EUROPANOTAS ANALÍTICASPOLÍTICA INTERNACIONAL

O crescimento populacional das Ilhas Faroé

O arquipélago das Ilhas Faroé possui 1.499 Km² e compõe-se de 18 ilhas maiores, além de algumas menores desabitadas. Localiza-se no Atlântico Norte, entre a Islândia e a Escócia, e sua capital é Tórshavn, situada na Ilha de Streymoy, e abriga aproximadamente 16.000 habitantes.

A região é um território autônomo do Reino da Dinamarca, desde 1948, e organiza-se mediante três instituições político-administrativas: (1) o Alto Comissário, que representa a monarquia; (2) um Parlamento unicameral, o Lagting, composto por 32 membros; e (3) um Primeiro-Ministro como Chefe de Governo.

Bandeira das Ilhas Faroé

A população faroesa é pequena quantitativamente e sofreu por um longo período com dificuldade para manter habitantes nas ilhas. O motivo é a falta de oportunidades de crescimento, que tendia a estimular a juventude a deixar a região para estudar em Copenhague.

O fluxo de emigração vem diminuindo gradativamente nas Ilhas Faroé, pois muitos jovens estão retornando para seus lugares de origem. A imigração tailandesa para a região também é responsável pelo aumento populacional, e o número de nascimentos tem sido estimulado pela soma desses fatores.

O Jornal Sermitsiaq informou que 36% dos jovens estudavam nas Ilhas Faroé, em 2011, em relação aos 43% que estudam atualmente na região. No mesmo período, a proporção de jovens que se instalavam na Dinamarca regrediu de 54% para 50%. Com esses resultados, Faroé atingiu em julho deste ano (2018) 51.000 habitantes, graças ao retorno de pessoas e à imigração.

O Jornal Copenhaguen Post comentou o crescimento econômico de 5% ocorrido em 2017, e trouxe a afirmação de Linda Klein, estudante universitária: “Há muitos jovens que veem um futuro nas Ilhas Faroe. Há mais e mais vida, e as pessoas estão começando a sentir que são jovens e estudar aqui é o mesmo que em Copenhague”.

Os analistas observam que é benéfico o retorno da juventude para as Ilhas Faroé, pois o aumento de população qualificada na região pode contribuir para o seu desenvolvimento econômico. Todavia, seria interessante estimular a vinda de mais imigrantes, a fim de compensar a dificuldade de natalidade que tende a impedir o crescimento populacional com os locais.

———————————————————————————————–

Fontes das Imagens:

Imagem 1 Localização geográfica das Ilhas Faroé” (Fonte):

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/3/35/Kingdom_of_Denmark_in_its_region_%28special_marker%29.svg/1024px-Kingdom_of_Denmark_in_its_region_%28special_marker%29.svg.png

Imagem 2 Bandeira das Ilhas Faroé” (Fonte):

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/3/3c/Flag_of_the_Faroe_Islands.svg/640px-Flag_of_the_Faroe_Islands.svg.png

EURÁSIAEUROPANOTAS ANALÍTICASPOLÍTICA INTERNACIONAL

Putin reúne-se com Presidentes da Ossétia do Sul e da Abecásia

No dia 24 de agosto (2018), o Presidente da Federação Russa, Vladimir Putin, recebeu no Kremlin os líderes Raul Khadjimba, Presidente da República da Abecásia, e Anatoly Bibilov, Presidente da República da Ossétia do Sul. A data do encontro foi significativa, pois marcou 10 anos do reconhecimento russo aos dois Estados.

Em 2008, eclodiu uma guerra entre a Geórgia e suas regiões separatistas, a Abecásia e a Ossétia do Sul. Ambas possuem laços históricos e sociais com a Rússia e, por conta disso, receberam ajuda, conseguindo resistir à investida georgiana. Ao final do conflito, que durou apenas cinco dias, a Federação Russa, em conjunto com três outros países*, reconheceram a independência formal da Abecásia e da Ossétia do Sul.

Reunião com o Presidente da Ossétia do Sul, Anatoly Bibilov

Desde então, as duas regiões buscam maior reconhecimento mundial e lutam diariamente com os desafios na construção de um novo Estado. Nesse último ponto, é importante destacar que até os dias de hoje a Rússia continua mandando assistência a elas, principalmente à Ossétia do Sul. Sobre isso, na reunião da semana passada, o presidente Putin salientou o seguinte: “A Rússia observa com satisfação as conquistas da Ossétia do Sul na construção dos institutos de seu Estado e em vários ramos do desenvolvimento nacional. Planejamos continuar a assistência na resolução do problema de segurança nacional que seu país enfrenta”.

O empecilho mencionado pelo líder russo refere-se à situação política entre as duas regiões e a Geórgia, a qual não reconhece suas independências e deseja reanexá-las. Por conta disso, a Federação Russa coopera continuamente com a Abecásia e a Ossétia do Sul em relação à segurança nacional de ambas, principalmente quanto aos serviços de controle de fronteira.

Dessa forma, o encontro entre os três líderes agora em agosto teve o objetivo de delinear se o plano de segurança montado está caminhando corretamente. Além disso, a reunião também foi importante para aproximá-los economicamente, ponto sobre o qual o Presidente Putin destacou a vontade de seu país continuar cooperando, principalmente em relação ao desenvolvimento da infraestrutura.

Assim, Putin encerrou seu pronunciamento afirmando que, “no geral, o trabalho está em andamento. Provavelmente há mais problemas do que conseguimos resolver. No entanto, nossas relações estão se desenvolvendo e a república está melhorando e fortalecendo suas posições”.

———————————————————————————————–

Nota:

* Os países que reconheceram a independência da Ossétia do Sul e da Abecásia: Nauru, Nicarágua, Rússia e Venezuela.

———————————————————————————————–

Fontes das Imagens:

Imagem 1 O Presidente da República da Abecásia, Raul Khadjimba, o Presidente da Federação Russa, Vladimir Putin, e o Presidente da Ossétia do Sul, Anatoly Bibilov” (Fonte):

http://static.kremlin.ru/media/events/photos/big/CrAhheHA8HrufzkUPyI4RE0xhucm9YV4.jpg

Imagem 2Reunião com o Presidente da Ossétia do Sul, Anatoly Bibilov” (Fonte):

http://static.kremlin.ru/media/events/photos/big2x/rxjC6FeCjLDDOkuAHZ7gybkzsAlpRTCy.jpg

AMÉRICA DO NORTEEURÁSIANOTAS ANALÍTICASPOLÍTICA INTERNACIONAL

Sergey Lavrov e a diplomacia russa

Num Estado soberano, com sua estrutura política organizada e possuidor de instituições que controlam e administram seus desígnios, além da figura propriamente dita do governante máximo desta nação, é de suma importância que exista a posição de um membro do governo responsável pela condução da política externa, segundo as diretrizes estabelecidas, bem como pela coordenação dos serviços diplomáticos e consulares, no intuito de estabelecer e desenvolver contatos pacíficos, visando uma efetiva continuidade das relações harmoniosas, bem como a tentativa de comunicação clara e precisa em seus objetivos para com os outros países do mundo.

Sergey Lavrov

A Federação Russa tem como principal representante diplomático para assuntos internacionais a figura de Sergey Viktorovich Lavrov, que desde março de 2004 vem atuando como Ministro das Relações Exteriores da Rússia, enfrentando uma longa lista de desafios que, nos últimos anos, colocaram sua pessoa à frente dos mais variados assuntos diplomáticos que apresentaram grande repercussão não só dentro das fronteiras do país, como também em diversas partes do mundo.

Descendente de armênios, foi direcionado à carreira diplomática logo depois de sua graduação, em 1972, no Departamento de Assuntos Internacionais do Instituto de Estudos Asiáticos em Moscou, na Academia de Ciências da Rússia, quando foi recrutado como funcionário interino na embaixada soviética no Sri Lanka. Em sua proeminente carreira diplomática chegou a assumir a posição de representante permanente da Rússia na ONU (Organização das Nações Unidas), onde, durante os dez anos de permanência no cargo, até sua saída em 2004, teve que tratar de assuntos chaves da diplomacia russa sobre os conflitos na extinta Iugoslávia, Iraque, Oriente Médio e Afeganistão, bem como a tratativa do papel da Federação Russa na luta contra o terrorismo mundial.

Desde sua nomeação em 2004 pelo presidente russo Vladimir Putin, tem como principal objetivo defender as boas práticas nas relações internacionais baseadas no “pragmatismo, respeito mútuo e responsabilidade global compartilhada”. Sua atuação diplomática enfrenta hoje uma miríade de acusações ao governo russo, no entanto, deixa claro que seu país não é um “buscador de conflitos”, mas protegerá seus interesses caso necessário. Ultimamente, uma das principais atribuições é lidar com os conflitos com a administração norte-americana, que vem piorando nos últimos dois governos, com relatos de ataques às propriedades diplomáticas russas, algo que, de acordo com sua análise, contradiz a Convenção de Viena e também à própria Constituição dos EUA, além dos princípios da sociedade norte-americana, onde a propriedade privada é sagrada.

Em discurso perante à Conferência de Segurança de Munique, em 2017, Lavrov defendeu uma “ordem mundial pós-Ocidental, na qual, cada país, baseando-se em sua soberania no marco da lei internacional, busque um equilíbrio entre seus próprios interesses nacionais e os interesses nacionais dos parceiros”, com respeito à identidade histórica e cultural de cada um.

———————————————————————————————–

Fontes das Imagens:

Imagem 1 Sergey Lavrov com jornalistas” (Fonte):

http://www.uznayvse.ru/images/stories2015/uzn_1450944171.jpg

Imagem 2 Sergey Lavrov” (Fonte):

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/0/00/Sergey_Lavrov%2C_official_photo_06.jpg/200px-Sergey_Lavrov%2C_official_photo_06.jpg

AMÉRICA LATINANOTAS ANALÍTICASPOLÍTICA INTERNACIONAL

Novo Governo mexicano irá propor à ONU a descriminalização das drogas

O próximo governo do México procurará levar o tema sobre a descriminalização das drogas à Organização das Nações Unidas (ONU). A jurista Olga Sanchez Cordero, que ocupará o cargo de Secretária do Interior, explicou na última terça-feira (dia 21 de agosto), em um fórum bancário, que o debate deve ser levado às instâncias internacionais para que vários países se unam no combate ao narcotráfico. “Queremos propor às Nações Unidas uma diretriz interpretativa para conseguir a descriminalização das drogas em nosso país”, disse ela. A ex-ministra do Supremo Tribunal mexicano afirmou que seu plano para o México é descriminalizar o uso de maconha e o uso medicinal de papoulas.

Olga Sánchez Cordero

A proposta de Sánchez Cordero apresenta uma visão para além das fronteiras mexicanas, que pressupõe que o tráfico de drogas e todos os crimes relacionados a essa atividade fazem parte de um problema regional. “Temos tratados internacionais desde 1970 que são extremamente rígidos na luta contra as drogas. Creio que é tempo e momento para repensar uma reinterpretação, pelo menos, desses tratados internacionais. São tratados punitivos em matéria de drogas, extremamente rígidos”, explicou. Ela ainda ressaltou que o relacionamento com os Estados Unidos será essencial para reduzir os crimes ligados ao tema.

De acordo com Sánchez Cordero, o México só consegue confiscar entre 3% e 8% das drogas que passam pelo país até a fronteira norte. Os cartéis, segundo ela, lucram mais de 25 bilhões de dólares por ano no México. E nesta rota da droga, o crime organizado deixa um rastro de vítimas que não distingue entre nacionalidades. “Também estamos pensando que poderíamos convocar uma conferência internacional para tomar conta dessa descriminalização e dessa luta contra o crime organizado”, disse ela.

Para apoiar a luta regional contra o narcotráfico, Sánchez Cordero mencionou a controversa Lei da Anistia. Este eixo é um dos mais controversos das propostas do próximo Presidente. Andrés Manuel López Obrador não detalhou os mecanismos e critérios com os quais alguns crimes relacionados a drogas poderiam ser perdoados por lei. A jurista deu alguns exemplos em que essa legislação poderia ser útil, como jovens que são presos por posse de alguns gramas de maconha ou mulas, as pessoas que atravessam os postos de fronteira para os Estados Unidos, às vezes sem saber qual é a carga que eles carregam.

Olga Sánchez Cordero tem sido há anos a favor da descriminalização. Em 2016, quando ainda era ministra do Supremo Tribunal de Justiça da Nação (SCJN), ela votou a favor do governo mexicano autorizando o transporte, cultivo e consumo de maconha sem fins lucrativos. “Nós não estamos enfrentando uma questão criminal, mas um modelo de vida e liberdade da pessoa”, disse ela na ocasião. Ao juntar-se à equipe de Lopez Obrador, a jurista insistiu que o próximo Presidente do México está aberto ao debate sobre a descriminalização das drogas, começando com a maconha.

———————————————————————————————–

Fontes das Imagens:

Imagem 1Drogas psicoativas” (Fonte):

https://pt.wikipedia.org/wiki/Droga_psicoativa

Imagem 2Olga Sánchez Cordero” (Fonte):

https://es.wikipedia.org/wiki/Olga_S%C3%A1nchez_Cordero

EURÁSIANOTAS ANALÍTICASORIENTE MÉDIOPOLÍTICA INTERNACIONAL

Assinatura do Acordo do Mar Cáspio e a geopolítica energética

No dia 12 de agosto, na cidade cazaquistanesa de Aktau, os presidentes do Azerbaijão (Ilham Aliyev), Cazaquistão (Nursultan Nazarbaev), Irã (Hassan Rohani), Rússia (Vladimir Putin) e Turcomenistão (Gurbanguly Berdimuhammedow) assinaram uma convenção relativa à administração do Mar Cáspio e de seus arredores.

Situado em uma zona transcontinental entre a Ásia e Europa, e historicamente utilizado como um importante corredor comercial e de trânsito entre as potências do leste e oeste, a região atraiu notável atenção após a descoberta de uma significativa quantidade de recursos energéticos, incluindo cerca de 50 bilhões de barris de petróleo e de 9 trilhões de metros cúbicos de gás natural.

Mapa Mar Cáspio

Posteriormente ao colapso da União Soviética (URSS), o Azerbaijão, Cazaquistão e Turcomenistão conquistaram suas independências e, como consequência, não apenas obtiveram o direito sobre o mar territorial do Cáspio, mas também poderiam usufruir e explorar seus recursos naturais. No entanto, disputas e discordâncias entre os governos centrais dos Estados limítrofes ao mar sobre demarcação de fronteiras resultou em uma limitada capacidade de exploração dos recursos aquífero e energético.

Um dos principais temas em divergência é definir se o Cáspio é um mar ou um lago. Enquanto que no primeiro caso a divisão se estenderia da margem litorânea de cada Estado até um ponto intermediário da água, no segundo a distribuição seria igualitária. Por certo nenhum dos cinco Estados foi impedido de ter acesso aos recursos naturais, no entanto, explorações energéticas mais profundas e a criação de projetos de gasodutos que atravessassem o mar foram paralisados.

Primeiramente, a convenção assinada estabeleceu e classificou o Cáspio como um mar, determinando, dessa forma, que cada Estado controle 15 milhas náuticas de água da sua costa para a exploração mineral e 25 milhas náuticas para a pesca, já as outras partes do Mar Cáspio são consideradas águas neutras para uso comum. Somado a isso, foi acordada a proibição da entrada de embarcações militares de países não-caspianos ao mar. Neste último item, cabe destacar que Irã e Rússia se beneficiam com esta decisão, uma vez que ambos os países se preocupam com o aumento da presença dos Estados Unidos e da OTAN na região, principalmente no Azerbaijão.

Apesar da assinatura do acordo ter sido uma conquista após anos de tentativas frustradas, ainda existem diversos temas à espera de resolução. No tocante à problemática ambiental e delimitação do fundo do mar, onde a maior parte dos recursos energéticos são encontrados, será necessário, segundo especialistas no assunto, negociações bilaterais para serem alcançados.

———————————————————————————————–

Fontes das Imagens:

Imagem 1Presidente Hassan Rouhani em encontro com presidente Vladimir Putin, em Teerã” (Fonte):

https://en.wikipedia.org/wiki/Hassan_Rouhani#/media/File:Third_GECF_summit_in_Tehran_32.jpg

Imagem 2Mapa Mar Cáspio” (Fonte):

https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Caspianseamap.png

                                                                                   

ÁSIANOTAS ANALÍTICASPOLÍTICA INTERNACIONAL

A Nova Rota da Seda digital: integração euroasiática no século XXI

A Nova Rota da Seda, denominada oficialmente de Belt and Road Initiative (BRI)*, consiste em um plano de investimentos em infraestrutura visando promover o desenvolvimento e a conectividade através do espaço euroasiático. Outra importante faceta da Iniciativa consiste na integração e promoção das conexões digitais, o que se denomina oficialmente de “Rota da Seda Digital”. A China planeja investimentos que visam dinamizar as trocas de informações e a integração que engloba os setores de alta tecnologia.

Imagem simbolizando das trocas globais de informação

A visão oficial sublinha que as empresas chinesas de telecomunicações, comércio digital e tecnologia da informação de um modo geral poderiam aumentar a sua inserção nos países compreendidos pela BRI. Exemplos de investimentos neste sentido incluem a construção conjunta de satélites, além da expansão da rede transcontinental de cabos de fibra óptica. No que diz respeito à dimensão estratégica, estes recursos poderiam reduzir a dependência da China sobre a infraestrutura de cabos atualmente existente, que é sobretudo decorrente de aportes norte-americanos.

Além das preocupações com a defesa cibernética e buscando maior autonomia, a Rota da Seda digital poderia facilitar a internacionalização de empresas como a BeiDou Navigation System, a versão chinesa do sistema de posicionamento global originalmente criado pelos Estados Unidos. A Organização das Nações Unidas estima que 62% da população das regiões da Ásia e do Oceano Pacífico não estejam conectadas à internet e isto representa uma grande fatia de mercado e uma significativa potencialidade.

A tecnologia está mudando os negócios

O setor da economia digital já representa 30,3% do PIB chinês, sendo que o fluxo de comércio pela internet que ocorre no país corresponde a 42% do total global para este segmento, que é liderado pelas empresas Alibaba e Tencent. A Nova Rota da Seda digital deverá focar nas tecnologias como telecomunicação 5G; computação em nuvem; inteligência artificial; big data; além da crescente integração da internet à indústria.

Analistas críticos vêm expressando a sua preocupação em relação à possibilidade de controle e o uso das informações pela parte do Governo chinês. Por fim, ainda não é possível apresentar uma visão conclusiva sobre o tema, visto que os projetos da Nova Rota da Seda Digital estão em pleno desenvolvimento.

———————————————————————————————–

Nota:

* O delineamento geral da BRI já foi anteriormente abordado em notas previamente publicadas no CEIRI Newspaper.

———————————————————————————————–

Fontes das Imagens:

Imagem 1Mapa delineando alguns dos países que participam da Nova Rota da Seda” (Fonte):

https://commons.wikimedia.org/wiki/File:One_Belt_One_Road.png

Imagem 2Imagem simbolizando das trocas globais de informação” (Fonte):

https://www.publicdomainpictures.net/en/view-image.php?image=212237&picture=digital-world

Imagem 2A tecnologia está mudando os negócios” (Fonte):

https://i.vimeocdn.com/video/498469360_1280x720.jpg