AMÉRICA LATINAECONOMIA INTERNACIONALNOTAS ANALÍTICASORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL

BID recomenda criação de uma Área Livre Comércio na América Latina

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O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) recomendou à América Latina e Caribe a criação de uma área de comércio regional integrada para aumentar as exportações. A recomendação, que está contida na segunda parte de seu relatório macroeconômico, foi apresentada neste domingo, dia 2 de abril, aos representantes da instituição durante o último dia da assembleia anual do BID e da Corporação Interamericana de Investimentos (CII), realizada em Assunção (Paraguai).

O Banco Interamericano de Desenvolvimento afirma que a criação de uma Área de Livre Comércio da América Latina e Caribe (ALCALC) poderia se concentrar em um primeiro momento apenas no comércio de bens e serviços, podendo ser abordadas mais tarde as questões de propriedade intelectual, mão de obra e meio ambiente.

O Vice-Presidente do BID para Setores e Conhecimento, Santiago Levy, afirmou que estão “propondo uma rota de integração mais simples e mais flexível, que se concentre em ganhos comerciais e aproveite a vasta rede de tratados comerciais preferenciais já existentes. Isso é, na verdade, mais fácil de fazer do que muitos formuladores de políticas poderiam imaginar”.

Deve-se destacar que a proposta da organização rejeita a criação de uma estrutura supranacional, como uma União Aduaneira, além disso, não considerou claramente como equacionar as instabilidades políticas que diversos países da América Latina estão enfrentando e a maneira como essas oscilações poderiam afetar a efetividade de uma área de comércio regional integrada.

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Imagem 1 International Trade” (Fonte):

http://michaelczinkota.com/2017/03/new-world-new-trade-policy/

Imagem 2 Santiago Levy, Vice-Presidente do BID para Setores e Conhecimento” (Fonte):

http://hoy.com.do/bid-latinoamerica-frenara-a-17-su-ritmo-de-crecimiento-anual-hasta-2020/

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AGÊNCIAS DE COOPERAÇÃOCOOPERAÇÃO INTERNACIONALECONOMIA INTERNACIONALNOTAS ANALÍTICASORGANIZAÇÃO INTERNACIONALSociedade Internacional

[:pt]A Sustentabilidade na Agenda 2030: o lugar do Brasil nos rankings internacionais[:]

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Se, por um lado, o Brasil alcançou várias metas dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), credenciando o país como uma fonte de boas práticas principalmente em áreas sociais, o mesmo não se pode afirmar em questões relativas ao meio ambiente. De acordo com o Greenpeace, apesar da redução do desmatamento entre 2005 e 2012, o desmatamento entre agosto de 2015 e julho de 2016 foi de 7.989 km², 29% maior que no período 2014-2015. A título de comparação, a liberação de 586 milhões de toneladas de carbono equivalente se compara à missão de gás por todos os automóveis no Brasil em um período de 8 anos.

No entanto, diante da multiplicidade de indicadores, avaliações e desafios, dois conjuntos de rankings devem ser levados em consideração, antes de determinados pré-julgamentos. Em primeiro lugar, há rankings voltados para a avaliação de capacidades, seja exclusivamente sobre o meio ambiente, seja pela noção de desenvolvimento sustentável, que une também questões sociais e econômicas. Nesse caso, o Environmental Performance Index, da Universidade de Yale, classifica o Brasil em 46º, de um total de 180 países, de acordo com 9 temas: a) impacto na saúde; b) qualidade do ar; c) água e saneamento; d) recursos hídricos; e) agricultura; f) florestas; g) pesca; h) biodiversidade e habitat; e i) clima e energia. No Ranking da Robeco and RobecoSAM, o Brasil está em 42º, após a avaliação de 17 indicadores que compreendem pesos para indicadores sociais, de governança e ambientais.

Em segundo lugar, há rankings relacionados às capacidades naturais, isto é, a balança entre o que a natureza produz e o que se consome dela. De acordo com o Ecological Footprint, o Brasil é o nono país com mais créditos, entre produção e consumo. A biocapacidade do país excede em 190% o consumo de sua população. Nesse ranking, o país fica atrás de Guiana, Congo, República Central Africana, Bolívia, República Democrática do Congo, Timor-Leste, Uruguai e Eritreia. Nesse ranking, dois pontos merecem destaques: a diversidade e riqueza ambiental do país; e o nível econômico, em termos de consumo, da sociedade. Por exemplo, no outro extremo, Cingapura tem uma taxa de consumo de 16.000% superior à biocapacidade do país.

Em suma, diante de inúmeros comunicados, análises, indicadores e objetivos, vale a pena ressaltar a natureza de diferentes indicadores, o sucesso absoluto e relativo de políticas chaves, ligadas não apenas à proteção do meio ambiente, como também, àquelas que garantem a estabilidade de curto, médio e longo prazo, contribuindo, assim, para a estabilidade política e econômica dos países.

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Imagem 1 Sustentabilidade aninhada ” (Fonte Ecological Foodprint):

http://www.footprintnetwork.org/content/documents/ecological_footprint_nations/index.html

Imagem 2 Equilíbrio entre meio ambiente, sociedade e economia ” (Fonte):

https://commons.wikimedia.org/wiki/File%3ANested_sustainability-v2.svg

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AMÉRICA DO NORTEAMÉRICA LATINAECONOMIA INTERNACIONALNOTAS ANALÍTICASORGANIZAÇÃO INTERNACIONALPOLÍTICA INTERNACIONAL

[:pt]Brasil abre disputa contra Estados Unidos na OMC[:]

[:pt] O Brasil notificou na última sexta-feira, 11 de novembro, a Organização Mundial do Comércio (OMC), que abriu disputa comercial com os Estados Unidos da América (EUA), em virtude das barreiras impostas pelo Governo estadunidense…

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[:pt]Organismos internacionais temem acentuação da recessão econômica em Angola[:]

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Na semana passada, o Fundo Monetário Internacional (FMI) divulgou uma nota sobre a futura conjuntura econômica angolana, projetando uma redução acelerada no crescimento do seu Produto Interno Bruto (PIB). A nota soma-se a uma série de projeções negativas para a economia de Angola, em crise pela abrupta perda de valor do petróleo no mercado mundial de commodities.

As previsões do FMI para este ano (2016) e para o ano de 2017 são de crescimento do PIB de 1,3% e de 2,1%, respectivamente. Os valores são significativamente menores se comparados à média de crescimento de 4,74%, nos últimos cinco anos, segundo dados do Banco Mundial.

Nós iremos conversar com as autoridades deste país para vermos o que podemos fazer neste momento, com o intuito de recuperar o crescimento econômico”, afirmou o economista brasileiro Ricardo Velloso, em anúncio a jornalistas angolanos e estrangeiros na semana passada. Ele lidera uma equipe de economistas do FMI que articula, desde junho deste ano, um programa de assistência ao Governo de Angola.

A queda nos preços internacionais do petróleo vem pondo em xeque a política econômica de José Eduardo dos Santos, constrangendo o orçamento governamental geral. A Sonangol, companhia estatal e principal detentora dos direitos de exploração de petróleo no país, reduziu a abrangência de suas operações a partir de uma reestruturação em seu corpo de trabalhadores e no portfólio de operações, dada a queda súbita de receitas. Segundo relatos de trabalhadores da companhia, há, inclusive, dificuldades de a empresa fornecer materiais básicos de limpeza dentro de suas instalações.

Concomitantemente às previsões negativas, na próxima semana Angola sediará o Fórum de Investimento Angola/China, desenvolvido pela Unidade Técnica para o Investimento Privado (UTIP), órgão chefiado pela Casa Civil. O Fórum terá como objetivo reforçar os laços comerciais entre o país africano e seu principal parceiro comercial, a China, destino de aproximadamente 51% das exportações angolanas, em 2014. Porém, dada a deterioração dos termos de troca angolanos, as permutas entre ambos países auferiram cifras consideravelmente menores entre janeiro-novembro de 2016 e janeiro-novembro de 2015.

Segundo os dados oficiais recém liberados, o câmbio comercial entre os dois países neste período caiu, aproximadamente, 29%. O dado revela o panorama de crise que se desenha no horizonte angolano, uma vez que há uma exorbitante dependência das suas exportações na exploração de petróleo. No longo prazo, faz-se necessária a diversificação da economia angolana, a fim de evitar com que choques nos preços internacionais das commodities impliquem em crises econômicas e aumento das taxas de pobreza no país.

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ImagemThe National Assembly building in Luanda, Angola, was built by a Portuguese company in 2013 at a cost of US$185 million” / “O edifício da Assembleia Nacional em Luanda, Angola, foi construído por uma empresa portuguesa em 2013, a um custo de 185 milhões de dólares” – Tradução Livre (FonteWikipedia):

https://en.wikipedia.org/wiki/National_Assembly_(Angola)

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[:pt]Argentina, FMI y endeudamiento [:]

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Luego de una década de ausencia, el Fondo Monetario Internacional vuelve a auditar la economía de Argentina. La misión técnica del organismo comenzó una ronda de reuniones con funcionarios y diversos representantes del empresariado y organizaciones gremiales en el marco de la revisión anual de la economía prevista en el Artículo 4 de la carta constitutiva del organismo. El Gobierno entiende que este acercamiento podría moderar la posición externa del país. El Ministro de Hacienda, Alfonso Prat-Gay, aseguró que “el aislacionismo bobo” no fue útil, aunque sostuvo que la misión del FMI no implica necesariamente que las políticas pasen a estar definidas por el organismo internacional. Según el funcionario que encabeza la misión del Fondo, el objetivo es reconstruir la relación con el país. El organismo ya ha expresado su beneplácito por las medidas por las medidas tomadas por la administración Macri.  

La relación entre Argentina y el FMI ha transitado por distintas etapas. Como en muchas otras áreas, los años noventa y los gobiernos kirchneristas contrastan sustancialmente. Durante los mandatos de Carlos Menem y Fernando De la Rúa aumentó la deuda en forma relevante y también la dependencia de los organismos de crédito internacional, situación que termina con el estallido del año 2001. El giro en la relación se dio a inicios de la gestión de Néstor Kirchner cuando el Gobierno intentaba presentar una oferta de canje para la deuda en default y el FMI bloqueaba la iniciativa ante la negativa gubernamental de aceptar un ajuste ortodoxo. Finalmente, aquel Gobierno terminó pagando la totalidad de la deuda que tenía con el FMI, corriendo al organismo de crédito de la discusión con los acreedores. Curiosamente, aquella discusión en torno a la oferta que presentaría Argentina también terminó con la gestión del actual Ministro de Hacienda, que por entonces se desempeñaba como Presidente del Banco Central de la República Argentina.  

Resulta obvio que las sugerencias que emanan de los informes anuales del FMI no son de cumplimiento obligatorio para los países. Son las autoridades electas las que deciden las políticas y el tipo de relacionamiento que desean mantener con los organismos multilaterales. Sin embargo, hay condicionantes fácticos. En concreto, el nivel de deuda soberana que -a medida que se incrementa- deteriora el perfil crediticio y aumenta la dependencia que los países tienen con los organismos de crédito y el poder de éstos para condicionar políticas. Por ello, resulta importante analizar la marcha del endeudamiento externo.

Uno de los principales lineamientos de política económica del actual Gobierno ha sido el retorno al mercado de capitales. El acuerdo con los holdouts para cerrar la vieja disputa significó una cuantiosa emisión de bonos superior a los US$ 15.000 millones. Sin embargo según Reseach for traders ese monto se triplicó con el marcado proceso de endeudamiento que significaron estos primeros 9 meses de Gobierno de la gestión Macri. Según la consultora Focus Economics, el endeudamiento argentino representa el 60% de toda la deuda emitida por emergentes durante 2016. Y el salto es significativo si se compara el peso de la deuda en relación al PBI. Según la consultora Econométrica, la deuda pública con privados y organismos internacionales pasó del 13% al 21% del PBI. Por tanto, uno de las principales vectores a tener en cuenta para analizar el riesgo político en Argentina, es el acelerado proceso de endeudamiento a tasas relativamente altas, en paralelo a una importante caída de la economía en general que -según cifras oficiales- se contrajo en un 3,4% en el segundo semestre del año (2016).

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Imagem (Fonte):

https://en.wikipedia.org/wiki/International_Monetary_Fund#/media/File:International_Monetary_Fund_logo.svg

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COOPERAÇÃO INTERNACIONALECONOMIA INTERNACIONALEURÁSIANOTAS ANALÍTICASORGANIZAÇÃO INTERNACIONALORIENTE MÉDIOPOLÍTICA INTERNACIONAL

[:pt]Arábia Saudita e Rússia: cooperação para estabilizar o mercado petrolífero[:]

[:pt] Durante o último encontro do G-20, realizado no dia 4 de setembro deste ano (2016), em Hangzhou, na China, os ministros da energia Alexander Novak, da Rússia, e Khalid al-Falih, da Arábia Saudita, anunciaram…

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[:pt]Banco Mundial emite lote de títulos no mercado financeiro da China[:]

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No dia 31 de agosto deste ano (2016), ocorreu a emissão de um lote de títulos do Banco Mundial no mercado financeiro da China, no valor de US$ 700 milhões. Os títulos serão denominados em Direitos Especiais de Saque (identificados sob o acrônimo SDR), mas serão transacionados e remunerados na moeda chinesa, o Renminbi (moeda do povo) – também conhecida por Yuan. Este pacote de investimentos foi anunciado sob a insígnia de “Títulos Mulan”, tendo a validade de três anos, com rendimento anual de 0,49%.

Os SDR são a principal unidade de conta do Fundo Monetário Internacional (FMI), constituindo-se de uma cesta de moedas a serem utilizadas para lastrear os empréstimos da instituição. Cabe ressaltar que o Yuan passará a integrar a lista oficial de moedas de reserva do FMI, em 1o de outubro de 2016. A partir dessa data, a lista de moedas que compõem o fundo de SDR da instituição passará a ser composta, aproximadamente, pela seguinte proporção: dólar dos Estados Unidos (41,7%), Euro (30,9%), Yuan/Renminbi (10,9%), Yen japonês (8,3%) e libra esterlina (cerca de 8%).

As emissões de títulos do Banco Mundial na China foram aprovadas no valor de US$ 2,8 bilhões, mas deverão alcançar o montante de US$ 7 bilhões nos próximos anos. O Banco Mundial investe anualmente em torno de US$ 60 bilhões nos mercados mundiais, oferecendo uma diversidade de produtos financeiros em mais de 20 moedas diferentes. Estes investimentos têm o foco de aprofundar os mercados financeiros dos países recipientes. A última ocasião na qual o Banco Mundial emitiu títulos no mercado financeiro da China foi no ano de 1981.

No caso chinês, mais do que a necessidade de crédito ou o aprofundamento do sistema financeiro nacional, é possível pensar que a atitude seja emblemática de uma vontade política, denotando uma mudança de posição no sentido de uma maior liberalização do sistema financeiro e visando à maior internacionalização da moeda chinesa. A comercialização dos Títulos Mulan poderá auxiliar os investidores internacionais e a se ambientarem com investimentos realizados em Yuan.

O processo de internacionalização do Yuan continua avançando, à medida que um número crescente de países utiliza a moeda chinesa na composição das reservas de seus bancos centrais. Atualmente, 1,1% das reservas de moedas estrangeiras globais são denominadas em Yuan.

A emissão dos Títulos Mulan auxilia os objetivos do G20 financeiro de expandir a oferta de títulos ofertados em SDR, além de procurar reestruturar o mercado monetário a nível mundial. Portanto, a maior integração do mercado financeiro chinês fortalece a imagem de comprometimento do país com o bem público global.

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Imagem (Fonte):

https://pixabay.com/static/uploads/photo/2015/09/13/15/14/money-938269_960_720.jpg

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[:pt]A China sediará pela primeira vez a reunião de Chefes de Estado do G20[:]

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No mês de setembro deste ano (2016), a China sediará, pela primeira vez, a reunião de Chefes de Estado dos países membros do G20. Este evento representa uma oportunidade para que possa ela capitalizar o encontro, em uma tentativa de reforçar sua liderança no campo do desenvolvimento internacional.

A China sediou outras reuniões do G20 ainda neste ano, com destaque para a reunião de Ministros das Finanças e Presidentes dos Bancos Centrais dos países membros, que ocorreu na cidade de Chengdu, nos dias 23 e 24 de julho. Entre os assuntos discutidos na pauta podem ser citados: os desafios para o crescimento global, incluindo aspectos ligados a investimentos em infraestrutura; a arquitetura financeira internacional; as reformas no setor de serviços; a criação de impostos internacionais e o financiamento para projetos sustentáveis.

A declaração oficial do Evento afirma que a turbulência global e as incertezas decorrentes da crise econômica de 2008 prejudicam as condições para o desenvolvimento sustentável a nível global. Mais do que isto, afirma-se que o padrão de baixo crescimento dos últimos anos e o acirramento da desigualdade são as causas chaves de diversos problemas sociais visíveis no cenário internacional. Mencionam-se as instabilidades advindas de tensões geopolíticas, fluxos migratórios e, de forma um pouco mais substancial, é abordada a questão da ameaça representada pelo terrorismo. A recomendação exposta, no entanto, propõe mais do mesmo: que serão utilizadas todas as ferramentas macroeconômicas possíveis para promover o crescimento inclusivo e sustentável e que deve ser mantido o firme apoio à globalização e à liberalização comercial e financeira.

A reunião dos Ministros das Finanças e Presidentes dos Bancos Centrais tem um caráter mais técnico na composição de seus membros e nos assuntos discutidos. A reunião dos Chefes de Estado do G20 deverá apresentar maiores repercussões de cunho político. Espera-se que o encontro apresente um caráter propositivo diferente do modelo tradicional de liberalização. Em uma conjuntura de grandes desafios à globalização, a liderança chinesa para o desenvolvimento dependerá da capacidade do país de promover um modelo de desenvolvimento diferente do receituário ortodoxo. É importante que sejam abordadas questões que são importantes deficiências para os países em desenvolvimento, tais como: a necessidade de infraestrutura e financiamento; a transferência de conhecimento e tecnologia; além da capacitação de mão de obra.

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Imagem (Fonte):

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/a/ae/G20-2016-China.jpg

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