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Questionamento sobre a possibilidade de alterações na posição de EUA e China em relação à geopolítica energética

A importância que as fontes de energia tem sobre a política externa norte-americana sempre foi significativa. Elas definiram parâmetros de sua política interna, projetando-a para além de suas fronteiras. Ou seja, como maior importador de…

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“Banco Mundial” restringe financiamento usinas geradoras de energia movidas a carvão mineral

Em seu relatório “Toward a Sustainable Energy Future for All: Directions for the World Bank Group’s Energy Sector[1], o “Banco Mundial” anunciou sua estratégia de limitação de recursos para Plantas baseadas em carvão mineral. O documento destaca que somente em “raras circunstâncias” o Banco fornecerá financiamento para Projetos dessa natureza e por meio de seus fundos.

A líder da ONG “World Wild Fund” (WWF), Samantha Smith, avalia: “Para termos uma chance efetiva de enfrentar as mudanças climáticas, o mundo precisa se afastar dos combustíveis fósseis totalmente. Enquanto ajuda os países em desenvolvimento a aumentar seu acesso à energia e fazer a transição para um crescimento econômico de baixo carbono, o Banco Mundial deve, gradativamente, retirar seu apoio a qualquer tipo de geração de energia baseado em combustíveis fósseis, em consonância com sua política de fomentar ações no campo de mudanças climáticas[2].

No Brasil, deverá ocorrer novas contratações de energia advindas da fonte que o “Banco Mundial” acabara de “restringir”. Mais de 68% dos investimentos previstos no “Plano Decenal de Expansão de Energia 2021[3] terão como destino o setor de petróleo e gás e as térmicas a carvão voltarão aos leilões oficias para geração de energia.

Alguns analistas[4] atribuem este fato à crescente dificuldade de implantação de grandes empreendimentos hidrelétricos por conta das questões territoriais indígenas, sendo este um tema que ganhará cada vez mais relevância na pauta energética Brasileira.

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Fontes Consultadas:

[1] Ver:

http://www.eenews.net/assets/2013/06/27/document_cw_01.pdf

[2] Ver:

http://www.wwf.org.br/?35702/BancoMundialrestringefinanciamentoacarvaomineral

[3] Ver:

http://www.epe.gov.br/PDEE/20130326_1.pdf

[4] Ver:

http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/pegada-sustentavel/2013/08/02/banco-mundial-e-o-cerco-ao-carvao-mineral/

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Empresa Fonterra pede desculpas por leite contaminado

A empresa neozelandesa Fonterra pediu desculpas para o governo chinês pelo leite exportado contaminado com bactérias prejudiciais à saúde. Segundo informações publicadas pela agência Reuters, o chefe executivo da empresa, Theo Spiering, foi à China desculpar-se formalmente para tentar amenizar o caso, pois, hoje, a China é o maior mercado consumidor da empresa fora de seu país.

A Fonterra comunicou que o método de processamento empregado é suficiente para matar as bactérias e está avaliando o lote exportado para defender a sua reputação, uma vez que também fornece leite para outros países como a Austrália, a Malásia, a Tailândia, a Arábia Saudita e o Vietnan, lugares onde os lotes neozelandeses estão sob observação.

A bactéria encontrada no leite na China causa uma doença chamada botulismo, que é tóxico-infecciosa, afeta o sistema nervoso e é letal para os seres humanos. Os chineses cancelaram toda a importação de leite em pó e outros laticínios da “Nova Zelândia” após a descoberta da contaminação. 

Ainda não há informações sobre a normalização da comercialização dos produtos da Nova Zelândia no território chinês. Por hora, apenas são investigadas as possíveis causas da contaminação e se existem vítimas.

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Fonte consultada:

http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2013/08/empresa-pede-desculpas-china-por-leite-contaminado-com-bacteria.html