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Equador recebe empréstimo de 900 milhões de dólares da China

O Governo do Equador anunciou no último dia 12 de dezembro, quarta-feira passada, a obtenção de um crédito de $ 900 milhões de dólares, junto à China, aproximadamente 3,53 bilhões de reais,conforme a cotação do dia 17 de dezembro de 2018. Por meio da conta oficial da Presidência no twitter, o Executivo informou que este empréstimo, obtido com a “taxa de juros mais baixa da história”,  foi o principal benefício econômico-financeiro da visita oficial ao país asiático, que faz parte de uma agenda de visitas que inclui também o Catar e a Espanha.

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Segundo matéria publicada, em 2013, no periódico equatoriano La Hora, o país já se encontrava em posição de dependência do financiamento chinês, que acumulava, de 2005 a 2011, um montante de 7,254 milhões de dólares(em torno de 28,41 milhões de reais, também de acordo com a cotação do dia 17de dezembro), mais de 45 vezes o valor recebido do Banco Mundial e quase o triplo do obtido junto ao Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) no mesmo período. Ainda segundo o La Hora, o Equador ocupava o posto de 4º maior tomador de empréstimo chinês no continente, superado por Venezuela, Argentina e Brasil.

Analistas criticavam a situação, na época, afirmando que: a) tratava-se de uma estratégia de disputa de espaço na região, por parte da China, em relação aos Estados Unidos; b) havia desvantagens para o Equador, que deixava de diversificar suas fontes de financiamento, em troca de uma relação assimétrica;c) os chineses tinham maior poder de decisão, o que resultava, dentre outras coisas, na reduzida contratação de empresas locais. 

O presidente Correa justificava que os empréstimos se davam a longo prazo, com a exigência de contrapartida em petróleo e não do que ele classificou de “sacrifícios horrendos” exigidos pelo Fundo Monetário Internacional (FMI). Para o analista e professor da Universidade de São Francisco de Quito, Pedro Romero, a preferência pela China era coerente com a diretriz correista de não depender das instituições de crédito multilaterais tradicionais.

Chegada do presidente Moreno à China

Os empréstimos contraídos na década passada dessa maneira tornaram-se mais difíceis de serem quitados, por conta da queda nos preços do petróleo, por isso a dívida do Equador com a China atinge hoje a cifra de $ 6,5 bilhões de dólares (em torno de 25,46 bilhões de reais, na mesma cotação), levando o atual Presidente, Lenín Moreno, a buscar solução para o problema, cogitando inclusive o financiamento por parte das instituições que Correa evitava.

De acordo com a agência de notícias Associated Press (AP), a Chancelaria equatoriana informou que a taxa de juros a ser aplicada pelo Banco de Desenvolvimento da China é de 6,5%em um período de 6 anos, com até 2 anos de carência. Moreno obteve ainda, com os chineses, um valor de $ 69,3 milhões de dólares para reconstrução e US$ 30 milhões, a título de assistência não reembolsável, respectivamente, próximos de 271,39 milhões de reais e 117,45 milhões de reais,na mesma cotação.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1 Assinatura do termo de empréstimo ChinaEquador”(Fonte Facebook da Presidência do Equador): https://scontent.fbsb8-1.fna.fbcdn.net/v/t1.0-9/48174604_2257828417563010_3223151760537288704_n.jpg?_nc_cat=101&_nc_ht=scontent.fbsb8-1.fna&oh=aae425f260911d770fce9ff354c913f7&oe=5C90F4DC

Imagem 2 Chegada do presidente Moreno à China”(Fonte Facebook da Presidência): https://scontent.fbsb8-2.fna.fbcdn.net/v/t1.0-9/48356368_2255302084482310_2683276497438900224_n.jpg?_nc_cat=107&_nc_ht=scontent.fbsb8-2.fna&oh=211ee6e033748f70c591c91835605d39&oe=5CA7EDC5

AMÉRICA LATINAECONOMIA INTERNACIONALNOTAS ANALÍTICASORIENTE MÉDIO

Futuros investimentos israelenses no Brasil

No dia 29 de outubro de 2018, durante a visita ao presidente eleito Jair Messias Bolsonaro, o embaixador de Israel, Yossi Avraham Shelley, manifestou a intenção de parceria através do projeto de uma usina piloto de dessalinização de água do mar na região Nordeste do Brasil.

Benjamin Netanyahu

O país do Oriente Médio é famoso por ter resgatado seu meio ambiente local, combatendo a desertificação e também por promover uma agricultura sustentável dotada de tecnologia de irrigação, o que torna o país líder mundial em pesquisas de recursos hídricos e exportador dessa técnica. Reutiliza 85% da água que produz e possui a maior planta de dessalinização do mundo, chamada Sorek[1]. A tecnologia pode ser útil no combate à seca do semiárido nacional[2].

interesse do governo israelense em fortalecer relações bilaterais com o Brasil durante o novo futuro governo. A presença de Benjamin Netanyahu está prevista na cerimônia de posse, em 1º de janeiro de 2018, pois o mesmo manifestou sua intenção de vinda durante sua ligação telefônica, na qual parabenizou Jair Bolsonaro pela vitória.

Caso realmente compareça, ele será o primeiro Premiê israelense a visitar o Brasil desde a fundação de Israel no ano de 1948. O Primeiro-Ministro saudou a declaração do novo Presidente eleito sobre a possível transferência da embaixada brasileira para Jerusalém. A intensificação de relações vai ao encontro dos objetivos israelenses em buscarem parceiros para o intercâmbio de tecnologia e, consequentemente, maior mercado externo.

O Estado possui centros de inovação de tecnologia em geral,  como, por exemplo, em tecnologia da informação, que gerou as famosas “startups” israelenses, e também tecnologia de uso militar. Esta pode vir a ser usada futuramente no combate a narcotraficantes do estado do Rio de Janeiro

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Notas:

[1] Para mais informações:  https://ceiri.news/israel-70-anos-de-existencia/

[2] Negociações com estados brasileiros – Ceará, Alagoas e Maranhão – já têm sido feitas.

Para maiores informações, vide: http://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2018-01/israel-quer-transferir-tecnologia-de-dessalinizacao-de-agua-para-o   e

 https://www.al.ce.gov.br/index.php/ultimas-noticias/item/67151-0808la-visita-embaixador

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Fontes das Imagens:

Imagem 1Bandeira de Israel” (Fonte):

https://pt.wikipedia.org/wiki/Bandeira_de_Israel#/media/File:Flag_of_Israel.svg

Imagem 2Benjamin Netanyahu” (Fonte):

https://pt.wikipedia.org/wiki/Benjamin_Netanyahu#/media/File:Benjamin_Netanyahu_2012.jpg

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Mexicanos rejeitam o novo aeroporto da Cidade do México

Em um referendo promovido pelo presidente eleito Andres Manuel Lopez Obrador, os mexicanos votaram pela retirada de um novo aeroporto de 13 bilhões de dólares da capital mexicana. Cerca de um milhão de pessoas, apenas 1% do eleitorado mexicano, participou do plebiscito realizado durante quatro dias, informou a Fundação Arturo Rosenblueth, organização sem fins lucrativos que supervisionou a contagem, após a votação ter terminado no último domingo (dia 28 de outubro). Quase 70% votaram contra o empreendimento.

Maquete do novo aeroporto

Chamada de “consulta pública”, a votação não foi vinculante, mas o esquerdista López Obrador, que havia convocado o referendo e desaprovava o novo aeroporto, prometeu respeitar o resultado. O peso mexicano enfraqueceu cerca de 2% em relação ao dólar após o resultado ser anunciado, tornando-se, de longe, o maior perdedor entre as principais moedas em relação ao dólar.

Ainda assim, Gustavo de Hoyos, chefe da confederação de empregadores Coparmex, instou Lopez Obrador a concluir o projeto Texcoco, uma das principais obras públicas do ex-presidente Enrique Peña Nieto, do Partido Revolucionário Institucional (PRI). O seu cancelamento custaria cerca de 120 bilhões de pesos (aproximadamente, 22,2 bilhões de reais, de acordo com a cotação do dia 30 de outubro de 2018), informou o Grupo Aeroportuário da Cidade do México (GACM), que está conduzindo o projeto desde o início deste ano (2018).

A votação pública foi organizada pelo Movimento Regeneração Nacional (MORENA), de López Obrador, sem a autoridade eleitoral nacional INE. Os partidos de oposição dizem que a consulta não seguiu as regras apropriadas. Vários meios de comunicação locais informaram casos de pessoas que conseguiram votar mais de uma vez e destacaram falhas nos softwares usados para registrar os cartões de identificação dos eleitores. No Twitter, o partido de oposição acusou o novo governo de manipular os votos.

Javier Lozano, ex-ministro do Trabalho e apoiado pelo derrotado na eleição presidencial, descreveu a votação para cancelar o aeroporto como “uma notícia terrível”. “Parecemos uma república de bananas para o mundo”, disse ele em uma discussão televisionada sobre a decisão.

Para a atual administração este referendo foi fundamental para redesenhar os laços comerciais do governo do PRI, cuja credibilidade foi prejudicada por alegações de corrupção e conflitos de interesse. “Os mercados têm o nosso respeito, mas essa decisão foi tomada pelo povo”, disse Marti Batres, líder do Senado e membro sênior do partido MORENA.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1Marcha contra o novo aeroporto” (Fonte):

https://es.wikipedia.org/wiki/Nuevo_Aeropuerto_Internacional_de_la_Ciudad_de_M%C3%A9xico

Imagem 2Maquete do novo aeroporto” (Fonte):

https://es.wikipedia.org/wiki/Nuevo_Aeropuerto_Internacional_de_la_Ciudad_de_M%C3%A9xico

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Investimento Estrangeiro Direto na América Latina

O Investimento Estrangeiro Direto (IED) trata-se da movimentação de capitais internacionais que engloba fusões e aquisições, construção de novas instalações, reinvestimento de lucros auferidos em operações no exterior e empréstimos entre empresas do mesmo grupo econômico. Portanto, com objetivo de longo prazo, influencia diretamente a geração de empregos, o desenvolvimento de infraestrutura e as transferências de tecnologias entre os países envolvidos.

No nível mundial, os Estados Unidos lideram a lista das 10 nações que mais receberam este tipo de investimento no ano passado: US$ 311 bilhões. Na sequência estão China, Hong Kong, Holanda, Irlanda, Austrália e, em sétimo lugar, o Brasil.

Gráfico 1 – América Latina e Caribe / fluxos de IED 2016-2017

Nesse sentido, o relatório “O Investimento Estrangeiro Direto na América Latina e no Caribe 2018” – elaborado pela Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) – busca analisar a relação entre os investimentos e o desenvolvimento da região. Assim, pontua que os principais investidores foram União Europeia e os Estados Unidos, respectivamente.

O cenário econômico mundial no ano de 2017 foi marcado pela incerteza para os investimentos transfronteiriços, principalmente a partir de restrições comerciais e pressões para relocação da produção nos países desenvolvidos. Além disso, houve a expansão de empresas digitais fortemente concentradas nos Estados Unidos e na China, que demandam menores investimentos para crescerem em escala internacional.

Neste contexto, o IED na América Latina e no Caribe registrou queda de 3,6%, frente a 2016, e de 20% na comparação com 2011. O valor investido foi estimado em 161,673 bilhões de dólares. A explicação para esta queda contínua vai ao encontro de menores preços oferecidos aos produtos básicos de exportação, bem como pela recessão econômica registrada em 2015 e 2016. A diminuição se concentrou no Brasil (9,7%), no Chile (48,1%) e, em menor medida, no México, em que se conclui que foi próximo de 4,0%, apesar de o documento não apresentar o percentual (veja o gráfico).

Por outro lado, a Argentina destacou-se, ao registrar um aumento de mais de 250% dos fluxos de IED, totalizando 11,9 bilhões de dólares. O mesmo cenário positivo ocorre na América Central, pelo oitavo ano consecutivo, especialmente no Panamá, em que os fluxos de entrada alcançaram 6,06 bilhões de dólares.

A estimativa para o ano de 2018 é de crescimento do investimento estrangeiro em 2,2%. Também, segundo a CEPAL, identificam-se os aportes de recursos em energias renováveis, telecomunicações e indústrias automobilísticas como oportunidades para impulsionar a mudança estrutural e o desenvolvimento sustentável na região latino-americana. Para mais informações, o relatório pode ser conferido na íntegra.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1 Investimento” (Fonte):

https://unsplash.com/photos/odXTJn4eB8g

Imagem 2 Gráfico 1 América Latina e Caribe / fluxos de IED 20162017” (Fonte):

https://repositorio.cepal.org/bitstream/handle/11362/43691/4/S1800413_pt.pdf

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Presidente mexicano planeja abrir licitações para extração de petróleo

O Presidente eleito do México, Andrés Manuel López Obrador, disse na quinta-feira (dia 6 de setembro) que seu governo lançará propostas para a perfuração de poços de petróleo no início de dezembro (2018), como parte de um plano para aumentar rapidamente a produção do país. Lopez Obrador há muito critica a política do governo ainda no poder de abrir a indústria petrolífera ao capital privado e promete uma nova abordagem para fortalecer a estatal Petróleos Mexicanos (Pemex), e refinar mais petróleo no México.

O veterano esquerdista disse que suspenderá leilões para dar às empresas privadas o direito de explorar e produzir a partir de campos mexicanos, até que sua equipe tenha verificado as irregularidades nos contratos existentes.

Produção e exportação de petróleo do México (1950-2012)

Lopez Obrador, que toma posse em 1º de dezembro próximo, não deu detalhes sobre as novas propostas que anunciou durante uma coletiva de imprensa para revelar outros membros de sua equipe econômica, incluindo Vice-Ministros de mineração e comércio exterior. No entanto, uma fonte da indústria, que pediu anonimato porque não estava autorizado a falar publicamente sobre o assunto, disse que o Presidente provavelmente planeja oferecer contratos de serviço a empresas privadas para ajudar a Pemex a extrair mais petróleo bruto. Nos últimos meses, a produção do México caiu para 1,8 milhão de barris por dia, a menor em décadas.

As propostas para perfurar poços já estão sendo elaboradas. Vamos lançá-las a partir dos primeiros dias de dezembro”, declarou López Obrador, que também viajou para Tabasco, no sábado, para sua primeira reunião formal com empresas petrolíferas desde a eleição. Complementou ainda: “Estamos preparando o plano de resgate para a indústria do petróleo, que consistirá na extração de mais petróleo em breve, e vamos precisar dessas empresas com experiência, principalmente empresas nacionais”. Os leilões completos de exploração e produção geralmente levam cerca de seis meses de preparação.

O novo Presidente disse que não pretende aumentar os impostos de mineração na segunda maior economia da América Latina, mas distribuirá melhor os recursos reunidos sob uma lei de 2014 que criou um tributo para as empresas de mineração.

Como parte de um plano para estimular a economia e reduzir a migração para os Estados Unidos, afirmou ainda que dobrará o salário mínimo em uma zona de 30 quilômetros ao longo da fronteira, reduzirá pela metade a alíquota do Imposto sobre Valor Agregado (IVA) para 8%, e diminuirá o imposto de renda para 20% na região. A área da fronteira inclui várias das maiores cidades do México, como Tijuana, Ciudad Juarez e Reynosa.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1Posto Pemex em Puerto Vallarta” (Fonte):

https://en.wikipedia.org/wiki/Petroleum_industry_in_Mexico

Imagem 2Produção e exportação de petróleo do México (19502012)” (Fonte):

https://en.wikipedia.org/wiki/Petroleum_industry_in_Mexico

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Aladi promoverá rodada de negócios entre países membros

A Associação Latino-Americana de Integração (Aladi) realizará de 17 a 19 de outubro de 2018 a Expo Aladi 2018, em Lima, capital do Peru. A macro-rodada de negócios multissetorial está sendo organizada juntamente com a Comissão de Promoção do Peru para a Exportação e Turismo (Promperú) e abrangerá os seguintes setores: alimentos e bebidas processados; autopeças; couro e derivados; materiais elétricos, máquinas e implementos agrícolas;  produtos farmacêuticos, químicos e plásticos; têxteis, confecções e calçados; serviços de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC).

Esta será a 5ª edição do evento, que tem como objetivo fomentar e ampliar o comércio entre os 13 países membros, potencializando, sobretudo, a participação das pequenas e microempresas, favorecendo a integração regional. As rodadas anteriores foram realizadas no Uruguai (2014), Argentina (2015), México (2016) e Bolívia (2017), totalizando mais de 2.200 participações de empresas e intenções de negócios em volume superior a 730 milhões de dólares.

Marca da Expo Aladi-Peru 2018

A Aladi foi criada em 1980 para substituir a Associação Latino-Americana de Livre Comércio (Alalc), com uma proposta de integração mais flexível que possibilite atingir, no longo prazo, o objetivo não atingido pela sua antecessora de conformar um mercado comum latino-americano.  Atualmente, o bloco integra quase 600 milhões de habitantes, dos seguintes países: Argentina, Bolivia, Brasil, Chile, Colombia, Cuba, Equador, México, Panamá, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela.

Em maio de 2017, o ex-embaixador brasileiro Rubens Barbosa compartilhou em artigo publicado no jornal Estadão os desafios debatidos em reunião da Aladi para se obter reais avanços na integração. Na sua opinião, o Secretário-Geral da organização, Carlos Álvarez, que era um político argentino prestes a concluir seu mandato, deveria ser substituído por alguém com perfil técnico que facilitasse superar os obstáculos. Com efeito, foi designado, em setembro de 2017, Alejandro de la Peña Navarrete, diplomata mexicano, com sólida experiência em negociações internacionais no âmbito da OMC e da própria Aladi.

A Expo Aladi 2018 será a segunda rodada na gestão de la Peña, cujo mandato expirará em 2020. Em 2016, ainda na gestão Álvarez, o evento já contou com a participação da Aliança do Pacífico, da Comunidade Andina, do Mercosul e da Secretaria de Integração Econômica Centro-Americana (Sieca). Para este ano de 2018, o atual Secretário-Geral convida os demais países centro-americanos e do Caribe, que ainda não integram o bloco, a participar da Expo Aladi 2018 a fim de contribuir para o conhecimento recíproco e a materialização da ideia de unidade latino-americana e caribenha.

 

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Fontes das Imagens:

Imagem 1 Lançamento da Expo AladiPeru 2018” (Fonte):

http://www.aladi.org/boletin/portugues/2018/EneroAbril/Images/actividades02foto1.jpg

Imagem 2 Marca da Expo AladiPeru 2018” (Fonte):

http://www.expoaladi.org/images/2018-logo-ExpoAladi.png