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Defensoras da vida animal no Malawi

Em alguns países africanos há tropas especializadas para proteger a vida animal, como ocorre no Parque Nacional de Kasungu, no Malawi. O mesmo é o segundo maior parque do Estado, com área de 2.316 Km². Na região, caçadores ilegais diminuíram significantemente o número de rinocerontes, leões e elefantes. Os últimos, por exemplo, correspondiam cerca de 1.000 na década de 1990, chegando a apenas 50 em 2015.

Leão

Durante o treinamento para se tornarem rangers, ou guardas, além de questões comuns à vida militar, como atividade física, corridas levando o equipamento, instruções de manuseio de arma de fogo, aplicação da lei, técnicas de sobrevivência no terreno, patrulhas e ética na aplicação da lei, é necessário aprender também sobre o comportamento dos animais. No entanto, as confrontações com caçadores ilegais acabam sendo mais arriscadas.

No mesmo parque comentado previamente, apenas em 2008 uma mulher integrou a equipe como guarda-florestal. Atualmente, apesar do Departamento de Parques Nacionais e Vida Selvagem do Malawi ter afirmado que houve um aumento na participação feminina, em Kasungu elas representam apenas 8 de 82 e no total do país são 52 de 478. E não há mulher em qualquer posição gerencial do estabelecimento.

Na matéria realizada pela Al Jazeera, algumas mulheres entrevistadas entraram na carreira por questões financeiras ou por não conseguirem empregos em outra área. Limbikani Chirwa, de 23 anos, afirmou que agora é apaixonada por proteger animais e árvores, e é emocionante, pois ela é vista como heroína por seus amigos. Joseph Chauluka, oficial assistente do local, comentou que no terreno não há discriminação e muitas vezes as mulheres superam os homens. Além disso, elas são fundamentais nas atividades de conscientização de conservação dos animais selvagens.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1Elefante africano” (Fonte): https://en.wikipedia.org/wiki/Majete_Wildlife_Reserve#/media/File:Elephant_at_Majete_wildlife_reserve_(15073475793).jpg

Imagem 2Leão” (Fonte): https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_mammals_of_Malawi#/media/File:Lion_(Panthera_leo)_(30941994012).jpg

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Eleições Reino Unido 2019: Brexit é a principal, mas não a única preocupação dos eleitores

Uma recente pesquisa* da empresa Yougov revelou que o Brexit, acompanhado dos temas Saúde e Segurança, são as principais preocupações do eleitorado britânico e terão um peso significativo nas eleições do dia 12 de dezembro de 2019. Perguntados sobre as três maiores aflições que atingem o país no momento, 68% dos entrevistados citaram o processo de saída da UE, 40% a saúde pública e 28% a criminalidade.

Cartaz produzido durante um protesto organizado por médicos assistentes em 2015. O NHS é considerado um patrimônio nacional para os britânicos

Quando o tópico é a Saúde, o que assusta o eleitorado britânico é a situação do Serviço Nacional (National Health Service, geralmente conhecido pela sigla NHS). Fundado no período após o fim da 2ª Guerra Mundial, em 1948, seu intuito sempre foi de prover aos residentes do Reino Unido acesso universal e gratuito aos serviços de saúde, pagos com o dinheiro financiado pela arrecadação dos impostos em geral. O NHS é para os britânicos fonte de orgulho nacional, porém, tem sofrido com o aumento dos custos de mão de obra, remédios e novas tecnologias. No ano fiscal de 2016-2017, os gastos com o sistema público representaram cerca de 30% das despesas totais. Devido ao peso significativo no orçamento, o assunto apresenta um grande desafio para qualquer Partido que pretenda chegar ao Governo.

Policial londrino em serviço

Apesar de ser considerado um país com baixo nível de delinquência**, segundo o Órgão de Estatística Nacional (Office for National Statistics), em 2018 houve um aumento de 18% dos crimes sem violência e 8% de crimes com violência. No mesmo ano foi muito divulgado através da mídia britânica os dados de que, então, pela primeira vez na história recente, o número de assassinatos em Londres ultrapassou o da cidade de Nova York. O fato também foi alvo de críticas pelo presidente Donald Trump, já que no Reino Unido o porte de armas de fogo é proibido e a maioria dos assassinatos são causados com o uso de facas.

Atrás dos três temas acima, as preocupações com a Economia e o Meio-Ambiente aparecem empatadas na 4º colocação, sendo citadas por 25% dos entrevistados. Em quinto vêm a questão da Imigração, mencionada em 22% das entrevistas.

Esta será a primeira vez que as eleições ocorrem no mês de dezembro desde 1923. Apelidada de “eleição Brexit” pela mídia do país, ela foi convocada justamente na tentativa de dar continuidade ao processo de saída da União Europeia, que tem enfrentado grandes barreiras no Parlamento.     

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Notas:

* Pesquisa realizada entre os dias 30 e 31 de outubro de 2019, com 1.606 adultos entrevistados em todo o país.

** Apesar da dificuldade de encontrar dados precisos sobre os níveis de criminalidade a nível internacional, o site Numbeo organizou um banco de dados com informações de vários países, criando um índice que compara a criminalidade e a violência. No ranking, o Brasil aparece em 7º lugar como país com mais crimes cometidos. O Reino Unido figura na 59ª posição atrás de nações desenvolvidas como Estados Unidos (48º), França (50a) e Itália (57a).

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Fontes das Imagens:

Imagem 1Polling Station é o local onde se realizam as votações nas eleições no Reino Unido, geralmente em espaços alugados em escolas, igrejas e centro comunitários” (Fonte): https://commons.wikimedia.org/wiki/File:London_polling_station.jpg

Imagem 2Cartaz produzido durante um protesto organizado por médicos assistentes em 2015. O NHS é considerado um patrimônio nacional para os britânicos” (Fonte): https://www.flickr.com/photos/birmingham_eastside/22421035083

Imagem 3Policial londrino em serviço” (Fonte): https://www.flickr.com/photos/hillview7/30934142341

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Adoção de crianças na Rússia pode ser a chave para salvar complexos rurais

Vilarejos ao norte da Rússia, em áreas remotas entre as grandes metrópoles de Moscou e São Petersburgo, estão sofrendo uma crise demográfica, inerente aos efeitos da globalização, qual seja o intenso fluxo de pessoas e informação e a procura de novas oportunidades. A expansão iminente da Rússia como ator global e regional após as reformas iniciadas com o presidente Mikhail Gorbachev (Glasnost e Perestroika) vulnerabilizou as áreas rurais, que, agora, sofrem com déficit de população economicamente ativa.

Após a dissolução da União Soviética, a demografia russa entrou em declínio. De acordo com a Radio Free Liberty, a população da Rússia diminuiu em 5 milhões de habitantes desde 1991 e cerca de 26.000 escolas fecharam suas portas nas últimas duas décadas, sendo 22.000 delas na zona rural. Neste contexto, muitas crianças são entregues para adoção (relembrando que na época soviética não havia o termo “acolhimento” e “adoção” era o termo generalizado, o que ainda hoje ocorre), porque seus tutores já não podem mantê-las ou foram incapazes de levá-las consigo na jornada em busca de trabalho.

Crianças de Kitezh e Orion

Em Brodi, 500 quilômetros ao norte de Moscou, esses jovens são acolhidos por famílias que desejam compartilhar seu lar e manter vivas as tradições do lugar onde nasceram. Os lares permitem às crianças viver uma juventude saudável, ao mesmo tempo que evitam o desaparecimento gradual do vilarejo e despertam esperança em seus conterrâneos. O vilarejo, que hoje conta com apenas três escolas, credita a sobrevivência das instituições aos esforços dos “pais adotivos”. Gennady Chistyakov, um dos diretores de escola, crê que os arranjos beneficiam as crianças e o mecanismo de sobrevivência das vilas, pois, enquanto o Estado suporta as pessoas que cuidam dos órfãos”, elas não saem em busca de trabalho em outros lugares. Em contrapartida, os jovens não precisam crescer em orfanatos.

A professora Yekaterina Solovyova já acolheu 11 crianças desde 1998. Uma sanção imposta pela Federação Russa aos Estados Unidos em 2012, proibindo a adoção de crianças russas por americanos, agravou a crise de órfãos e obrigou o país a estimular internamente a adoção/acolhimento, o que ajudou pessoas como a professora Yekaterina. Hoje, ela conta com uma ajuda mensal do governo equivalente a US$ 94.00 (aproximadamente R$386,0, na cotação de 19/11/2019) por criança. Solovyova diz que não o faz pelo dinheiro, e explica que “Quando há crianças na vila, quando há uma escola, o vilarejo vive (…) significa que a vila não vai morrer”.

Família russa com filhos sem distinção

Contudo, embora Brodi conte com a ajuda de moradores e professores para manter a cidadela viva por ora, há uma preocupação legítima com a nova geração de docentes e profissionais em geral. Talvez, a resposta para este desafio esteja em outros projetos similares, como, por exemplo, a Vila Orion, fundada em 2004 por Dmitry Morozov, o qual recebeu uma Ordem de Honra do próprio presidente Putin em 2007.

Com um conceito um pouco distinto, a vila é composta por famílias de acolhimento que vivem com seus rebentos de sangue e ainda com seus filhos acolhidos em casas individuais. Conforme retratado pela BBC News, os órfãos são convidados a se juntarem às famílias, e todas as atividades desenvolvidas no âmbito das comunidades do complexo são centradas no desenvolvimento das crianças.

Por tratarem os jovens acolhidos com respeito e carinho, as pequenas comunidades russas podem contar com aliados para manter o legado de gerações que se foram e ainda estão por vir.    

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Fontes das Imagens:

Imagem 1 Comunidade para Crianças Orion” (Fonte): https://www.ecologia.org.uk/kitezh-orion/

Imagem 2 Crianças de Kitezh e Orion” (Fonte): https://www.ecologia.org.uk/wp-content/uploads/2014/06/Kids-Band-1140×460.jpg

Imagem 3Família russa com filhos sem distinção” (Fonte): https://files.globalgiving.org/pfil/14787/ph_14787_70850.jpg?m=1425332832000

FÓRUNS INTERNACIONAISNOTAS ANALÍTICASPOLÍTICA INTERNACIONAL

“A China cada vez mais parte do futuro do Brasil”, afirma Jair Bolsonaro durante encontro com Xi Jinping

A China cada vez mais parte do futuro do Brasil”, afirmou o Presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, na quarta-feira (13 de novembro de 2019), sinalizando uma abordagem pragmática ao maior parceiro comercial do País. Ao lado do Presidente chinês, Xi Jinping, em Brasília, Bolsonaro declarou: “Mais do que ampliar, queremos diversificar nossas relações comerciais”, informa o jornal South China Morning Post.

Na ocasião, os dois Mandatários assinaram acordos nas áreas de transportes, serviços e investimentos, antes da Cúpula dos BRICS, realizada na capital brasileira (Brasília). Xi ecoou os sentimentos positivos, demonstrando expectativas para que os dois países “fortaleçam o multilateralismo e construam uma economia mundial aberta”.

Líderes dos BRICS no Ministério das Relações Exteriores, em Brasília

O encontro deles, o segundo em dois meses, foi um dos vários realizados durante a reunião anual dos BRICS, que se concentrou no crescimento econômico e na inovação. O presidente russo Vladimir Putin, o primeiro-ministro indiano Narendra Modi e o presidente sul-africano Cyril Ramaphosa estiveram presentes no encontro de dois dias (13 e 14 de novembro de 2019).

A Cúpula dos BRICS é a primeira vez na qual Bolsonaro sedia um grande encontro internacional desde que assumiu o cargo, em janeiro de 2019. Luís Fernandes, do BRICS Policy Center, no Rio de Janeiro, fazendo menção ao alinhamento da política externa brasileira aos Estados Unidos, nota que “o evento poderia fornecer cobertura para Bolsonaro falar com Xi sem parecer desleal a Trump”.

O Presidente brasileiro rompeu a tradição na Cúpula deste ano (2019), ao não realizar a reunião do “BRICS Plus”, que permite que os cinco membros se encontrem com os países vizinhos do anfitrião.   

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Fontes das Imagens:

Imagem 1 O Presidente da China, Xi Jinping, durante o encontro com o Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, em Brasília” (Fonte): https://commons.wikimedia.org/wiki/File:2019_Cerimônia_de_Encerramento_do_Fórum_Empresarial_do_BRICS_-_49062005877.jpg

Imagem 2 Líderes dos BRICS no Ministério das Relações Exteriores, em Brasília”(Fonte): https://commons.wikimedia.org/w/index.php?title=Special:Search&limit=20&offset=20&profile=default&search=BRICS+brasilia&advancedSearch-current={}&ns0=1&ns6=1&ns12=1&ns14=1&ns100=1&ns106=1#/media/File:2019_Foto_de_Família_Lideres_do_BRICS_-_49064551007.jpg

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A Dinamarca aprova a construção do gasoduto russo

O Nord Stream 2 é um projeto subsidiado pela companhia russa Gazprom, a qual já opera um gasoduto semelhante que faz a ligação entre a cidade eslava de Vyborg e a cidade alemã de Greifswald. O objetivo da nova linha Nord Stream é aumentar o volume de gás natural para a União Europeia (UE), possuindo potencial de acréscimo de 55 bilhões de metros cúbicos.

A questão da construção estava nebulosa, pois a Dinamarca não permitia o avanço da obra em direção a seu território, porém, a controvérsia ganhou uma resolução, pois os dinamarqueses autorizaram que a estrutura ingresse perto da ilha de Bornholm, pertencente a Copenhague*, a qual localiza-se nas proximidades com a Suécia e a caminho do Mar Báltico.

A licença veio da Energistyrelsen (Agência de Energia Dinamarquesa), que legitimou suas ações a partir das obrigações internacionais do Estado escandinavo com a Convenção da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre o Direito do Mar, que ocorreu em Montego Bay, Jamaica, em 1982.

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O jornal Copenhagen Post trouxe a declaração da Energistyrelsen sobre o assunto, a qual afirmou: “A Dinamarca é obrigada a permitir a construção de gasodutos de trânsito com relação aos recursos e ao meio ambiente e, se necessário, atribuir a rota onde esses gasodutos devem ser instalados”.Apesar da resposta positiva de Copenhague, a medida foi concebida em meio a pequenas polêmicas geopolíticas, pois os mandatários dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, e da Federação Russa, Vladimir Putin, respectivamente, comentaram a hipótese de aplicação de sanções contra a Alemanha, e que a Dinamarca estava sob pressão do exterior em relação à temática.

Os analistas compreendem como sendo sensata a decisão pela aprovação do gasoduto, que representa não apenas maior incidência de energia na Europa, como também a oportunidade de incremento das relações comerciais entre a Dinamarca e a Federação Russa. O risco europeu de dependência do gás russo é uma realidade provável, todavia, isso não significa que ele se torne exclusivo para o Velho Continente, que caminha com uma política conjunta de incentivo à energia renovável, algo que também inclui a Dinamarca.

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Nota:

* Copenhague: capital do Reino da Dinamarca; referente no texto em alusão à soberania do Estado.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1 Mapa da Dinamarca e Ilha de Bornholm à direita” (Fonte):

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/b/b2/Denmark-es.svg/1280px-Denmark-es.svg.png

Imagem 2 Energistyrelsen Agência de Energia Dinamarquesa” (Fonte):

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/e/e3/Amaliegade_44_from_the_water.jpg
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Atraso na implementação do acordo no Sudão do Sul e a pressão internacional

No dia 7 de novembro de 2019 houve a terceira reunião entre Salva Kiir Mayardit, Presidente do Sudão do Sul, e Riek Machar Teny Dhurgon, líder da oposição em Uganda. A expectativa era de que a partir do dia 12 de novembro fosse implementado o governo integrado, mas alguns tópicos ainda precisam de resoluções. Assim, com a mediação do Presidente de Uganda, Yoweri Museveni, do Chefe do Conselho Soberano do Sudão, Abdalftah Alburhan, e do enviado especial do Quênia ao Sudão do Sul, Stephen Kalonso Musyoka, o processo foi postergado em 100 dias, com uma revisão após 50 dias e elaboração de mecanismos de supervisão das negociações. Também requisitaram o apoio do organismo sub-regional africano Autoridade Intergovernamental para o Desenvolvimento (IGAD).

Primeiro Presidente do Sudão do Sul, Salva Kiir Mayardit

Algumas questões precisam chegar a um entendimento comum, como o número de estados no país e a fusão de aproximadamente 41.500 soldados das forças do governo e da oposição em um Exército Nacional unificado, com treinamento padronizado. Desses, 3.000 seriam pertencentes a uma unidade de proteção especial para autoridades. O analista Alan Boswell, do grupo International Crisis (Crise Internacional), afirmou à rede de notícias Associated Press que a implantação do governo desenhado pelo acordo de paz na data prevista teria o risco imediato de colapso sangrento. Por isso, deve-se pressionar para solução dos desafios, para que o regime seja viável.

Vice-presidente e líder da Oposição, Riek Machar Teny Dhurgon

Os líderes na reunião realçaram a importância do apoio da comunidade internacional para implementação do Acordo Revitalizado para Resolução do Conflito no Sudão do Sul. O Secretário de Estado Adjunto dos Estados Unidos para os Assuntos Africanos, Tibor Nagy, realizou algumas declarações em seu twitter, parabenizando as autoridades de Uganda, Sudão e Quênia pela iniciativa. No entanto, os Estados Unidos estão revendo seu relacionamento com o Sudão do Sul e considerando todas as opções possíveis para pressionar aqueles que estão impedindo a paz, além de questionarem a capacidade dos atores por não conseguirem cumprir seus próprios prazos. O Papa Francisco comentou que espera visitar o país no próximo ano (2020), e pediu para que as autoridades sul-sudanesas encontrem o consenso para o bem da nação. Vale relembrar que no dia 20 de outubro houve uma reunião na capital, Juba, na qual os membros do Conselho de Segurança das Nações Unidas já pediam pelo avanço do compromisso assumido.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1 “Reunião tripartite sobre acordo de paz no Sudão do Sul” (Fonte): https://twitter.com/KagutaMuseveni?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1192469049395036160&ref_url=https%3A%2F%2Fwww.africanews.com%2F2019%2F11%2F08%2Fsouth-sudan-rivals-delay-unity-govt-formation-by-100-days%2F

Imagem 2 “Primeiro Presidente do Sudão do SulSalva Kiir Mayardit” (Fonte): https://en.wikipedia.org/wiki/Salva_Kiir_Mayardit#/media/File:Salva_Kiir_Mayardit.jpg

Imagem 3 “Vicepresidente e líder da Oposição, Riek Machar Teny Dhurgon” (Fonte): https://pt.wikipedia.org/wiki/Riek_Machar#/media/Ficheiro:Riek_Machar_VOA_photo.jpg