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Fabricante de caminhões norte-americana inaugura fábrica no “Rio Grande do Sul” (Brasil)

De acordo com informações disseminadas pela “Reuters” e replicadas pelo portal “INFO[1], a fabricante de caminhões “International” inaugurou no dia 11 de junho sua primeira fábrica própria no Brasil.

A nova unidade foi instalada em Canoas, no “Rio Grande do Sul” (sul do Brasil), e tem capacidade para produção de 5 mil caminhões por ano. A fábrica produzirá dois modelos, um pesado, com câmbio manual e automatizado, e um semipesado. Os veículos têm índice de nacionalização de 65%.

Agora, no Brasil, a empresa disputará o mercado com grandes concorrentes como o “Grupo MAN”, da Volkswagen, a Mercedes-Benz e a Ford, que vendem entre 1.500 e 3.500 veículos por mês no país.

A matéria também ressalta que, no final de abril, a empresa chinesa “Shacman” divulgou que “vai investir 400 milhões de reais na construção de uma fábrica no interior de São Paulo com capacidade para 10 mil veículos por ano[1].

Atualmente, o Brasil vive um momento em que várias marcas e fábricas de caminhões estão sendo inauguradas para aproveitar os investimentos de infra-estrutura que vem ocorrendo no país, especialmente devido aos grandes eventos esportivos que acontecerão nos próximos anos.

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Fonte Consultada:

[1] Ver:

http://info.abril.com.br/noticias/bitnocarro/international-inaugura-fabrica-de-caminhoes-no-brasil-11062013-38.shl

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Decisão da OMC permite que “Antígua e Barbuda” abra site de download livre de direitos autorais americanos

No dia 28 de Janeiro de 2013, a “Organização Mundial do Comércio” (OMC) emitiu uma decisão pioneira dentro de seu “Quadro de Resolução de Controvérsias”. Em uma disputa que se estendia há dez anos, a OMC permitiu à nação caribenha de Antígua e Barbuda (Antígua) a suspensão de alguns direitos de Propriedade Intelectual de empresas baseadas nos Estados Unidos da América (EUA)[1].

Esta disputa se iniciou em 2003, quando, por meio de Leis federais, estaduais e locais, os EUA proibiram a atividade de serviços de cassinos online e outros sites de apostas e jogos de azar vindos de Antígua[2]. Desde 1997, o país caribenho oferece incentivos para empresas do ramo de apostas online e a decisão dos EUA em impedir o acesso das mesmas a consumidores americanos causou o desemprego de 5% da população do país inteiro, ou 4.500 pessoas, de acordo com o “Procurador Geral de Antígua”, Mark Mendel[3].