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Coreia do Sul busca apoio para comandar a OMC

O governo sul-coreano está mantendo sua agenda de reuniões, troca de informações e cooperação com países vizinhos e em outros continentes. Com a reabertura parcial da economia global evoluindo durante o controle da pandemia da COVID-19, Seul já estuda alternativas de reabertura do turismo, novos tipos de cooperação e fortalecer laços em busca de apoio para que seu candidato, o Ministro do Comércio, Yoo Myun-hee, assuma o posto de Diretor-Geral da Organização Mundial do Comércio (OMC).

Nesta semana, o funcionário do Ministério das Relações Exteriores Kim Gunn liderou a delegação coreana na reunião de alto nível com os países membros da ASEAN. A cooperação bilateral entre coreanos e membros do Bloco asiático focou no andamento dos acordos da Nova Política do Sul, através da “Comunidade de Paz e Prosperidade centrada no povo”, tema principal da Cúpula Comemorativa ASEAN-ROK (ROK – Republic of Korea, sigla em inglês) do ano de 2019, para que eles sejam implementados o quanto antes.

Segundo nota oficial do Ministério das Relações Exteriores da Coreia do Sul (MOFA), alguns itens foram atualizados para a atual situação regional durante a pandemia da COVID-19, principalmente na questão da circulação de cidadãos dos países envolvidos para o aquecimento do turismo e comércio.

Representante do governo chileno, Rodrigo Yanez, junto do Vice-Ministro Lee Taeho / Fonte das imagens: Ministério das Relações Exteriores da Coreia do Sul – Divulgação: http://www.mofa.go.kr

Temas de cooperação bilateral e comércio também foram discutidos entre o Vice-Ministro das Relações Exteriores da Coreia do Sul, Lee Taeho, e o Subsecretário das Relações Econômicas Internacionais das Relações Exteriores do Chile, Rodrigo Yánez Benitez, em visita a Seul, temas que estavam paralisados devido a suspensões administrativas por conta da pandemia. A reunião entre coreanos e chilenos também teve como destaque, além das relações bilaterais, o apoio chileno para a entrada da Coreia do Sul na Aliança do Pacífico.

Seul vem promovendo diálogos importantes para aumentar e promover a sua imagem na região da Ásia-Pacífico e posicionar figuras importantes do seu país em organismos internacionais, como o pedido de apoio das nações amigas à candidatura coreana na OMC. A Coreia do Sul vem chamando a atenção no combate a COVID-19, manutenção de sua economia e no seu desenvolvimento tecnológico que está ganhando mais espaço no cenário mundial, tornando-a num ator de peso para quaisquer nações que buscam parceiros econômicos fora de suas regiões nativas, firmando seu grau de importância como tão relevante quanto de seus vizinhos, China e Japão.

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Imagem 1 Vídeo conferência da reunião AseanROC / Fonte das imagens: Ministério das Relações Exteriores da Coreia do SulDivulgação: http://www.mofa.go.kr” (Fonte):

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Imagem 2 Representante do governo chileno, Rodrigo Yanez, junto do ViceMinistro Lee Taeho / Fonte das imagens: Ministério das Relações Exteriores da Coreia do SulDivulgação: http://www.mofa.go.kr” (Fonte):

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ÁSIAECONOMIA INTERNACIONALNOTAS ANALÍTICAS

Em meio à pandemia global, exportações chinesas apresentam aumento inesperado no mês de julho

Impulsionado pela crescente demanda no exterior por eletrônicos, suprimentos médicos e outros bens a serem usados em quarentenas em todo o mundo, o crescimento das exportações da China ultrapassou as expectativas para julho (2020), com as vendas para o exterior 7,2% maiores em relação a 2019. Por outro lado, as importações chinesas contraíram 1,4% em relação ao ano anterior (2019), pior do que as previsões dos analistas em termos de dólares, informa o jornal South China Morning Post.

Um grupo de economistas consultados pela empresa de consultoria americana Bloomberg havia previsto que as exportações cairiam 0,7% em dólares americanos, enquanto as importações deveriam aumentar 0,8%. O aumento nas exportações ocorre depois de um mês melhor do que o esperado em junho (2020), quando as exportações demonstraram um crescimento de 0,5%. No entanto, as importações caíram após um crescimento de 2,7% em junho (2020). A balança comercial da China em julho (2020) ficou em 62,3 bilhões de dólares (aproximadamente 338,4 bilhões de reais, segundo a cotação de 7 de agosto de 2020) e superou os 46,2 bilhões de dólares em junho (2020) (aproximadamente 251,2 bilhões de reais, de acordo com a cotação de 7 de agosto de 2020). 

Os analistas apontaram os grandes envios de suprimentos médicos e “equipamentos para trabalho em casa” como razões por trás do aumento nas exportações. Na verdade, como outras economias ao redor do mundo entraram e saíram de quarentenas diversas vezes, os exportadores chineses parecem ter sido os beneficiários. Além disso, a China não experimentou o colapso das exportações devido à queda na demanda nos mercados desenvolvidos que muitos temiam no início da pandemia. O país também pode ter se beneficiado por ter sido a primeira economia industrial a entrar em operação, com seus exportadores preparados para capitalizar a ausência de concorrência estrangeira.      

Ministro da Defesa indonésio, Prabowo Subianto, recebe equipamento médico chinês exportado para a Indonésia (março de 2020)

Louis Kuijs, analista da Ásia-Pacífico na Oxford Economics, observou: “Em julho, a força das exportações foi em grande parte impulsionada por eletrônicos – especialmente ‘equipamentos de processamento automático de dados’, telefones celulares, eletrodomésticos, dispositivos de áudio e vídeo – e produtos de alta tecnologia, com categorias tradicionais como plástico e têxteis também contribuindo bem”.

As exportações chinesas superaram o comércio global e as expectativas deste analista em 20% a 25% no segundo trimestre”, afirmou Tomas Gatley, da consultoria britânica Gavekal Dragonomics, acrescentando que grande parte do crescimento foi devido à fraqueza nas exportações de outros países, bem como demandas relacionadas à COVID-19.

De março a junho de 2020, o comércio da China foi alimentado por grandes vendas de equipamentos médicos e de proteção. Isso continuou a contribuir para o crescimento em julho (2020), com a análise dos dados alfandegários chineses mostrando um aumento de 78% em relação a 2019 nas vendas internacionais de equipamentos médicos.

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Imagem 1 Exportações chinesas apresentam aumento inesperado no mês de julho” (Fonte):

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Imagem 2 Ministro da Defesa indonésio, Prabowo Subianto, recebe equipamento médico chinês exportado para a Indonésia (março de 2020)”(Fonte):

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ÁSIAECONOMIA INTERNACIONALNOTAS ANALÍTICAS

Governo chinês promete promover o crescimento e combater a pobreza e a poluição em 2020

Os líderes da China prometeram fomentar o crescimento econômico em 2020, diante da guerra tarifária com os Estados Unidos, e reduzir a pobreza e a poluição. Segundo uma declaração da mídia estatal chinesa na sexta-feira (13 de dezembro de 2019), os líderes do Partido Comunista Chinês se comprometeram a promover o desenvolvimento nacional baseado na tecnologia e na competição, por meio de uma maior abertura da parte da economia que ainda é dominada pelo Estado, informa o jornal South China Morning Post.

A Reunião Anual de Trabalho Econômico, que terminou na quinta-feira (12 de dezembro de 2019), estabelece as metas do governo para o ano que vem (2020). A reunião “enviou um forte sinal de que a estabilidade é a primeira prioridade”, afirmou a empresa americana do ramo de serviços financeiros, Citigroup, em um relatório. Mas, destacou que “alguns dos elementos que afetaram a desaceleração da China em 2019 continuarão a moldar a economia do próximo ano”.

Os governantes chineses estão em meio a uma campanha de orientar o país em direção a um crescimento mais sustentável, embora mais lento, com base no consumo doméstico, em vez de comércio e investimento. Seus planos foram desafiados pela guerra comercial com os Estados Unidos e por uma queda inesperadamente acentuada na demanda dos consumidores. No terceiro trimestre de 2019, o crescimento econômico caiu para uma das menores taxas nas últimas décadas, em torno de 6% ao ano, em relação ao mesmo período de 2018.

Fábrica às margens do Rio Yangtzé, na China

Pequim prometeu combater “três grandes batalhas”: contra a pobreza, a poluição e o risco financeiro. Segundo o governo, “o Partido Comunista garantiria crescimento razoável na economia e o crescimento estável do comércio. Não houve menção direta à guerra comercial com Washington, mas afirmou-se que o país enfrenta “crescentes riscos e desafios em casa e no exterior”.

A China tentou manter o crescimento econômico por meio do afrouxamento dos regulamentos sobre empréstimos bancários e da injeção de dinheiro na economia por intermédio do aumento do investimento em obras públicas. Mas, a liderança governamental deseja evitar o aumento da dívida e declarou que prefere contar com reformas estruturais a gastar com estímulos econômicos. As tarifas comerciais dos Estados Unidos atingiram os exportadores chineses, que, por sua vez, responderam aumentando as vendas para outros mercados, deixando o país com poucas perdas no comércio global no ano de 2019.

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Imagem 1 O Presidente da República Popular da China, Xi Jinping” (Fonte): https://commons.wikimedia.org/w/index.php?title=Special:Search&limit=20&offset=80&profile=default&search=xi+jinping+filetype%3Abitmap&advancedSearch-current={%22fields%22:{%22filetype%22:%22bitmap%22}}&ns0=1&ns6=1&ns12=1&ns14=1&ns100=1&ns106=1#/media/File:Xi_Jinping_at_Great_Hall_of_the_People_2016.jpg

Imagem 2Fábrica às margens do Rio Yangtzé, na China” (Fonte): https://commons.wikimedia.org/w/index.php?sort=relevance&search=File%3AFactory+in+China+at+Yangtze+River.JPG+filetype%3Abitmap&title=Special:Search&profile=advanced&fulltext=1&advancedSearch-current=%7B%22fields%22%3A%7B%22filetype%22%3A%22bitmap%22%7D%7D&ns0=1&ns6=1&ns12=1&ns14=1&ns100=1&ns106=1#/media/File:Factory_in_China_at_Yangtze_River.JPG

AMÉRICA LATINAÁSIAECONOMIA INTERNACIONALNOTAS ANALÍTICAS

Comitiva da Colômbia visita Vietnam para fazer benchmarking turístico

Uma delegação colombiana esteve em visita ao Vietnam, de 3 a 9 de novembro de 2019, para intercâmbio de informações e experiências do setor de turismo. A comitiva, liderada pela Chancelaria e pela Embaixada da Colômbia no Vietnam, esteve composta por prepostos de outros órgãos oficiais, como o Ministério do Comércio, Indústria e Turismo (MINCIT), Colombia Productiva, Procolombia, além de empresários do trade turístico colombiano.

No primeiro dia, os visitantes se reuniram com o Ministério de Cultura, Desportos e Turismo do Vietnam para conhecer o desempenho turístico da nação nos últimos cinco anos. De acordo com relatórios do Conselho Mundial de Viagens e Turismo (WTTC, em inglês), enquanto na Colômbia o turismo representou 5,6% da economia, no Vietnam esta contribuição foi da ordem de 9,2% do PIB.

Comitiva da Colômbia no Vietnam

Além disso, a delegação da Colômbia visitou a Província de Hoa Binh para conhecer o modelo de homestay em alojamento rural, em que o turista desfruta da experiência de convivência com a cultura local. Esse tipo de iniciativa tem forte apelo turístico, inclusive um projeto similar equatoriano mereceu destaque em publicação conjunta da Organização do Estados Americanos (OEA) e Organização Mundial do Turismo (UNWTO, em inglês), e foi objeto de artigo no Ceiri News. 

De acordo com dados do Relatório Barômetro da UNWTO, o Vietnam recebeu 19,9 milhões de turistas em 2018 (29,1% da recepção mundial) enquanto a Colômbia foi visitada por 6,6 milhões. A visita da Colômbia se deu como parte das atividades previstas em Memorando de Entendimento (MoU, na sigla em inglês) assinado entre os dois Estados, cuja primeira ação foi a visita de vietnamitas aos cafezais colombianos em 2018. As autoridades esperam que o intercâmbio permita o aperfeiçoamento das práticas em ambos os países.

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Imagem 1 Delegação colombiana em passeio no Vietnam” (Fonte): https://www.cancilleria.gov.co/sites/default/files/styles/prensa_noticias/public/newsroom/news/images/img7470.jpg?itok=JqHiodi-

Imagem 2 “Comitiva da Colômbia no Vietnam” (Fonte): https://www.cancilleria.gov.co/sites/default/files/styles/galleryformatter_slide/public/img_7164.jpg?itok=DtG_R6dH

AMÉRICA LATINAÁSIAECONOMIA INTERNACIONALNOTAS ANALÍTICAS

Roupas de banho artesanais colombianas fazem sucesso na China

Uma marca de trajes de banho femininos da Colômbia está fazendo sucesso na China. Trata-se da Agua Bendita, que reúne o trabalho de mais de 550 artesãs do departamento colombiano de Antioquia.

Criada em 2003, por Catalina Álvarez e Mariana Hinestroza, a Agua Bendita era uma pequena confecção cujos produtos eram vendidos para amigas e parentes. Em 2007, elas apresentaram a coleção na Colombiamoda, famosa feira do setor, e no mesmo ano as peças apareceram na revista Sports Illustrated. Em 2015, com mais de 10 anos após sua criação, a empresa comemorou o fato de terem chegado à China.

Este foi o primeiro país asiático alcançado pela marca, que conta com 50 lojas em 12 países pelo mundo, dentre eles: Aruba, Equador, Estados Unidos, México, Panamá, Paraguai e Venezuela. No processo de internacionalização, a empresa teve o suporte da agência de promoção de exportações ProColombia.

Modelo e marca da Agua Bendita

A Agua Bendita teve que fazer adaptações dos produtos ao tipo físico das chinesas e criou novos modelos. Além disso, adotou um posicionamento de marca voltado a um nicho de mercado formado por consumidores de alto poder aquisitivo, e que valorizam a moda.  Isso fez da filial chinesa a loja líder de vendas da rede no mundo.

Entusiasmada com os resultados, a companhia deseja atingir outros mercados do Oriente, a exemplo do Japão e da Malásia. Para isso, estão buscando investidores que aportem não só capital como conhecimento dos mercados-alvo. Esteban González, CEO da empresa, ressalta que a produção não atingirá escala industrial porque a intenção é manter o estilo artesanal, responsável pelo sucesso internacional da Agua Bendita.

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Imagem 1 Peças da Agua Bendita” (Fonte): https://scontent.fudi1-2.fna.fbcdn.net/v/t1.0-9/74605524_2850107281708738_7115834604069584896_n.jpg?_nc_cat=110&_nc_oc=AQkkUokN9dGHdR4SMciiVeMJYKBsK4ijATJ7X60XfHHdyxC167C96DNXXamkKUtrmRk&_nc_ht=scontent.fudi1-2.fna&oh=b2c4ca24203825aa5a42b4ae0ef7295b&oe=5E5037E0

Imagem 2 Modelo e marca da Agua Bendita” (Fonte): https://scontent.fudi1-2.fna.fbcdn.net/v/t1.0-9/14720594_1484807084869811_9166014899288160959_n.jpg?_nc_cat=111&_nc_oc=AQk0qXWtdxUSKHirUwZqWtS8aHmI7sYEnmdWKd-l-2MhhE5QmYGBVzrIsZGzK5Im9M8&_nc_ht=scontent.fudi1-2.fna&oh=d190cda9cac35f7f9b5a167f42f8a1b5&oe=5E56EBBA

ÁSIAECONOMIA INTERNACIONALNOTAS ANALÍTICAS

Indonésia aumenta produção de café em antecipação ao crescimento da demanda chinesa

A indústria cafeeira da Indonésia é a terceira maior produtora do mundo da variedade Robusta (também chamada de Conilon) e está em uma missão para aumentar a produção de café, num momento em que os preços estão caindo. “Espera-se que os agricultores colham de 50% a 60% mais grãos nos próximos cinco anos”, afirmou Pranoto Soenarto, vice-presidente da Associação de Indústrias e Exportadores de Café da Indonésia. “Estou convocando todas as partes interessadas, especialmente as torrefadoras, a trabalharem juntas para que ajudem os agricultores com financiamento e aumento de produtividade”, disse Soenarto em entrevista durante um seminário da indústria de café em Bandung, informa o jornal South China Morning Post.

Um aumento na oferta do país do Sudeste Asiático pode pressionar os futuros de Robusta, que caíram para o menor valor desde 2008, quando as negociações começaram. A Indonésia também compete com produtores do Vietnã e do Brasil, que já é o rei do café Arábica, e Jakarta pode estar pronta para reivindicar esse título para os grãos Robusta. Em 2016, o Brasil produziu 50,3 milhões de sacas de café de 60 quilos, de modo que 42,5 milhões dessas sacas eram de café Arábica e 7,8 milhões de café Robusta, o equivalente a 14% da produção mundial.

O grupo indonésio está preparando um plano com vários parceiros para aumentar a colheita, entre eles, o Instituto Indonésio de Pesquisa do Café e Cacau e o Ministério da Agricultura. O plano prevê ajudar os fazendeiros a usar fertilizantes de forma apropriada e sementes de boa qualidade, encontrando formas de proteger as mudas de pestes e doenças, além de fornecer assistência financeira. O café Robusta representa 72% da produção do país, enquanto o Arábica é equivalente a 18% e o restante é composto pelas variedades Liberica e Excelsa. Aproximadamente 2 milhões de fazendeiros estão engajados no cultivo de café no país, onde a área de plantação é estimada em 1,2 milhão de hectares. Estima-se que a produção total de 2019 atingirá 635 mil toneladas.

Cafeteria na Cidade Proibida, em Pequim, na China

A associação cafeeira espera que a demanda no exterior aumente, especialmente na China, onde o estilo de vida ocidental dos jovens impulsionou uma ‘cultura do café’ na segunda maior economia do mundo”, apontou Soenarto. E completou: “Os agricultores não devem parar de plantar café, pois há um boom iminente de café na China. Quando isso acontecer, o mundo estará em déficit e a Indonésia deverá ter o escopo para preencher a lacuna”.

O consumo da China aumentou mais de nove vezes na última década, para 171.730 toneladas em 2018-2019, de acordo com dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos. “A iniciativa de aumentar a produção é vital para a Indonésia, em parte porque o consumo chinês aumenta de 5 a 6% ao ano”, indicou Moelyono Soesilo, especialista em cafés especiais da Associação. “O consumo na China pode totalizar cerca de 272 mil toneladas este ano”, ele estimou.

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Imagem 1 Grãos de café torrados” (Fonte): https://commons.wikimedia.org/w/index.php?search=coffee+indonesia&title=Special%3ASearch&go=Go&ns0=1&ns6=1&ns12=1&ns14=1&ns100=1&ns106=1#/media/File:Roasted_coffee_beans.jpg

Imagem 2 Cafeteria na Cidade Proibida, em Pequim, na China”(Fonte): https://commons.wikimedia.org/w/index.php?sort=relevance&search=starbucks+china&title=Special%3ASearch&profile=advanced&fulltext=1&advancedSearch-current=%7B%7D&ns0=1&ns6=1&ns12=1&ns14=1&ns100=1&ns106=1#/media/File:Starbucks_at_the_Forbidden_City.jpg