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Jack Ma, fundador da Alibaba, anuncia a sua aposentadoria

Jack Ma, o fundador da maior empresa chinesa de comércio eletrônico, anunciou que não retornará às suas atividades junto ao grupo Alibaba[1], durante uma conferência organizada pelo Fórum Econômico Mundial, no final de setembro (2018), em Tianjin, na China. O icônico empresário trabalhará durante o ano de 2019, deixando posteriormente a empresa a cargo do Diretor Executivo (CEO), Daniel Zhang.

Logo da Empresa Alibaba

Jack Ma afirmou que continuará em constante comunicação com o novo CEO e que não está preocupado com a queda de 7% que as ações da empresa apresentaram após o anúncio de sua saída. Declarou que pretende se dedicar a atividades filantrópicas visando à preparação de jovens empreendedores nas próximas décadas.

Criada no ano de 1999, a empresa visa facilitar a comercialização de produtos ao redor do mundo, provendo tecnologia, marketing e expertise para os seus parceiros. O empresário credita o sucesso de sua companhia a uma habilidade fundamental[2] aprendida durante os anos em que trabalhou como professor: a capacidade de identificar e cultivar o talento em outras pessoas.

A Alibaba superou as vendas globais da Walmart no ano de 2014 e o tamanho do mercado consumidor da China certamente é um dos fatores que contribuem para isto, mas esta não é a única razão para o seu sucesso. A empresa buscou formar um ecossistema digital em torno dos fornecedores e dos consumidores[3], conectados cada vez mais fortemente pela internet. Paulatinamente, a Alibaba passou a diversificar as suas atividades, estabelecendo centros de pesquisa e desenvolvimento, marketing, logística, atuando inclusive no financiamento de novas empresas.

Por fim, o avanço de tecnologias como a inteligência artificial, computadores em nuvem, o big data e a internet aplicada aos bens de consumo criarão fluxos cada vez maiores de dados que poderão servir como uma base para o crescimento de empresas que atuem no meio digital. Atendendo à demanda de dois bilhões de pessoas ao redor do mundo[4], certamente será muito interessante observar as tendências e a estratégia da Alibaba, assim como os rumos do seu célebre fundador, Jack Ma.

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Notas:

[1] Ver:

https://www.cnbc.com/2018/09/20/jack-ma-says-he-wont-ever-come-back-to-lead-alibaba-after-he-leaves.html

[2] Ver:

https://www.cnbc.com/2018/09/20/working-as-a-teacher-taught-alibabas-jack-ma-this-business-skill.html

[3] Ver:

https://hbr.org/2018/09/alibaba-and-the-future-of-business

[4] Ver:

https://www.alibabagroup.com/en/ir/pdf/160614/08.pdf

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Fontes das Imagens:

Imagem 1Diretor da Empresa Alibaba, Jack Ma” (Fonte):

https://www.flickr.com/photos/itupictures/34106079942

Imagem 2Logo da Empresa Alibaba” (Fonte):

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ÁSIAECONOMIA INTERNACIONALNOTAS ANALÍTICAS

Avanços no acordo de Parceria Econômica Regional Abrangente (RCEP) na Ásia

A Parceria Econômica Regional Abrangente (RCEP, na sigla em inglês) consiste em um tratado de livre comércio envolvendo Austrália, China, Coréia do Sul, Índia, Japão, Nova Zelândia e os países membros da ASEAN* (Associação das Nações do Sudeste Asiático). Ao todo, os dezesseis membros representam uma população 3,4 bilhões de pessoas e um PIB de US$ 49,5 trilhões (calculado em termos de paridade de poder de compra), o que se projeta como 39% do total da economia mundial.

Mapa demonstrando os países membros da RCEP

Embora a RCEP ainda não esteja oficialmente implementada, espera-se que as negociações cheguem à uma conclusão em novembro (2018), na próxima reunião de cúpula da ASEAN. A mais nova rodada de negociações ocorreu no final de julho (2018) em Bangkok, na Tailândia, tendo durado onze (11) dias. Os assuntos discutidos incluíram a negociação de redução de tarifas comerciais, além de regulamentação comum para compras governamentais.

O impulso nas negociações do Bloco pode ser visto como um estímulo aos fluxos de comércio e investimentos na economia global, sobretudo em uma conjuntura de aumento do protecionismo nos Estados Unidos e em alguns países do continente europeu. Após a queda das negociações do Tratado de Liberalização do Comércio Transpacífico (TPP), a RCEP poderia simbolizar a continuidade nos esforços de integração e liberalização comercial na Ásia.  

Especialistas afirmam que o Bloco poderia apresentar o adensamento da cooperação sul-sul e igualmente dos vínculos norte-sul, visto que este, em potencial, reúne simultaneamente economias emergentes e desenvolvidas. Por fim, a emergência de iniciativas como a RCEP proporciona novas oportunidades de encontro e diálogos entre os Chefes de Estado dos países membros, um fator que poderia ajudar a mitigar possíveis conflitos regionais.

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Nota:

* Os membros da ASEAN são: Brunei, Camboja, Cingapura, Indonésia, Filipinas, Laos, Malásia, Mianmar, Tailândia e Vietnã. Juntos, estes países totalizam um PIB nominal de US$ 2,5 trilhões, conforme os dados de 2016.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1Reunião dos Chefes de Estado dos países membros da RCEP” (Fonte):

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Imagem 2Mapa demonstrando os países membros da RCEP” (Fonte):

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/0/01/RCEP.png

                                                                                              

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Nova lei regulando o uso e a privacidade de dados na China afeta empresas de tecnologia

A China aprovou recentemente uma nova lei regulando o uso de informações e a privacidade dos dados dos usuários digitais no país. As empresas que atuem em determinados segmentos de mercado, considerados estratégicos, deverão divulgar alguns dos seus registros para o Governo Central, se esta medida for requisitada. Os segmentos compreendidos pela lei são: telecomunicações, energia, transportes, água, serviços financeiros, serviços eletrônicos e digitais de um modo geral.

Imagem estilizada simbolizando o uso da tecnologia

Em contraste com uma nova lei promulgada na Europa, que aumenta a privacidade e proteção dos dados individuais, a China fortalece o seu controle sobre o domínio público e privado. A medida visa aumentar a cybersegurança no território nacional. Por outro lado, estas regulações dificultam a adaptação de empresas estrangeiras que atuam no mercado chinês, visto que  existe uma preocupação de que informações vitais acerca dos modelos de negócios e processos gerenciais possam ser conhecidas e divulgadas perante concorrentes locais.

Adicionalmente, as empresas estrangeiras sediadas na China deverão manter os seus dados em servidores localizados no território chinês. Analistas mais críticos afirmam que medidas como estas poderão incentivar a realocação ou mesmo a evasão de empresas que estejam investindo no país, o que poderia prejudicar os consumidores locais e a competitividade do mercado nacional. O complexo industrial chinês que atua no domínio cyber ainda está em processo de desenvolvimento, entretanto, suas empresas vêm apresentando rápidos avanços.

O mandatário Xi Jinping afirmou recentemente em uma Conferência do Partido Comunista que não existe segurança nacional sem grandes investimentos em cybersegurança. Existe a possibilidade de que a postura da China possa servir como um exemplo para países que busquem regular o seu espaço digital, dado o peso econômico e político da nação. Neste caso, uma postura mais restritiva à privacidade apresenta desafios para a atração de investimentos e para a atuação de empresas estrangeiras.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1 Bandeira da República Popular da China” (Fonte):

https://pixabay.com/pt/shanghai-china-cidade-marco-1484515/

Imagem 2 Imagem estilizada simbolizando o uso da tecnologia” (Fonte):

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ÁSIAECONOMIA INTERNACIONALNOTAS ANALÍTICAS

Smart Cities na China e na Ásia: tendências para o futuro

Em uma conjuntura de aumento do protecionismo por parte de diversos governos nacionais, a atuação internacional de cidades desponta como uma importante área das Relações Internacionais. O conceito de smart cities envolve o uso de tecnologias e instrumentos de coleta de dados para otimizar o desempenho e o funcionamento da infraestrutura e dos serviços em uma determinada comunidade.

Imagem estilizada: cidades do futuro

Recentemente foi publicado pela empresa de consultoria A.T. Kearney um relatório global acerca da competitividade das cidades, sendo que seis novas comunidades urbanas na China são citadas: Changsha, Foshan, Ningbo, Tangshan, Wuxi e Yantai. O relatório afirma que a ascensão de cidades chinesas como atores competitivos foi a evolução mais rápida presenciada desde o começo da produção desta publicação, no ano de 2008.

Estes fatores refletem esforços conscientes do governo nacional e igualmente das administrações provinciais no país, visando elevar a competitividade local. Ações como o investimento em infraestrutura, a qualificação dos trabalhadores, o desenvolvimento de soluções inteligentes, o incentivo às atividades culturais, a troca de informações e estímulo à médias e pequenas empresas são alguns dos fatores que produzem efeitos positivos neste cenário.

O exemplo chinês da formação de ecossistemas de inovação deve ser ressaltado, visto que potencializa o dinamismo dos centros urbanos através da integração entre governo, empresas e a sociedade. As cidades mais competitivas atuam como hubs promovendo a conexão simultânea entre diversos setores empresariais, seja através do comércio, do movimento das finanças e das pessoas.

Soluções como trânsito inteligente, transporte público movido a eletricidade, estímulo ao uso de energia proveniente de fontes renováveis e um melhor gerenciamento de resíduos são exemplos práticos de políticas públicas que poderiam ser aplicadas visando o aumento da competitividade e a sustentabilidade das cidades. A criação de centros online (e-career) para o gerenciamento de vagas de emprego é outro recurso interessante para evitar o aumento do desemprego e buscar uma melhor alocação do capital humano para solucionar as demandas locais.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1 Vista noturna da cidade de Xangai, na China” (Fonte):

https://pixabay.com/pt/shanghai-china-cidade-marco-1484515/

Imagem 2 Imagem estilizada: cidades do futuro” (Fonte):

https://www.flickr.com/photos/[email protected]/28650310590

AMÉRICA LATINAÁSIAECONOMIA INTERNACIONALNOTAS ANALÍTICAS

Evo Morales vai a Rússia e China em busca de parcerias

O Presidente do Estado Plurinacional da Bolívia, Evo Morales, realizou uma viagem de dez dias à Rússia e à China com a finalidade de firmar acordos comerciais e tratar de outros interesses do seu país. A viagem, iniciada em 12 de junho de 2018, incluiu uma passagem pela Holanda para tratar de uma questão específica em julgamento na Corte Internacional de Justiça (CIJ).

Evo Morales desembarca de volta da viagem

Em Moscou foi assinado um acordo com a empresa Gazprom para exploração de um campo de gás natural na região sul da Bolívia. A empresa, considerada a maior indústria de gás do planeta, já extrai esta commodity no país andino e poderá duplicar a produção, além do que, há interesse em formar uma parceria para a comercialização do produto boliviano em todo o mundo. Por ocasião da sua passagem pela capital russa, Morales concedeu entrevista exclusiva ao Sputnik News, na qual falou de outras parcerias com o governo de Putin e opinou sobre política mundial e regional, dentre vários temas. Aficionado por futebol, o mandatário boliviano participou também da abertura da Copa do Mundo de Futebol, o que lhe rendeu severas críticas de opositores.

Antes de seguir para a China, ele esteve em Haia, na Holanda, cidade-sede da Corte Internacional de Justiça (CIJ), onde se reuniu com a equipe jurídica nacional e internacional boliviana no sábado (16/6/2018) para avaliar a resposta à uma demanda do Chile. Trata-se de uma disputa acerca da propriedade e uso de um curso de água, denominado Silala, que aquele país alega ser um rio transfronteiriço e, portanto, binacional. Já a Bolívia afirma que é um conjunto de mananciais bolivianos, cujo curso foi desviado ao Chile por meio de canais artificiais construídos por empresas chilenas no início do Século XX. O conflito é um dos 14 casos pendentes de decisão da  CIJ que  prorrogou até setembro de 2018 o prazo, que era 3 de julho, para a Bolívia apresentar defesa sobre a contenda que se iniciou em 2016, por iniciativa do Chile. Ambos os países têm outro caso em tramitação na CIJ, que diz respeito ao acesso ao Oceano Pacífico para a Bolívia, demandado por este país em 2013.

Chegando à China, o Executivo permaneceu por dois dias (18 e 19 de junho) visitando empresas e se reunindo com empresários. No último dia foi recebido pelo seu homólogo, Xi Jinping, em Pequim, e firmaram uma aliança estratégica composta por seis documentos: (1) Memorando de entendimento entre o Governo da China e da Bolívia sobre a cooperação no marco da franja econômica da Rota da Seda e a iniciativa marítima da Rota da Seda do Século XXI; (2) Protocolo de cooperação cultural entre Bolívia e China; (3) Protocolo fitossanitário com a administração da Alfândega da China para habilitação de exportação de quínua; (4) Protocolo fitossanitário com a administração da Alfândega da China para habilitação de exportação de café; (5) Convênio de cooperação econômica e técnica para proporcionar doação não-reembolsável de 200 milhões de iuanes e (6) um Memorando de entendimento entre o Ministério de Planejamento da Bolívia e o Banco de Desenvolvimento da China para o financiamento da construção da rodovia de pista dupla Bombeo-Villa Tunari.

Em pronunciamento à imprensa no seu retorno, o Presidente da Bolívia afirmou que potências mundiais tais como a China, Rússia e Alemanha demonstram ter interesse em acompanhar o processo de mudança do país sul-americano, em razão do desenvolvimento alcançado nos últimos anos. Análises de instituições multilaterais renomadas tais como FMI (dezembro 2017) e Banco Mundial (abril de 2018) reconhecem os avanços sócio-econômicos do país  e o chamado “milagre econômico boliviano” tem sido abordado por diferentes veículos de comunicação. A cooperação internacional, inclusive com países de fora do continente, tem sido priorizada na gestão de Evo que tem estado atento ao interesse das demais nações e afirmou que espera, para 2025, que a economia boliviana esteja alicerçada em quatro pilares: energia, hidrocarbonetos, mineração e agricultura.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1 Evo Morales em visita à China” (Fonte):

http://comunicacion.presidencia.gob.bo/fotografias/2018/06/20/0001.jpg

Imagem 2 Evo Morales desembarca de volta da viagem” (Fonte):

http://comunicacion.presidencia.gob.bo/fotografias/2018/06/20/0002.jpg

ÁSIAECONOMIA INTERNACIONALNOTAS ANALÍTICAS

As estratégias internacionais da Huawei e da Xiaomi, gigantes chinesas do ramo digital

A Huawei Technologies Co. Ltd. e a Xiaomi Inc. são empresas transnacionais que atuam no ramo digital e de telecomunicações, exemplificando a crescente inserção das empresas chinesas nos segmentos de alta tecnologia. A disputa pelo desenvolvimento e controle das tecnologias de ponta é um fator muito importante para a concorrência econômica e para a disputa geopolítica entre os países no sistema internacional. Portanto, os Estados buscam desenvolver e estimular as suas empresas para que elas consigam se inserir internacionalmente de forma competitiva nestas cadeias produtivas.

Logomarca da Huawei Technologies Co. Ltd.

A Huawei Technologies Co. Ltd. é uma empresa privada, com sede em Shenzen, na província de Guangdong, na China, sendo atualmente a maior produtora de equipamentos de telecomunicações no mundo. Fundada em 1987, ela possui mais de 170.000 funcionários e define o seu principal objetivo como sendo a construção de um mundo mais conectado. No ano de 2017, a Huawei apresentou uma receita de US$ 93,71 bilhões e um rendimento líquido de US$ 14,9 bilhões.

A sua internacionalização teve forte impulso após o ano 2000, focando inicialmente as vendas para mercados em desenvolvimento como a Rússia, a América Latina e mesmo países do Oriente Médio. Nos anos seguintes, a empresa começou a estabelecer centros de pesquisa e desenvolvimento nas mais variadas regiões, buscando produzir sua própria tecnologia e tendo como objetivo a inserção no mercado europeu. Atualmente, a Huawei visa se tornar uma das maiores empresas globais no ramo de inteligência artificial. Por fim, a empresa vem se posicionando como defensora da sustentabilidade e da economia circular, além de focar o seu posicionamento de marca (branding) como uma entidade que promove a acessibilidade à internet.

Logomarca da Xiaomi Inc.

Por sua vez, a Xiaomi Inc. é a terceira maior produtora de smartphones do mundo. Até o presente momento, cerca de 70% das vendas da Xiaomi estão concentradas no mercado chinês, demonstrando amplo espaço para a sua internacionalização. Já muito popular nos mercados da China e da Índia, a empresa foca a sua estratégia para a inserção na Europa, sobretudo na França, Espanha e Itália. No futuro, a Xiaomi tem vistas a ingressar no Mercado norte-americano, estratégia que está sendo cuidadosamente planejada. O diferencial competitivo dos produtos desta marca reside no menor preço em relação aos seus concorrentes, apresentando configurações de desempenho muito similares. A maioria das vendas ocorre pelo meio online, o que ajuda na redução dos custos logísticos adicionados aos seus produtos.

O investimento em ciência e tecnologia, avançando os processos de pesquisa e desenvolvimento, são fatores constantes no modelo econômico chinês desde a tradição política das quatro modernizações*, empregadas no mandato de Deng Xiaoping (1978-1989). Neste sentido, embora a Xiaomi e a Huawei sejam empresas privadas, o seu progresso acompanha o desenvolvimento da economia chinesa, à medida que ocorrem melhorias na infraestrutura, na qualificação dos trabalhadores e expressam o crescimento da complexidade econômica da nação.

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Nota:

* As quatro modernizações consistem na reforma dos setores da (1) agricultura, (2) indústria e manufaturas, (3) ciência e tecnologia e (4) defesa nacional, visando tornar a China em um Estado relativamente moderno até o ano 2000. Embora tenham sido executadas sobretudo no mandato de Deng Xiaoping, o idealizador das quatro modernizações foi Zhou Enlai, Primeiro-Ministro da China de 1949-1976.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1 A tecnologia está mudando os negócios” (Fonte):

http://i.vimeocdn.com/video/498469360_1280x720.jpg

Imagem 2 Logomarca da Huawei Technologies Co. Ltd.” (Fonte):

https://en.wikipedia.org/wiki/File:Huawei-optimized.svg#/media/File:Huawei-optimized.svg

Imagem 3 Logomarca da Xiaomi Inc.” (Fonte):

https://de.wikipedia.org/wiki/Datei:Xiaomi_logo.svg#/media/File:Xiaomi_logo.svg