ÁSIAECONOMIA INTERNACIONALNOTAS ANALÍTICAS

Governo chinês promete promover o crescimento e combater a pobreza e a poluição em 2020

Os líderes da China prometeram fomentar o crescimento econômico em 2020, diante da guerra tarifária com os Estados Unidos, e reduzir a pobreza e a poluição. Segundo uma declaração da mídia estatal chinesa na sexta-feira (13 de dezembro de 2019), os líderes do Partido Comunista Chinês se comprometeram a promover o desenvolvimento nacional baseado na tecnologia e na competição, por meio de uma maior abertura da parte da economia que ainda é dominada pelo Estado, informa o jornal South China Morning Post.

A Reunião Anual de Trabalho Econômico, que terminou na quinta-feira (12 de dezembro de 2019), estabelece as metas do governo para o ano que vem (2020). A reunião “enviou um forte sinal de que a estabilidade é a primeira prioridade”, afirmou a empresa americana do ramo de serviços financeiros, Citigroup, em um relatório. Mas, destacou que “alguns dos elementos que afetaram a desaceleração da China em 2019 continuarão a moldar a economia do próximo ano”.

Os governantes chineses estão em meio a uma campanha de orientar o país em direção a um crescimento mais sustentável, embora mais lento, com base no consumo doméstico, em vez de comércio e investimento. Seus planos foram desafiados pela guerra comercial com os Estados Unidos e por uma queda inesperadamente acentuada na demanda dos consumidores. No terceiro trimestre de 2019, o crescimento econômico caiu para uma das menores taxas nas últimas décadas, em torno de 6% ao ano, em relação ao mesmo período de 2018.

Fábrica às margens do Rio Yangtzé, na China

Pequim prometeu combater “três grandes batalhas”: contra a pobreza, a poluição e o risco financeiro. Segundo o governo, “o Partido Comunista garantiria crescimento razoável na economia e o crescimento estável do comércio. Não houve menção direta à guerra comercial com Washington, mas afirmou-se que o país enfrenta “crescentes riscos e desafios em casa e no exterior”.

A China tentou manter o crescimento econômico por meio do afrouxamento dos regulamentos sobre empréstimos bancários e da injeção de dinheiro na economia por intermédio do aumento do investimento em obras públicas. Mas, a liderança governamental deseja evitar o aumento da dívida e declarou que prefere contar com reformas estruturais a gastar com estímulos econômicos. As tarifas comerciais dos Estados Unidos atingiram os exportadores chineses, que, por sua vez, responderam aumentando as vendas para outros mercados, deixando o país com poucas perdas no comércio global no ano de 2019.

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Imagem 1 O Presidente da República Popular da China, Xi Jinping” (Fonte): https://commons.wikimedia.org/w/index.php?title=Special:Search&limit=20&offset=80&profile=default&search=xi+jinping+filetype%3Abitmap&advancedSearch-current={%22fields%22:{%22filetype%22:%22bitmap%22}}&ns0=1&ns6=1&ns12=1&ns14=1&ns100=1&ns106=1#/media/File:Xi_Jinping_at_Great_Hall_of_the_People_2016.jpg

Imagem 2Fábrica às margens do Rio Yangtzé, na China” (Fonte): https://commons.wikimedia.org/w/index.php?sort=relevance&search=File%3AFactory+in+China+at+Yangtze+River.JPG+filetype%3Abitmap&title=Special:Search&profile=advanced&fulltext=1&advancedSearch-current=%7B%22fields%22%3A%7B%22filetype%22%3A%22bitmap%22%7D%7D&ns0=1&ns6=1&ns12=1&ns14=1&ns100=1&ns106=1#/media/File:Factory_in_China_at_Yangtze_River.JPG

AMÉRICA LATINAÁSIAECONOMIA INTERNACIONALNOTAS ANALÍTICAS

Comitiva da Colômbia visita Vietnam para fazer benchmarking turístico

Uma delegação colombiana esteve em visita ao Vietnam, de 3 a 9 de novembro de 2019, para intercâmbio de informações e experiências do setor de turismo. A comitiva, liderada pela Chancelaria e pela Embaixada da Colômbia no Vietnam, esteve composta por prepostos de outros órgãos oficiais, como o Ministério do Comércio, Indústria e Turismo (MINCIT), Colombia Productiva, Procolombia, além de empresários do trade turístico colombiano.

No primeiro dia, os visitantes se reuniram com o Ministério de Cultura, Desportos e Turismo do Vietnam para conhecer o desempenho turístico da nação nos últimos cinco anos. De acordo com relatórios do Conselho Mundial de Viagens e Turismo (WTTC, em inglês), enquanto na Colômbia o turismo representou 5,6% da economia, no Vietnam esta contribuição foi da ordem de 9,2% do PIB.

Comitiva da Colômbia no Vietnam

Além disso, a delegação da Colômbia visitou a Província de Hoa Binh para conhecer o modelo de homestay em alojamento rural, em que o turista desfruta da experiência de convivência com a cultura local. Esse tipo de iniciativa tem forte apelo turístico, inclusive um projeto similar equatoriano mereceu destaque em publicação conjunta da Organização do Estados Americanos (OEA) e Organização Mundial do Turismo (UNWTO, em inglês), e foi objeto de artigo no Ceiri News. 

De acordo com dados do Relatório Barômetro da UNWTO, o Vietnam recebeu 19,9 milhões de turistas em 2018 (29,1% da recepção mundial) enquanto a Colômbia foi visitada por 6,6 milhões. A visita da Colômbia se deu como parte das atividades previstas em Memorando de Entendimento (MoU, na sigla em inglês) assinado entre os dois Estados, cuja primeira ação foi a visita de vietnamitas aos cafezais colombianos em 2018. As autoridades esperam que o intercâmbio permita o aperfeiçoamento das práticas em ambos os países.

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Imagem 1 Delegação colombiana em passeio no Vietnam” (Fonte): https://www.cancilleria.gov.co/sites/default/files/styles/prensa_noticias/public/newsroom/news/images/img7470.jpg?itok=JqHiodi-

Imagem 2 “Comitiva da Colômbia no Vietnam” (Fonte): https://www.cancilleria.gov.co/sites/default/files/styles/galleryformatter_slide/public/img_7164.jpg?itok=DtG_R6dH

AMÉRICA LATINAÁSIAECONOMIA INTERNACIONALNOTAS ANALÍTICAS

Roupas de banho artesanais colombianas fazem sucesso na China

Uma marca de trajes de banho femininos da Colômbia está fazendo sucesso na China. Trata-se da Agua Bendita, que reúne o trabalho de mais de 550 artesãs do departamento colombiano de Antioquia.

Criada em 2003, por Catalina Álvarez e Mariana Hinestroza, a Agua Bendita era uma pequena confecção cujos produtos eram vendidos para amigas e parentes. Em 2007, elas apresentaram a coleção na Colombiamoda, famosa feira do setor, e no mesmo ano as peças apareceram na revista Sports Illustrated. Em 2015, com mais de 10 anos após sua criação, a empresa comemorou o fato de terem chegado à China.

Este foi o primeiro país asiático alcançado pela marca, que conta com 50 lojas em 12 países pelo mundo, dentre eles: Aruba, Equador, Estados Unidos, México, Panamá, Paraguai e Venezuela. No processo de internacionalização, a empresa teve o suporte da agência de promoção de exportações ProColombia.

Modelo e marca da Agua Bendita

A Agua Bendita teve que fazer adaptações dos produtos ao tipo físico das chinesas e criou novos modelos. Além disso, adotou um posicionamento de marca voltado a um nicho de mercado formado por consumidores de alto poder aquisitivo, e que valorizam a moda.  Isso fez da filial chinesa a loja líder de vendas da rede no mundo.

Entusiasmada com os resultados, a companhia deseja atingir outros mercados do Oriente, a exemplo do Japão e da Malásia. Para isso, estão buscando investidores que aportem não só capital como conhecimento dos mercados-alvo. Esteban González, CEO da empresa, ressalta que a produção não atingirá escala industrial porque a intenção é manter o estilo artesanal, responsável pelo sucesso internacional da Agua Bendita.

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Imagem 1 Peças da Agua Bendita” (Fonte): https://scontent.fudi1-2.fna.fbcdn.net/v/t1.0-9/74605524_2850107281708738_7115834604069584896_n.jpg?_nc_cat=110&_nc_oc=AQkkUokN9dGHdR4SMciiVeMJYKBsK4ijATJ7X60XfHHdyxC167C96DNXXamkKUtrmRk&_nc_ht=scontent.fudi1-2.fna&oh=b2c4ca24203825aa5a42b4ae0ef7295b&oe=5E5037E0

Imagem 2 Modelo e marca da Agua Bendita” (Fonte): https://scontent.fudi1-2.fna.fbcdn.net/v/t1.0-9/14720594_1484807084869811_9166014899288160959_n.jpg?_nc_cat=111&_nc_oc=AQk0qXWtdxUSKHirUwZqWtS8aHmI7sYEnmdWKd-l-2MhhE5QmYGBVzrIsZGzK5Im9M8&_nc_ht=scontent.fudi1-2.fna&oh=d190cda9cac35f7f9b5a167f42f8a1b5&oe=5E56EBBA

ÁSIAECONOMIA INTERNACIONALNOTAS ANALÍTICAS

Indonésia aumenta produção de café em antecipação ao crescimento da demanda chinesa

A indústria cafeeira da Indonésia é a terceira maior produtora do mundo da variedade Robusta (também chamada de Conilon) e está em uma missão para aumentar a produção de café, num momento em que os preços estão caindo. “Espera-se que os agricultores colham de 50% a 60% mais grãos nos próximos cinco anos”, afirmou Pranoto Soenarto, vice-presidente da Associação de Indústrias e Exportadores de Café da Indonésia. “Estou convocando todas as partes interessadas, especialmente as torrefadoras, a trabalharem juntas para que ajudem os agricultores com financiamento e aumento de produtividade”, disse Soenarto em entrevista durante um seminário da indústria de café em Bandung, informa o jornal South China Morning Post.

Um aumento na oferta do país do Sudeste Asiático pode pressionar os futuros de Robusta, que caíram para o menor valor desde 2008, quando as negociações começaram. A Indonésia também compete com produtores do Vietnã e do Brasil, que já é o rei do café Arábica, e Jakarta pode estar pronta para reivindicar esse título para os grãos Robusta. Em 2016, o Brasil produziu 50,3 milhões de sacas de café de 60 quilos, de modo que 42,5 milhões dessas sacas eram de café Arábica e 7,8 milhões de café Robusta, o equivalente a 14% da produção mundial.

O grupo indonésio está preparando um plano com vários parceiros para aumentar a colheita, entre eles, o Instituto Indonésio de Pesquisa do Café e Cacau e o Ministério da Agricultura. O plano prevê ajudar os fazendeiros a usar fertilizantes de forma apropriada e sementes de boa qualidade, encontrando formas de proteger as mudas de pestes e doenças, além de fornecer assistência financeira. O café Robusta representa 72% da produção do país, enquanto o Arábica é equivalente a 18% e o restante é composto pelas variedades Liberica e Excelsa. Aproximadamente 2 milhões de fazendeiros estão engajados no cultivo de café no país, onde a área de plantação é estimada em 1,2 milhão de hectares. Estima-se que a produção total de 2019 atingirá 635 mil toneladas.

Cafeteria na Cidade Proibida, em Pequim, na China

A associação cafeeira espera que a demanda no exterior aumente, especialmente na China, onde o estilo de vida ocidental dos jovens impulsionou uma ‘cultura do café’ na segunda maior economia do mundo”, apontou Soenarto. E completou: “Os agricultores não devem parar de plantar café, pois há um boom iminente de café na China. Quando isso acontecer, o mundo estará em déficit e a Indonésia deverá ter o escopo para preencher a lacuna”.

O consumo da China aumentou mais de nove vezes na última década, para 171.730 toneladas em 2018-2019, de acordo com dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos. “A iniciativa de aumentar a produção é vital para a Indonésia, em parte porque o consumo chinês aumenta de 5 a 6% ao ano”, indicou Moelyono Soesilo, especialista em cafés especiais da Associação. “O consumo na China pode totalizar cerca de 272 mil toneladas este ano”, ele estimou.

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Imagem 1 Grãos de café torrados” (Fonte): https://commons.wikimedia.org/w/index.php?search=coffee+indonesia&title=Special%3ASearch&go=Go&ns0=1&ns6=1&ns12=1&ns14=1&ns100=1&ns106=1#/media/File:Roasted_coffee_beans.jpg

Imagem 2 Cafeteria na Cidade Proibida, em Pequim, na China”(Fonte): https://commons.wikimedia.org/w/index.php?sort=relevance&search=starbucks+china&title=Special%3ASearch&profile=advanced&fulltext=1&advancedSearch-current=%7B%7D&ns0=1&ns6=1&ns12=1&ns14=1&ns100=1&ns106=1#/media/File:Starbucks_at_the_Forbidden_City.jpg

ÁFRICAÁSIAECONOMIA INTERNACIONALNOTAS ANALÍTICAS

Cabo Verde: investimento chinês e a Economia Azul

Em termos conceituais, a Economia Azul se refere às atividades econômicas que se utilizam do mar como principal recurso, aliado a princípios de sustentabilidade, políticas de gestão consciente de recursos naturais e desenvolvimento econômico-social. A insularidade cabo-verdiana posiciona o país dentro das dinâmicas da Economia Azul como um possível vetor da iniciativa para além do continente.

Como evidenciou o primeiro-ministro Ulisses Correia e Silva, em ocasião da 74a Sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas, que ocorreu em setembro de 2019, há grande potencial no posicionamento geográfico de Cabo Verde. Complementarmente, ele ressaltou a necessidade de investimentos para impulsionar as capacidades do arquipélago para a geração de energias limpas, turismo e outros setores ligados ao oceano.

Nesse contexto observa-se o estreitamento das relações de Cabo Verde com a península chinesa da Região Administrativa Especial de Macau. Esse foi o pano de fundo da Conferência Plataforma Azul, também realizada em setembro (2019), na cidade de Gaia, em Portugal. O evento, que contou com representações do meio acadêmico e delegações de cidades dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa e de Macau, teve como objetivo o desenvolvimento de uma rede sub-regional de apropriação do mar em uma perspectiva ecológica.

Mapa de Macau

Tal iniciativa de aproximação chinesa com os Estados Insulares da lusofonia africana se deve ao desenvolvimento da “Grande Baía Guangdong – Hong Kong – Macau”, ao estabelecimento de conexões além-mar, e ao fortalecimento da ligação cultural e histórica entre as ex-colônias portuguesas.

O turismo, como uma das vertentes da Economia Azul, também é uma pauta contemplada nas relações entre Cabo Verde e China, tanto que se busca a captação de investimentos privados neste setor. Como exemplo, pode-se citar a recepção do Grupo Macau Legend, que anunciou a construção de um complexo de hotel e cassino no ilhéu Santa Maria, com um investimento de 90 milhões de euros (cerca de 409,9 milhões de reais, de acordo com a cotação de 1o de outubro de 2019), cuja conclusão é prevista para o ano de 2020.

Pesca artesanal

Na esfera governamental será divulgado em novembro de 2019 o Plano para a Economia Azul. Desenvolvido pelo Comitê de Pilotagem para Economia Azul, o documento fundamentará os futuros projetos infraestruturais e novos empreendimentos externos, seguindo as diretrizes de preservação do meio ambiente. Além da preservação da saúde dos mares, a preocupação com as populações costeiras torna-se relevante, tendo em vista a maior vulnerabilidade e dependência das questões ambientais. Nesse sentido, para uma plena execução dos princípios basilares da Economia Azul, a integração das populações tradicionais se faz fundamental para a promoção do desenvolvimento social e econômico.

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Imagem 1 “Oceano Atlântico”(Fonte): https://pt.wikipedia.org/wiki/Alto-mar#/media/Ficheiro:Clouds_over_the_Atlantic_Ocean.jpg

Imagem 2 “Mapa de Macau” (Fonte): https://pt.wikipedia.org/wiki/Geografia_de_Macau#/media/Ficheiro:Macau-CIA_WFB_Map.png

Imagem 3 “Pesca artesanal” (Fonte): https://pt.wikipedia.org/wiki/Pesca_artesanal#/media/Ficheiro:Mozambique_-_traditional_sailboat.jpg

ÁSIAECONOMIA INTERNACIONALNOTAS ANALÍTICAS

Xi Jinping promete manter a abertura da economia chinesa, enquanto encontra Angela Merkel em Pequim

O Presidente da China, Xi Jinping, declarou que manterá sua promessa de abrir a economia chinesa, na ocasião de seu encontro com a Chanceler da Alemanha, Angela Merkel. Xi apontou que a China e a Alemanha precisam intensificar sua cooperação estratégica “mais do que nunca”para garantir que seus povos tenham acesso a uma maior parcela dos benefícios dessa relação, informa o jornal South China Morning Post.

O Presidente afirmou que o mercado chinês se desenvolverá ainda mais e indicou: “A abertura se estenderá do setor manufatureiro para os setores financeiro e de serviços. Isso trará maiores oportunidades para a Alemanha e para todos os outros países do mundo”.Merkel, que está visitando oficialmente Pequim pela décima-segunda vez, declarou que a disputa comercial prolongada entre a China e os Estados Unidos “afeta a todos no mundo”, apontando que é preciso chegar a uma solução.

A Chanceler da Alemanha, Angela Merkel, e o Presidente da China, Xi Jinping, durante o encontro do Grupo dos 20 (G20) em Hamburgo, na Alemanha (2017)

Xi observou que a China e a Alemanha devem explorar áreas tecnológicas de forma conjunta, como veículos elétricos, manufatura inteligente, inteligência artificial, digitalização e redes de comunicação 5G. Ele também elogiou a participação de empresas alemãs no Plano do Cinturão Econômico do Rio Yangtzé, um dos principais projetos de Xi para o alcance de um desenvolvimento econômico mais sustentável para a China.

Merkel, que estava acompanhada de uma delegação comercial, também encontrou o primeiro-ministro Li Keqiang, em Pequim, na sexta-feira (6 de setembro de 2019). A Chanceler afirmou para Li que a Alemanha está aberta para o investimento chinês, mas indicou que o governo alemão deseja manter escrutínio sobre setores estratégicos e de segurança. Li também prometeu abrir ainda mais a economia da China e disse que ele espera que os alemães abrandem as regras de exportação. Merkel também visitou a cidade de Wuhan no sábado (7 de setembro de 2019).

A China tem figurado como a maior parceira comercial da Alemanha nos últimos três anos, e o comércio entre ambas alcançou a cifra de 183,9 bilhões de dólares em 2018 (aproximadamente 748,4 bilhões de reais, de acordo com a cotação de 6 de setembro de 2019).  Pela primeira vez em sete meses, o comércio entre os dois países aumentou 2,4% comparado ao mesmo período do ano passado (2018), atingindo os 107 bilhões de dólares (aproximadamente 435, 4 bilhões de reais, ainda de acordo com a cotação de 6 de setembro de 2019).

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Imagem 1 Mapas da Alemanha e da China” (Fonte): https://commons.wikimedia.org/wiki/File:China_Germany_Locator_2.png

Imagem 2 A Chanceler da Alemanha, Angela Merkel, e o Presidente da China, Xi Jinping, durante o encontro do Grupo dos 20 (G20) em Hamburgo, na Alemanha (2017)”(Fonte): https://commons.wikimedia.org/w/index.php?title=Special:Search&limit=20&offset=20&profile=default&search=merkel+xi&advancedSearch-current={}&ns0=1&ns6=1&ns12=1&ns14=1&ns100=1&ns106=1#/media/File:G-20_Hamburg_19732127_291666294635971_2657806524566208946_n.jpg