ÁSIANOTAS ANALÍTICASORIENTE MÉDIOPOLÍTICA INTERNACIONAL

Síria permite nova frente militar contra Israel nas “Colinas do Golan”

Bashar al-Assad, presidente da Síria, atendeu nesta semana ao pedido do Irã em permitir que o Hezbollah estabeleça uma frente militar contra Israel nas Colinas do Golan”. A informação foi divulgada pelo jornal “Al-Hayat”, localizado em Londres e de circulação em língua árabe. A reportagem diz que Assad também concordou em auxiliar e abastecer o Hezbollah na campanha[1].

A matéria do “Al-Hayat” traz o depoimento de uma fonte iraniana não identificada, que disse ao jornal que Teerã está determinada a impedir a queda do regime de Assad em Damasco, exatamente porque a Síria está convencida a abrir as portas do Golan para todos os árabes e muçulmanos que queiram lutar contra Israel[2].

AMÉRICA LATINAESPORTENOTAS ANALÍTICASPOLÍTICA INTERNACIONAL

Uruguay-Brasil: ¿fronteras abiertas para 2014?

El Presidente uruguayo José Mujica perteneciente a la coalición de partidos progresistas “Frente Amplio”, informó su objetivo de liberalizar totalmente la circulación de bienes y servicios en la frontera uruguayo-brasileña para el año 2014. “Estamos trabajando, y no sé si lo lograremos, dentro del MERCOSUR un acuerdo con Brasil para que en 2014 no exista la frontera para la mercadería y la gente[1], expresó el mandatario.

En referencia al MERCOSUR y en un claro llamado a los otros países miembros a profundizar la integración del bloque, el presidente Mujica cuestionó “¿para qué inventamos el MERCOSUR?, ¿para qué hablamos de integración? O nos jugamos o no nos jugamos. (…) No podemos creernos que nos podemos encerrar como en 1950 con un proyecto de sustitución de importación (…) sino que tenemos que discutir con los vecinos en qué nos especializamos y qué les compramos a ellos[1].

NOTAS ANALÍTICASORIENTE MÉDIOPOLÍTICA INTERNACIONALTecnologia

O “Programa Nuclear” Iraniano e o “Poder Cibernético” do país

Em 12 de março passado, o “Diretor de Inteligência Nacional” dos “Estados Unidos da América” (EUA), James Clapper, apresentou para a “Comissão do Senado” estadunidense um informe sobre a avaliação das principais ameaças mundiais. Tal documento ressalta o Programa Nuclear Iraniano e a Segurança Cibernética. Para exemplificar, citou a ação de negação de serviço (colocação de sites fora do ar) que sofreram alguns sítios da internet, como alguns Bancos e, em 2012, a maior empresa saudita, a Aramco[1].

NOTAS ANALÍTICASORIENTE MÉDIOPOLÍTICA INTERNACIONAL

Shimon Peres garante que Israel honrará acordos referentes a locais sagrados

Na quarta-feira, dia 8 de maio de 2013, Israel comemorou o “Yom Yerushalaim”*, ou “Dia de Jerusalém”. De acordo com a “Partilha da Palestina votada pela ONU, em 1947, Jerusalém deveria ser uma cidade internacional. Porém, como resultado da primeira guerra árabe-israelense em 1948, ela acabou sendo dividida entre Israel e Jordânia. Posteriormente, na “Guerra de 1967”, os israelenses entraram na parte jordaniana, compreendida como “Jerusalém Oriental”, e a cidade passou a ser unificada sob o governo de Israel.  A data em hebraico – que varia no calendário gregoriano – foi o dia “28 de Yiar e é feriado nacional.

ÁSIANOTAS ANALÍTICASORIENTE MÉDIOPOLÍTICA INTERNACIONAL

Os Ataques de Israel à Síria: novos cenários no “Oriente Médio”

A Síria é um país pequeno e sem grandes riquezas naturais ou econômicas, mas tem importância estratégica quanto às suas fronteiras e é vital para a estabilidade do “Oriente Médio”. Há mais de dois anos, enfrenta um conflito interno, onde há rebeldes que dedicam-se à queda do atual regime político. Mas, nos últimos dias, o Regime passa por uma dupla solicitação que envolve a luta interna pela sua permanência no poder e os três ataques desferidos por Israel, que deixaram mortos e feridos entre militares e civis. A situação atual faz emergir a possibilidade de novos cenários na região pois, para o Governo sírio, o conflito já atravessou as fronteiras nacionais.

AMÉRICA DO NORTEÁSIANOTAS ANALÍTICASPOLÍTICA INTERNACIONAL

Intervir ou não intervir: a difícil decisão de Barack Obama no conflito sírio

Barack ObamaBarack ObamaOs recentes bombardeios aéreos efetuados por Israel, em Damasco, no domingo passado, criaram uma sensação de urgência em Washington sobre uma possível intervenção norte-americana mais efetiva no conflito, em que pese a prudência do presidente Barack Obama, ao que tudo indica, por pretender esgotar as vias diplomáticas antes de ordenar qualquer ação[1].

Por outro lado, o risco de uma proliferação de armas químicas na Síria, dadas as dúvidas não só sobre a natureza da oposição, bem como se  o regime de Bashar al Assad não fará seu uso como último ato de sobrevivência, apenas contribui para aumentar a incerteza e a preocupação geral sobre as consequências desse conflito. Especialistas indicam que a Administração norte-americana se encontra em  processo de decidir o passo seguinte e a cada dia vislumbra uma ação de caráter militar[1].