AMÉRICA LATINAÁSIACOOPERAÇÃO INTERNACIONALNOTAS ANALÍTICAS

Governo da Bolívia otimista com projetos de cooperação com a Índia

O Presidente da República da Índia, Ram Nath Kovind, esteve em visita oficial ao Estado Plurinacional da Bolívia de 28 a 29 de março de 2019, quando se reuniu com seu homólogo Evo Morales e com empresários bolivianos. A viagem histórica – nunca um Presidente da Índia havia visitado a Bolívia – teve o objetivo de estreitamento de laços comerciais e deixou as autoridades bolivianas bastante otimistas.

Em final de janeiro de 2019, Morales anunciou a visita de Kovind e, em seguida, no início de fevereiro, Mariana Prado, Ministra do Planejamento do país andino, reuniu-se em La Paz* com Mandarapu Sabbarayudu, Embaixador da Índia, para uma ação prévia de revisão dos acordos de cooperação entre os dois países. O aprofundamento do intercâmbio era visto com bons olhos pelo Governo de La Paz, em razão da importância da Índia, que, além de ser a 6ª maior economia do mundo, foi o parceiro com o qual a Bolívia teve o maior superávit na balança comercial em 2018.

A agenda a ser cumprida em Santa Cruz de La Sierra* previa a reunião dos Executivos indiano e boliviano para a assinatura de acordos bilaterais referentes à cooperação e complementação comercial, integração energética e integração acadêmica. Um dia antes (27 de março) da chegada da comitiva oficial, um grupo de homens de negócios indianos chegou ao país com interesse na importação de ouro boliviano e no último dia (29 de março) foi realizada uma rodada de negócios entre empresários das duas nações. Havia tanta expectativa e entusiasmo que nos dois dias que duraram a visita (28 e 29 de março) foram publicadas mais de 25 notícias alusivas ao tema no site da Agência Boliviana de Información (ABI).

Reunião da equipe de governo da Bolívia e comitiva da Índia

Segundo notícia da ABI de 29 de março, ao final do encontro foram firmados oito acordos nas áreas de saúde, tecnologia, mineração, transportes, cultura e relações diplomáticas, dentre outras. Na área de saúde foram acordados créditos de 100 milhões de dólares (aproximadamente, 386,05 milhões de reais, conforme a cotação do dia 5 de abril de 2019) para implantação de indústria de medicamentos contra o câncer e dinamização da medicina alternativa homeopática; e a transferência de tecnologia para melhoria de equipamentos e infraestrutura hospitalar.

A nota menciona também investimentos para impulsionar o trem bioceânico, que une o Atlântico ao Pacífico; intercâmbio de conhecimentos e especialização na área de TI de bolivianos na Índia, que possibilitará inclusive a fabricação de um satélite de prospecção de mineral; investimento de 13 bilhões de dólares (em torno, 50,2 bilhões de reais, conforme a cotação do dia 5 de abril de 2019) no setor de hidrocarbonetos, a serem aplicados na construção de uma planta de Gás Natural Liquefeito (GNL) e de um gasoduto até o porto de Ilo, no  Peru, para exportação do gás para outros continentes, via Oceano Pacífico.

A Rodada de Negócios, da qual participaram 26 empresas indianas e 62 bolivianas, gerou 290 reuniões e mais de 32 milhões de dólares em intenções de negócios em diversos setores (próximos de 123,54 milhões de reais, também de acordo com a mesma cotação). Foram consideradas mais promissoras as áreas de mineração, comércio, agricultura, pecuária e agroindústria, além do compromisso de promover cooperação econômica e tecnológica. Kovind, antes de se despedir, afirmou que a Bolívia era um potencial parceiro em razão dos recursos naturais e que a distância geográfica já tinha sido superada pelos meios digitais. Morales enfatizou que seu país tem um grande futuro e manifestou sua esperança de que a aliança entre os setores públicos e também os privados de ambas as nações seja benéfica para o bem-estar dos respectivos povos.

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Nota:

* A capital constitucional da Bolívia é Sucre; La Paz é a sede do governo e Santa Cruz de la Sierra é a maior cidade e centro econômico e financeiro do país.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1 Presidente da Bolívia recepciona Presidente da Índia” (Fonte): https://scontent.fssa17-1.fna.fbcdn.net/v/t1.0-9/55711654_821538854889611_6656334804897759232_n.jpg?_nc_cat=101&_nc_ht=scontent.fssa17-1.fna&oh=730a9ac8e176fb6ac1c39ebf7e6f60db&oe=5D3D12B1

Imagem 2 Reunião da equipe de governo da Bolívia e comitiva da Índia” (Fonte): https://scontent.fssa17-1.fna.fbcdn.net/v/t1.0-9/55549758_821538974889599_4995469147648294912_n.jpg?_nc_cat=108&_nc_ht=scontent.fssa17-1.fna&oh=67e4dd0f54a1bcafc803b854e7b1ef86&oe=5D09DBE6

AMÉRICA LATINAÁSIACOOPERAÇÃO INTERNACIONALNOTAS ANALÍTICAS

Cooperação entre Japão e Brasil atua na América Central

A cooperação técnica de Segurança Pública firmada entre a Agência de Brasileira de Cooperação (ABC) e a Agência de Cooperação Internacional do Japão (JICA), em parceria com a Polícia Militar do Estado de São Paulo (PMESP), está atuando em Guatemala e El Salvador.

Posto Koban em Ginza, Tóquio

A cooperação em policiamento comunitário entre Brasil e Japão surgiu nos anos 90, primeiramente com foco no Estado de São Paulo. O sistema Koban/Chuzaisho, existente no Japão desde 1868, consiste em postos policiais fixos em territórios delimitados, com o intuito de estreitar a relação policial com a comunidade. Tais postos são chamados, no Estado de São Paulo, de Bases Comunitárias de Segurança (BSC). Dado o sucesso no Brasil, a PMESP tornou-se polo difusor do sistema, possibilitando a atuação em demais países e recebeu visitas de inspetores policiais japoneses e peritos da JICA em 2010 e 2011.

O projeto agora trilateral, chamado Fortalecimento da Capacidade dos Recursos Humanos da Polícia por meio da Implementação da Filosofia de Polícia Comunitária, iniciou-se em 2016 na Guatemala, com previsão de término em 2019. O objetivo é fortalecer o programa guatemalteco Modelo de Policiamento de Segurança Comunitária Integral (MOPSIC), que já afirma ter resultados no combate a máfias locais. Em El Salvador, o projeto Consolidação da Implementação do Novo Modelo Policial, baseado na filosofia do policiamento comunitário em El Salvador, tem sua finalização prevista para início de 2020.

O Japão, por meio da JICA, se mantém presente e relevante globalmente, atuando em 546 projetos de cooperação técnica em 88 países/regiões, concedendo empréstimos e assistência financeira a mais de 50 países, além de trabalhar em 16 assistências em situações de desastres.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1 Logo da Agência de Cooperação Internacional do Japão” (Fonte):

https://en.wikipedia.org/wiki/Japan_International_Cooperation_Agency

Imagem 2 Posto Koban em Ginza, Tóquio” (Fonte):

https://en.wikipedia.org/wiki/K%C5%8Dban

ÁSIACOOPERAÇÃO INTERNACIONALNOTAS ANALÍTICAS

ONU convoca comunidade internacional a ajudar na grave crise de refugiados na Ásia

Na última sexta-feira, 24 de agosto, a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) convocou a comunidade internacional a aumentar seu apoio para cerca de 900 mil refugiados apátridas da etnia rohingya, em Bangladesh, vindos de Mianmar. Desde agosto de 2017, mais de 720 mil refugiados apátridas fugindo da violência no Estado de Rakhine, em Mianmar, encontraram abrigo e segurança em território bangladeshiano. Lá, eles se juntaram aos aproximados 200 mil indivíduos da mesma etnia provenientes de ondas anteriores de deslocamento.

No campo de refugiados de Kutupalong, em Bangladesh, Hamida, de 22 anos e seu filho Mohammed, de 1 ano, esperam para receber ajuda alimentar junto com centenas de outros refugiados rohingya

Neste fluxo, a Organização Mundial da Saúde (OMS) identificou mulheres, crianças e idosos chegando com lesões, baixa cobertura de imunização, altas taxas de desnutrição, necessidade de cuidados de saúde reprodutiva e apoio psicossocial, e um risco de surtos de doenças mortais. Juntamente com o Ministério da Saúde e Bem-Estar Familiar do país receptor, a OMS coordenou os serviços de saúde de emergência prestados por quase 107 parceiros de saúde locais para garantir aos rohingyas o acesso aos serviços essenciais.

Nós fizemos coisas que coletivamente podemos nos orgulhar. No entanto, precisamos continuar a apoiar as necessidades de saúde dessa população vulnerável e permanecer vigilantes contra a disseminação de doenças. Esta ainda é uma situação muito frágil”, disse o Dr. Peter Salama, Diretor-Geral Adjunto para Preparação e Resposta a Emergências da OMS, que visitou recentemente os acampamentos em Cox’s Bazar (Distrito de Bangladesh, onde eles estão localizados).

Apesar desses esforços, os desafios permanecem. O maior deles é a necessidade de ampliar ainda mais os serviços para atender às complexas, evolutivas e duradouras necessidades de saúde dessa população altamente vulnerável, em meio a um déficit de financiamento que também ameaça desfazer os ganhos e progressos realizados até agora.

Para tanto, o Plano de Resposta Conjunta (JRP, em inglês), lançado em março de 2018, pediu 950,8 milhões de dólares para o período de março a dezembro de 2018, mas em meados de agosto, pouco mais de 33% do valor foi arrecadado, prejudicando o atendimento básico.

Em nota, a ACNUR declarou que “isso é profundamente preocupante na medida em que se aproxima o fim do ano. É vital que as agências humanitárias recebam financiamento antecipado e flexível para continuar prestando assistência que salva vidas e melhora as condições de vida dos refugiados”. A agência reforçou ainda que é vital não perder de vista que as soluções para esta crise estão em Mianmar e o apoio internacional é necessário para ajudar o governo do país a abordar as raízes da crise.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1 Refugiados Rohingya de Myanmar em Bangladesh” (Fonte):

https://global.unitednations.entermediadb.net/assets/mediadb/services/module/asset/downloads/preset/assets/2018/08/23-08-2018-UNFPA-Rohingya.jpg/image1170x530cropped.jpg

Imagem 2 No campo de refugiados de Kutupalong, em Bangladesh, Hamida, de 22 anos e seu filho Mohammed, de 1 ano, esperam para receber ajuda alimentar junto com centenas de outros refugiados rohingya” (Fonte):

https://nacoesunidas.org/wp-content/uploads/2018/08/rohingya-crisis-894×504.jpg

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Agência Brasileira de Cooperação assina acordo com o Paquistão

Segundo nota da Agência Brasileira de Cooperação (ABC), foi firmado no dia 6 de agosto de 2018 um acordo de cooperação técnica entre o Brasil e o Paquistão. O documento assinado entre o Embaixador do Paquistão no Brasil, Sr. Najm us Saqib, e o Diretor da ABC, embaixador João Almino, promove a cooperação em importantes áreas como agricultura, pecuária, saúde, educação e qualificação profissional.

A cooperação humanitária e técnica são os principais pontos das relações bilaterais entre estes países, como indica a cronologia apresentada no site do Itamaraty (o Ministério das Relações Exteriores do Brasil).

Assinatura do Acordo entre o Brasil e o Paquistão

  • 1951 – Estabelecimento de relações diplomáticas entre Brasil e Paquistão
  • 1968 – Assinatura de Acordo de Cooperação Cultural entre Brasil e Paquistão
  • 2004 – Visita ao Brasil do Presidente do Paquistão, Pervez Musharraf
  • 2005 – Visita ao Paquistão do Ministro das Relações Exteriores do Brasil, Celso Amorim
  • 2010 – Oferecimento de ajuda brasileira, sob a forma de alimentos, por ocasião de enchentes no Paquistão

Ainda de acordo com o Itamaraty, o Brasil é principal parceiro comercial do Paquistão na América Latina e existe potencial para diversificar a pauta bilateral em setores como o de aeronaves e, em especial, o de biocombustíveis, uma vez que o Governo paquistanês busca um novo modelo de gestão de energia.

O instrumento de cooperação assinado não entrará imediatamente em vigor, ele deverá seguir para aprovação do Congresso Nacional, pois Acordos entre países, envolvendo as questões de Relações Exteriores do Brasil, necessitam da aprovação no Legislativo brasileiro para poderem ser colocados em prática.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1 Embaixador do Paquistão no Brasil, Sr. Najm us Saqib, e o Diretor da ABC, Embaixador João Almino” (Fonte):

http://www.abc.gov.br/api/conteudoImagemAdicional/1430

Imagem 2 Assinatura do Acordo entre o Brasil e o Paquistão” (Fonte):

http://www.abc.gov.br/api/conteudoImagemAdicional/1429

ÁSIACOOPERAÇÃO INTERNACIONALNOTAS ANALÍTICAS

Desenvolvimento e progressos do Banco Asiático de Infraestrutura e Investimento (AIIB) de 2015-2018

Fundado no ano de 2015, o Banco Asiático de Infraestrutura e Investimento (AIIB, na sigla em inglês), começou a operar oficialmente no dia 16 de janeiro de 2016, contando com 57 países membros. Passados mais de dois anos desde o começo das operações, o Banco realizou grandes desenvolvimentos. Atualmente, a instituição possui 66 membros oficiais e 21 países que estão prospectando o seu ingresso, fato que demonstra uma rápida expansão. A principal missão do AIIB consiste na promoção do desenvolvimento sustentável e da boa governança econômica nos seus Estados membros.

Logomarca do Banco Asiático de Infraestrutura e Investiment

A instituição recebeu o ranking máximo de credibilidade (AAA) pelas três principais agências de avaliação de risco do mundo: a Moody’s, a Fitch Ratings e a Standard & Poors. O relatório anual do AIIB de 2017 afirma as seguintes áreas temáticas como focos de atuação para o futuro: 1) infraestrutura sustentável; 2) conectividade interestatal na região da Eurásia; 3) mobilização de parcerias com entidades e empresas de capital privado; 4) aumento da institucionalização e da promoção da imagem (branding) do Banco. A China possuí 26,6% das quotas de votações no Banco, o que lhe confere grande poder decisório.

Até o momento, vinte e oito (28) projetos foram aprovados, totalizando um montante investido de US$ 5,03 bilhões. Os projetos se estendem pelas mais variadas áreas, havendo um destaque para as questões energéticas, visando a substituição do uso dos hidrocarbonetos por recursos provenientes de fontes renováveis. Não obstante, existem igualmente projetos nas áreas de: irrigação; desenvolvimento rural; transporte e mobilidade urbana; prevenção de desastres naturais; distribuição e logística (portos comerciais).

Tendência média anual do fator de risco por país, no período de 2000-2011, na economia global

O Banco Asiático de Desenvolvimento (ADB, na sigla em inglês) estima que sejam necessários investimentos de infraestrutura na ordem de mais de US$ 22 trilhões na região da Ásia e do Pacífico até 2030, representando um déficit anual de cerca de US$ 1,5 trilhão, para que seja possível manter o ritmo de desenvolvimento destas economias, além de promover a adaptação à um modelo que preze pela sustentabilidade e pela redução das desigualdades. Portanto, percebe-se a crescente necessidade de atuação de Bancos multilaterais para a adaptação e reforma da economia global perante os desafios que se apresentam para as próximas décadas.

A atuação de novas instituições deverá contribuir e complementar o trabalho realizado pelas organizações tradicionais que trabalham para o desenvolvimento, como o Banco Mundial e o Fundo Monetário Internacional (FMI). Até o presente, dois terços dos projetos do AIIB foram cofinanciados através de parcerias com instituições tradicionais. O Banco prevê a extensão das suas atividades para a América Latina.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1 Países membros do Banco Asiático de Infraestrutura e Investimento (AIIB) no ano de 2016” (Fonte):

https://en.wikipedia.org/wiki/File:AoAAsianInfrastructureInvestmentBank.svg

Imagem 2 Logomarca do Banco Asiático de Infraestrutura e Investimento (AIIB)” (Fonte):

https://commons.wikimedia.org/wiki/File:AIIB_logo.png#/media/File:AIIB_logo.png

Imagem 3 Tendência média anual do fator de risco por país, no período de 20002011, na economia global” (Fonte):

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/7/7d/Annual_Trend_in_Euromoney_Country_Risk%2C_March_2000_-_March_2011.svg/1080px-Annual_Trend_in_Euromoney_Country_Risk%2C_March_2000_-_March_2011.svg.png

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Governo chinês cria Agência de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento da China

Em meados de abril de 2018 foi criada a Agência de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento da China (CIDCA). Embora esse órgão sub-ministerial ainda não tenha um site oficial, ele teve um início rápido, anunciando, em 16 de maio, que enviaria ajuda humanitária de emergência ao Quênia, em resposta a graves inundações.

Ajuda Chinesa

A nova agência responderá ao mais alto órgão executivo chinês, o Conselho de Estado, e consolidará os papéis que haviam sido divididos entre os ministérios do comércio e das relações exteriores. A China, a segunda maior economia do mundo, realiza ajuda externa em diversas modalidades, desde empréstimos a taxas de mercado e concessionais, até doações, fazendo a transição de país receptor para doador.

Em outubro, a AidData, Think Tank com sede nos EUA, divulgou que a China está perto de ultrapassar os norte-americanos como o maior doador de ajuda do mundo. A AidData, que acompanha as contribuições para mais de 5.000 projetos em 140 países, descobriu que os chineses doaram quase US$ 354,4 bilhões em ajuda e outras formas de apoio entre 2000 e 2014, enquanto os Estados Unidos gastaram US$ 394,6 bilhões. No entanto, o auxílio chinês só começou a expandir com força a partir de 2009.

Detalhes sobre o papel e estrutura da agência chinesa ainda estão por ser liberados. No entanto, de acordo com informações do Governo, a principal tarefa da agência será projetar políticas e planos de ajuda, bem como aprovar, monitorar e avaliar projetos.

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Fontes das Imagens:

Imagem 1 “A assistência climática da China aos países em desenvolvimento limitouse em grande parte à ajuda material, mas a criação da CIDCA está programada para mudar isso” (Fonte):

http://images.mofcom.gov.cn/pk/201409/20140930154400074.jpg

Imagem 2 “Ajuda Chinesa” (Fonte): 

http://images.mofcom.gov.cn/pk/201409/20140930154422127.jpg