NOTAS ANALÍTICASORIENTE MÉDIOPOLÍTICA INTERNACIONAL

Irã oferece parceria ao Ocidente no “Oriente Médio”

O governo iraniano declarou nesta semana ser um parceiro confiável para o Ocidente no Oriente Médio. A condição seria que os países ocidentais se tornassem mais cooperativos em relação às conversações internacionais sobre o “Programa Nuclear do Irã”.

As Nações Unidas” (ONU) responsabilizam o país pelas tensões a respeito do assunto, já que ele não acatou seus pedidos de restrição em relação às atividades nucleares e prossegue negando a abertura de investigações no campo por parte de inspetores da “ONU”.

AMÉRICA LATINANOTAS ANALÍTICASPOLÍTICA INTERNACIONAL

Uruguay crea “Comisión de Comercio Bilateral” con Brasil y enfría relacionamiento con Argentina

Recientemente, representantes de Brasil y Uruguay firmaron un “Protocolo Adicional” al “Acuerdo de Complementación Económica” (ACE N. 2) con el objetivo de asegurar la fluidez del intercambio comercial bilateral y promover la ampliación y profundización del comercio de bienes y servicios, en un marco de especial atención a las asimetrías[1].

Este protocolo prevé además la creación de una “Comisión de Comercio Bilateral Uruguay-Brasil” (CCB) para la solución de dificultades legales, normativas y operacionales puntuales relativas a acceso a mercados; el establecimiento de procedimientos de consulta en materia de origen, defensa comercial y medidas sanitarias y fitosanitarias; y el establecimiento de un procedimiento expedito de despacho aduanero, según informa el portal de la “Asociación Latinoamericana de Integración” (ALADI) con sede en Montevideo[2].

AMÉRICA DO NORTENOTAS ANALÍTICASORIENTE MÉDIOPOLÍTICA INTERNACIONAL

EUA venderá sofisticadas armas para aliados dissuadirem o Irã

O secretário de defesa norte-americano, Chuck Hagel, iniciou na semana passada uma visita ao “Oriente Médio” onde selará  acordos  com seus principais aliados, Israel, “Arábia Saudita” e “Emirados Árabes Unidos” (EAU) para a compra de 10 bilhões de dólares em armamentos, como medida dissuasória, como proteção contra um possível ataque do Irã e também para acentuar ainda mais a preponderância militar desses países na região[1].

AMÉRICA DO NORTENOTAS ANALÍTICASORIENTE MÉDIOPOLÍTICA INTERNACIONAL

Segundo John Kerry, a possibilidade de um acordo de paz entre Israel e Palestina está se esgotando

O Secretário de Estado norte-americano, John Kerry, terminou sua visita a Israel e à Cisjordânia na semana passada, dia 9 de Abril. Antes de sua partida conseguiu uma conquista: a promessa do Primeiro Ministro israelense, Benjamin Netanyahu, em auxiliar no avanço de projetos econômicos palestinos na Cisjordânia. O objetivo seria aumentar a possibilidade de um “Acordo de Paz”.

No entanto, na última quarta-feira, Kerry ressaltou a dificuldade que enfrentará no caminho para uma possível paz no Oriente Médio. O “Secretário de Estado dos EUA” afirmou que será necessária paciência em detalhes que envolvam qualquer plano de dois Estados e disse que os governos de Israel e da Palestina possuem no máximo dois anos para resolver a questão.

ÁSIANOTAS ANALÍTICASPOLÍTICA INTERNACIONAL

Tammam Salam: um independente ante o desafio da governabilidade no Líbano

Após dois anos no governo, o primeiro-ministro libanês, Najib Mikati, demitiu-se no passado dia 22 de março ante a intensificação da pressão entre os campos pró-Bashar al-Assad e anti-Bashar al-Assad[1], que o impediu de cumprir integralmente o mandato. Desde o final da “Guerra Civil” no Líbano, em 1990, o poder político tem sido dividido entre as facções religiosas preponderantes, a muçulmana xiita, a muçulmana sunita e a cristã maronita o que, não facilitando o equilíbrio de poderes, gera um grau de insegurança tanto mais elevado quando se sabe que dois grandes blocos, a “Aliança 8 de Março” e a “Aliança 14 de Março”, se digladiam respectivamente no apoio e na rejeição à Síria.

NOTAS ANALÍTICASORIENTE MÉDIOPOLÍTICA INTERNACIONAL

Renúncia do primeiro-ministro palestino possibilita reconciliação entre o Hamas e o “Al Fatah” com vistas a uma Palestina unida

Rechaçado pelo grupo Hamas (“Movimento Islâmico de Resistência”), que governa a “Faixa de Gaza”, e cada vez mais distante do “Al Fatah” (“Movimento de Libertação Nacional da Palestina”), grupo que governa a Cisjordânia, Salam Fayyad renunciou ao posto de primeiro-ministro da Autoridade Palestina (AP), na semana passada, abrindo uma via para a reconciliação entre essas duas principais formações palestinas[1].

Um dos principais obstáculos a reconciliação entre o Hamas e o Al Fatah era o não reconhecimento pelo Hamas do governo liderado por Fayyad, a quem o grupo islâmico considerava muito próximo do ocidente e  sobretudo a Israel[1].