ÁSIAECONOMIA INTERNACIONALNOTAS ANALÍTICAS

Xi Jinping defende independência da China diante da guerra comercial

O Presidente da China, Xi Jinping, enfatizou a necessidade de a China focar em independência e inovação para lidar com os desafios de longo prazo dos Estados Unidos, informa o jornal South China Morning Post.

A inovação tecnológica é a raiz da vida dos negócios”, afirmou Xi na segunda-feira (20 de abril), durante uma visita à Província de Jiangxi. O Presidente asseverou: “Apenas se nós possuirmos propriedade intelectual e tecnologias-chave, poderemos fabricar produtos com grande competitividade e nós não seremos derrotados com a intensificação da competição”.

Xi Jinping, Presidente da China

Os comentários do Mandatário chinês, transmitidos para toda a China na noite de quarta-feira (22 de abril), ocorrem após o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinar uma ordem executiva que baniu do mercado americano os produtos fabricados pela empresa de telecomunicações chinesa, Huawei, pois acredita que eles representam “um risco injustificado de sabotagem”ao sistema de telecomunicações dos Estados Unidos. Os comentários também seguem o colapso das negociações comerciais entre os dois países, deflagrando o aumento de tarifas sobre importações por parte de Washington e Pequim.

O Presidente chinês também lembrou: “Este ano é o 70º aniversário da fundação da Nova China. Nós devemos ter em mente de onde vem o nosso poder e como a Nova China foi construída, de forma que nós protejamos o socialismo com características chinesas defendido pelo Partido Comunista”, pedindo ao público que se lembre dos sacrifícios feitos pelos comunistas pioneiros.

Xi usou os discursos durante a viagem para destacar várias políticas governamentais, sinalizando que Pequim não comprometerá suas prioridades domésticas ao lidar com os Estados Unidos. As políticas abrangem o apoio a pequenas empresas, energia limpa, desenvolvimento, bem-estar social e combate à pobreza.

Na avaliação de Zhang Yansheng, diretor de pesquisa no Centro Chinês para Intercâmbios Econômicos Internacionais, um think tank afiliado ao governo, a China e os Estados Unidos vão continuar a se confrontar nos anos vindouros. Zhang apontou: “Eu acho que nos próximos 17 anos, até 2035, a China e os Estados Unidos vão continuar a dialogar e a se enfrentar, e a dialogar e a se enfrentar novamente”.Mas, para o analista, ambos os países vão, eventualmente, retornar a um sistema baseado no respeito a normas internacionais para governar o comércio e a economia globais. E frisou: “A China fará o que for necessário para alcançar seus objetivos”.  

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Imagem 1 Trabalhadores chineses”(Fonte): https://www.pexels.com/photo/group-of-persons-wearing-yellow-safety-helmet-during-daytime-33266/

Imagem 2 Xi Jinping, Presidente da China” (Fonte): https://commons.wikimedia.org/w/index.php?search=xi+jinping&title=Special%3ASearch&profile=advanced&fulltext=1&advancedSearch-current=%7B%7D&ns0=1&ns6=1&ns12=1&ns14=1&ns100=1&ns106=1#/media/File:Xi_Jinping_2016.jpg

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Equador abre concorrência internacional para corredor ferroviário costeiro

O Ministério de Transportes e Obras Públicas (MTOP) do Equador lançou, em 10 de maio de 2019, uma concorrência internacional para a concessão do corredor ferroviário costeiro Daule-Posorja. O objeto do certame é o desenho, a construção, exploração e transferência do trecho de 115 km entre as cidades de Daule e Posorja, na Província* de Guayas, que constitui a primeira etapa do projeto denominado Tren Playero (Trem Praieiro).

A obra demandará investimentos de 370 milhões de dólares (cerca de 1,48 bilhão de reais ao câmbio de 16 de maio de 2019) para a construção e vai gerar cerca de 1.000 empregos diretos nesta fase, mais 2.000 empregos nas fases de operação e manutenção, segundo Aurelio Hidalgo, titular do MTOP. O Tren Playero, depois de completo, se estenderá pelo litoral da Província* de Santa Elena até a cidade de Manta, na Província* de Manabí, totalizando 400km.

Um dos objetivos da ferrovia é fazer circular a produção de bens da região, inclusive por escoamento pelo Porto de Posorja, cuja construção deverá estar concluída ainda em 2019. O 1º porto de águas profundas do Equador  terá 16 metros de profundidade, com enorme capacidade de movimentação de cargas, pois permitirá o acesso de embarcações de maior calado operacional (fundura máxima do casco do navio carregado).

Banner da convocatória do Tren Playero

Além disso, o governo deseja fomentar a circulação de passageiros e o turismo nas regiões servidas pelo trem praieiro. O Equador conta com uma malha ferroviária bastante modesta, tanto para carga quanto passageiros, mas dispõe de um trem turístico que faz sucesso. O Tren Crucero (Trem Cruzeiro), que transporta mais de 115 mil turistas/ano nos seus 6 roteiros, recebeu em final de 2018, pelo quinto ano consecutivo, o Prêmio de Melhor Trem de Luxo da América do Sul, concedido pelo World Travel Awards, considerado o Oscar do Turismo.

O Ministério de Transporte e Obras Públicas espera receber propostas até 16 de agosto e contratar a empresa vencedora em 9 de novembro de 2019.  As informações para as empresas candidatas à concorrência estão disponibilizadas em link específico no site do MTOP. Contando a fase de planejamento, iniciada em 15 de outubro de 2018, o Ministro estima que esta primeira etapa possa ser entregue em 26 meses e que as 2 etapas seguintes, que totalizarão os 400k até Manta, sejam concluídas em mais um ano.

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Nota:

Províncias são divisões político-administrativas do território do Equador, similares aos Estados no Brasil. Dentre as 24 Províncias 5 são costeiras: as citadas Guayas, Manabí e Santa Elena, além de Esmeraldas e El Oro.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1 Ministro Hidalgo e presidente Moreno no lançamento da concorrência do Tren Playero” (Fonte): https://www.obraspublicas.gob.ec/wp-content/uploads/2019/05/Presidente-Lenin-Moreno-y-ministro-Aurelio-Hidalgo-en-el-lanzamiento-del-Tren-Playero-Daule-Posorja..jpg

Imagem 2 Banner da convocatória do Tren Playero” (Fonte): https://www.obraspublicas.gob.ec/wp-content/uploads/2019/05/BANNER_Tren_Playero_MTOP_SLIDE_3.png

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Brasil e México adicionam arroz e feijão à lista de comércio

No último sábado (dia 11 de maio), o Governo brasileiro, representado pela Ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) e o México, na figura do Secretário da Agricultura e Desenvolvimento Rural do México, Victor M. Villalobos, anunciaram com satisfação um novo acordo comercial. A partir de agora, o Brasil passará a exportar arroz beneficiado para o México e, em contrapartida, o país importará o feijão mexicano.

Preparando o feijão, conhecido como frijol no México

O acordo foi celebrado em Niigata, no Japão, durante a Reunião dos Ministros da Agricultura do G20. Arroz e feijão são ingredientes essenciais para as cozinhas dos dois países. “Receberemos feijão mexicano para completar nosso prato principal no Brasil, que é arroz e feijão”, disse a Ministra da Agricultura do Brasil, Tereza Cristina Dias, em um vídeo postado no Twitter.

Arroz, feijão, carne e batata. Prato principal do brasileiro

A medida foi tomada após a aprovação recíproca dos requisitos fitossanitários para o arroz beneficiado brasileiro e o feijão do México, negociados coordenadamente entre o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e o Ministério das Relações Exteriores, pelo lado brasileiro, e a Secretaria de Agricultura e Desenvolvimento Rural do México.

A decisão reforça a posição do Brasil como um dos dez principais exportadores mundiais de arroz e representa um passo importante para a diversificação das relações comerciais com o México, país com mais de 120 milhões de habitantes e que importa cerca de 80% do arroz consumido no país.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1Plantação de Arroz, Rio do Sul, Santa Catarina, Brasil” (Fonte): https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Arroz_097.jpg

Imagem 2Preparando o feijão, conhecido como frijol no México” (Fonte): https://es.wikipedia.org/wiki/Phaseolus_vulgaris

Imagem 3Arroz, feijão, carne e batata. Prato principal do brasileiro” (Fonte): https://pt.wikipedia.org/wiki/Arroz_com_feij%C3%A3o

ECONOMIA INTERNACIONALEUROPANOTAS ANALÍTICAS

A greve da SAS na Suécia

A Scandinavian Airlines System (SAS) é uma companhia aérea multinacional formada inicialmente por consórcio entre a Suécia, a Noruega e a Dinamarca, em 1951. Após mudanças de mercado, em 2004, a empresa passou a operar dividida em 4 novas empresas independentes: SAS Scandinavian Airlines Sverige AB, SAS Scandinavian Airlines Danmark AS, SAS Scandinavian Airlines Norge AS, e SAS Scandinavian International AS, as quais ampliaram rotas domésticas e internacionais na região nórdica europeia.

Nos últimos anos, a SAS enfrenta momentos de dificuldades financeiras e redução de custos, e enfrentou uma greve de pilotos que paralisou a maioria dos seus voos, chegando a cerca de 4.000 cancelamentos. A greve iniciou no dia 26 de abril (2019) e terminou no dia 2 de maio, há exatamente 1 semana, e resultou em acordo de 11% no aumento de salários e no prejuízo de aproximadamente 380.000 passageiros.

A razão básica para a greve não foi apenas pelo aumento de salários dos pilotos, os quais se queixavam de defasagem, mas também pela desvalorização destes profissionais que alegavam não ter condições de trabalho apropriadas e realizarem voos seguidos por semanas.

Frota da SAS

Em relação ao tema, o jornal Expressen trouxe as afirmações do CEO da SAS, Richard Gustafsson, o qual comentou durante a paralisação: “Queremos dizer que temos uma boa oferta para nossos pilotos. Quando recrutamos novos pilotos, recebemos muitos aplicativos, por funcionários muito talentosos, mas também não podemos criar uma explosão de custos na empresa”.

Na mesma mídia, o Presidente da Associação de Pilotos Sueca da seção SAS, Wilhelm Tersmeden, declarou, em defesa dos profissionais durante o período de greve: “Um piloto da SAS se casa com a empresa e queremos que a SAS sobreviva. Mas nós não nos reconhecemos na descrição da realidade que a atual administração faz”.

Os analistas entendem que todos os profissionais possuem o direito de realizarem paralisações em defesa de seus interesses, assim como reconhecem as dificuldades inerentes a gestão de empresas. Todavia, o principal prejudicado com a greve da SAS foi o consumidor, o qual não pode contar com a efetivação de serviços no momento de compra.

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Imagem 1 Avião da SAS” (Fonte): https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/3/3b/LN-RKS_A330_SAS_ARN_02.jpg/1280px-LN-RKS_A330_SAS_ARN_02.jpg

Imagem 2 Frota da SAS” (Fonte): https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/f/f4/SAS_DC-8-33_OY-KTA.jpg

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Indonésia prevê investimentos multibilionários da China

Segundo o Ministro de Investimentos da Indonésia, Thomas Trikahish Lembong, o país considerou a abertura da China para seus pedidos de melhoria da “Iniciativa do Cinturão e Rota” (ICR) “altamente encorajadora”e afirmou que Jacarta prevê investimentos chineses da ordem de bilhões de dólares em quatro regiões selecionadas como motores do crescimento do arquipélago: Sumatra do Norte, Kalimantan do Norte, Sulawesi do Norte e Bali. O objetivo do governo indonésio é canalizar os investimentos chineses para essas regiões a fim de tornar o país um centro importante do comércio marítimo internacional, informa o jornal South China Morning Post.

Lembong, que preside o Conselho de Coordenação de Investimentos da Indonésia (CCII), sugeriu que Pequim envolva profissionais que possam estruturar acordos justos e financeiramente viáveis para o seu plano de aumentar o comércio e a conectividade globais. Para tanto, o CCII assinou um acordo, na semana passada, com o Banco chinês de investimentos Corporação de Capital Internacional da China (CCIC) para que analise os investimentos da ICR na Indonésia. O Ministro afirmou: “Eu acredito que entre os próximos 5 e 10 anos, a ICR vai estimular o investimento adicional de vários bilhões de dólares. O que ambos os lados estão tentando garantir agora é a qualidade do investimento, não apenas a quantidade”.

Ministro de Investimentos da Indonésia, Thomas Trikahish Lembong

Atualmente, o único projeto da ICR na Indonésia é uma linha de trem de alta velocidade de 142 quilômetros, avaliada 6 bilhões de dólares (em torno de 23,63 bilhões de reais, conforme a cotação de 4 maio de 2019), que conecta a capital, Jacarta, à cidade de Bandung. O comércio bilateral cresceu nos últimos anos, atingindo a marca de 72,66 bilhões de dólares (próximos de 286,1 bilhões de reais, de acordo com a mesma cotação), em 2018, enquanto os investimentos da China para a Indonésia foram de 2,38 bilhões de dólares (aproximadamente 9,37 bilhões de reais na mesma cotação), no mesmo ano.

Espera-se que esses números aumentem nos próximos anos, pois em torno de 100 empresários indonésios participaram do Segundo Fórum do Cinturão e Rota para a Cooperação Internacional, que ocorreu em Pequim entre os dias 26 e 29 de abril. Entre eles, estava Mochtar Riady, um dos homens mais ricos da Indonésia e fundador do Grupo Lippo, um conglomerado que abrange os setores de mídia, imóveis, tecnologia e finanças. Além disso, houve a assinatura de mais de 20 acordos entre entidades de ambos os países. Esses acordos tratam de diversas atividades econômicas: desde a construção de usinas de geração de energia até a construção de áreas industriais estimadas em 14,2 bilhões de dólares (ou, próximos de 55,91 bilhões de reais, ainda conforme a cotação de 4 de maio de 2019). Tais investimentos serão de grande importância no aumento da conectividade entre Pequim e Jacarta e para o desenvolvimento da região do Sudeste Asiático como um todo.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1 O Presidente da Indonésia, Joko Widodo, encontra o Presidente da China, Xi Jinping (março de 2015)” (Fonte): https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/b/b7/Jokowi_Xi_Jinping_2015.jpg

Imagem 2 Ministro de Investimentos da Indonésia, Thomas Trikahish Lembong” (Fonte): https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Thomas_Trikasih_Lembong.jpg

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Colômbia inaugura sua maior usina solar

Em 5 de abril de 2019, a Enel Green Power Colômbia (EGPC) inaugurou o Parque Solar El Paso, localizado no Departamento César* no território colombiano. Ivan Duque e María Fernanda Suárez, respectivamente Presidente da República e Ministra de Energia, estiveram presentes ao evento de inauguração da maior planta fotovoltaica até então instalada no país.

O parque solar da planta de El Paso ocupa uma área equivalente a 227 campos de futebol (210 hectares), com mais de 250 mil painéis solares que funcionam com uma inovadora tecnologia – chamada tracker – que permite movimentá-los para “seguir” o sol e aproveitar o máximo da radiação, otimizando a produção. Sua capacidade instalada de 86,2 Megawatts (MW) pode produzir 176 Gigawatts/hora (GWh) por ano, suficientes para  atender as necessidades de 102 mil lares, o equivalente a uma cidade com cerca de 400 mil habitantes, a exemplo de Valledupar, capital do Departamento César.

A EGPC é subsidiária da multinacional italiana Enel Green Power, uma empresa especializada em energia renovável, também chamada energia limpa ou energia verde, presente em 29 países dos cinco continentes. Para o projeto colombiano, que durou 14 meses,  foram contratadas mais de 900 pessoas e investidos mais de 70 milhões de dólares (cerca de 274,8 milhões de reais, ao câmbio de 18 de abril 2019). Em fevereiro de 2019, a Enel iniciou as obras do Parque Lagoa dos Ventos, considerado o maior parque eólico em construção na América do Sul, localizado no Estado brasileiro do Piauí.

Presidente Ivan Duque discursa na inauguração da usina solar

O Governo da Colômbia afirma estar empenhado em investir em energias renováveis e o presidente Ivan Duque, no discurso proferido na inauguração de El Paso, relembrou que esta era uma preocupação sua desde quando promoveu um debate no Parlamento em 2016, ainda como Senador da República. Segundo o Ministério de Minas e Energia, um estudo do fundo de investimentos Edmond de Rothschild indica que a Colômbia, juntamente com a Suécia e a Suíça foram as nações que mais avançaram na transição energética em 2017.

A nota do Ministério faz referência também a um informe do Fórum Econômico Mundial que apresenta um Índice de Transição de Energia que compara os sistemas de energia de 115 países, no qual a Colômbia aparece em 34º lugar. No ranking apresentado, na página 11 do Informe Fostering Effective Energy Transition 2019, somente Uruguai (11º lugar) e Chile (26º) apresentam melhores posições na América do Sul.

A Colômbia apresenta enorme potencial de aproveitamento de energias solar e eólica e, segundo a Ministra, a região de La Guajira* apresenta alta radiação solar e a velocidade do vento é o dobro da média mundial. Na sua fala, o presidente Ivan Duque conclamou as instituições públicas e empresas privadas a fazerem uma parceria visando a formação de técnicos aptos a conduzirem projetos de energia renováveis, integrando inteligência artificial e internet das coisas, com vistas ao protagonismo da Colômbia na Quarta Revolução Industrial ou Indústria 4.0.

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Fontes das Imagens:

* Departamentos são parte da divisão político-administrativa da Colômbia, equivalentes aos Estados federativos no Brasil. César e La Guajira são departamentos no extremo norte daquele país.

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Imagem 1 Painel de energia solar na Colômbia” (Fonte): https://scontent.fssa17-1.fna.fbcdn.net/v/t1.0-9/56669483_2149352775153191_3030362872032002048_n.jpg?_nc_cat=111&_nc_ht=scontent.fssa17-1.fna&oh=44c047e6995121270a2d2137540e3160&oe=5D77525B

Imagem 2 Presidente Ivan Duque discursa na inauguração da usina solar” (Fonte): https://media.presidencia.gov.co/Fotos/2019/Abril/190405-11-planta-solar-el-paso-cesar.jpg