ECONOMIA INTERNACIONALEUROPANOTAS ANALÍTICAS

“Comissão Europeia” lança programa para apoiar pequenas e médias empresas da “Europa Oriental”

Segundo o comunicado de imprensa[1] feito pela “Comissão Europeia”, ontem, dia 1o de julho, foi adotado um Programa para apoiar asPequenas e Médias Empresas” (PME), bem como as oportunidades comerciais nos países daParceria Oriental” (PO) situados na região europeia.

O “Comissário para o Alargamento e a Política Europeia de Vizinhança”, Štefan Füle, declarou que os “vizinhos orientais têm sido duramente atingidos pela crise econômica. Pequenas e médias empresas podem desempenhar um papel fundamental na geração de empregos e crescimento econômico, porque eles respondem rapidamente às oportunidades criadas pelo mercado. Por isso, é nossa tarefa crucial para apoiar as pequenas empresas na região da Parceria Oriental[1].

A PO é uma iniciativa da UE lançada na “Cimeira de Praga[2], em maio de 2009, e tem como objetivo aprofundar e fortalecer as relações entre a UE e os seus seis vizinhos do Leste: Armênia, Azerbaijão, Bielorrússia, Geórgia, Moldávia e Ucrânia. Esta parceria fortalece as relações bilaterais entre a UE e os seus parceiros da “Europa Oriental” e representa a dimensão oriental da “Política Europeia de Vizinhança”.

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Fontes Consultadas:

[1] Ver:

http://europa.eu/rapid/press-release_IP-13-632_en.htm

[2] Ver:

http://ec.europa.eu/europeaid/easternpartnership

ECONOMIA INTERNACIONALFÓRUNS INTERNACIONAISNOTAS ANALÍTICAS

Ações dos “Bancos Centrais” do mundo aumentou a capacidade de ação do “Mercado Financeiro Global” entre 2012 e 2013

Na última semana, o “Banco Internacional de Compensações” publicou o seu “83º Relatório Anual”. O Banco, mais conhecido como BIS (do inglês, “Bank for International Settlements”), foi criado em 1930 como uma entidade intergovernamental capaz de atender às compensações que a Alemanha deveria pagar em reparação aos danos da “I Guerra Mundial”.

Hoje, ele conta com 60 países membros: além dos oito países originais do tratado (Alemanha, Bélgica, Reino Unido, Itália, Japão, Estados Unidos e Suíça), atualmente o BIS conta com membros de todos os continentes[1], e se destina a atender os “Bancos Centrais” (BCs) ou autoridades monetárias dos seus países-membros.

O “Relatório Anual do BIS” é uma das principais fontes de informação a respeito da saúde do sistema financeiro mundial, por agregar diversas informações fornecidas pelos seus membros. Uma das suas seções mais importantes é a seção que fala dos últimos doze meses anteriores à sua publicação, criando um cenário interessante a respeito da economia mundial.

Segundo o documento, que engloba o ano fiscal entre Julho de 2012 e Junho de 2013, os últimos 12 meses foram de baixo crescimento em todo o mundo. Por esta razão, a opção de muitos BCs ou “Autoridades Monetárias” foi a de reduzir suas políticas de estímulo às suas economias e aqueles que não puderam fazer aliviaram a sua política monetária “mudando os seus alvos, e alterando a estrutura de suas compras de ativos, além de focar em canais específicos dentro do mecanismo de transmissão monetária internacional[2]. Assim, um fluxo monetário grande deixou os países mais ricos em direção às economias em desenvolvimento, causando grande pressão monetária nestes países e o aumento da pressão cambial dos mesmos. Entre os países que tomaram esta política, podemos citar a Índia, o Brasil e a China, além da República Tcheca, Hungria, México e Polônia.

Finalizando sua discussão a respeito da atuação dos BCs no mundo, o BIS afirma que estas ações mantiveram o funcionamento do mercado financeiro. Sobretudo no segundo semestre, as políticas monetárias dos países-membros da Organização tiveram como objetivo impedir a fuga de capitais, tendo obtido sucesso em manter o fluxo internacional de divisas, embora os resultados destas políticas tenham sido muito diferentes em diversas economias. Por fim, o Banco afirma que, apesar destas políticas, o futuro financeiro global ainda é instável e imprevisível.

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Imagem Banco Internacional de Compensações articula as atividades dos Bancos Centrais de seus países-membros” (Fonte):

http://www.bis.org/images/history/Botta.jpg

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Fonte consultada:

[1] A lista de países-membro do BIS pode ser acessada através do website institucional do BIS (Ver):

http://www.bis.org/cbanks.htm

[2] Ver (em inglês a totalidade do Relatório, podendo observá-lo por capítulos. A política Monetária está no capítulo VI):

http://www.bis.org/publ/arpdf/ar2013e.htm

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Ver também:

http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,a-vez-dos-governos-,1047084,0.htm

ECONOMIA INTERNACIONALFÓRUNS INTERNACIONAISNOTAS ANALÍTICAS

Dilma dedica-se à criação do “Fundo dos BRICS”

No dia 24 de junho de 2013, segunda-feia passada, a presidenta brasileira Dilma Rousseff contatou, via telefone, o Chefe de Estado chinês, Xi Jinping, no intuito de acelerar as tratativas, bem como a implementação do denominado “Fundo dos BRICS” (fundo planejado pelo grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e “África do Sul”).

A ideia de criação de um “Fundo Monetário de Reservas” do grupo – quase nos mesmos moldes do “Fundo Monetário Internacional” (FMI) – era discutida há tempos pelos integrantes, todavia, o seu marco pôde ser verificado em 26 de março de 2013, quando os representantes das cinco nações reuniram-se em Durban (África do Sul) e propuseram a constituição de um “Fundo” no montante de US$ 100 bilhões, como forma de se protegerem de eventuais crises de liquidez geradas na seara internacional.

O grupo reúne-se anualmente e o tema central do encontro deste ano foi debater questões atinentes à criação de um “Banco do Desenvolvimento”, além do “Fundo de Reservas” para proteção contra crises. A importância do evento pode ser vislumbrada na assertiva do “Ministro da Fazendabrasileiro, Guido Mantega: “Essas reuniões são para estreitar os laços e descobrir complementaridades para que nós possamos crescer juntos enquanto os países avançados resolvem os seus problemas[1].

O “Governo Brasileiro” também pretende contatar, com a maior brevidade possível, os Mandatários dos demais países: Vladimir Putin (Rússia), Pranab Mukherjee (Índia) e Jacob Zuma (África do Sul). A expectativa da “Presidenta Brasileira” é que haja aprovação da proposta até o mês de julho próximo. Sendo assim, será necessário aguardar para ver o resultado das negociações.

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Imagem (Fonte):

http://igepri.org/news/wp-content/uploads/2013/03/bricsdurban21.jpg

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Fontes consultadas:

Ver [1]:

http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/noticia/2013/03/brics-se-reunem-na-africa-do-sul-e-criam-fundo-contra-crises-de-liquidez.html

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Ver também:

http://economia.estadao.com.br/noticias/economia-brasil,brics-aprovam-criacao-de-fundo-comum-no-valor-de-us-100-bi,148463,0.htm

Ver também:

http://operamundi.uol.com.br/conteudo/noticias/29633/dilma+quer+acelerar+criacao+de+fundo+dos+brics.shtml

       

ECONOMIA INTERNACIONALEUROPANOTAS ANALÍTICAS

Cortes no orçamento da “União Europeia”

Nesta última quarta-feira (25 de junho de 2013), a “Comissão Europeia” (CE) informou, através de um comunicado oficial, a aprovação do projeto de orçamento da União Europeia” (UE) para o ano de 2014[1]. Contudo, a proposta inicial de 1 trilhão de euros fora barrada pelo “Conselho da União Europeia”, sob a presidência da Irlanda, e pelo “Parlamento Europeu” (PE), sofrendo um corte de 6%.

As negociações referentes ao orçamento da UE foram marcadas por inúmeras críticas por parte dos parlamentares europeus acerca da postura mantida pela presidência irlandesa, que havia anunciado unilateralmente o fechamento de um Acordo orçamentário, no dia 19 de junho de 2013[2]. Vale ressaltar que a aprovação do orçamento da UE deve ser feito em conjunto, tanto pelo Conselho da UE como pelo PE.

De acordo com Alain Lamassoure, eurodeputado de origem francesa e chefe das negociações acerca do orçamento da União, “alguns membros da delegação do Parlamento Europeu têm sérias reservas [ao projeto de orçamento para 2014], é por isso que eu não poderia dar ‘o acordo’ de todo o parlamento[3].

Para o Comissário europeu para assuntos orçamentários, Janusz Lewandowski, a CE apresentou este projeto de orçamento hoje, porque o Tratado de Lisboa afirma claramente que a Comissão deve fazer isso até 1º de Julho, o mais tardar. (…) No entanto, vamos ajustar a nossa proposta, mais tarde, à luz do resultado final sobre o 2014-2020 Multiannual Financial Framework (MFF)*[1].

Os Fundos para a promoção de uma estrutura de coesão entre os países da UE, que geralmente são destinados aos países mais pobres do bloco, será a área do orçamento que mais sentirá o impacto dos cortes, com uma redução de €47,6 bilhões – cerca de 13,5%. Ademais, gastos com o meio ambiente e a política comum agrícola sofrerão, de acordo com o projeto orçamentário, um corte de 4,7%[4].

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* Uma estrutura financeira e orçamentária, criada a cada sete anos, para regular o orçamento anual da “União Europeia”. Define a quantidade máxima de gastos anuais para cada ‘área’ da política europeia.

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Fontes consultadas:

[1] Ver:

http://europa.eu/rapid/press-release_IP-13-606_en.htm

[2] Ver:

http://www.consilium.europa.eu/uedocs/cms_data/docs/pressdata/EN/genaff/137532.pdf

[3] Ver:

http://euobserver.com/news/120584

[4] Ver:

http://euobserver.com/news/120654

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Wang Dian Xing assume a “Presidência da Câmara Brasil-China de Desenvolvimento Econômico”

Neste último final de semana, a “Câmara Brasil-China de Desenvolvimento Econômico” (CBCDE) realizou a cerimônia de posse de seu novo presidente, Wang Dian Xing. O Evento ocorreu na “Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo” (ALESP), contando com a presença de convidados representando a Assembléia e convidados da Câmara.

Wang Dian Xing afirmou em seu discurso: “Nos últimos 12 anos a CBCDE realizou muitos trabalhos na promoção do comércio bilateral e do conhecimento mútuo entre os dois países. Nesta nova gestão não será diferente, lutaremos para aumentar ainda mais a influência e fortalecer suas bases[1].

A CBCDE é umas das entidades chinesas que promovem as relações Brasil-China em território paulista e nacional. Suas últimas atividades estiveram relacionadas com o intercâmbio cultural, além de Eventos ligados à economia e ao comércio. Ela espera aprofundar seus projetos e criar novos para aumentar o intercâmbio Brasil-China ainda em 2013.

A “Assembléia Legislativa de São Paulo”, nos últimos anos, tornou-se palco para Cerimônias de diversas entidades orientais, nelas já foram realizado eventos de posse presidenciais de ONGs como a “JCI Brasil-China”* e “JCI Brasil-Japão”*, fortalecendo os laços do Estado e da cidade de São Paulo para as organizações e para o empresariado oriental.

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* JCI (Junior Chamber International) apresenta-se em seu site da seguinte forma:

A JCI é uma associação mundial de pessoas jovens de dezoito a quarenta anos de idade, que buscam no aprimoramento individual as bases para o desenvolvimento de suas comunidades.

A JCI não tem cor racial, religiosa ou política e tem sido definida como “uma organização educacional suplementar” na qual os jovens de uma comunidade podem associar-se dentro de um espírito de companheirismo e compreensão para desenvolver uma consciência cívica em seus membros, através de uma participação ativa em projetos construtivos que beneficiam a comunidade.

A JCI se utiliza da energia e do entusiasmo dos jovens para desenvolver seu espírito de iniciativa e liderança defendendo a liberdade de empresa, os direitos do indivíduo, estimulando a fraternidade entre os homens e servindo a humanidade, sob a égide da liberdade e da democracia.

A JCI congrega mais de 200.000 jovens em 110 países e territórios. As organizações locais (capítulos) estão espalhadas por mais de 6.000 comunidades”.

Ver site da entidade:

http://www.jci.org.br/conheca-a-jci/quem-somos

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Fonte consultada (Press Release da CBCDE):

[1] Ver resumo:

http://cbcde.tempsite.ws/home/noticia-detalhe/Geral/Solenidade-marca-posse-da-nova-direcao-da-CBCDE

AMÉRICA LATINAECONOMIA INTERNACIONALNOTAS ANALÍTICAS

UNASUR plantea la creación del “Fondo Monetario del Sur”

De acuerdo a declaraciones del “Canciller de Ecuador”, Ricardo Patiño, la “Unión de Naciones Suramericanas” (UNASUR) prevé en el futuro la constitución de un fondo de reservas propio, con el objetivo de atender emergencias de los miembros del bloque. Además, detalló que estaría constituido por aportes de los propios países. En relación a la dinámica de funcionamiento, explicó que serviría cuando “un país tiene un problema de balanza de pagos, problema de exportaciones o de diversa naturaleza y necesita para el corto plazo, para los próximos seis meses, financiar el hueco presupuestario que pueda tener[1].

La iniciativa lleva la intención de profundizar la integración financiera de la región, luego de la creación del “Sistema Único de Compensación Regional” (SUCRE) y del “Banco del Sur”. Todo ello, en el marco del “Primer Consejo de Ministros del Banco del Sur”, que se realizó en Caracas (Venezuela) el miércoles 12 de junio pasado. Patiño también argumentó que “puede servir para sacar de apuros a un país pequeño o grande y no tener que someterse a los dictados y a las condicionalidades del Fondo Monetario Internacional[2], sugiriendo una crítica a este organismo.

En lo que respecta a la puesta en funcionamiento del Banco del Sur”, las delegaciones de Argentina, Brasil, Bolivia, Ecuador, Paraguay, Uruguay y Venezuela (que lo integran) acordaron ayer detalles operativos, como los concerniente a los montos que aportarán cada uno de los miembros. El objetivo de este mecanismo es también constituirse como una alternativa a los organismos multilaterales de crédito, para promover proyectos de desarrollo social. Así, con su constitución definitiva se convierte en el brazo financiero de la UNASUR, cumpliendo un objetivo ya trazado en 2007 por los ex Presidentes de Argentina y Venezuela, Néstor Kirchner y Hugo Chávez[3].

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Imagen La UNASUR se plantea como objetivo la constitución de mecanismos financieros de auxilio para la región” (Fuente):

http://www.copppal.org.ar/analisis-de-coyuntura/reunion-extraordinaria-de-jefas-y-jefes-de-estado-y-de-gobierno-de-la-union-de

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Fuentes consultadas:

[1] Ver:

http://www.telam.com.ar/notas/201306/20588-ecuador-planteo-la-creacion-de-un-fondo-monetario-del-sur.html

[2] Ver:

http://fenix951.com.ar/2013/noticia.asp?id_noticia=111274

[3] Ver:

http://noticias.lainformacion.com/economia-negocios-y-finanzas/instituciones-economicas-internacionales/los-ministros-de-economia-se-reunen-para-poner-en-marcha-el-banco-del-sur_ULobWAUsy9n2HmRVtwnX66/

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