ECONOMIA INTERNACIONALEURÁSIANOTAS ANALÍTICAS

Automobilismo: Renault Arkana terá berço russo

Com o intuito de alavancar um projeto automobilístico global, a fabricante francesa de veículos automotivos Renault apresentou, em 29 de agosto de 2018, no Salão Internacional do Automóvel, realizado em Moscou, Rússia, o seu mais novo conceito de veículo coupé-crossover, denominado Arkana*, que terá sua comercialização efetivada a partir de 2019.

Logotipo Renault Arkana

Como parte de seu plano estratégico denominado Drive the Future (do inglês Conduzir o Futuro), a marca francesa escolheu a Federação Russa como país que irá inaugurar a primeira linha de montagem desse veículo e será o “espelho” para as demais nações que forem escolhidas para tal processo produtivo.

O motivo da escolha da Rússia para ser o berço do Renault Arkana, segundo fontes internacionais, foi devido a participação da montadora dentro do mercado automobilístico do país, que desde 1998 se instalou como uma joint-venture denominada Avtoframos e que se baseou em uma antiga instalação da OAO Moskvitch**. A partir dessa época vem desenvolvendo naquela região novas tecnologias e processos estratégicos para alcançar o mercado automobilístico europeu com novos conceitos veiculares. Atualmente, a subsidiaria da Renault russa alcança quase um terço de todas as vendas de veículos dentro do território, que é o segundo maior mercado de vendas da marca, vindo logo depois da França.

O carro conceito russo, com suas linhas angulosas, fará competição com outras marcas, como os X6 e X4, da BMW, e os GLE e GLC Coupé, da Mercedes, mas com um diferencial de preço que poderá atrair muitos consumidores dispostos a pagar os 25 mil euros previstos para a versão básica (cerca de R$ 100 mil), e deverá ser comercializado também em mercados chineses e sul-coreanos. Sua produção em território brasileiro somente se dará em 2020.

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 Notas:

* Palavra derivada do Latin arcanum, que significa “segredo”.

** Marca de automóveis soviética produzida pela AZLK (do russo Avtomobilny Zavod imeni Leninskogo Komsomola) de 1946 a 1991 e, logo após a dissolução da União Soviética, foi rebatizada como OAO Moskvitch, para evitar questões legais, atuando de 1991 a 2001 como propriedade privada. Entrou em falência no ano de 2002 e teve sua estrutura dissolvida em 2006, sendo que as antigas fábricas foram recuperadas em 2008 pela Avtoframos, subsidiaria russa da Renault.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1 Renault Arkana Salão Internacional do Automóvel” (Fonte):

https://renaulautosalon.pena-app.ru/parser/images/in/1864371435621080433.jpg

Imagem 2 Logotipo Renault Arkana” (Fonte):

https://fr.media.renault.ch/__/128144.dc05d614.jpg

ÁFRICAECONOMIA INTERNACIONALNOTAS ANALÍTICAS

Após anúncio de privatizações, Angola busca auxílio financeiro do FMI

Em meio às reformas econômicas propostas pelo governo de João Lourenço, a reestruturação da Sonangol desponta como uma das principais medidas estratégicas. Acima de tudo, a centralidade da empresa na economia angolana, tendo em vista a crucialidade do petróleo na pauta de exportações do país, opera como fator explicativo ao protagonismo ocupado pela corporação no conjunto das reformas implementadas.

Para Archer Mangueira, Sonangol deve priorizar atividades no setor de exploração e produção de petróleo somente

A exoneração de Isabel dos Santos – medida tomada por Lourenço logo nas primeiras semanas de posse – foi um dos primeiros passos tomados pelo atual Presidente na direção de aumentar a transparência quanto à gestão empresarial. Da mesma forma, como discutido neste jornal há algumas semanas, uma das medidas mais recentes neste sentido foi a criação de uma agência reguladora ao setor, tirando da Sonangol o dever de deliberar sobre a concessão e exploração de campos de petróleo, aumentando com isso a atratividade das operações locais à iniciativa estrangeira.

Na mesma direção, a equipe econômica do Governo anunciou, na semana passada, que 54 concessionárias da Sonangol serão privatizadas, com o intuito de aumentar a participação do capital privado no setor nacional de hidrocarbonetos, bem como de reduzir a estrutura de custos da companhia. Segundo os formuladores da política, a corporação possui um conjunto de gastos extremamente elevado, o qual constrange a margem de lucratividade e a viabilidade econômica do empreendimento, principalmente tendo em vista o acentuado processo de redução dos preços internacionais do petróleo.

A reestruturação da Sonangol passa pela redução da sua exposição aos negócios não nucleares, que define claramente a separação das linhas de negócio do grupo, devendo focar a ação nas atividades do setor petrolífero, pesquisa, produção, refinação e distribuição”, afirmou Archer Mangueira, Ministro das Finanças de Angola. A privatização segue o padrão adotado pelo Governo desde o ano passado (2017), dado que, desde então, uma série de empreendimentos controlados pela empresa em outros setores foram privatizados.

Este anúncio foi acompanhado de um pedido, por parte do Estado angolano, de auxílio financeiro de mais de 4,5 bilhões de dólares ao Fundo Monetário Internacional (FMI). O país tem intensificado as suas relações estratégicas com as principais instituições financeiras globais, com vistas não somente a captar recursos externos mediante a escassez de divisas após o choque externo no preço do petróleo, mas também para aumentar a confiança de investidores internacionais quanto ao desenho da política econômica nacional.

O FMI confirmou o pedido de auxílio por parte do Governo angolano, afirmando que este se deu com o intuito de angariar recursos para implementar o ajuste fiscal desejado por Lourenço e por sua equipe, bem como para dar continuidade às reformas econômicas que visam consolidar um ambiente de negócios propício ao florescimento de setores industriais. Segundo a instituição financeira, o auxílio está sendo discutido e avaliado pela equipe, com possibilidade de implementação em parcelas de 1,5 bilhão de dólares por ano.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1 No centro da crise econômica angolana, a Sonangol tem sido reformada pelo presidente João Lourenço e sua equipe econômica” (Fonte):

https://www.makaangola.org/2018/06/para-onde-vai-a-sonangol/

Imagem 2 Para Archer Mangueira, Sonangol deve priorizar atividades no setor de exploração e produção de petróleo somente” (Fonte):

http://www.redeangola.info/ministerio-das-financas-recebe-o-quarto-inquilino-em-oito-anos/

ÁSIAECONOMIA INTERNACIONALNOTAS ANALÍTICAS

Avanços no acordo de Parceria Econômica Regional Abrangente (RCEP) na Ásia

A Parceria Econômica Regional Abrangente (RCEP, na sigla em inglês) consiste em um tratado de livre comércio envolvendo Austrália, China, Coréia do Sul, Índia, Japão, Nova Zelândia e os países membros da ASEAN* (Associação das Nações do Sudeste Asiático). Ao todo, os dezesseis membros representam uma população 3,4 bilhões de pessoas e um PIB de US$ 49,5 trilhões (calculado em termos de paridade de poder de compra), o que se projeta como 39% do total da economia mundial.

Mapa demonstrando os países membros da RCEP

Embora a RCEP ainda não esteja oficialmente implementada, espera-se que as negociações cheguem à uma conclusão em novembro (2018), na próxima reunião de cúpula da ASEAN. A mais nova rodada de negociações ocorreu no final de julho (2018) em Bangkok, na Tailândia, tendo durado onze (11) dias. Os assuntos discutidos incluíram a negociação de redução de tarifas comerciais, além de regulamentação comum para compras governamentais.

O impulso nas negociações do Bloco pode ser visto como um estímulo aos fluxos de comércio e investimentos na economia global, sobretudo em uma conjuntura de aumento do protecionismo nos Estados Unidos e em alguns países do continente europeu. Após a queda das negociações do Tratado de Liberalização do Comércio Transpacífico (TPP), a RCEP poderia simbolizar a continuidade nos esforços de integração e liberalização comercial na Ásia.  

Especialistas afirmam que o Bloco poderia apresentar o adensamento da cooperação sul-sul e igualmente dos vínculos norte-sul, visto que este, em potencial, reúne simultaneamente economias emergentes e desenvolvidas. Por fim, a emergência de iniciativas como a RCEP proporciona novas oportunidades de encontro e diálogos entre os Chefes de Estado dos países membros, um fator que poderia ajudar a mitigar possíveis conflitos regionais.

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Nota:

* Os membros da ASEAN são: Brunei, Camboja, Cingapura, Indonésia, Filipinas, Laos, Malásia, Mianmar, Tailândia e Vietnã. Juntos, estes países totalizam um PIB nominal de US$ 2,5 trilhões, conforme os dados de 2016.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1Reunião dos Chefes de Estado dos países membros da RCEP” (Fonte):

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/3/3a/2017_RCEP_Leaders%E2%80%99_Meeting_%285%29.jpg

Imagem 2Mapa demonstrando os países membros da RCEP” (Fonte):

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/0/01/RCEP.png

                                                                                              

ÁFRICAECONOMIA INTERNACIONALNOTAS ANALÍTICAS

Zona Econômica Marítima de Cabo Verde

Criada em abril de 2018 pelo Conselho de Ministros, a Zona Especial da Economia Marítima de Cabo Verde (ZEEM) foi estabelecida na Ilha de São Vicente. A ZEEM é uma iniciativa conjunta estratégica com a República da China, voltada para as negociações envolvendo o setor marítimo e impulsionando o arquipélago no cenário econômico.

Imagem ilustrativa: transbordo de containers

Em divulgação durante o mês de agosto do ano corrente (2018), o Primeiro-Ministro de Cabo Verde, Ulisses Correia e Silva, anunciou que a sede da ZEEM será em São Vicente. A Ilha abrigaria um porto de águas profundas e o setor logístico de reparação e construção naval, bem como toda a estrutura necessária para o desenvolvimento da indústria marítima de Cabo Verde.

Conceitualmente, a Zona Econômica representa um conjunto de ações infraestruturais de transbordo internacional, turismo, reparação de navios e atividade pesqueira. Correia e Silva considerou que a definição de São Vicente como base da ZEEM não significa que não haja a intenção de criar outros portos de águas profundas. A título de exemplo, o Primeiro-Ministro comentou sobre a Ilha de São Nicolau e a potencialidade de desenvolvê-la como um bunkering*.

Ainda sobre as intenções de expansão, as ilhas de Santo Antão também serão englobadas no sistema da ZEEM, porém de forma complementar às atividades desenvolvidas na base logística do porto de São Vicente.

Com o anúncio da estruturação da base da Zona Econômica, a Comunidade Surfista de Cabo Verde manifestou-se sobre o impacto da mesma para a prática do esporte. O representante da Comunidade, Bob Lima, apontou que a construção dos portos impactaria nas atividades desportivas náuticas como o surf, kitesurf, canoagem, entre outros.

Cabe destacar que Cabo Verde atrai turistas em busca de atividades relacionadas à apreciação da natureza. Neste contexto, a pauta sobre a aliança entre o setor do Turismo e desenvolvimento do arquipélago é amplamente abordada pelo Governo. Uma vez que o país recebe aproximadamente cerca de 700 mil turistas por ano, pode-se compreender que o projeto nacional de desenvolvimento necessitará envolver tanto o setor turístico, como a área econômica portuária.

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Nota:

* Bunkering: fornecimento de combustível para uso por navios e logística de carregamento de combustível e a distribuição.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1Mapa da Ilha de São Vicente” (Fonte):

https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQsGOMBzZ5wvr1x4GaxcPvqIXj5BrhqGhvd1l3Vlitn64vsTTPr9g

Imagem 2Imagem ilustrativa: transbordo de containers” (Fonte):

https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcSokRXEmZHHFL0tZWyqNu9lTMNmXE-wwEX8NnNaE72Sanawajm9kA

Imagem 3 Surf” (Fonte):

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/8/8c/Teahupoo1.jpg/1200px-Teahupoo1.jpg

AMÉRICA LATINAECONOMIA INTERNACIONALEURÁSIANOTAS ANALÍTICAS

Aprofundamento das relações comerciais entre Argentina e Rússia

Agora, no mês de agosto, foi anunciado que o comércio entre Argentina e Rússia cresceu 15% entre os meses de janeiro e abril deste ano (2018). O resultado é bastante positivo em comparação ao ano de 2017, quando ocorreu apenas um aumento de 1,5%. Por conta desse cenário extraordinário, o recém apontado embaixador russo à Argentina, Dmitry Feoktistov, destacou sua positividade quanto à dinâmica comercial entre os dois países.

De acordo com Feoktistov, há vários projetos econômicos em discussão entre ambos os Governos e, caso eles sejam de fato implementados, o comércio entre Rússia e Argentina poderá avançar para a casa de bilhões de dólares. Tais planos incluem a participação da empresa ferroviária russa RZD na construção de uma ferrovia para o depósito de petróleo em Vaca Muerta, e o financiamento de um porto no rio Paraná, pela companhia russa Gazprombank.

Logo oficial da Corporação Estatal de Energia Nuclear Rosatom

Ademais, em janeiro (2018), quando ocorreu um encontro oficial entre os presidentes Vladimir Putin, da Federação Russa, e Mauricio Macri, da Argentina, fechou-se um acordo de exploração e produção de urânio no país sul-americano. Em meio a tal cenário, há um projeto de construção de uma usina nuclear em parceria com a estatal russa Rosatom, porém, essa ideia está temporariamente suspensa pelo lado argentino.

Apesar de o plano estar estagnado no momento, as empresas russas de energia ainda procuram aumentar sua parceria com as companhias argentinas da área e, neste mês de agosto (2018), surgiram novas oportunidades para que isso ocorra, visto que o Governo argentino dispôs várias propostas de licitações ao fornecimento de equipamentos para as instalações de geração de energia pelo país. Sendo assim, as companhias russas irão participar na competição, tentando oferecer as melhores propostas com os termos mais favoráveis.

O Ministério da Indústria e Comércio da Federação Russa anunciou que “os fabricantes russos de máquinas de energia e aqueles da indústria elétrica estão atualmente vendo uma oportunidade para aprofundar a cooperação com a Argentina. Em particular, empresas russas participam de licitações para entrega de equipamentos russos para salas de turbinas, equipamentos hidromecânicos e sistemas auxiliares para usinas hidrelétricas argentinas que estão em construção ou que estão em processo de modernização”.

Assim, o cenário das relações comerciais entre a Argentina e a Federação Russa é bastante favorável no momento. Há inúmeras propostas de parceria entre as companhias de ambos os Estados nas mais diversas áreas. Pelo lado argentino, isso é favorável, visto que é um modo de o país receber ajuda para desenvolver sua infraestrutura e seu parque tecnológico e energético. Já a Rússia se beneficia ao garantir que suas empresas se internacionalizem cada vez mais e garantam retornos financeiros positivos, além de ser uma oportunidade de maior aproximação diplomática com a América do Sul, a qual já foi demonstrada pela recente parceria com a Bolívia em pesquisa nuclear.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1Encontro oficial entre o Presidente da Argentina, Mauricio Macri, e o Presidente da Federação Russa, Vladimir Putin” (Fonte):

https://commons.wikimedia.org/wiki/Category:Vladimir_Putin_and_Mauricio_Macri#/media/File:Vladimir_Putin_and_Mauricio_Macri,_26_july_2018_(5).jpg

Imagem 2Logo oficial da Corporação Estatal de Energia Nuclear Rosatom” (Fonte):

https://en.wikipedia.org/wiki/Rosatom#/media/File:Rosatom_logo.png

ÁFRICAECONOMIA INTERNACIONALNOTAS ANALÍTICAS

Decisões estratégicas para a superação da recessão econômica em Angola

Com a redução dos preços internacionais do petróleo ao longo dos últimos anos, Angola presenciou significativa queda no ritmo das atividades econômicas, vivenciando com isso um período de recessão. Com vistas a superar este processo, o governo reformista do presidente João Lourenço tem atuado majoritariamente em duas frentes: primeiramente, na recuperação do setor petrolífero nacional; em segundo lugar, no incentivo a novas cadeias produtivas.

No que diz respeito à produção de hidrocarbonetos, Lourenço e sua equipe tem levado a cabo uma série de medidas que visam sanar as contas negativas da Sonangol – principal empresa do setor –, a fim de recuperar a capacidade de investimento da corporação. Em contrapartida, o próprio nível de investimento externo tem decaído no país nos últimos anos, dado que a queda nos preços do petróleo reduz as expectativas de ganho e, por consequência, os incentivos em abrir novos campos de exploração.

Atualmente, setor petrolífero é o principal do país, impactando diretamente no nível de crescimento da economia

Para “modernizar” o setor e aumentar a presença de corporações petrolíferas estrangeiras, o Governo anunciou na semana passada que será criada a Agência Nacional de Petróleo e Gás (ANPG), a primeira autarquia deste tipo no país. Seu objetivo será regular a exploração dessas commodities, bem como conceder e impor limites à abertura de campos. Estas funções estavam sendo desempenhadas, até então, pela Sonangol.

A estruturação completa da ANPG está prevista para o ano de 2020, quando então a autarquia haverá assumido todas as mencionadas funções. A criação da agência visa aumentar a transparência na regulação, promovendo a previsibilidade e a segurança jurídica a investidores internacionais, propiciando uma maior presença internacional no setor para aumento da produtividade. Atualmente, a produção de barris encontra-se em franca queda no país: estima-se que de 1,5 milhão de barris produzido por dia, em 2018, o índice cairá para 1 milhão por dia, em 2023.

Quanto aos incentivos promovidos pelo Estado ao setor petrolífero, muito se tem discutido sobre o papel do capital estrangeiro na viabilização de empreendimentos industriais. A mobilização de recursos através de redes e instituições externas visa complementar a escassez de capital nacional capaz de financiar o segundo setor. A gradativa expansão dessas atividades poderia incrementar a composição orçamentária do Governo, reduzindo a dependência na exportação de petróleo.

Neste sentido, nesta semana João Lourenço visita a chanceler alemã Angela Merkel para a consolidação de uma série de acordos de cooperação na área industrial. No encontro, que se estenderá entre os dias 22 e 23 de agosto, serão discutidos possíveis investimentos e doações no setor de transportes, cultural e energético de Angola. Com a crescente participação chinesa nas relações diplomáticas e econômicas angolanas, o país africano visa selar novas frentes de cooperação nos países do Globo Norte, a fim de viabilizar novos canais de investimentos estrangeiros diretos.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1Para sair da crise, Governo angolano investirá no setor petrolífero e em parcerias internacionais para o setor industrial” (Fonte):

https://financialtribune.com/articles/world-economy/85147/angola-growth-revised-upwards

Imagem 2Atualmente, setor petrolífero é o principal do país, impactando diretamente no nível de crescimento da economia” (Fonte):

http://sweetcrudereports.com/2015/12/16/angola-overtakes-nigeria-in-crude-oil-production/