ÁFRICAÁSIANOTAS ANALÍTICASPOLÍTICA INTERNACIONAL

Nova representação consular da Guiné Bissau em Macau

O estreitamento dos laços entre a Guiné Bissau e a República Popular da China (RPC) foi mencionado pelo Embaixador guineense em Pequim, Malam Sambú, como o principal fator para o estabelecimento da missão consular na Região Administrativa Especial de Macau. A inauguração ocorreu no dia 24 de outubro (2018) e esta iniciativa também foi definida com uma possibilidade de estabelecer uma plataforma no continente asiático que tenha determinado nível de proximidade com a língua portuguesa.

Mapa da República Popular da China, localização de Macau

Macau foi colônia portuguesa a partir de 1557 e, devido a posição estratégica de acesso ao Oceano Pacífico, o enclave foi usado como entreposto comercial. A sua reintegração ao domínio chinês ocorreu em 1999, por meio de negociações entre as autoridades chinesa e portuguesa que atribuíram ao território o status de Região Administrativa Especial. Neste sentido, esta designação confere a Macau um grau de autonomia em seu sistema econômico e financeiro, enquanto questões de Defesa e Relações Exteriores são coordenadas pela China.

Para tanto, as relações com os países lusófonos ultrapassam os fatores coloniais. O incentivo ao desenvolvimento da língua portuguesa no país cresceu entre os anos de 2008 a 2017, totalizando 23 Instituições de ensino superior que oferecem o português em seus currículos. Da mesma maneira, Macau é definida como a plataforma chinesa do ensino da língua e recepciona alunos do interior da RPC por meio de programas que disponibilizam bolsas de estudos.   

Esta atuação se enquadra na iniciativa chinesa denominada “Uma Faixa, Uma Rota”, lançada em 2013, pelo presidente chinês Xi Jinping. O projeto, dentre vários aspectos de desenvolvimento econômico e comercial, visa também estreitar a cooperação multilateral entre Macau, Portugal e os países de língua portuguesa.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1 Bandeira da Região Administrativa Especial de Macau” (Fonte):

https://pt.wikipedia.org/wiki/Bandeira_da_Regi%C3%A3o_Administrativa_Especial_de_Macau#/media/File:Flag_of_Macau.svg

Imagem 2Mapa da República Popular da China, localização de Macau” (Fonte):

https://pt.wikipedia.org/wiki/Macau#/media/File:Macau_locator_map.svg

ÁSIANOTAS ANALÍTICASPOLÍTICA INTERNACIONAL

Shinzo Abe mantém presidência do Partido Liberal Democrata

Shinzo Abe garantiu novamente a presidência do Partido Liberal Democrata (PLD) na quinta-feira retrasada, 20 de setembro, permanecendo, então, no cargo de Primeiro-Ministro do Japão por mais três anos. A vitória já era esperada, conforme pesquisas de intenção de votos.

Shigeru Ishiba, Ex-Ministro de Defesa

Nas eleições internas do PLD, Abe conseguiu 553 votos a seu favor, tendo seu único opositor, Shigeru Ishiba, ex-Ministro da Defesa, conquistado 254. A grande vantagem obtida no pleito interno da Dieta Nacional em Tóquio não se repetiu no aspecto regional do Partido: Abe conquistou 55,3% contra 44,7% de Ishiba, demonstrando que o atual Primeiro-Ministro não apresenta o alto nível de popularidade entre seus correligionários pelo país afora.

Escândalos de corrupção ligados ao governo de Abe não abalaram sua reputação o suficiente para impedi-lo de ser o Chefe de Governo e poder atuar por mais tempo no cargo. Contudo, Ishiba, que se candidatou para a presidência partidária em 2008, 2012 e este ano (2018), tem diminuindo a diferença contra Abe a cada eleição, indicando influência no Partido, inclusive na questão da revisão do Artigo 9 da Constituição japonesa. Tal Artigo, criado pelos Aliados pós-Segunda Guerra Mundial, proíbe que o Japão utilize do uso da força na resolução de conflitos. A revisão, idealizada desde a criação do PLD, incluiria a permissão da criação das Forças Armadas, as denominadas Forças de Autodefesa, na Carta, e encontra resistência de metade da sociedade japonesa.

Após esta vitória, Abe enfrenta um processo de unificação tanto partidária quanto da população em um momento de mudanças, com o aumento do envelhecimento populacional, renúncia do imperador Akihito e realização da cúpula do G20 em 2019, além das Olimpíadas, em 2020, em Tóquio.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1 Primeiro Ministro do Japão, Shinzo Abe” (Fonte):

https://pt.wikipedia.org/wiki/Shinz%C5%8D_Abe#/media/File:Shinz%C5%8D_Abe_Official.jpg

Imagem 2 Shigeru Ishiba, ExMinistro de Defesa” (Fonte):

https://en.wikipedia.org/wiki/Shigeru_Ishiba#/media/File:Gates_meets_Ishiba_8_November_2007_cropped_for_Ishiba.jpg

NOTAS ANALÍTICASORIENTE MÉDIOPOLÍTICA INTERNACIONAL

Guarda Revolucionária do Irã e grupo armado dos curdos se enfrentam no oeste iraniano

Desde o mês de junho (2018), o Exército dos Guardiões da Revolução Iraniana (EGRI), popularmente conhecido como Guarda Revolucionária do Irã, e o exército dos curdos*, conhecido como Peshmerga**, têm se enfrentado na região oeste do Irã, fronteira com o Iraque. De acordo com o jornal curdo Rudaw, o afrontamento iniciou quando as forças do governo de Hassan Rouhani militarizaram a área, realizando monitoramentos aéreos nas montanhas de Haji Karim, Besh Barmax, Kani Asman e Pemarray Farhad.

Mapa localizando a província de Azerbaijão do Oeste, no Irã

Tal retaliação se deve ao fato de os partidos curdos no Irã levantarem novamente a bandeira da união dos povos curdos no país e buscarem, dessa forma, apoiadores nas grandes cidades e centros populacionais. O último confronto ocorreu no início do mês de setembro (2018), na província Azerbaijão do Oeste, no território iraniano, quando as forças curdas mataram quatro membros do EGRI.

Os curdos são a terceira maior etnia do país, após os persas e os azeris*** iranianos, representando cerca de 10% da população do Irã. O Curdistão Iraniano, nome não-oficial designado aos curdos que habitam o noroeste do país, faz fronteira com a Turquia e o Iraque.

O nacionalismo curdo ganhou voz na década de 1920 com a queda do Império Otomano e materializou-se no final da Segunda Guerra Mundial, quando, com a cooperação da União Soviética, o Estado Curdo foi criado na cidade de Mahabad – atualmente capital da província de Azerbaijão do Oeste, no Irã.

Contrário ao governo de Reza Pahlavi, os curdos apoiaram a Revolução Iraniana em 1979, na expectativa de obter, em troca, reconhecimento e participação política. No entanto, o governo de Aiatolá Khomeini e as lideranças curdas do país distanciaram-se politicamente e frustraram a tentativa de aliança. Desde então, conflitos armados entre ambos os lados têm sucedido devido a tentativa de Teerã buscar obter controle sobre a região.

Finalmente, em 2015, foi criado o Partido da Vida Livre no Curdistão (sigla em inglês PJAK), organização política e militante, a qual opera na fronteira entre Irã e Iraque, erguendo a bandeira da independência curda no Irã.

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Notas:

* O povo curdo está espalhado por Armênia, Iraque, Irã, Turquia e Síria. No caso do Referendum realizado no Iraque, eles buscam a sua independência do país e unificação com outras regiões do Oriente Médio habitadas por curdos, com o propósito de criar o Curdistão.

** É o termo utilizado pelo Governo Regional do Curdistão no Iraque para designar as forças armadas do Curdistão Iraquiano. As forças Peshmerga do Curdistão existem desde o advento dos movimentos de independência curda em 1920, após o colapso do Império Otomano e da dinastia Qajar no Irã, que governavam a área por onde se distribuem os curdos.

*** Azeri corresponde a uma mescla étnica de turcos, iranianos e caucasianos. Atualmente o povo azeri encontra-se, majoritariamente, na República do Azerbaijão, no entanto, devido aos diversos impérios que dominaram a Ásia Central, os azeris estão dispersos pela região.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1Curdos no Iraque indo às urnas pela sua independência” (Fonte):

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/4/47/Kurdish_flags_at_the_pro-Kurdistan_referendum_and_pro-Kurdistan_independence_rally_at_Franso_Hariri_Stadiu%2C_Erbil%2C_Kurdistan_Region_of_Iraq_11.jpg

Imagem 2Mapa localizando a província de Azerbaijão do Oeste, no Irã” (Fonte):

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/3/3e/IranWestAzerbaijan-SVG.svg

EURÁSIANOTAS ANALÍTICASPOLÍTICA INTERNACIONAL

Rússia e Turquia acordam sobre “zona desmilitarizada” na Província de Idlib, na Síria

A Província de Idlib, na Síria, é uma região situada no noroeste do país e um dos últimos redutos dos rebeldes que lutam pela saída do Presidente sírio, Bashar al-Assad, do poder. Por conta dessa situação, nos últimos meses, assistia-se à escalada das tensões na área e temia-se que uma ação militar de grande porte se iniciasse. Caso essa se concretizasse, uma catástrofe seria evidente, visto que metade da população de 3 milhões de Idlib é formada de civis deslocados internamente, além de que há em torno de 1 milhão de crianças.

Localização da região de Idlib, na Síria

A situação na região torna-se ainda mais complexa quando somado ao escalonamento dos conflitos pela Síria e ao crescimento dos deslocamentos internos no país. Além disso, geopoliticamente há o fato de que muitos países estão envolvidos, como é o caso da Turquia e da Rússia. Aquela apoia alguns grupos da oposição em Idlib, enquanto que esta apoia o Governo de Bashar al-Assad.

Diante do cenário, no dia 17 de setembro, o Presidente da Federação Russa, Vladimir Putin, e o Presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, reuniram-se com o intuito de se chegar em um consenso sobre a situação em Idlib. O resultado do encontro foi a decisão pela criação de uma zona desmilitarizada* na região, a qual terá entre 15 e 25 quilômetros de extensão e será patrulhada por soldados russos e turcos.

O objetivo do Acordo é evitar que uma ofensiva militar atinja a área, algo que poderia causar uma catástrofe humanitária. Assim, até o dia 15 de outubro, espera-se a retirada dos tanques da oposição, dos sistemas de lançadores de mísseis e de artilharia e os grupos que são considerados terroristas devem deixar a zona. De acordo com Erdogan, “[…] nós decidimos estabelecer uma zona desmilitarizada entre os territórios controlados pela oposição e pelo regime. A oposição permanecerá nos territórios que ela ocupa. Vamos garantir que os grupos radicais, designados em conjunto com a Rússia, não operem na região”.

O Secretário-Geral da ONU, António Guterres, expressou seu contentamento pela decisão acordada. Em suas palavras “saúdo o acordo entre o Presidente Erdogan da Turquia e o Presidente Putin da Rússia, para criar uma zona desmilitarizada em Idlib. Se implementado adequadamente, isso pode salvar três milhões de civis – incluindo um milhão de crianças – da catástrofe”.  Guterres também pediu pela ampla cooperação de todas as partes envolvidas no conflito da Síria para que o plano seja implementado corretamente.

Os detalhes do Acordo já foram discutidos e ele já está em vias de ser aplicado. Apesar do otimismo quanto ao seu êxito, há a possibilidade de que a zona não seja plenamente respeitada. Alguns grupos da oposição já se declararam contrários à decisão, como é o caso do Horas al-Din, que é o maior de Idlib. Porém, há divergência dentro dos próprios rebeldes, pois existem aqueles que apoiam a criação da zona e decidiram por respeitá-la. O fato, no entanto, é que a Guerra na Síria persiste e continua tendo resultados imprevisíveis que causam consequências nefastas à sua população.

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Nota:

* Uma zona desmilitarizada é uma área onde a atividade militar não é permitida, seja por um tratado de paz, um armistício ou um acordo bilateral ou multilateral.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1O Presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, e o Presidente da Rússia, Vladimir Putin” (Fonte):

https://commons.wikimedia.org/w/index.php?search=putin+erdogan&title=Special%3ASearch&go=Go#/media/File:Erdogan_Putin_meeting_4.jpeg

Imagem 2Localização da região de Idlib, na Síria” (Fonte):

https://pt.wikipedia.org/wiki/Idlib_(distrito)#/media/File:SyriaIdlib.PNG

EUROPANOTAS ANALÍTICASPOLÍTICA INTERNACIONAL

Reino Unido e União Europeia cada vez mais distantes de um acordo

O Brexit, processo de saída do Reino Unido da União Europeia (UE), está cada vez mais próximo e as negociações que irão definir a futura relação entre o país e o bloco econômico ganham um contorno de maior dificuldade. O episódio mais recente que ilustra esta questão ocorreu em Salzburg, na Áustria, onde foi celebrada uma reunião entre líderes de países pertencentes à UE.

Theresa May, Primeira-Ministra Britânica

Um dos principais tópicos abordados foi o Acordo de Chequers: Plano Ministerial que a primeira-ministra Theresa May endereçou ao Parlamento sobre como o Governo Britânico intenciona conduzir as negociações do Brexit. A consolidação do plano foi responsável pela saída de dois políticos-chave da base governista: David Davis, negociador britânico do Brexit; e Boris Johnson, Ministro das Relações Exteriores.

O Presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, afirmou que o Acordo de Chequers não é viável para se trabalhar, em função da dificuldade de conciliar os interesses britânicos com os do bloco europeu, sobretudo no aspecto econômico. As principais divergências são a adesão de um “guia de regras comum” a ser adotado pelo Reino Unido, no intuito de seguir as regras da UE quanto à participação em agências e em determinações internas do bloco; e a manutenção do regime tarifário que seria coletado pelo Estado e repassado à UE.

Daí surge o impasse da Irlanda do Norte, em que a falta de acordo sobre como será a situação da fronteira entre o Reino Unido e a República da Irlanda frente ao Brexit direciona as discussões travadas até então. O interesse britânico é de que a União Europeia permita que o país continue adotando as tarifas praticadas pela UE; já o bloco defende que somente a Irlanda do Norte tenha essa permissão, gerando algum tipo de “fronteira” entre as ilhas da Irlanda e da Grã-Bretanha, algo que o Reino Unido não está inclinado a aceitar.

Publicidade contra a Fronteira entre as Irlandas

Especialistas apontam quatro possíveis cenários. Primeiro, no caso de um acordo, que tem se mostrado cada vez mais improvável, resta saber se o Reino Unido será capaz de abrir mais concessões à UE e se esta se mostra disposta a fazer o mesmo, evitando que ambas as partes não cheguem a um consenso, algo que nenhum dos lados deseja. Segundo, ainda que o acordo não ocorra, a relação entre o país e o bloco econômico será pautada pela OMC (Organização Mundial do Comércio), praticando os mesmos regimes a que Estados Unidos da América e Brasil, por exemplo, são submetidos. Um terceiro cenário é de que há ainda a remota possibilidade de permanecer na UE, mas isto levaria a um suicídio político dos governantes britânicos. Ademais, a permanência de Theresa May nas últimas Eleições Gerais de 2017 é um forte indicativo de que isso não irá acontecer. Por fim, há também a possibilidade de um novo Referendo, nos moldes do que foi o de 2016. Entretanto, existe o risco político, apesar de menor, e a ideia proposta é de que o acordo final seja votado no Parlamento e não posto em novo escrutínio à população.

A proposta europeia oferece duas opções ao país: ou adotar o modelo norueguês, que manteria a circulação de pessoas e a permanência do Reino Unido na Corte Europeia de Justiça, algo que os britânicos já acenaram não estarem interessados pelo próprio Acordo de Chequers; ou uma variação do modelo canadense, que ainda não foi implementado na UE, em que não se remove todas as obrigações tarifárias do Reino Unido sem perder acesso ao mercado europeu. Nesse último ponto, o próprio Partido Conservador não possui uma clara posição, uma vez que os mais radicais conservadores, como Boris Johnson e David Davis, aceitam essa proposta, que, por sua vez, não é vista com bons olhos pela base governista.

A partir do dia 30 de setembro até 3 de outubro, os Conservadores estarão em conferência para tomar decisões futuras. É o último momento antes da reunião final dos negociadores do Brexit, tanto do Reino Unido como da UE, que ocorrerá nos dias 18 e 19 de outubro. A possibilidade, cada vez mais provável, de que não haja um acordo final entre as partes já leva a ambos os lados se prepararem para este cenário. Ainda assim, é possível que ocorra alguma reviravolta no âmbito político que consiga resolver a situação, mas ainda é incerto e há boas chances de que ocasione algum tipo de custo político no fim das contas.

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Fontes da Imagens:

Imagem 1Bandeira do Reino Unido escrito BREXIT” (Fonte):

https://pixabay.com/pt/brexit-ue-reino-unido-1478565/

Imagem 2Theresa May, PrimeiraMinistra Britânica” (Fonte):

https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Theresa_May_(Sept_2017).jpg

Imagem 3Publicidade contra a Fronteira entre as Irlandas” (Fonte):

https://www.flickr.com/photos/tiocfaidh_ar_la_1916/25754240267

AMÉRICA LATINANOTAS ANALÍTICASOrganizações InternacionaisPOLÍTICA INTERNACIONAL

Presidente mexicano Enrique Peña Nieto vai à ONU

De acordo o Secretaria de Relações Exteriores mexicana (SRE), o presidente Enrique Peña Nieto viajou para Nova York no último domingo (dia 23 de setembro) para participar da 73ª Sessão Ordinária da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), e também de atividades prioritárias para a agenda multilateral do México.

Edifício da ONU em Genebra (Suíça)

Durante seu discurso como o quinto Presidente do Debate Geral da 73ª Assembleia Geral da ONU, Peña Nieto apresentou as prioridades de sua política externa, assim como um balanço sobre as realizações no que tange o desempenho multilateral alcançado durante sua administração.

Juntamente com outros líderes e representantes das Nações Unidas, o Mandatário mexicano participou do lançamento do Painel de Alto Nível para a construção de uma Economia Oceânica Sustentável, liderado pela Primeira-Ministra da Noruega, Erna Solberg. Da mesma forma, Peña Nieto participou, a convite do Presidente da França, Emmanuel Macron, da Segunda Cúpula de Um Planeta, na qual ele apresentou o progresso do México no cumprimento dos compromissos assumidos em dezembro passado (2017).

Organização das Nações Unidas

Já na Cúpula do Fórum Econômico Mundial sobre o impacto do desenvolvimento sustentável, o Presidente abordou as ações do México para alcançar os objetivos da Agenda 2030 para o desenvolvimento sustentável, e partilhou a posição do país frente ao crescimento econômico e a Quarta Revolução Industrial.

A convite do Sr. Michael Bloomberg, o Chefe do Executivo mexicano participou também do Bloomberg Global Business Fórum 2018, onde ele destacou o papel de liderança exercida pelo México nas negociações do Pacto Global para a Migração Segura, Ordenada e Regular, bem como as importantes contribuições dos migrantes para o desenvolvimento econômico dos países.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1 Sede das Nações Unidas em Nova York” (Fonte):

https://en.wikipedia.org/wiki/Headquarters_of_the_United_Nations

Imagem 2Edifício da ONU em Genebra (Suíça)” (Fonte):

https://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%BApula_Mundial_sobre_a_Sociedade_da_Informa%C3%A7%C3%A3o

Imagem 3Organização das Nações Unidas” (Fonte):

https://en.wikipedia.org/wiki/Member_states_of_the_United_Nations