ÁFRICAÁSIAECONOMIA INTERNACIONALNOTAS ANALÍTICAS

Petróleo em Moçambique é centro de atração de investimentos

Moçambique continua atraindo investimentos estrangeiros. Além de China, Japão e Índia empresários de Singapura também traçaram sua entrada neste país africano que dispõe de grandes jazidas de petróleo atraindo investidores. Empresas como Anadarko, Navantia e BP atuam na região realizando exploração, recuperação de plataformas, dentre outros serviços ligados a fontes de energia.

No caso de Singapura, a empresa “Jaya Holdings Ltd”, que atua na prestação de serviços marítimos em seu país, fechou um acordo com os moçambicanos para atuar em navios-plataformas. O contrato atual serve para o “Saya Vigilant”, navio plataforma que custará mais de 20 milhões de dólares.

Esta e as possíveis embarcações futuras que podem ser negociadas estarão equipadas com os últimos recursos tecnológicos disponíveis para navegação e para operarem com recursos energéticos. Deve-se ressaltar que o Vigilant será bem mais moderno que seu antecessor, o “Jaya Valour”, a primeira embarcação da empresa asiática em Moçambique, que deixou seus clientes satisfeitos em solo africano, por isso, são grandes as perspectivas de sucesso.

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Fonte consultada:

Ver:

http://www.macauhub.com.mo/pt/2013/08/28/navio-de-empresa-de-singapura-ruma-a-mocambique-para-apoiar-prospeccao-petrolifera/

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AMÉRICA LATINAECONOMIA INTERNACIONALNOTAS ANALÍTICAS

Divulgados os municípios brasileiros que mais realizaram exportações

O “Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior[1] (MDIC) anunciou os resultados dos municípios brasileiros que mais exportaram até julho deste ano (2013). Os cinco com maior volume de exportação de janeiro a julho foram: Parauapebas-PA (US$ 5,271 bilhões), São Paulo-SP (US$ 5,201 bilhões), Santos-SP (US$ 3,880 bilhões), Rio de Janeiro-RJ (US$ 3,413 bilhões) e Angra dos Reis-RJ (US$ 3,024 bilhões).

De acordo com a nota do MDIC, o município de Parauapebas-PA registra também o maior superávit comercial do período, com US$ 5,112 bilhões, seguido por Santos-SP (US$ 3,088 bilhões), Nova Lima-MG (US$ 2,082 bilhões), Paranaguá-PR (US$ 1,736 bilhão) e Anchieta-ES (US$ 1,724 bilhão).

Por outro lado, os municípios que mais importaram nos primeiros sete meses de 2013 foram: São Sebastião-SP (US$ 8,697 bilhões), seguido de Manaus-AM (US$ 7,933 bilhões), São Paulo-SP (US$ 7,811 bilhões), Rio de Janeiro-RJ (US$ 5,892 bilhões) e São Luís-MA (US$ 3,967 bilhões).

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Fonte Consultada:

[1] Ver:

http://www.mdic.gov.br/sitio/interna/noticia.php?area=5&noticia=12608

ÁFRICAÁSIAECONOMIA INTERNACIONALNOTAS ANALÍTICAS

Tailândia busca estreitar relações em Moçambique

Moçambique é um dos principais centros de investimento asiático no continente africano. China, Índia e Japão são grandes nações que investem em vários setores, como infra-estrutura, energia e agricultura, mas, neste país os tailandeses também buscam o seu espaço.

Sem uma gama de investimentos forte como o de seus vizinhos asiáticos, a Tailândia está entrando no país africano pelo setor hoteleiro. Com as constantes viagens de executivos estrangeiros para lá, o setor de hotelaria aparece como boa opção para investimentos.

Atualmente, o grupo “Minor Hotel” está estabelecendo parcerias com diversas empresas para poderem desfrutar do mercado africano, como é o caso da parceria com a “Rani Investiment”, empresa dos “Emirados Árabes Unidos”. Moçambique vem se desenvolvendo de forma atrativa para os investidores, com suas cidades sendo modernizadas e com a presença de empresas estrangeiras atuando em amplas áreas econômicas, por isso, o setor hoteleiro precisará acompanhar os demais segmentos que estão crescendo.

Com sua presença em Moçambique, o grupo Minor marca presença em 14 países, aumentando sua rede de estabelecimentos hoteleiros pelo mundo. A parceria com a “Rani Investiment”, por sua vez, poderá lhe render negócios lucrativos no lugar e poderá se estender para outras regiões do continente africano.

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Fonte consultada:

Ver:

http://www.macauhub.com.mo/pt/2013/08/23/grupo-hoteleiro-da-tailandia-entra-no-mercado-hoteleiro-de-mocambique-2/

ECONOMIA INTERNACIONALFÓRUNS INTERNACIONAISNOTAS ANALÍTICAS

CPLP poderá criar bloco para ampliar o desenvolvimento da mineração

O diretor do “Museu de Geologia moçambicano” (MNG), Luís Costa Junior, declarou[1] que a “Comunidade dos Países da Língua Portuguesa” (CPLP) em breve poderá criar um bloco de mineração para ampliar o desenvolvimento da indústria mineira e geológica.

Costa Junior informou ter participado recentemente de uma reunião em Lisboa onde se tratou, entre vários assuntos, da criação de um bloco de indústria mineira para a CPLP. Foram ressaltados Moçambique e Angola como zonas de expansão industrial à nível mundial e devem servir de espelho para outros países lusófonos.

Até o momento, a CPLP não se manifestou oficialmente sobre o assunto, mas o setor da mineração é considerado prioritário na “Confederação Empresarial da CPLP[2].

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Fontes Consultadas:

[1] Ver:

http://noticias.sapo.mz/aim/artigo/876322082013125106.html

[2] Ver:

http://www.cecplp.org

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ÁFRICAÁSIAECONOMIA INTERNACIONALNOTAS ANALÍTICAS

Empresas indianas aumentam a participação no petróleo angolano e moçambicano

Angola e Moçambique vem se destacando entre os países africanos no quesito de atração de investimentos asiáticos. China, Japão, Índia, dentre outros países da região, vem aumentando sua parcela de investimentos em Angola em diversos setores da econômica local.

Nesta semana, o grupo indiano “ONGC Videsh”, lançou uma nota oficial informando suas intenções em adquirir 10% do “Bloco Área 1”, que, hoje, pertence a empresa estadunidense “Anadarko Petroleum”, em Moçambique. A corporação indiana pertence ao grupo estatal “Oil and Natural Gas Corporation(ONGC), que também está otimista com a aquisição.

Citado pelo jornal indiano “The Economic Times”, DK Sarraf declarou: “Apresentamos uma proposta para a compra dos 10% do grupo Anadarko Petroleum e desta vez estamos a concorrer isoladamente, sem a participação da Oil India Ltd. (OIL)[1].

Atualmente a “ONGC Videsh”, juntamente com a “Oil India LTD”, comprou 10% de participação do Bloco da “Bacia do Rovuma”. As empresas indianas vem se unindo por interesses comuns na África. Essas mesmas empresas, em parceria com a “Bharat Petroleum”, possuem, cada uma, 10% de participação das bacias moçambicanas, superando os 15% da estatal de Moçambique, a “Empresa Nacional de Hidrocarbonetos”, que detém 15% de ações. Além delas, a japonesa “Mitsui & Co” é proprietária de outros 20%.

Analistas apontam que, no longo prazo, a aquisição pelos indianos de outras participações menores de empresas estrangeiras, tende a deixá-los com mais de 50% das participações das Bacia em Moçambique.

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Fontes consultadas:

[1] Ver:

http://www.macauhub.com.mo/pt/2013/08/16/grupo-ongc-da-india-quer-comprar-mais-10-de-bloco-petrolifero-em-mocambique/

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Ver também:

http://www.rigzone.com/news/oil_gas/a/127306/Oil_India_ONGC_to_Buy_Mozambique_Gas_Stake_Kazakh_Deal_Looms

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ÁFRICAÁSIAECONOMIA INTERNACIONALMEIO AMBIENTENOTAS ANALÍTICASPOLÍTICAS PÚBLICAS

Primeira fábrica de painéis solares começará a funcionar em Moçambique com apoio indiano

No próximo mês de outubro, começará a funcionar a primeira fábrica de painéis solares em Moçambique. Para o início do empreendimento foi obtido um investimento de 13 milhões de dólares do “Banco de Exportações e Importações da Índia” (ExIm).

De acordo com o portal de notícias “Macauhub[1], a fábrica localizada em Beluluane (“Distrito de Boane”, na província de Maputo, Sul de Moçambique), que pertence ao “Fundo Nacional de Energia” (FUNAE), foi construída em cooperação com o governo indiano.

Em um terreno de dois hectares começará a funcionar esta fábrica de painéis solares que abastecerão diversas zonas remotas do país.
De acordo com a nota[1], a unidade fabril produzirá módulos fotovoltaicos solares com capacidade de cinco megawatts cada e gerará imediatamente emprego a 80 jovens, dos quais 70 são de origem moçambicanas e os restantes  expatriados.

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Fonte Consultada:

[1] Ver:

http://www.macauhub.com.mo/pt/2013/08/12/mocambique-vai-produzir-paineis-solares-a-partir-de-outubro-com-apoio-da-india/