ÁSIACOOPERAÇÃO INTERNACIONALNOTAS ANALÍTICAS

Japão adota nova estratégia de cooperação com países do Grande Mekong

No mês de outubro deste ano (2018), o Japão e mais cinco países do chamado Grande Mekong, localizados no Sudeste Asiático, ao redor do Rio Mekong, adotarão uma nova forma de cooperação chamada “Estratégia de Tóquio 2018 para a cooperação Mekong-Japão”. Líderes do Camboja, Laos, Mianmar, Tailândia e Vietnã se encontrarão em Tóquio para a 10ª Reunião da Cúpula Mekong-Japão nos dias 8 e 9 de outubro (2018), enquanto o encontro da 12ª Reunião de Ministros de Relações Exteriores Mekong-Japão será realizada em 2019, na Tailândia.

Ponte sobre o Rio Mekong, projeto do Corredor Econômico Leste-Oeste

Os pilares do novo plano de ação, segundo a declaração do Ministro das Relações Exteriores do Japão, Taro Kono, são: a conectividade “vibrante e eficiente”, focada em infraestrutura de qualidade; a conectividade focada em pessoas (“people-to-people connectivity”), abrangendo questões de saúde, educação e empoderamento feminino; e o desenvolvimento sustentável, atualizando o plano de ação de 2010 “A Decade Toward the Green Mekong”, principalmente no que tange recursos hídricos.

A nova estratégia visa dar continuidade em alguns aspectos da Estratégia Tóquio de 2015, cujo prazo vigorou até este ano de 2018. Dentre eles, está a Iniciativa de Conectividade Japão-Mekong, que promoveu o desenvolvimento de infraestruturas como o Corredor Econômico Leste-Oeste e o Corredor Econômico do Sul na versão anterior, e agora deve ganhar novo fôlego para os próximos três anos (2019-2021).

A cooperação entre estes países completará 10 anos em 2019, demonstrando um instrumento importante para o Japão se estabelecer como investidor na região também para infraestrutura, além da China, e ainda ser um espaço para vocalizar as preocupações japonesas na questão de segurança. 

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Fontes das Imagens:

Imagem 1 Região do Rio Mekong” (Fonte):

https://en.wikipedia.org/wiki/Mekong#/media/File:Mekong_river_basin.png

Imagem 2 Ponte sobre o Rio Mekong, projeto do Corredor Econômico LesteOeste” (Fonte):

https://en.wikipedia.org/wiki/East%E2%80%93West_Economic_Corridor#/media/File:PakseBridge.jpg

ÁSIACOOPERAÇÃO INTERNACIONALNOTAS ANALÍTICAS

ONU convoca comunidade internacional a ajudar na grave crise de refugiados na Ásia

Na última sexta-feira, 24 de agosto, a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) convocou a comunidade internacional a aumentar seu apoio para cerca de 900 mil refugiados apátridas da etnia rohingya, em Bangladesh, vindos de Mianmar. Desde agosto de 2017, mais de 720 mil refugiados apátridas fugindo da violência no Estado de Rakhine, em Mianmar, encontraram abrigo e segurança em território bangladeshiano. Lá, eles se juntaram aos aproximados 200 mil indivíduos da mesma etnia provenientes de ondas anteriores de deslocamento.

No campo de refugiados de Kutupalong, em Bangladesh, Hamida, de 22 anos e seu filho Mohammed, de 1 ano, esperam para receber ajuda alimentar junto com centenas de outros refugiados rohingya

Neste fluxo, a Organização Mundial da Saúde (OMS) identificou mulheres, crianças e idosos chegando com lesões, baixa cobertura de imunização, altas taxas de desnutrição, necessidade de cuidados de saúde reprodutiva e apoio psicossocial, e um risco de surtos de doenças mortais. Juntamente com o Ministério da Saúde e Bem-Estar Familiar do país receptor, a OMS coordenou os serviços de saúde de emergência prestados por quase 107 parceiros de saúde locais para garantir aos rohingyas o acesso aos serviços essenciais.

Nós fizemos coisas que coletivamente podemos nos orgulhar. No entanto, precisamos continuar a apoiar as necessidades de saúde dessa população vulnerável e permanecer vigilantes contra a disseminação de doenças. Esta ainda é uma situação muito frágil”, disse o Dr. Peter Salama, Diretor-Geral Adjunto para Preparação e Resposta a Emergências da OMS, que visitou recentemente os acampamentos em Cox’s Bazar (Distrito de Bangladesh, onde eles estão localizados).

Apesar desses esforços, os desafios permanecem. O maior deles é a necessidade de ampliar ainda mais os serviços para atender às complexas, evolutivas e duradouras necessidades de saúde dessa população altamente vulnerável, em meio a um déficit de financiamento que também ameaça desfazer os ganhos e progressos realizados até agora.

Para tanto, o Plano de Resposta Conjunta (JRP, em inglês), lançado em março de 2018, pediu 950,8 milhões de dólares para o período de março a dezembro de 2018, mas em meados de agosto, pouco mais de 33% do valor foi arrecadado, prejudicando o atendimento básico.

Em nota, a ACNUR declarou que “isso é profundamente preocupante na medida em que se aproxima o fim do ano. É vital que as agências humanitárias recebam financiamento antecipado e flexível para continuar prestando assistência que salva vidas e melhora as condições de vida dos refugiados”. A agência reforçou ainda que é vital não perder de vista que as soluções para esta crise estão em Mianmar e o apoio internacional é necessário para ajudar o governo do país a abordar as raízes da crise.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1 Refugiados Rohingya de Myanmar em Bangladesh” (Fonte):

https://global.unitednations.entermediadb.net/assets/mediadb/services/module/asset/downloads/preset/assets/2018/08/23-08-2018-UNFPA-Rohingya.jpg/image1170x530cropped.jpg

Imagem 2 No campo de refugiados de Kutupalong, em Bangladesh, Hamida, de 22 anos e seu filho Mohammed, de 1 ano, esperam para receber ajuda alimentar junto com centenas de outros refugiados rohingya” (Fonte):

https://nacoesunidas.org/wp-content/uploads/2018/08/rohingya-crisis-894×504.jpg

ÁSIACOOPERAÇÃO INTERNACIONALNOTAS ANALÍTICAS

Agência da ONU para o Desenvolvimento Industrial busca intensificar cooperação com a China

O Diretor Geral da Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (UNIDO, sigla em inglês), o chinês Li Yong, realizou diversas reuniões de alto nível com funcionários de alto escalão do Governo da China para impulsionar ainda mais a cooperação entre a UNIDO e a potência asiática.

UNIDO em reunião com funcionários de alto escalão do Governo chinês

Li Yong se reuniu com Wang Xiaotao, presidente da recém-criada Agência Internacional de Cooperação para o Desenvolvimento da China (CIDCA) para verificar áreas potenciais de parcerias e trabalhos conjuntos, incluindo a Belt and Road Initiative (Nova Rota da Seda), a Cooperação Sul-Sul, a industrialização na África, e a promoção de comércio, investimento e capacitação em países em desenvolvimento. Em pronunciamento, ele declarou que “o estabelecimento da CIDCA servirá para fortalecer a cooperação da China com os países em desenvolvimento”. 

No âmbito do Quadro de Cooperação Estratégica da UNIDO-China 2018-2021 sobre a indústria verde, inovação e cooperação internacional, Li Yong, como Diretor Geral Organização, e o Ministro da Ciência e Tecnologia da China, Wang Zhigang, assinaram um Memorando de Entendimento para fortalecer os trabalhos conjuntos em diversos setores. Também concordaram em identificar e implementar demonstrações técnicas na área de parques ecoindustriais e zonas de inovação, além de apoiar o desenvolvimento de capacidades nos países em desenvolvimento para ciência, tecnologia e inovação.

Yong também debaterá com Hu Xiaolian (Presidente do Banco de Importação e Exportação da China), com Xiong Meng (Vice-Presidente Executivo e Secretário Geral da Federação de Economia Industrial da China), além de outros parceiros, as oportunidades de cooperação relacionadas às atividades da UNIDO e à iniciativa do Programa de Parceria com o País.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1 “Diretor Geral da UNIDO debate áreas de cooperação com a China, durante visita oficial a Pequim” (Fonte):

https://www.unido.org/sites/default/files/styles/fullwidth_image/public/styles/1_1_crop_widget/public/2018-07/China%201.JPG?itok=0oxoYIhL

Imagem 2 “UNIDO em reunião com funcionários de alto escalão do Governo chinês” (Fonte):

https://www.unido.org/sites/default/files/styles/1_1_crop_widget/public/2018-07/China%202.JPG?itok=ZF3cVFpG 

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Desenvolvimento e progressos do Banco Asiático de Infraestrutura e Investimento (AIIB) de 2015-2018

Fundado no ano de 2015, o Banco Asiático de Infraestrutura e Investimento (AIIB, na sigla em inglês), começou a operar oficialmente no dia 16 de janeiro de 2016, contando com 57 países membros. Passados mais de dois anos desde o começo das operações, o Banco realizou grandes desenvolvimentos. Atualmente, a instituição possui 66 membros oficiais e 21 países que estão prospectando o seu ingresso, fato que demonstra uma rápida expansão. A principal missão do AIIB consiste na promoção do desenvolvimento sustentável e da boa governança econômica nos seus Estados membros.

Logomarca do Banco Asiático de Infraestrutura e Investiment

A instituição recebeu o ranking máximo de credibilidade (AAA) pelas três principais agências de avaliação de risco do mundo: a Moody’s, a Fitch Ratings e a Standard & Poors. O relatório anual do AIIB de 2017 afirma as seguintes áreas temáticas como focos de atuação para o futuro: 1) infraestrutura sustentável; 2) conectividade interestatal na região da Eurásia; 3) mobilização de parcerias com entidades e empresas de capital privado; 4) aumento da institucionalização e da promoção da imagem (branding) do Banco. A China possuí 26,6% das quotas de votações no Banco, o que lhe confere grande poder decisório.

Até o momento, vinte e oito (28) projetos foram aprovados, totalizando um montante investido de US$ 5,03 bilhões. Os projetos se estendem pelas mais variadas áreas, havendo um destaque para as questões energéticas, visando a substituição do uso dos hidrocarbonetos por recursos provenientes de fontes renováveis. Não obstante, existem igualmente projetos nas áreas de: irrigação; desenvolvimento rural; transporte e mobilidade urbana; prevenção de desastres naturais; distribuição e logística (portos comerciais).

Tendência média anual do fator de risco por país, no período de 2000-2011, na economia global

O Banco Asiático de Desenvolvimento (ADB, na sigla em inglês) estima que sejam necessários investimentos de infraestrutura na ordem de mais de US$ 22 trilhões na região da Ásia e do Pacífico até 2030, representando um déficit anual de cerca de US$ 1,5 trilhão, para que seja possível manter o ritmo de desenvolvimento destas economias, além de promover a adaptação à um modelo que preze pela sustentabilidade e pela redução das desigualdades. Portanto, percebe-se a crescente necessidade de atuação de Bancos multilaterais para a adaptação e reforma da economia global perante os desafios que se apresentam para as próximas décadas.

A atuação de novas instituições deverá contribuir e complementar o trabalho realizado pelas organizações tradicionais que trabalham para o desenvolvimento, como o Banco Mundial e o Fundo Monetário Internacional (FMI). Até o presente, dois terços dos projetos do AIIB foram cofinanciados através de parcerias com instituições tradicionais. O Banco prevê a extensão das suas atividades para a América Latina.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1 Países membros do Banco Asiático de Infraestrutura e Investimento (AIIB) no ano de 2016” (Fonte):

https://en.wikipedia.org/wiki/File:AoAAsianInfrastructureInvestmentBank.svg

Imagem 2 Logomarca do Banco Asiático de Infraestrutura e Investimento (AIIB)” (Fonte):

https://commons.wikimedia.org/wiki/File:AIIB_logo.png#/media/File:AIIB_logo.png

Imagem 3 Tendência média anual do fator de risco por país, no período de 20002011, na economia global” (Fonte):

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/7/7d/Annual_Trend_in_Euromoney_Country_Risk%2C_March_2000_-_March_2011.svg/1080px-Annual_Trend_in_Euromoney_Country_Risk%2C_March_2000_-_March_2011.svg.png

ÁfricaÁSIACOOPERAÇÃO INTERNACIONALNOTAS ANALÍTICAS

China e São Tomé e Príncipe dialogam sobre cooperação

Anunciado no transcorrer da 6a Expo Internacional da Indústria do Turismo de Macau (MITE), realizada ao final do mês de abril deste ano (2018), a República Popular da China e São Tomé e Príncipe firmaram um Memorando de Entendimento para a Cooperação no âmbito do Turismo. O documento assinado tem como propósito estabelecer as bases do processo de Cooperação de caráter técnico, o qual envolverá o intercâmbio de conhecimentos sobre gestão, sistema de planejamento no turismo.

Mapa com a localização de São Tomé e Príncipe

Especificamente, esta parceria irá incluir a capacitação de funcionários do Governo de São Tomé e Príncipe da área turística, distribuída em três estágios durante um ano, e a transmissão de informações sobre o desenvolvimento desse mercado e suas capacidades. O Memorando firmado no MITE ainda prevê o incentivo à parceria e cooperação com as pequenas e médias empresas do setor e a participação em fóruns internacionais.

As relações sino-santomense foram formalmente estabelecidas em dezembro de 2016, no contexto do rompimento das relações diplomáticas com Taiwan. Desde então, implementou-se em Pequim a Embaixada santomense e assinou-se o Acordo geral de Cooperação nas áreas de energia, educação, agricultura, dentre outras.

Primeiro Ministro de São Tomé e Príncipe, Patrice Trovoada

O posicionamento do Primeiro Ministro de São Tomé e Príncipe, Patrice Trovoada, sobre o redirecionamento diplomático está relacionado com objetivo do Governo em acompanhar as novas dinâmicas do Cenário Internacional, no que tange a economia mundial.

Segundo Trovoada, no contexto de rompimento com Taiwan, “São Tomé e Príncipe não pode discriminar e não pode ser discriminado, sobretudo porque a nossa visão de desenvolvimento passa por abertura, cooperação com todos, passa pelo posicionamento de São Tomé e Príncipe como uma plataforma de serviços no golfo da Guiné”.

Cabe destacar que o turismo, assim como a agricultura e o setor de construção estimularam o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do arquipélago em 2017, segundo o Fundo Monetário Internacional. Igualmente, é previsto que, em 2018, essa tendência permaneça e que o PIB do país atinja 6%.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1Bandeira da República Popular da China” (Fonte):

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/c/ce/Chinese_flag_%28Beijing%29_-_IMG_1104.jpg/1024px-Chinese_flag_%28Beijing%29_-_IMG_1104.jpg

Imagem 2Mapa com a localização de São Tomé e Príncipe” (Fonte):

https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcSjB6_14e72dKIxjMfwH-2Vn5wtkEBNJwdqB3tBMkeNTC7huj2r0Q

Imagem 3 Primeiro Ministro de São Tomé e Príncipe, Patrice Trovoada” (Fonte):

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/d/d8/Patrice_Trovoada_in_2012_-_face.jpg

ÁSIACOOPERAÇÃO INTERNACIONALNOTAS ANALÍTICAS

China rumo à liderança em missões de paz da ONU

A presença em missões de paz da Organização das Nações Unidas (ONU) é sinal importante sobre as intenções e capacidades de um país em assumir responsabilidades na arena internacional. Nesse sentido, o aumento da presença chinesa indica a relevância atribuída por Pequim à defesa da paz e da segurança internacionais no âmbito multilateral. O crescimento do interesse da China coincide com os anúncios de cortes orçamentários para as missões pela representante dos EUA na ONU, Nikki Haley.

Atualmente, os EUA são os maiores contribuintes para o orçamento das missões de paz, com cerca de 28,5% do total investido. O Governo americano deseja reduzir esse percentual para 25%. A China, por sua vez, é o segundo maior contribuinte, com 10,25%. O percentual chinês segue trajetória inversa ao americano, aumentando gradativamente. Na Cúpula dos Líderes das Missões de Manutenção da Paz, em Nova York (2015), o presidente Xi Jinping prometeu contribuir com 1 bilhão de dólares para as missões nos cinco anos posteriores ao evento.

Antigo pôster de propaganda do exército chinês

Além de estar contribuindo com a estrutura financeira das missões de paz, a China também participa por meio do envio de soldados. Desde 2012, Pequim forneceu mais tropas para as missões do que os outros quatro membros permanentes* do Conselho de Segurança somados. Esse aumento da presença militar permite o treinamento e a modernização de setores das Forças Armadas chinesas, por meio da colaboração conjunta e da troca de conhecimentos com outros países em tempos de paz.

A participação dos chineses tem sido bastante elogiada por autoridades vinculadas à organização. Em 6 de abril de 2018, as forças chinesas participantes da UNIFIL** receberam a Medalha de Honra da Paz da ONU. O general Michael Baery, chefe da missão, afirmou durante a cerimônia que “A capacidade profissional militar, a atitude positiva e assertiva em relação à UNIFIL, bem como a prudente e consciente dedicação das unidades pacificadoras chinesas ganharam reconhecimento mundial”.

A maior influência da China nas missões de paz ajuda o país a expandir seu poder brando*** na arena internacional. Os 2.500 pacificadores chineses estão presentes em 10 missões, incluindo as do Sudão do Sul, Mali, República Democrática do Congo e Darfur. A presença na África, assegurando a paz e provendo serviços de infraestrutura, gera simpatia de vários povos aos chineses, o que é útil para desmistificar a noção de que Pequim é uma nova potência imperialista.

O recuo do governo do presidente Donald Trump em relação ao multilateralismo abriu espaços importantes para que a China pudesse ter ação mais abrangente no âmbito da segurança internacional. A ascensão chinesa nesse domínio fortalece as ambições do país em tornar-se uma potência verdadeiramente global. Para a ONU, o investimento da China nas missões de paz ajuda a minorar os problemas causados pelos cortes propostos pelos EUA.

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Notas:

São membros permanentes: China, EUA, França, Reino Unido e Rússia. Todos têm poder de veto no Conselho de Segurança, órgão que adota decisões vinculantes sobre paz e segurança internacionais.

** Força Interina das Nações Unidas no Líbano, missão criada por meio da resolução 425 do Conselho de Segurança, adotada em 19 de março de 1978, dias após a invasão israelense no sul do Líbano. Tem como objetivo proteger a fronteira do país com Israel e defender a paz e a segurança na região.

*** Poder que não depende diretamente da força militar, mas da capacidade de influência.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1 Tanque XA180 empregado na UNIFIL” (Fonte):

https://en.wikipedia.org/wiki/United_Nations_Interim_Force_in_Lebanon

Imagem 2 Antigo pôster de propaganda do exército chinês” (Fonte):

https://en.wikipedia.org/wiki/People%27s_Liberation_Army

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Demais Fontes Consultadas:  

[1] Ver:

http://www.france24.com/en/20180328-us-un-tells-countries-pay-bigger-share-peacekeeping-bill

[2] Ver:

https://thediplomat.com/2018/04/china-takes-the-lead-in-un-peacekeeping/

[3] Ver:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Força_Interina_das_Nações_Unidas_no_L%C3%ADbano

[4] Ver:

http://www.xinhuanet.com/english/2018-04/07/c_137092746.htm

[5] Ver:

http://www.china-un.org/eng/hyyfy/t1548559.htm