AMÉRICA LATINACOOPERAÇÃO INTERNACIONALNOTAS ANALÍTICAS

Migraciones, el reto para la política pública en Latinoamérica

En la actualidad las migraciones constituyen un fenómeno en aumento en Latinoamérica, factor de suma relevancia debido a los efectos que genera en las poblaciones receptoras y para el migrante que en muchas ocasiones se encuentra en una condición vulnerable. Sin embargo, hay poca información acerca de las variables sociales, demográficas y culturales. Cabe destacar que la migración es un tema clave para el desarrollo de varios países Latinoamericanos y que el diseño de políticas públicas puede conseguir atender las causas, además de poder brindar una protección al migrante.

Migrantes Centroamericanos en Estados Unidos

De esta manera, uno de los temas que a corto plazo necesita una respuesta temprana y en bloque, tiene que ver con el éxodo de venezolanos, lo cual resulta un reto para las naciones Latinoamericanas. De acuerdo con datos entregados por la ONU se estima que 2,4 millones de venezolanos han dejado sus lugares de origen, de los cuales por lo menos un millón se encuentra en el vecino país Colombia. En la actualidad, los gobiernos de cada país determinan la condición de cada persona, ya sea refugiado, residente temporal o permanente. En la actualidad las fronteras de Venezuela son foco de tensión en la que existen disputas entre grupos armados ilegales.

En el caso de Colombia, el conflicto armado proveniente por la confrontación de diversos grupos armados ha generado en las últimas décadas, que miles de colombianos hubiesen buscado refugio en Ecuador, Chile, Venezuela y en otras condiciones hacia Estados Unidos o Europa. En la actualidad, una parte de la población que migra desde Venezuela hacia Colombia es de padres colombianos o han decidido regresar a su país de nacimiento. Colombia es uno de los países con mayor número de migrantes internos, cerca de 8 millones, lo que representa cerca del 20% de la población de este país.

Chile, por su parte es un país popular para migrantes Latinoamericanos. En la actualidad cerca de un millón de extranjeros residen en su territorio, de los cuales por lo menos 300 mil lo están en condición irregular. Chile resulta atractivo por las oportunidades económicas y de seguridad, además es relativamente fácil emigrar al país sudamericano.

En Centroamérica, desde que Donald Trump asumió la presidencia de Estados Unidos, ha desatado una permanente inestabilidad en la región, esto debido a la construcción de un muro fronterizo en la frontera con México, amenazado inversionistas, puesto en duda el tratado de libre comercio de loa países de américa del norte y aumentados aranceles a diversos productos, este último aspecto para muchos analistas ha generado una guerra económica entre las principales potencias.

Pero a pesar de la construcción del muro en la frontera entre Estados Unidos y México, la presión migratoria continúa siendo enorme, la crisis humanitaria en los países centroamericanos, existente desde hace décadas se mantiene y al no ser atacadas las causas como son la miseria y la violencia, se estima un aumento en el número de migrantes. Un aspecto que suele dejarse de lado tiene que ver con la vulnerabilidad que sufren diversos grupos poblacionales, sobre esto se estima que 2 de cada 3 mujeres que ha intentado cruzar el paso fronterizo ha sido violada.

Por su parte, Brasil, debido a la inmensidad de su territorio y al idioma, mantiene una constante migración al interior del país. Otro importante segmento de su población decide migrar hacia países en Europa, también Estados Unidos y Australia. Se cree que esto puede tener a mediano plazo un efecto en el relevo generacional, luego que es una significativa población joven especializada que decide migrar del gigante Latinoamericano.

En el mapa migratorio Latinoamericano; son los indígenas, las mujeres y los menores no acompañados, quienes se ven más expuestos a grupos armados, violencia, explotación sexual o a los llamados coyotes. Enfrentando dificultades en su salud, redes de tratas y en muchas ocasiones una difícil inserción laboral de los países de acogida.

En la mayoría de los países Latinoamericanos se carece de una política migratoria oficial, tampoco existe un marco común y en muchos casos se tiene un limbo jurídico debido a la carencia de protocolos migratorios. De esta manera se tiene como referencia algunas cumbres, que en algunos casos no han sido ratificadas, y acuerdos bilaterales entre países.

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Fuentes das Imágenes:

Imagen 1 Migración en Latinoamérica” (Fuentes):

https://es.wikipedia.org/wiki/Am%C3%A9rica_Latina

Imagen 2 Migrantes Centroamericanos en Estados Unidos” (Fuentes):

https://www.alainet.org/es/articulo/185911

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Os 190 anos do estabelecimento das relações diplomáticas entre Brasil e Rússia

No dia 3 de outubro (2018), comemorou-se o 190º aniversário do estabelecimento das relações diplomáticas entre o Brasil e o Estado russo. Os dois países têm, portanto, uma história de aproximação que data desde 1828, sendo o Brasil o primeiro país da América Latina a formalizar tal arranjo com a Rússia. Em grande parte deste período tal associação prevaleceu, tendo sido interrompida em apenas duas ocasiões: em 1917, após a Revolução Russa, sendo reafirmada em 1945; e em 1947, no governo Dutra, tendo essa situação sido resolvida em 1958, com o governo de Juscelino Kubitscheck.

À parte dessas duas ocasiões, pode-se afirmar que as relações entre os dois países são estáveis e vêm se tornando cada vez mais próximas, principalmente desde a década de 1990. A partir desse momento, em 1997 foi criada a Comissão de Alto Nível de Cooperação (CAN), foro de diálogo e concertação política, que se responsabiliza pelo acompanhamento das relações bilaterais Brasil-Rússia. Em 2002, chegou-se ao patamar de “Parceria Estratégica” e, em 2004, celebrou-se a “Aliança Tecnológica” entre eles. Assim, ao longo dos anos 2000, houve vários encontros presidenciais e ministeriais que foram essenciais para o avanço das relações entre os Governos do Brasil e da Rússia.

Os líderes do BRICS em encontro oficial em 2016. Da esquerda para a direita, o Presidente do Brasil, Michel Temer; o Presidente da Índia, Narendra Damodardas Modi; o Presidente da China, Xi Jinping; o Presidente da Rússia, Vladimir Putin; e o Presidente da África do Sul, Jacob Gedleyihlekisa Zuma

Nesse sentido, é importante destacar que a parceria entre ambos também é estratégica no âmbito das organizações e fóruns internacionais, por exemplo, na Organização das Nações Unidas (ONU), no G20 e na Organização Mundial do Comércio (OMS). Isso ocorre porque Brasil e Rússia são considerados países emergentes e em várias ocasiões lideraram a agenda política e socioeconômica dos países em desenvolvimento no cenário internacional. Tal parceria fortaleceu-se com a criação do BRIC, em 2008, um fórum entre Brasil, Rússia, Índia e China responsável por facilitar a troca entre esses Estados e facilitar a assinatura de Acordos bilaterais, trilaterais ou multilaterais, referentes, a princípio, às questões de caráter econômico. Em 2011, a África do Sul uniu-se oficialmente ao grupo, tornando-o BRICS.

Portanto, percebe-se que o Brasil e a Rússia possuem um forte diálogo em diversas instituições internacionais. De acordo com o presidente Vladimir Putin, o Brasil “é, sem dúvidas, uma das prioridades da Rússia e um dos parceiros mais importantes na América Latina”. Essa afirmação converge com o depoimento dado por Sergey Lavrov, Ministro das Relações Exteriores da Federação Russa, o qual destacou que “a cooperação de parceria entre a Rússia e o Brasil no âmbito da ONU, BRICS, G20 e OMC representa um fator importante da estabilidade global”.

Além de questões político-diplomáticas, aponta-se que a Rússia é a maior parceira comercial do Brasil na Europa do Leste. Em 2017, o comércio entre os dois países chegou ao valor de US$ 5,3 bilhões, aumento de 20% em relação ao 2016, sendo isso explicado por Acordos e parcerias que foram firmados para facilitar as trocas. Ambos os Governos também estão comprometidos em cooperar em diferentes áreas, como defesa, ciência e tecnologia, agricultura, energia, educação, esporte e cultura.

Neste aniversário de 190 anos, o Ministro das Relações Exteriores da República Federativa do Brasil, Aloysio Nunes Ferreira, enviou uma carta ao ministro Lavrov, na qual celebra o acontecimento e afirma o compromisso brasileiro de continuar colaborando com o avanço da diplomacia entre ambos.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1Bandeiras da República Federativa do Brasil e da Federação Russa” (Fonte):

http://www.itamaraty.gov.br/portal.itamaraty/index.php?option=com_content&view=article&id=5587&Itemid=478&cod_pais=RUS&tipo=ficha_pais&lang=pt-BR

Imagem 2Os líderes do BRICS em encontro oficial em 2016. Da esquerda para a direita, o Presidente do Brasil, Michel Temer; o Presidente da Índia, Narendra Damodardas Modi; o Presidente da China, Xi Jinping; o Presidente da Rússia, Vladimir Putin; e o Presidente da África do Sul, Jacob Gedleyihlekisa Zuma” (Fonte):

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/6/6b/BRICS_leaders_meet_on_the_sidelines_of_2016_G20_Summit_in_China.jpg/800px-BRICS_leaders_meet_on_the_sidelines_of_2016_G20_Summit_in_China.jpg

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Conselho de Direitos Humanos e Assistência Humanitária à Venezuela

O Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) aprovou, em 27 de setembro de 2018, a primeira resolução específica sobre a Venezuela em que solicita que este país aceite a entrada de assistência humanitária. Referendada por Estados latino-americanos em conjunto com o Canadá, a medida vai ao encontro da necessidade de se resolver o problema da falta de comida e de medicações que assolam a população venezuelana.

“Centro de recepção e documentação de venezuelanos na cidade de Pacaraima” (Fonte – Foto: ACNUR/Reynesson Damasceno)

Denominada de “Promoção e proteção dos direitos humanos na Venezuela”, esta decisão demanda que o governo de Nicolás Maduro promova cooperação com o Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH), a fim de que seja elaborado um novo relatório no intuito de se verificar a situação da salvaguarda dos direitos fundamentais aos seus nacionais. Para isso, Michelle Bachelet, mais nova Alta Comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos, espera negociar um acesso do Escritório com Caracas – atividade que não ocorre desde 2013.

Até o momento, 2,3 milhões de venezuelanos deixaram o país. Deste total, 90% dos cidadãos expatriados estão em outras nações da América do Sul (Colômbia e Peru apresentam as maiores taxas de recepção). Ainda, segundo o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR), o fluxo migratório diário é de cerca de 5 mil pessoas.

Além disso, no documento publicado em 22 de junho de 2018 pelo Escritório da ONU para Direitos Humanos (Violações dos direitos humanos na Venezuela: um espiral descendente sem fim à vista) apresentam-se dados de que 87% dos venezuelanos são acometidos pela pobreza, sendo 61,2% aqueles que a enfrentam de maneira extrema, bem como houve aumento das doenças e da subnutrição, especialmente entre as crianças, diante das péssimas condições sociais e econômicas do Estado.

Nesse sentido, faz-se mister que haja cooperação humanitária entre a Venezuela e os demais membros da ONU. A título de ilustração, salienta-se a ação regional entre os países latino-americanos que vêm recepcionando o fluxo massivo de migrantes oriundos daquele país, sob a alcunha de uma resposta coordenada baseada nos direitos humanos e no princípio de responsabilidade compartilhada.   

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Fontes das Imagens:

Imagem 1 Hospitais públicos da Venezuela operam com falta de remédios e outros produtos médicos” (Fonte Foto: IRIN/Meridith Kohut):

https://nacoesunidas.org/conselho-de-direitos-humanos-pede-que-venezuela-aceite-assistencia-humanitaria/

Imagem 2 Centro de recepção e documentação de venezuelanos na cidade de Pacaraima” (FonteFoto: ACNUR/Reynesson Damasceno):

https://nacoesunidas.org/organismos-de-direitos-humanos-pedem-que-paises-protejam-venezuelanos/

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Banco Central realiza atividade de educação financeira para refugiados venezuelanos

De acordo com informações do Banco Central do Brasil (BC), em agosto passado (2018), os membros da Rede Interna de Colaboradores em Educação Financeira do BC realizaram palestra para imigrantes venezuelanos no Centro Temporário de Acolhimento (CTA), no bairro de São Mateus, localizado na cidade de São Paulo.

CTA – Centro Temporário de Acolhimento. Liberdade Eduardo OGATA / SECOM

Segundo declaração de Bernardo Laferté, coordenador-geral do Comitê Nacional para os Refugiados do Ministério da Justiça, “a falta de organização financeira pode ser um grande empecilho para o crescimento do imigrante em um país diferente”.

Laferté destacou ainda que os participantes tinham dificuldade de compreender o valor do real, porque perderam a noção do valor da moeda venezuelana, que passa por um processo de hiperinflação.

Também foram abordados temas referentes às cédulas do real, compras à vista e a prazo, tarifas bancárias e a possibilidade de utilizar contas com serviços essenciais, isentas de tarifas.

Foram apresentados relatos de refugiados com dificuldades em abrir conta em Banco, sendo que já existe uma norma que determina que o Protocolo de Pedido de Refúgio, fornecido pela Polícia Federal, é documento hábil para identificação do depositante.

A intenção do BC é ampliar a parceria com novos públicos para replicar a ação em outras regiões do país. A segunda ação nesse escopo será no Centro de Referência e Atendimento para Imigrantes (CRAI), com participantes de várias nacionalidades, em data a ser divulgada em breve. 

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Fontes das Imagens:

Imagem 1 “Ricardo Laureano, analista no BC, conversa com os imigrantes no Centro Temporário de Atendimento (CTA), no bairro de São Mateus, em São Paulo” (Fonte): 

https://www.bcb.gov.br/conteudo/home-ptbr/PublishingImages/Jornalismo%20Interno/Depef/Palestra%20refugiados/refugiados%20interna.jpg

Imagem 2 “CTA Centro Temporário de Acolhimento. Liberdade Eduardo OGATA / SECOM” (Fonte):

https://news.lamattinadigital.com.br/wp-content/uploads/2018/03/CTAprefsp-696×463.jpeg

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Consejo de seguridad de la ONU destaca el proceso de paz en Colombia

El consejo de seguridad de la ONU, órgano que reúne representantes de los países más poderosos e influyentes del mundo, en días pasados destacó los logros del acuerdo de paz en Colombia y puso en perspectiva este proceso como un referente para la solución de conflictos armados en el mundo. A su vez, la ONU hizo un llamado para que se le dé continuidad a lo pactado en la mesa de negociación de La Habana* entre las FARC** y el gobierno de este país Latinoamericano. En la actualidad se ha cumplido menos del 20% y para algunos analistas esto puede generar que se activen nuevos grupos en las zonas del país que históricamente han tenido altos niveles de conflictividad.

El eje de la paz y la memoria: un ‘monumento’ a las víctimas del conflicto. En Colombia, el 9 de abril es un día simbólico. Es un día de recuerdo y solidaridad con las víctimas del conflicto

En la actualidad el proceso de paz en Colombia resulta un importante ejemplo para la comunidad internacional, lo cual fue recalcado y respaldado por diversos países. Pero las propias Naciones Unidas recalcaron que aún quedan muchas dificultades por delante, esto en especial en lo que tiene que ver con los retrasos en la implementación del acuerdo de paz y las disputas que se han generado en diversos territorios. La situación se agudiza con la llegada y conformación de nuevos grupos quienes están pugna por el control territorial de zonas que antes pertenecían a las FARC.

Otro aspecto que ha generado preocupación por parte de los representantes de la misión de observación del proceso de paz en Colombia tiene que ver con el asesinato de líderes sociales y defensores de derechos humanos. Lo que ha generado desplazamientos masivos y de acuerdo con algunos analistas puede generar a futuro la no pacificación de los territorios. 

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Notas de pie de página:

Los acuerdos o diálogos de paz de La Habana son el resultado de negociaciones entre el gobierno de Colombia y las FARC, sintetizados en seis puntos (1. Lucha contra la pobreza rural; 2. Participación política; 3. Cese el fuego y entrega de armas; 4. Lucha contra las drogas ilícitas; 5. Reparación para las víctimas y justicia transicional; 6. Garantías de cumplimiento del acuerdo), a partir de los cuales se “pretenden contribuir a las transformaciones necesarias para sentar las bases de una paz estable y duradera

** Grupo guerrillero Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia – FARC. En la actualidad Fuerza Alternativa Revolucionaria del Común – FARC, este último, partido político que nació como producto de los acuerdos de La Habana

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Fuentes das Imágenes:

Imagen 1 Declaración del jefe de la misión de verificación de la ONU en Colombia” (Fuentes):

https://colombia.unmissions.org/declaraci%C3%B3n-al-consejo-de-seguridad-del-jefe-de-la-misi%C3%B3n-de-verificaci%C3%B3n-de-la-onu-en-colombia-jean

Imagen 2 “El eje de la paz y la memoria: un monumento a las víctimas del conflicto. En Colombiael 9 de abril es un día simbólicoEs un día de recuerdo y solidaridad con las víctimas del conflicto” (Fuente):

https://en.wikipedia.org/wiki/Colombian_conflict#/media/File:Centro_de_Memoria_Histórica_-_Bogotá.jpg


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Brasil e México realizam atividades conjuntas na área de Cooperação Internacional

Nos dias 13, 14 e 15 de agosto, especialistas da Agência Brasileira de Cooperação (ABC) e da Agência Mexicana de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento (AMEXCID) participaram da oficina “Fortalecimento de capacidades de gestão e fortalecimento metodológico de cooperação internacional para o desenvolvimento na América Latina – México-Brasil”, no Palácio do Itamaraty, em Brasília. 

Participantes da Oficina

Este projeto busca criar um avanço metodológico da Cooperação Sul-Sul na América Latina para fortalecer a gestão de projetos e a cooperação trilateral. Esta primeira atividade contou com a participação de Noel González Segura, Diretor Geral de Planejamento da AMEXCID, o embaixador Demétrio Carvalho, Diretor Adjunto da ABC, e mais quarenta participantes de ambas as agências.

De acordo com informações da ABC, o próximo encontro entre brasileiros e mexicanos será em setembro, na Cidade do México, para tratar de temas relacionados à ajuda humanitária, e para a comunicação e relação com o setor privado. Até lá, os especialistas continuarão os debates e a troca de conhecimentos por meio de videoconferências. O Diretor-Adjunto da ABC, embaixador Demétrio Bueno Carvalho, ressaltou a importância do intercâmbio entre Brasil e México, concluindo: “Queremos aprender com vocês e esperamos que vocês também queiram aprender mais conosco”.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1 Oficina entre Brasil e México” (Fonte):

https://www.gob.mx/cms/uploads/image/file/430659/3.jpg

Imagem 2 Participantes da Oficina” (Fonte): 

http://www.abc.gov.br/api/conteudoimagem/1456/gd