ÁSIAECONOMIA INTERNACIONALEURÁSIANOTAS ANALÍTICAS

Rússia fornecerá gás para a China

A Rússia e a China fecharam um “Acordo de Cooperação na área de gás natural. Com este acerto, os chineses receberão gás russo via “Rota Oriental”. Durante a cúpula do G20, realizada em “São Petersburgo”, o presidente chinês, Xi Jinping se encontrou com seu homólogo russo, Vladimir Putin, e acertaram os termos desta cooperação. Os pontos que foram assinados integram as áreas de Energia, Aeronáutica e “Tecnologia Militar”.

Chineses e russos mantém boas relações nas últimas décadas, vem trabalhando juntos em diversas áreas tanto de suas economias, como de sua políticas externas. Com esse Acordo, além de fornecer gás para seu vizinho asiático, a Rússia ganha apoio de Beijing na organização da “8a Cúpula do G20”. Vale ressaltar que os países também estão estudando meios para enfrentar desastres naturais, como as inundações que lhes atingiram neste ano, e também maneiras de compartilhar informações hidráulicas.

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Fonte consulta:

Ver:

http://portuguese.cri.cn/1721/2013/09/05/1s172041.htm

Ver:

http://portuguese.ruvr.ru/news/2013_09_05/russia-e-china-assinam-acordo-de-fornecimentos-de-gas-russo-0680/

ÁFRICAAMÉRICA LATINAECONOMIA INTERNACIONALNOTAS ANALÍTICAS

Brasil firma acordos para exportar máquinas de uso agrícola para países africanos

No dia 28 de agosto, durante a “Exposição Internacional de Animais, Máquinas, Implementos e Produtos Agropecuários” (Expointer), no estado brasileiro do “Rio Grande do Sul”, o secretário-executivo do “Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior” (MDIC), Ricardo Schaefer, assinou “Memorandos de Entendimento” com os países africanos de Senegal e Zimbábue.

Segundo o MDIC[1], nos acordos firmados foi ressaltado o compromisso entre estes governos para dar garantias ao financiamento das exportações brasileiras de máquinas e equipamentos de uso agrícola, por meio do “Programa de Financiamento às Exportações” (Proex).

Schaefer destacou que os acordos “viabilizam importantes trocas comerciais com o continente africano[1]. Por sua vez, o ministro das Finanças de Senegal, Amandou Kane afirmou que o seu país se inspira no modelo do agronegócio brasileiro e busca implementar melhorias nas áreas de sementes, cultivo, irrigação e mecanização do campo. O Ministro senegalês acredita que os equipamentos brasileiros são os melhores para Senegal porque possuem a tecnologia certa para o uso no seu país.

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Fonte Consultada:

[1] Ver:

http://www.mdic.gov.br/sitio/interna/noticia.php?area=1&noticia=12630

 

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ÁFRICAÁSIAECONOMIA INTERNACIONALNOTAS ANALÍTICAS

Petróleo em Moçambique é centro de atração de investimentos

Moçambique continua atraindo investimentos estrangeiros. Além de China, Japão e Índia empresários de Singapura também traçaram sua entrada neste país africano que dispõe de grandes jazidas de petróleo atraindo investidores. Empresas como Anadarko, Navantia e BP atuam na região realizando exploração, recuperação de plataformas, dentre outros serviços ligados a fontes de energia.

No caso de Singapura, a empresa “Jaya Holdings Ltd”, que atua na prestação de serviços marítimos em seu país, fechou um acordo com os moçambicanos para atuar em navios-plataformas. O contrato atual serve para o “Saya Vigilant”, navio plataforma que custará mais de 20 milhões de dólares.

Esta e as possíveis embarcações futuras que podem ser negociadas estarão equipadas com os últimos recursos tecnológicos disponíveis para navegação e para operarem com recursos energéticos. Deve-se ressaltar que o Vigilant será bem mais moderno que seu antecessor, o “Jaya Valour”, a primeira embarcação da empresa asiática em Moçambique, que deixou seus clientes satisfeitos em solo africano, por isso, são grandes as perspectivas de sucesso.

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Fonte consultada:

Ver:

http://www.macauhub.com.mo/pt/2013/08/28/navio-de-empresa-de-singapura-ruma-a-mocambique-para-apoiar-prospeccao-petrolifera/

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AMÉRICA LATINAECONOMIA INTERNACIONALNOTAS ANALÍTICAS

Divulgados os municípios brasileiros que mais realizaram exportações

O “Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior[1] (MDIC) anunciou os resultados dos municípios brasileiros que mais exportaram até julho deste ano (2013). Os cinco com maior volume de exportação de janeiro a julho foram: Parauapebas-PA (US$ 5,271 bilhões), São Paulo-SP (US$ 5,201 bilhões), Santos-SP (US$ 3,880 bilhões), Rio de Janeiro-RJ (US$ 3,413 bilhões) e Angra dos Reis-RJ (US$ 3,024 bilhões).

De acordo com a nota do MDIC, o município de Parauapebas-PA registra também o maior superávit comercial do período, com US$ 5,112 bilhões, seguido por Santos-SP (US$ 3,088 bilhões), Nova Lima-MG (US$ 2,082 bilhões), Paranaguá-PR (US$ 1,736 bilhão) e Anchieta-ES (US$ 1,724 bilhão).

Por outro lado, os municípios que mais importaram nos primeiros sete meses de 2013 foram: São Sebastião-SP (US$ 8,697 bilhões), seguido de Manaus-AM (US$ 7,933 bilhões), São Paulo-SP (US$ 7,811 bilhões), Rio de Janeiro-RJ (US$ 5,892 bilhões) e São Luís-MA (US$ 3,967 bilhões).

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Fonte Consultada:

[1] Ver:

http://www.mdic.gov.br/sitio/interna/noticia.php?area=5&noticia=12608

ÁFRICAÁSIAECONOMIA INTERNACIONALNOTAS ANALÍTICAS

Tailândia busca estreitar relações em Moçambique

Moçambique é um dos principais centros de investimento asiático no continente africano. China, Índia e Japão são grandes nações que investem em vários setores, como infra-estrutura, energia e agricultura, mas, neste país os tailandeses também buscam o seu espaço.

Sem uma gama de investimentos forte como o de seus vizinhos asiáticos, a Tailândia está entrando no país africano pelo setor hoteleiro. Com as constantes viagens de executivos estrangeiros para lá, o setor de hotelaria aparece como boa opção para investimentos.

Atualmente, o grupo “Minor Hotel” está estabelecendo parcerias com diversas empresas para poderem desfrutar do mercado africano, como é o caso da parceria com a “Rani Investiment”, empresa dos “Emirados Árabes Unidos”. Moçambique vem se desenvolvendo de forma atrativa para os investidores, com suas cidades sendo modernizadas e com a presença de empresas estrangeiras atuando em amplas áreas econômicas, por isso, o setor hoteleiro precisará acompanhar os demais segmentos que estão crescendo.

Com sua presença em Moçambique, o grupo Minor marca presença em 14 países, aumentando sua rede de estabelecimentos hoteleiros pelo mundo. A parceria com a “Rani Investiment”, por sua vez, poderá lhe render negócios lucrativos no lugar e poderá se estender para outras regiões do continente africano.

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Fonte consultada:

Ver:

http://www.macauhub.com.mo/pt/2013/08/23/grupo-hoteleiro-da-tailandia-entra-no-mercado-hoteleiro-de-mocambique-2/

ECONOMIA INTERNACIONALFÓRUNS INTERNACIONAISNOTAS ANALÍTICAS

CPLP poderá criar bloco para ampliar o desenvolvimento da mineração

O diretor do “Museu de Geologia moçambicano” (MNG), Luís Costa Junior, declarou[1] que a “Comunidade dos Países da Língua Portuguesa” (CPLP) em breve poderá criar um bloco de mineração para ampliar o desenvolvimento da indústria mineira e geológica.

Costa Junior informou ter participado recentemente de uma reunião em Lisboa onde se tratou, entre vários assuntos, da criação de um bloco de indústria mineira para a CPLP. Foram ressaltados Moçambique e Angola como zonas de expansão industrial à nível mundial e devem servir de espelho para outros países lusófonos.

Até o momento, a CPLP não se manifestou oficialmente sobre o assunto, mas o setor da mineração é considerado prioritário na “Confederação Empresarial da CPLP[2].

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Fontes Consultadas:

[1] Ver:

http://noticias.sapo.mz/aim/artigo/876322082013125106.html

[2] Ver:

http://www.cecplp.org

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