ÁSIAECONOMIA INTERNACIONALNOTAS ANALÍTICASPOLÍTICAS PÚBLICASTecnologia

[:pt]Realidade Virtual (VR) e Realidade Aumentada (AR) foram os temas-foco da 18ª Feira de Alta Tecnologia da China – CHTF2016[:]

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Terminou dia 21 de novembro a 18ª Feira de Alta Tecnologia da China (CHTF2016). Com o tema “Impulsionado pela Inovação, Orientado para a Qualidade”, a exposição de mais de 10 mil itens inovadores de todo o mundo foi realizada no Centro de Exposições e Convenções de Shenzhen, com ênfase em produtos de Realidade Virtual (VR) e Realidade Aumentada (AR).

24102016_122508__estande-interacaoInteressante notar que na exposição Rio Oil & Gas 2016, realizada no final de outubro no Rio de Janeiro (Brasil), um evento da indústria do petróleo*, o estande que mais chamou a atenção e formou filas foi o da Shell, justamente porque os visitantes puderam interagir com simuladores, assistir a uma operação offshore no fundo do mar com óculos de realidade virtual, ver de perto um barco movido à energia solar e fazer uma viagem 3D à maior instalação flutuante de Gás Natural Liquefeito de Petróleo (GLP).

No artigo “‘Internet+’, o Programa de Digitalização da Economia Chinesa”, de 22 de julho, foi alertado para tendência de a China produzir impressoras 3D em massa. O tempo dirá se o gigante asiático apostará em softwares e hardwares de produção a longa distância, com energia e plástico (petróleo) consumidos no local da produção, por meio de impressoras 3D, ou em tecnologia-de-ponta de realidade virtual (VR) e realidade aumentada (AR).

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* Que este ano ocupou apenas 2 dos 5 pavilhões, provavelmente por causa da crise.

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Imagem 1Militar estadunidense com óculos de RV para simulação de salto de paraquedas” (Fonte):

https://pt.wikipedia.org/wiki/Realidade_virtual#/media/File:VR-Helm.jpg

Imagem 2Estande da SHELL na Rio Oil & Gas 2016 Expo And Conference” (Fonte):

http://www.riooilgas.com.br/

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ECONOMIA INTERNACIONALEURÁSIAEUROPANOTAS ANALÍTICAS

[:pt]“Made in Russia” pode se tornar comum na Europa[:]

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Recentemente, a revista online RT publicou uma análise mostrando que a desvalorização do rublo frente ao dólar foi mais de 40% nos últimos anos e os salários na Rússia estão menores, comparativamente com países como Brasil, China e Estados do leste europeu, como a República Checa. De acordo com a análise da revista, nessa equiparação, é possível entender a Rússia, hoje, como um espaço favorável a receber grandes indústrias.

A sul-coreana Samsung, por exemplo, tem exportado máquinas de lavar que são produzidas em território russo para mais de 20 países europeus, tendo a empresa feito tal aposta graças, especialmente, a capacidade de expansão ferroviária e marítima global que a Rússia tem. Com a crescente valorização do dólar, a tendência é a proporção do Rublo para com o dólar aumentar e, com isso, há uma grande probabilidade de, em um primeiro momento, os europeus começarem a ter produtos “made in russia”.

Apesar da boa expectativa dos economistas russos, na prática, acredita-se que as províncias do país que receberem esses pátios industriais tornarão a Federação Russa um hub de maquiadoras, ou seja, indústrias de montagem de equipamentos oriundos do exterior, que, no caso russo, servirão para abastecer o oriente médio, mercado interno e, principalmente, o mercado europeu, uma vez que as malhas ferroviárias e a nova rota marítima do norte favorecem essa conexão comercial. Há, contudo, debates sobre o real ganho para o desenvolvimento do parque industrial da Rússia.

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ImagemMoscow International Business Center” / “Centro Internacional de Negócios de Moscou” – Tradução Livre (Fonte):

https://en.wikipedia.org/wiki/Economy_of_Russia#/media/File:Moscow-city-MIBC.jpg

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ÁSIAECONOMIA INTERNACIONALNOTAS ANALÍTICASPOLÍTICA INTERNACIONALPOLÍTICAS PÚBLICAS

[:pt]A integração asiática sob a visão do presidente Xi Jinping[:]

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O recém-eleito Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tem proferido alegações acerca da provável desistência do Tratado de Parceria Transpacífico (TPP), o que acabaria com um dos mais importantes aspectos do Pivô para Ásia, estratégia de projeção de influência herdada do governo de Barack Obama. Neste sentido, o presidente Xi Jinping intensifica a articulação de uma visão chinesa para a integração asiática.

Um relatório do Banco Asiático de Desenvolvimento afirma que os seguintes países serão os principais motores do crescimento da região nas próximas décadas: a China, a Índia, a Indonésia, o Japão, a Coreia do Sul, a Tailândia e a Malásia. No mesmo relatório apontam-se como desafios a serem enfrentados para garantir a sustentabilidade da trajetória rumo a um “século asiático”: a urbanização, havendo inclusão das camadas populacionais mais pobres ao tecido econômico das várias nações da região; a inovação em tecnologias sustentáveis, promovendo a redução do uso de recursos naturais; e o aumento do grau de transparência das instituições. Uma visão de longo prazo para a integração do espaço asiático poderia ajudar a encontrar soluções para estes impasses.

A Ásia representa cerca de 40% do PIB mundial (calculado em termos de paridade de poder de compra), tendo crescido igualmente em sua importância estratégica, além de apresentar um posicionamento mais assertivo na política internacional. A agenda para a integração proposta pelo presidente chinês Xi Jinping foca nos seguintes pontos: promover o aumento da conectividade entre os países da Ásia e do Pacífico, fortalecendo a integração econômica e comercial; desenvolver políticas de inovação tecnológica; além de articular o aspecto de ganhos mútuos da integração (win-win).

Com a perspectiva de queda do TPP, surge na agenda chinesa a possibilidade de firmar um grande tratado de cooperação que inclua os países da ASEAN, fortalecendo a liderança regional da China, seja no campo comercial, como no campo da geopolítica. O presidente chinês continua a enfatizar a necessidade de promoção de um ambiente de livre comércio, em contraste com as nações do centro do capitalismo ocidental, que parecem estar caminhando rumo a uma tendência de maior protecionismo econômico e nacionalismo no campo político, com possíveis consequências para a economia global.

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ImagemPresidente da China Xi Jinping” (Fonte):

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/f/fa/Xi_Jinping,_BRICS_summit_2015_01.jpg

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AMÉRICA LATINAÁSIAECONOMIA INTERNACIONALNOTAS ANALÍTICASPOLÍTICAS PÚBLICAS

[:pt]Tour de Xi Jinping pela América do Sul em reforço às relações entre a China e a América Latina[:]

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Entre os dias 17 e 23 de novembro, o presidente chinês Xi Jinping visitou países da América do Sul, iniciando pela Colômbia, passando pelo Chile e encerrando sua agenda no Peru. A relação entre chineses e países das Américas vem crescendo bastante desde o início dos anos 2000, como foi o caso do Brasil, em 2001, e, desde então tornou a região importante para a economia chinesa, bem como aumentou a importância da China para economia dos países latino-americanos, cujas relações têm potencial de crescimento em médio e longo prazos.

Não à toa que os Estados da região ganham importância para a economia chinesa, pois, desde 2014, o país se tornou o segundo maior parceiro comercial da America Latina, atrás apenas dos Estados Unidos e, por conta disso, a área recebeu notoriedade para os investimentos chineses. Atualmente, uma das ideias está no investimento em infraestrutura na região para aumentar as exportações latino-americanas para o mercado interno da China, o qual tem mais de 1 bilhão de consumidores, algo que pode atrair quaisquer investidores estrangeiros, de acordo com seus seguimentos de comércio.

No Peru, o Presidente chinês declarou: “A China e a América Latina já estão no novo ponto de partida da história. Vamos construir bem o grande navio de destino comum para orientar as relações amistosas bilaterais a um novo trajeto. Para isso, dou as seguintes sugestões: primeira, erguer em alta a bandeira de desenvolvimento pacífico, fazendo com que o navio viaje com estabilidade e à longa distância; segunda, impulsionar o acoplamento das estratégias de desenvolvimento, fazendo com que o navio navegue de vento em popa; terceira, acelerar as cooperações para que o navio carregue plenamente a prosperidade; quarta, compartilhar os frutos das cooperações, para que o navio beneficie os povos chinês e latino-americano”.

Confiante nos dados estatísticos e nas autoridades chinesas responsáveis pelo planejamento econômico do país, ele ainda afirmou: “Nos próximos cinco anos, o valor das importações da China atingirá os US$ oito trilhões, o país utilizará US$ 600 bilhões de capitais estrangeiros e investirá US$750 bilhões no exterior, e terá 700 milhões de turistas chineses ao estrangeiro. Tudo isso oferecerá mercados mais amplos, capitais mais suficientes, produtos mais ricos e oportunidades mais preciosas para os países latino-americanos e outros países em desenvolvimento do mundo. Sejam bem-vindos a pegar a carona do desenvolvimento da China e vamos realizar o desenvolvimento comum”.

O momento econômico de muitos países do continente americano é negativo e as incertezas no mercado global com a mudança de líderes de importantes nações podem favorecer o fortalecimento da presença chinesa na região. O Chile é um potencial porto de entrada de produtos chineses na região e, hoje, a relação China-Chile ultrapassa os 30 bilhões de dólares anuais, com grande potencial para aumentar estas cifras.

A visita do líder chinês aos países sul-americanos rendeu dezenas de acordos bilaterais, chegando alguns analistas a cogitar que o Brasil estaria deixando o posto de grande parceiro de Beijing, decorrente das incertezas geradas por problemas políticos e econômicos, bem como decorrentes das possíveis mudanças na linha de preferência dos atuais líderes em Brasília.

Conforme apontam especialistas, a China não pode ser ignorada no atual cenário econômico internacional. Seus pequenos resultados positivos resultam em confiança em investidores no mundo todo e cada passo dado pelas autoridades chinesas fora de seu país é muito bem planejada em médio prazo. No momento, apenas se pode esperar a virada de ano e os governos fecharem seus balanços, apresentando os resultados econômicos anuais que, geralmente, fecham no mês de março, assim será possível ter bases estatísticas para poder calcular, com maior grau de confiança, uma possível carona no desenvolvimento da China e poder abraçar as palavras do presidente Xi Jinping.

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ImagemChinese President Xi Jinping (C) attends the 24th APEC Economic Leaders Meeting in Lima, Peru, Nov. 20, 2016” (Fonte Reprodução Xinhua/Ju Peng):

http://news.xinhuanet.com/english/2016-11/24/c_135853704_2.htm

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ÁSIAECONOMIA INTERNACIONALNOTAS ANALÍTICASPOLÍTICAS PÚBLICASSociedade InternacionalTecnologia

[:pt]O boom da economia colaborativa e das atividades de crowdfunding na China[:]

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A economia colaborativa na China representa um mercado de US$ 299 bilhões, e estima-se que o setor apresente um crescimento anual médio de 40%, nos próximos cinco anos. A economia colaborativa consiste em negócios que utilizam a tecnologia para conectar pessoas que prestam determinado serviço, ou produzem determinado produto, com as pessoas que demandam tais atividades. Acessibilidade e credibilidade são os fatores determinantes para o sucesso de negócios nesta área, além de uma gestão eficiente de recursos de tecnologia da informação. Exemplos notórios desta modalidade incluem o serviço de alojamento Airbnb, o serviço de transportes Uber (que possui um análogo na China, a empresa Didi Kuaidi), ou mesmo o serviço de vendas Ebay.

Um importante conceito nesta área é que a divulgação de informações acerca da disponibilidade de bens ou serviços tende a elevar o valor dos mesmos, ao passo que estimula a demanda agregada. À medida que o poder aquisitivo da população chinesa continua a aumentar, novas potencialidades se apresentam para a economia colaborativa. Atualmente, existem 50 milhões de pessoas trabalhando em empresas ligadas a este setor e cerca de 500 milhões de pessoas que demandam estes serviços na China, segundo relatório oficial produzido pelo think tank governamental National Information Center.

A atuação da economia colaborativa apresenta desafios para os setores tradicionais e para o Governo, ao passo que a fluidez do conceito e da atuação destas empresas dificulta a capacidade de regulação da eficiência dos serviços prestados, dificultando igualmente a cobrança de impostos. Não obstante, o relatório produzido pelo Governo chinês é emblemático e possui um tom otimista, visando estimular o investimento neste setor. Aponta-se que a China possui 620 milhões de pessoas que utilizam celulares conectados a internet, além de uma grande parte de sua população que ainda deverá ser integrada a economia digital nos próximos anos.

O crowdfunding é outro ramo de atividades que vem apresentado crescimento na China, consistindo no financiamento de empreendimentos através de doações online. Até o final do ano de 2015, 283 plataformas financiaram 49.242 projetos desta modalidade no país. As plataformas chinesas de crowdfunding costumam possuir foco e atuação em áreas específicas. Outra característica importante é o costume de recompensar os doadores com brindes, tais como livros, entradas gratuitas para espetáculos, acesso a mídias digitais etc. Esta prática é mais comum na China do que nos mercados ocidentais, o que pode ser atribuído a características culturais.

Grandes empresas que atuam no mercado digital, tais como Baidu, Tencent, Alibaba, JD.com, estão lançando as suas próprias plataformas de crowdfunding. Estimativas do Banco Mundial afirmam que a China deverá ser capaz de angariar cerca de US$ 50 bilhões nesta modalidade até o ano de 2025, o que equivaleria a 52% da capacidade global.

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Imagem (Fonte):

https://c1.staticflickr.com/8/7572/15884660512_8d96f3a11a_b.jpg

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BLOCOS REGIONAISECONOMIA INTERNACIONALENERGIAEUROPAMEIO AMBIENTENOTAS ANALÍTICASPOLÍTICA INTERNACIONALPOLÍTICAS PÚBLICAS

[:pt]União Europeia dá novo impulso para a discussão sobre a governança internacional dos oceanos[:]

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Governança, proteção e uso sustentável. Essas foram as palavras-chaves dos discursos das autoridades europeias durante os eventos de alto nível realizados entre os dias 7 e 18 de novembro acerca da gestão do oceano e seus recursos. Foram três eventos independentes, mas que o próprio Karmenu Vella, Comissário Europeu para o Meio Ambiente, Assuntos Marítimos e Pesca, apontou que poderiam ser agrupados como a Semana da União Europeia (UE) para os Oceanos (EU Ocean Week).

captura-de-tela-2016-11-17-as-13-05-39O primeiro evento foi o Fórum sobre Energia Oceânica, ocasião em que a UE lançou o documento “Construindo a Energia Oceânica para a Europa”, relatório que traz orientação estratégica para a viabilização em larga escala desta modalidade de geração de energia para a Europa. O Documento prevê que, até 2050, 10% da eletricidade gerada na Europa pode ter como origem as variações propiciadas pelas ondas e marés. Adicionalmente, a energia oceânica poderia abrir um mercado anual de 53 bilhões de euros para a Europa, além de evitar anualmente a emissão de 276 milhões de toneladas de CO2.

No segundo evento, a Comissão Europeia divulgou o comunicado conjunto acerca da governança internacional dos oceanos, no qual ela propõe 50 ações para a gestão segura, limpa e sustentável do oceano na Europa e no mundo. Iniciativa que Vella  classificou como “chamado para uma ação internacional que visa atualizar o regulamento sobre o alto mar para o século XXI”. A ideia central do documento é pautar a governança internacional dos oceanos em torno de três prioridades: i. Aperfeiçoamento dos mecanismos de governança internacional dos oceanos; ii. Redução a pressão aplicada pelo ser humano nos oceanos e criar as condições para a sustentabilidade da Economia Azul; iii. Fortalecer a pesquisa e coleta de dados oceanográficos.

No texto, a Comissão deixa clara a multidisciplinariedade da iniciativa ao associar a nova agenda para a gestão dos oceanos com três pautas de ação prioritárias da UE: a. geração de empregos e investimentos para impulsionar a debilitada economia do Bloco;b. demonstração prática da postura proativa da UE no que tange ao cumprimento dos compromissos assumidos na sua Estratégia Global para Política Exterior e de Segurança; c. resposta europeia para Agenda 2030 das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável, em especial para a meta 14 sobre conservação e uso sustentável dos oceanos, mares e recursos marítimos.

O encerramento da “EU Ocean Week” ficou por conta da participação do Comissário Europeu na 22ª Conferência Quadro das Partes sobre Mudanças Climáticas (COP 22), realizada em Marrakesh, Marrocos, entre 7 e 18 de novembro. Vella participou da sessão “Economia do oceano e a África” delineando as perspectivas do crescimento sustentável da economia azul para a África e da sessão plenária de alto nível do Dia da Ação para o Oceano, na qual apresentou um balanço das mais recentes iniciativas do Bloco sobre a governança dos oceanos e conclamou os líderes mundiais a cooperarem em prol dessa causa global.

Com essas iniciativas a UE e seus membros reforçam o seu papel de liderança na discussão e cooperação interacional em torno dos assuntos marítimos, temática que traz consigo nuances econômicas e ambientais que muitas vezes ganham contornos estratégicos, como aconteceu recentemente no Mar do Sul da China e no Ártico.

Trazer esta discussão à tona durante a realização da COP 22 favorece o seu enquadramento como um caminho possível para combater as mudanças climáticas. No entanto, deve-se levar em conta que a questão da governança dos oceanos vem ganhando amplitude no cenário internacional, esboçando muitas vezes um ímpeto mais acirrado entre as partes.

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Imagem 1 Infographic the EU and the International Ocean Governance” (Fonte):

https://ec.europa.eu/maritimeaffairs/sites/maritimeaffairs/files/docs/body/eu-and-international-ocean-governance_en.pdf

Imagem 2 Infographic on International Ocean Governance” (Fonte):

https://ec.europa.eu/maritimeaffairs/sites/maritimeaffairs/files/docs/body/2015-international-ocean-governance_en.pdf

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AMÉRICA DO NORTEAMÉRICA LATINAECONOMIA INTERNACIONALNOTAS ANALÍTICASORGANIZAÇÃO INTERNACIONALPOLÍTICA INTERNACIONAL

[:pt]Brasil abre disputa contra Estados Unidos na OMC[:]

[:pt] O Brasil notificou na última sexta-feira, 11 de novembro, a Organização Mundial do Comércio (OMC), que abriu disputa comercial com os Estados Unidos da América (EUA), em virtude das barreiras impostas pelo Governo estadunidense…

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