3 de julho, segunda-feira passada, representantes da União Europeia (UE) e dos países fundadores do Mercosul reuniram-se para dar andamento às negociações sobre o futuro acordo de livre-comércio entre os dois blocos regionais. Os líderes se comprometeram a chegar a um acordo até a Conferência Ministerial da Organização Mundial do Comércio (OMC), a ser realizada em dezembro deste ano (2017). Participaram do encontro a Comissária de Comércio da UE, Cecilia Malmström; o Ministro de Indústria, Comércio e Serviços brasileiro, Marcos Pereira; e os chanceleres Jorge Faurie, da Argentina; Rodolfo Nim Novoa, do Uruguay; e Eladio Loizaga, do Paraguai.

Mercosul e UE debatem livre-comércio

Os líderes enfatizaram o momento global, afirmando ser imprescindível concluir as negociações. Malmström declarou que os países devem construir pontes e não muros, em referência implícita ao Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O Ministro Marcos Pereira argumentou que o livre-comércio trará benefícios ao Brasil e maior acesso ao mercado de bens e serviços europeu. Já o Governo argentino tem especial interesse no acordo, que vê como necessário para aumentar a exportação de carne bovina e atrair investimentos a seu país.

Apesar da retórica positiva, os obstáculos ainda são importantes. Existem divergências entre as partes e preocupações de grupos econômicos em ambos os lados sobre possíveis perdas com o livre-comércio. A União Europeia mantém reservas à liberalização do setor agrícola; no Mercosul, o setor industrial possui receios ao Tratado. Um grupo deputados do Parlamento Europeu também manifestou-se contrariamente às negociações, entendendo que seria necessário paralisá-las em razão da instabilidade política vivenciada pelo Brasil.

As negociações tiveram início informal há mais de duas décadas. Em 1995, foi assinado um acordo macro de cooperação que já previa a discussão do tema. As tratativas formais tiveram início em 2000 e, após impasses, foram suspensas em 2004. Por fim, foram retomadas em 2010. Apesar do otimismo da reunião na semana passada, não é a primeira vez que os países afirmam que o fim das negociações estaria próximo.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1Representantes de Mercosul e UE participam de seminário sobre livrecomércio” (Fonte):

http://www.mdic.gov.br//index.php/noticias/2597-em-madri-marcos-pereira-afirma-que-mercosul-e-uniao-europeia-se-aproximam-de-acordo-historico

Imagem 2 “Mercosul e UE debatem livrecomércio” (Fonte):

https://www.mrecic.gov.ar/faurie-somos-espacios-complementarios-que-buscamos-asociarnos